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Economia

Dia das Mães terá vales-compra e uma viagem incrível

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Mais do que uma demonstração de carinho, o Dia das Mães será também uma oportunidade para proporcionar uma experiência incrível num dos cenários brasileiros mais encantadores: a Serra Catarinense. Afinal, esse será o prêmio principal da promoção da Câmara de Dirigentes Lojistas de Içara em 2024.

Para concorrer à viagem, basta procurar as lojas identificadas com o cartaz e requisitar o cupom ao fazer as compras. As chances poderão ser acumuladas até o dia 11 de maio. E, além de uma hospedagem especial, a CDL também vai sortear, de forma digital, vales-compra de R$ 150. Serão 12 clientes premiadas, uma por dia, de 29 de abril a 4 de maio e de 6 a 11 de maio.

“Cada promoção é uma forma de retribuir aos consumidores e impulsionar ainda mais os diferentes segmentos da cidade. Essa é uma relação que construímos com muito trabalho, que merece ser celebrada e pode ser demonstrada com a força que tem o comércio de sapatos, vestuário, acessórios, perfumaria e muitos outros itens”, indica o presidente da CDL, Paulo Roberto Brígido.

Economia

Catarinenses devem gastar em média R$ 291 no Dia dos Namorados — maior valor da história; Criciúma cresce 85,9%

Intenção de compras bate recorde em SC e supera em quase 53% o valor registrado em 2025

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O Dia dos Namorados de 2026 promete movimentar o comércio catarinense como nunca. A intenção média de gastos em Santa Catarina chegou a R$ 291 — o maior valor desde o início da série histórica em 2018 e um crescimento nominal de 52,8% em relação ao ano passado, segundo levantamento do Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC.

Para o presidente da entidade, Hélio Dagnoni, o resultado surpreende diante do cenário econômico ainda desafiador. “O consumidor catarinense demonstra confiança e disposição para consumir. E neste ano o Dia dos Namorados coincide com o início da Copa do Mundo, que também impulsiona o comércio”, destacou.

A pesquisa mostra que 83% dos entrevistados consideram sua situação financeira melhor do que no ano anterior — dado que ajuda a explicar o otimismo nas compras.

Criciúma se destaca no ranking regional

Todas as sete cidades analisadas cresceram, mas algumas se sobressaem. Florianópolis lidera com alta de 130,2% na intenção de gastos. Criciúma aparece logo em seguida, com crescimento de 85,9% — o segundo maior do estado. Na sequência estão Itajaí (59,8%), Blumenau (26,7%), Lages (25,5%), Joinville (23,4%) e Chapecó (20,3%).

Deixando para a última hora

A maioria dos consumidores deve apertar o prazo. Mais de 57% concentram as compras na reta final: 34,8% compram na semana da data e 22,5% apenas na véspera.

O que vão comprar — e como vão pagar

Os presentes mais procurados são roupas (30,3%), perfumes e cosméticos (27,7%) e calçados ou bolsas (15,7%). Flores e chocolates aparecem com 8,7%.

Na hora de pagar, o PIX lidera com 32,8% das preferências, seguido por dinheiro (21%) e cartão de débito (19,7%). O comércio de rua segue como principal canal de compras, escolhido por 53,6% dos entrevistados, contra 24% que preferem a internet.

Apesar do aumento no consumo, 43% não pretendem fazer passeios na data. Entre os que vão comemorar, a preferência é pelo bom e velho jantar — 37% optam por almoço ou jantar fora.

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Economia

Dexco anuncia fechamento da fábrica em Urussanga e demite 159 trabalhadores

Empresa concentrará produção em Criciúma e Botucatu (SP); estrutura da unidade pode ser vendida para novo investidor

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A Dexco confirmou nesta segunda-feira (25) o encerramento das atividades produtivas de sua unidade em Urussanga. A notícia foi comunicada pessoalmente ao à prefeita Stela de Agostin Talamini pelo diretor de Revestimentos Cerâmicos da empresa, Gilmar Menegon.

Dos 213 funcionários da unidade, 159 foram demitidos. Outros 30 permanecem temporariamente para a comercialização do estoque remanescente, e 24 profissionais devem ser transferidos para a unidade da Portinari, em Criciúma.

A empresa justificou o fechamento como parte de uma reorganização operacional. A produção será concentrada nas unidades de Criciúma e Botucatu (SP), responsáveis pelas marcas Portinari e Ceusa. “Não foi uma decisão fácil, mas necessária para a continuidade dos negócios da Dexco”, afirmou Menegon.

O diretor acrescentou que já há contatos com empresas interessadas na estrutura da fábrica e nos maquinários — o que pode abrir caminho para um novo ciclo industrial no município.

A prefeita Stela disse que o município vai agir para minimizar os impactos. Ela citou o cenário de pleno emprego na região como fator favorável à recolocação dos trabalhadores demitidos. “Vamos somar esforços para buscar empresas interessadas em assumir a estrutura da fábrica e manter a atividade industrial no município”, afirmou.

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Economia

Boletim Focus: projeção da inflação sobe para 5,04% e PIB para 1,89%

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O mercado financeiro elevou as projeções de inflação e de crescimento econômico no Boletim Focus desta segunda-feira (25).

A expectativa para a inflação subiu novamente e chegou a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 4,92%. São 11 semanas de alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido no país, pode crescer 1,89% neste ano. Aumento de 0,4% em relação à última semana.

Na avaliação do economista Adalmir Marcheti, os efeitos do conflito sobre os preços de combustíveis e possíveis questões climáticas no segundo semestre, o El Niño, afetam a projeção da inflação.

No entanto, ele defende cautela nas previsões sobre inflação, PIB e até juros. A guerra e as eleições deixam o cenário mais nebuloso. 

“O fim da guerra significaria queda de preços, redução das taxas de juros e a possibilidade de um maior crescimento econômico. A continuidade da guerra apontaria no sentido contrário. As próprias eleições afetam os gastos e a política monetária, na medida em que os governos estaduais e o governo federal buscam se reeleger. Isso, sem dúvida, afeta a qualidade e aumenta as incertezas sobre as previsões”. 

Os analistas consultados pelo Banco Central também apostam num valor ainda menor do dólar no fim do ano: R$ 5,17.

E a taxa de juros, a Selic, em 13,25% ao ano.

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