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A história de fé e luta da técnica de enfermagem de Forquilhinha para vencer o coronavírus

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No Dia Internacional da Mulher, comemorado neste dia 8 de março, a personagem de superação de Forquilhinha é a técnica de enfermagem da Vigilância Epidemiológica, Sandra Regina Colonetti, de 55 anos. Com uma fé imensa e esperança de cura, chegou ao hospital há cinco meses atrás, com febre, alteração nos batimentos cardíacos, um cansaço extremo e oxigenação baixa. Acompanhada pelo filho, Diego Nicoski, 29 anos, Sandra precisou ser internada, às pressas, após uma alteração na tomografia.

Os sintomas tiraram de atuação a profissional de linha de frente pela pandemia provocada por um vírus desconhecido, que hoje faz parte da história do mundo inteiro. Após ser hospitalizada começou um mal-estar e falta de ar, depois de alguns dias foi intubada e ali permaneceu por 32 dias. A paciente teve complicações renais, fez hemodiálise e traqueostomia. “Em momento algum eu pensei que iria morrer, eu rezava muito e cantava os hinos da igreja. Eu sentia que eu iria ficar curada. Tinha plena certeza e esperança que iria volta para casa. Pedia ao meu filho quando falava com ele ao telefone que rezasse por mim”.

Com 21 anos de atuação na área da saúde, a técnica de enfermagem nunca imaginou que enfrentaria um ser invisível e teria que lutar pela sua vida. O caminho foi longo e árduo. Foram 52 dias de internação até Sandra conseguir voltar para casa e encontrar a razão de toda a batalha: o seu filho.

A luta

A história de luta da paciente com Covid-19 de Forquilhinha começou em 3 de outubro, quando ela começou com os sintomas da doença. Uma tosse seca fez Sandra procurar o Centro de Triagem. Dias depois os sintomas foram se agravando e começou a febre, alteração dos batimentos cardíacos, enjoo e fraqueza, além da oxigenação baixa. Precisou ser internada, às pressas, no Hospital da Unimed, de Criciúma, após dias do diagnóstico positivo a doença.

No hospital, Sandra foi sedada e intubada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após 11 dias internada. “Fui acolhida por todos os profissionais de saúde, extremamente capacitados em todos os níveis e setores, fez toda a diferença na minha vida”, declara, agradecida.

A recuperação

Nos 52 dias em que permaneceu no hospital, a paciente ficou em coma induzido. “Após os 52 dias de internação eu perdi toda a musculatura. Eu tive que aprender a andar, escovar os dentes, pentear os cabelos e a tomar banho sozinha. Mas Deus me deu uma nova vida e reforço que a fé e esperança foram imprescindíveis na minha recuperação”.

No início de dezembro voltei para casa curada da Covid-19. A partir daí, todos os dias era necessário fazer fisioterapia para recuperar os movimentos e fortalecer os músculos. Sandra também passou pela clínica de reabilitação pós-covid.

A mensagem

A funcionária pública que retornou ao trabalho no dia 22 de fevereiro, redobrou os cuidados e pede a todos que façam o mesmo. “Hoje eu agradecer por ter essa nova chance, mas quero chamar atenção das pessoas que se cuidem com uso de máscaras, higienização, distanciamento social. Ainda vamos ter muito tempo para fazer festas, e que tenhamos todos os cuidados necessários. Que neste Dia Internacional da Mulher seja de esperança de dias melhores. Nós vamos vencer, mas todos precisam se ajudar para não perder as pessoas da nossa família devido a doença. Sinto muita falta do abraço, do beijo, daquele calor humano, mas vai passar e iremos continuar a nossa vida. Se pudermos ajudar aos mais necessitados. Quem tem mais condições ajuda quem tem menos”.

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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara

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Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.

Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.

Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.

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Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas

SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos

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A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.

O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.

“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.

Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.

“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.

Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas

É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.

Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.

Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.

Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.

A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.

“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.

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Farol de Santa Marta e praias de Jaguaruna sofrem com possível tsunami meteorológico

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Moradores do Farol de Santa Marta, em Laguna, foram surpreendidos pelo avanço repentino do mar nas primeiras horas desta segunda-feira. De acordo com registro feito pelo empresário João Baiuka, o mar arrastou pequenas embarcações na praia do Cardoso. Apesar do susto não há feridos e os pescadores estão trabalhando para recuperar seus apetrechos de pesca.

Registro de avanço do mar também na praia de Campo Bom, em Jaguaruna. O mar, segundo relato da Defesa Civil, avançou pelo menos duas quadras em alguns pontos. Os estragos ainda estão sendo levantados.

No extremo sul, cidades como Sombrio e Santa Rosa sofreram com o vento forte nas primeiras horas da manhã. Em Criciúma também houve registro de vento na madrugada, mas sem danos. Vários bairros também registraram precipitação de granizo pequeno pouco depois das 7 horas da manhã. Segundo o diretor da Defesa Civil, Fred Gomes, até o momento há apenas um único relato. “De uma árvore caída sobre um muro. Por enquanto o cenário ainda é de tranquilidade”, confirma Fred Gomes

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