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Desafio para o uso racional de medicamentos é tema de aula inaugural na Unesc

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e solução a problema: o uso de medicamentos ao mesmo tempo que pode salvar vidas pode colocá-la em risco. A necessidade de discussão do assunto e o alerta em torno dele foram foco da Aula Inaugural do programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Unesc, na noite desta quarta-feira (5/5). Em transmissão ao vivo pelo canal da Unesc TV no YouTube, o programa recebeu profissionais de diferentes atuações na área da saúde para o debate que marcou o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

A temática, para a farmacêutica e pró-reitora Acadêmica da Unesc, Indianara Reynaud Toreti, é importante não só na perspectiva do uso correto dos fármacos. “Mas também sob o ponto de vista do não uso de medicamento, pois isso também é importante para a manutenção da vida. A escolha inadequada de um medicamento também pode promover danos ou deixar de promover o bem clínico necessário. Escolher esse assunto e contar com excelentes palestrantes para trazer a realidade de seus locais de atuação é uma forma incrível de oficializar o início do programa de Residência”, apontou a pró-reitora, destacando ainda a transversalidade do assunto.

Oportunizar o encontro de profissionais com experiência no assunto, conforme a coordenadora da Residência em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, Bruna Giassi Wessler, foi um desafio encarado pelos residentes, que já têm demonstrado dedicação em diferentes ações de conscientização ao longo de toda a semana. “A pandemia trouxe uma realidade de ainda mais alerta sobre esse tema. É muito bom podermos estar reunidos e usar o peso do programa de Residência e da Universidade para chamar atenção e voltarmos os olhares para a atenção primária em saúde, lá onde é a porta de entrada do nosso Sistema Único de Saúde e onde inicia a busca por acompanhamento e todo o seu desdobramento”, acrescentou.

O encontro virtual foi acompanhado por profissionais de diferentes áreas e acadêmicos de diversos cursos de graduação da Unesc, além da comunidade externa. O conteúdo segue disponível para apreciação no canal da Unesc TV no YouTube. (https://www.youtube.com/watch?v=SH1uCB_QinU)

Panorama de alerta

O acesso facilitado aos medicamentos possibilitado ao longo das últimas décadas demonstra, evidentemente, um avanço no que diz respeito à saúde coletiva. O que fica em segundo plano, porém merece cada vez mais destaque, no entanto, é a forma como o acesso tornou-se indiscriminado e, somado aos desafios econômicos do mercado, criou problemas de extrema relevância no que diz respeito ao abuso ou uso dos fármacos sem indicação médica.

Para o cirurgião dentista Rafael Amaral, o assunto é transdisciplinar e vai além da prática clínica, da saúde pública e chega ao desenvolvimento socioeconômico. “A medicalização salvou vidas em alguns momentos, mas hoje, sem dúvida alguma, vivemos uma grande epidemia de automedicação ou de excesso de medicalização na nossa sociedade”, lamentou.

A realidade neste sentido é vivida na pele também pela médica residente em Medicina da Família e Comunidade, Viviane Arrais, uma das convidadas do encontro virtual desta quarta-feira e que atua em Unidade de Atenção Básica. A conscientização sobre o tema, para Viviane, é um trabalho de ‘formiguinha’, feito todos os dias junto das comunidades. “Precisamos cada vez mais levar esses temas, por exemplo, para as salas de espera nas unidades de saúde. Em todo o contato possível devemos falar não só do benefício, mas enfatizar também os riscos e os efeitos adversos que as substâncias podem causar. Na própria atitude de prescrever precisamos tomar o cuidado de explicar de forma mais detalhada sobre isso e os riscos de utilizar os medicamentos de forma inadequada”, opinou.

Entre os grandes desafios sentidos na realidade do atendimento, conforme a médica, está a necessidade de mais rigor também nas renovações de prescrições. “Esse é um problema que enfrentamos de forma diária e imposto até pela situação que estamos vivendo. Em muitos casos os pacientes voltam antes mesmo de os medicamentos terem acabado, buscando por mais prescrições. Neste cenário sabemos que muitos distribuem para amigos, parentes, vizinhos que sequer têm indicação de uso”, relatou Viviane destacando a necessidade de uma explicação detalhada sobre os perigos desta prática e uma atuação mais rigorosa que não possibilite tal comportamento.

