Economia
Monique Pizzetti, CEO do Super Moniari, conquista segundo lugar em premiação nacional
Vencedores do Profissionais do Ano, promovido pela Associação Brasileira dos Supermercados, foram conhecidos na manhã desta terça-feira (9), durante o evento Super Market
A executiva Monique Pizzetti, CEO da Rede Super Moniari, conquistou o segundo lugar no Prêmio Profissionais do Ano, realizado pela Associação Brasileira de Supermercado – ABRAS, na categoria que abrange empresas do mesmo porte (posição 101º em diante no Ranking ABRAS). A entidade realizou a cerimônia de premiação na manhã desta terça-feira (9), durante a programação do Super Market, evento nacional direcionado ao segmento supermercadista.
A votação do Profissionais do Ano 2024 reuniu indicados do Brasil inteiro e registrou votação recorde, com mais de 50 mil pessoas cadastradas, segundo a organização do prêmio. Para Monique, o momento foi de muita emoção e gratidão. “Cada gesto de reconhecimento daqueles que votaram é muito significativo. Representar o Sul do Estado neste pódio, apenas 78 votos abaixo do campeão, indica que as iniciativas que estamos promovendo na nossa empresa estão sendo observados nos grandes centros do país”, ressaltou.
Empresária integra programação de conteúdo
O Super Market, denominado como o “Encontro das Comunidades Supermercadistas de Alta Performance” ocorre ao longo desta terça-feira (9), no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Além de sair com o segundo lugar no Profissionais do Ano, Monique Pizzetti está na programação de conteúdo do evento. A executiva sul catarinense vai moderar um painel sobre Gestão de Pessoas, ao lado de representantes de outras três redes supermercadistas de diferentes regiões do Brasil.

Economia
Catarinenses devem gastar em média R$ 291 no Dia dos Namorados — maior valor da história; Criciúma cresce 85,9%
Intenção de compras bate recorde em SC e supera em quase 53% o valor registrado em 2025
O Dia dos Namorados de 2026 promete movimentar o comércio catarinense como nunca. A intenção média de gastos em Santa Catarina chegou a R$ 291 — o maior valor desde o início da série histórica em 2018 e um crescimento nominal de 52,8% em relação ao ano passado, segundo levantamento do Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC.
Para o presidente da entidade, Hélio Dagnoni, o resultado surpreende diante do cenário econômico ainda desafiador. “O consumidor catarinense demonstra confiança e disposição para consumir. E neste ano o Dia dos Namorados coincide com o início da Copa do Mundo, que também impulsiona o comércio”, destacou.
A pesquisa mostra que 83% dos entrevistados consideram sua situação financeira melhor do que no ano anterior — dado que ajuda a explicar o otimismo nas compras.
Criciúma se destaca no ranking regional
Todas as sete cidades analisadas cresceram, mas algumas se sobressaem. Florianópolis lidera com alta de 130,2% na intenção de gastos. Criciúma aparece logo em seguida, com crescimento de 85,9% — o segundo maior do estado. Na sequência estão Itajaí (59,8%), Blumenau (26,7%), Lages (25,5%), Joinville (23,4%) e Chapecó (20,3%).
Deixando para a última hora
A maioria dos consumidores deve apertar o prazo. Mais de 57% concentram as compras na reta final: 34,8% compram na semana da data e 22,5% apenas na véspera.
O que vão comprar — e como vão pagar
Os presentes mais procurados são roupas (30,3%), perfumes e cosméticos (27,7%) e calçados ou bolsas (15,7%). Flores e chocolates aparecem com 8,7%.
Na hora de pagar, o PIX lidera com 32,8% das preferências, seguido por dinheiro (21%) e cartão de débito (19,7%). O comércio de rua segue como principal canal de compras, escolhido por 53,6% dos entrevistados, contra 24% que preferem a internet.
Apesar do aumento no consumo, 43% não pretendem fazer passeios na data. Entre os que vão comemorar, a preferência é pelo bom e velho jantar — 37% optam por almoço ou jantar fora.

Economia
Dexco anuncia fechamento da fábrica em Urussanga e demite 159 trabalhadores
Empresa concentrará produção em Criciúma e Botucatu (SP); estrutura da unidade pode ser vendida para novo investidor
A Dexco confirmou nesta segunda-feira (25) o encerramento das atividades produtivas de sua unidade em Urussanga. A notícia foi comunicada pessoalmente ao à prefeita Stela de Agostin Talamini pelo diretor de Revestimentos Cerâmicos da empresa, Gilmar Menegon.
Dos 213 funcionários da unidade, 159 foram demitidos. Outros 30 permanecem temporariamente para a comercialização do estoque remanescente, e 24 profissionais devem ser transferidos para a unidade da Portinari, em Criciúma.
A empresa justificou o fechamento como parte de uma reorganização operacional. A produção será concentrada nas unidades de Criciúma e Botucatu (SP), responsáveis pelas marcas Portinari e Ceusa. “Não foi uma decisão fácil, mas necessária para a continuidade dos negócios da Dexco”, afirmou Menegon.
O diretor acrescentou que já há contatos com empresas interessadas na estrutura da fábrica e nos maquinários — o que pode abrir caminho para um novo ciclo industrial no município.
A prefeita Stela disse que o município vai agir para minimizar os impactos. Ela citou o cenário de pleno emprego na região como fator favorável à recolocação dos trabalhadores demitidos. “Vamos somar esforços para buscar empresas interessadas em assumir a estrutura da fábrica e manter a atividade industrial no município”, afirmou.

Economia
Boletim Focus: projeção da inflação sobe para 5,04% e PIB para 1,89%
O mercado financeiro elevou as projeções de inflação e de crescimento econômico no Boletim Focus desta segunda-feira (25).

A expectativa para a inflação subiu novamente e chegou a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 4,92%. São 11 semanas de alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã.
O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido no país, pode crescer 1,89% neste ano. Aumento de 0,4% em relação à última semana.
Na avaliação do economista Adalmir Marcheti, os efeitos do conflito sobre os preços de combustíveis e possíveis questões climáticas no segundo semestre, o El Niño, afetam a projeção da inflação.
No entanto, ele defende cautela nas previsões sobre inflação, PIB e até juros. A guerra e as eleições deixam o cenário mais nebuloso.
“O fim da guerra significaria queda de preços, redução das taxas de juros e a possibilidade de um maior crescimento econômico. A continuidade da guerra apontaria no sentido contrário. As próprias eleições afetam os gastos e a política monetária, na medida em que os governos estaduais e o governo federal buscam se reeleger. Isso, sem dúvida, afeta a qualidade e aumenta as incertezas sobre as previsões”.
Os analistas consultados pelo Banco Central também apostam num valor ainda menor do dólar no fim do ano: R$ 5,17.
E a taxa de juros, a Selic, em 13,25% ao ano.

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