Pronto atendimento pode enfrentar greve em Forquilhinha

Secretário Diego Passarela nega que a escala dos trabalhadores do Pronto Atendimento tenha sido definida sem conversa com os funcionários. “Conversamos e não descumprimos nenhuma regra trabalhista e estamos respeitando o estatuto dos servidores. A mudança gera um desconforto, claro, mas como os servidores não se acertaram precisamos definir uma escala. Vamos tomar as medidas cabíveis via procuradoria”

No Sindicato o ponto de vista é outro. Presidente do Sindicato dos Servidores de Forquilhinha Morgana Hoepers afirma que o município sabia que fecharia o 24 horas há pelo menos dois meses e que deixou para conversar com os trabalhadores só na semana passada. “Estamos aguardando, esperamos a conversa. Não queremos parar. Só que os trabalhadores não podem ter uma escala destas, que prevê revezamento nas sextas, sábados e domingos”.