Passo a passo

O trabalho de combate à situação, na visão da farmacêutica Alessandra Kulkamp, inicia na necessidade de contínuo avanço ao acesso aos serviços de saúde nas comunidades. “Na sequência temos a importância do fortalecimento do SUS, o fortalecimento das políticas públicas e a necessária educação permanente de profissionais de saúde e usuários dos serviços. Isso para que entendam que nem tudo precisa mesmo de um medicamento. Por muitas vezes uma conversa, um olhar, um acolhimento já é um santo remédio”, destacou.

Rafael Amaral, Viviane Arrais e Alessandra Kulkamp, profissionais que aceitaram o convite para o debate, responderam ainda questões enviadas pelos espectadores no YouTube.

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Segunda edição da gincana Agita Afabess acontece neste sábado em Siderópolis

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A segunda edição da gincana Agita Afabess será realizada neste sábado, dia 26, a partir das 13h, no Ginásio Municipal Antônio Espíndola Ramiro, em Siderópolis. A atividade reunirá aproximadamente 380 participantes dos Clubes de Mães e dos grupos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Terceira Idade, organizados pela Associação Feminina de Assistência e Bem Estar Social de Siderópolis (Afabess).

A gincana tem como principal objetivo promover a integração entre os dois públicos, proporcionando momentos de convivência, diversão e participação coletiva. Ao longo da programação, serão realizadas 14 provas, além de cinco atividades surpresas, onde as pistas serão lançadas nos grupos de WhatsApp nesta sexta-feira, dia 25.

A proposta de promover momentos de alegria e convivência também é destacada pela presidente de honra da associação, Rosa Susana Salvaro Fernandes. “O que mais me motiva a realizar a gincana é ver nossas mulheres felizes, participando, sorrindo e se sentindo parte de algo especial. A gincana é muito mais do que uma competição, é um momento de encontro, amizade, descontração e integração”, afirmou.

Segundo Susana, a atividade também representa uma oportunidade de fortalecer os vínculos entre os participantes. “Ver a alegria de cada uma e perceber que conseguimos proporcionar momentos de leveza e união é o que faz todo esse trabalho valer a pena. Para mim, a verdadeira vitória é ver a Afabess viva, unida e fazendo a diferença na vida de tantas pessoas”, completou.

Para a diretora executiva da Afabess, Ana Leila Marangoni Possamai Della, uma das responsáveis pela organização, a expectativa é que a atividade alcance o objetivo de reunir e integrar os participantes. “A minha expectativa é que o evento faça sucesso e que todos fiquem integrados, participando juntos e aproveitando esse momento de confraternização”, destacou.

Neste ano, os participantes serão divididos em seis equipes, identificadas pelas cores laranja, azul, lilás, amarelo, verde e vermelho. As equipes participarão das atividades em busca de pontos e deverão cumprir diferentes desafios propostos pela organização.

Solidariedade

Entre as provas está a arrecadação de leite, que também terá caráter social. Para pontuar, cada equipe deverá arrecadar, no mínimo, a mesma quantidade de litros de leite que o número de participantes inscritos na gincana. Dessa forma, se uma equipe tiver 50 participantes, por exemplo, precisará arrecadar pelo menos 50 litros de leite para conquistar a pontuação da prova.

Após a arrecadação, os produtos passarão por uma triagem para verificar as condições de validade e conservação. Em seguida, os alimentos serão destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A programação é destinada exclusivamente às participantes dos clubes de mães e dos grupos de idosos que estão inscritas na gincana. O evento não será aberto ao público.

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Fumaf mobiliza alunos da rede municipal em ações de educação ambiental

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Em alusão ao Dia da Árvore, celebrado na última segunda-feira (21), a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fumaf) promoveu ao longo desta semana ações de educação ambiental com alunos da rede municipal de ensino de Morro da Fumaça.  As atividades aproximaram os estudantes de práticas de preservação e cuidado com a natureza.

Durante a semana, os alunos participaram do plantio de mais de 40 mudas de árvores nativas, entre elas ipê-roxo, ipê-amarelo, capororoca, canela-sassafrás, araçá-vermelho e quaresmeira. As mudas foram plantadas nas próprias unidades escolares e em áreas próximas às escolas.

A diretora da Fumaf, Silvia Sartor Roseng, destaca que a atividade une conhecimento e prática. “Quando a criança participa do plantio, ela passa a compreender de forma mais próxima a importância das árvores e dos cuidados com o meio ambiente. É uma experiência que fica na memória e pode contribuir para a formação de hábitos mais conscientes dentro e fora da escola”.

Para o prefeito Eduardo Sartor Guollo, iniciativas como essa ajudam a levar a educação ambiental para além da sala de aula. “Cuidar do meio ambiente também é uma forma de cuidar do futuro da nossa cidade. Quando incentivamos as crianças a plantar e acompanhar o crescimento de uma árvore, criamos uma relação de respeito com a natureza que pode acompanhar cada uma delas por muitos anos”.

As ações da Fumaf integram o trabalho de educação ambiental desenvolvido com as escolas municipais, com atividades adaptadas à faixa etária dos estudantes e voltadas à valorização da fauna, da flora e dos recursos naturais. A mobilização em torno da data seguirá acontecendo no decorrer dos próximos dias, considerando que alguns plantios precisaram ser remarcados em função da chuva registrada no início desta semana. 

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Temperaturas acima de 30°C marcam o fim de semana em Santa Catarina

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Depois de dias amenos, o calor retorna a Santa Catarina ao longo do fim de semana. As temperaturas podem passar dos 30 °C em algumas regiões catarinenses com predomínio do sol. Temporais isolados ainda são esperados, e a Defesa Civil estadual monitora o retorno da chuva para todo o estado a partir da próxima semana.

No sábado, 26, o tempo permanece firme e o calor ganha força. No Grande Oeste, os termômetros podem ultrapassar os 30°C, enquanto no Litoral, no Vale do Itajaí e nos Planaltos as máximas se aproximam desse valor. Apenas na faixa litorânea, a circulação marítima pode provocar nebulosidade ao longo do dia, criando condições para chuva fraca e isolada, principalmente no fim da tarde.

Durante a tarde e a noite de domingo, 27, a Defesa Civil prevê a formação de temporais no Grande Oeste. “A combinação de calor, umidade e ar instável favorece a formação de tempestades, que podem ser intensas e localizadas, com raios, rajadas de vento e queda de granizo”, explica o meteorologista Caio Guerra. Mesmo assim, o calor se mantém na região, com máximas acima dos 30 °C. No Litoral, o céu fica mais encoberto e as temperaturas ficam em torno de 25 °C.

Semana começa com chuva e chance de granizo

Segundo o monitoramento da Defesa Civil de Santa Catarina, o tempo fecha na segunda-feira, 28, e aumentam as condições para temporais no estado. Chuva intensa, raios, rajadas de vento e queda de granizo são esperados, principalmente, no Grande Oeste, nos Planaltos e no Alto e Médio Vale do Itajaí. Essas condições podem se estender até quarta-feira, 30.

Orientações da Defesa Civil

A Defesa Civil de Santa Catarina recomenda que a população acompanhe os avisos e boletins meteorológicos, que podem ser atualizados conforme a evolução do tempo.

Durante os temporais, a orientação é evitar áreas sujeitas a alagamentos e enxurradas e nunca atravessar vias alagadas ou com correnteza, seja a pé ou de veículo. É importante procurar abrigo em local seguro, manter distância de janelas e evitar ficar próximo a árvores, placas, postes e outras estruturas que possam ser arremessadas pelo vento.

No litoral, a recomendação é redobrar a atenção às condições do mar e evitar atividades marítimas durante os períodos de mar agitado. Já em áreas de encosta, é importante observar sinais de movimentação do solo, como rachaduras, inclinação de árvores ou postes e estalos. Ao identificar uma situação de risco, o recomendado é se afastar do local e comunicar a Defesa Civil.

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