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Fortes e determinadas: Conheça as mulheres da Unesc

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Criciúma

Marias, Carolines, Anas, Marielles e Lucianes. Essas são só algumas das tantas mulheres que ajudam a fazer diariamente a Unesc. Fortes, parceiras, atenciosas, dedicadas, inspiradoras, funcionárias, professoras, pesquisadoras e reitora. Cada uma das mulheres traz consigo lutas e vitórias que dizem respeito a todas. Cada qual do seu jeito, e sua vida dentro e fora da Universidade, colabora na luta constante das mulheres pelo lugar de fala e por espaço na sociedade e, especialmente, pelo respeito em todas as esferas.

Aproximadamente 13 mil pessoas passam diariamente na Universidade, sendo uma grande parcela, mulheres. Elas ocupam lugares que, em tempos mais remotos, jamais imaginaria-se ocupar. Elas são diferentes, mas compartilham da mesma vontade, força e garra: ser mulher! Prova disso é o cenário vivido hoje na Universidade. Atualmente, a Instituição conta com um número expressivo de mulheres nos postos de trabalho e de estudo.

Segundo a professora doutora Luciane Bisognin Ceretta, primeira mulher a chegar ao cargo da Reitoria da Unesc, a Universidade é um local onde transitam diferentes mulheres de concepções distintas, de orientações, de modo de ver o mundo, religiões diversas, e essas mulheres todas buscam o seu espaço.

“A mulher na atualidade assume posições de liderança muito destacadas e tem apresentado resultados positivos, pois reúnem, na minha concepção, a capacidade de uma escuta qualificada e a coragem para a tomada de decisões necessárias. A sua sensibilidade lhe permite o diálogo com diferentes escutas e segmentos, o que torna também as decisões muito acertadas”, enfatiza.

Conforme a Reitora, tanto homens quanto mulheres podem estar em lugares onde eles quiserem. “O que eu posso assegurar é que tanto homens quanto mulheres podem, quando estiverem revestidos de comprometimento, responsabilidade, dedicação e competência, ambos conseguem atingir excelentes resultados”, comenta.

Para a Luciane, a sensibilidade, intuição, escuta, coragem e a força das mulheres é vista em todos os setores da Universidade, tanto nas colaboradoras quanto nas acadêmicas. “Observamos acadêmicas com poder de liderança impressionante, com capacidade de diálogo, de escuta e de tomada de decisões muito importantes para o mundo atual e obviamente, pela Universidade ser um local da diversidade, do encontro dos diferentes, é um lugar do estímulo e do desenvolvimento da liderança e pautas femininas”, enfatiza.

Ocupando espaços

A Universidade conta com 1.360 colaboradores, sendo destes, 718 mulheres, incluindo funcionárias, professoras e estagiárias. A presença feminina também é percebida nos formandos da Universidade. De 1.617 formandos em 2018, 1.050 foram mulheres.

Há cinco anos no posto de vigilante do Colégio Unesc, Zenir Araújo e mais uma colega são as únicas vigilantes mulheres na Instituição. De acordo com ela, o “ser mulher” nunca foi um problema no exercício da sua profissão. “Aqui na Unesc nunca teve esse preconceito. Alguns lugares acham que somos ‘molengas’, mas aqui na Universidade sempre fui tratada de maneira igual aos outros”, explica.

Conforme a vigilante, um dos diferenciais de ser uma mulher e trabalhar no Colégio, é o de cuidar dos alunos. “Eles são como se fossem meus filhos. Eu me sinto preocupada se todos estão nas salas de aula, cuido para que eles não se machuquem durante o intervalo. Sempre que termina meu expediente, às 18h, eu me preocupo se todos foram embora. Às vezes eu fico até mesmo na preocupação de ter que sair do meu expediente e ter algum aluno ainda aqui, ou então de ficar na minha casa pensando se eles chegaram na casa deles”, conta.

Luta pelo fim da violência doméstica

A Universidade investe em programas de extensão voltados especialmente para as mulheres, como o Projeto Amora, que tem objetivo de capacitar mulheres em situações de vulnerabilidade social em direitos humanos e promover a cidadania. O programa é realizado em uma parceria do curso de Direito, de Psicologia, o Nuprevips (Núcleo de Prevenção às Violências e Promoção da Saúde) e com outros órgãos internos e externos da Universidade.

Segundo Janete Triches, uma das coordenadoras do projeto, o objetivo é fazer com que as mulheres rompam o ciclo da violência e mudem suas histórias de vida. “A proposta é explicar para as mulheres os vários tipos de violência que acontecem em casa e que muitas vezes elas são vítimas. Primeiro buscamos explicar os tipos de violência. Segundo, fazer com que elas percebam se na casa delas, na rua ou na comunidade, algum desses tipos de violência está acontecendo. Em terceiro, nós motivamos essas mulheres para procurar ajuda aos órgãos competentes”, explica.

Janete explica que a violência contra as mulheres, em alguns casos, acaba sendo naturalizada por ser algo que culturalmente foi aceito, e o projeto busca quebrar essa naturalidade. “Se a mãe ou se a avó dela teve essa mesma história de violência, isso tem que acabar nela. Não é porque tem histórico familiar que isso vai ser normal. A violência não é algo natural, é um crime”, afirma.

Além disso, a violência domiciliar é praticada por alguém próximo. “Ela é praticada por um homem que elas conhecem, que elas amam, que é pai dos filhos, que leva dinheiro para casa, mas que não deixa de ser um criminoso. Então, muitas vezes as mulheres têm essa dificuldade de perceber essa violência que eles vivem”, enfatiza.

Aos 10 anos de existência, o projeto já atendeu mais de cinco mil mulheres. Com lágrimas nos olhos, Janete se emociona ao relembrar dos depoimentos das mulheres que passaram pelo programa. “Todo tipo de violência deveria ser abolida no nosso país, pois todo tipo agressão, de alguma forma, destrói o ser humano. Esse projeto faz a gente perceber, no dia a dia com o trabalho com as mulheres, que essa brutalidade é tão ou mais destrutiva que os outros tipos de violência, porque além da mulher geradora de vida, a que é mãe, ela também afeta os filhos”, explica.

“Essa violência destrói a vida das mulheres e dos filhos, das crianças. E se isso não for rompido, se isso não parar, nós vamos continuar sendo uma sociedade muito violenta. Estudos dizem que se essa agressividade não for tratada dentro de casa e junto com as crianças, elas podem se tornar pessoas violentas. Por isso, temos que tratar e romper, pois acreditamos que é possível”, finaliza Janete.

Bandeiras de inclusão

A Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas, instituída em junho de 2018, tem o propósito de criar e fortalecer políticas institucionais, que articulem ações de caráter transversal e de indissociabilidade do ensino, pesquisa, extensão, gestão e convivência, que promovam a valorização da diversidade e da cultura de paz.

Conforme a coordenadora da Secretaria, Janaína Damásio Vitório, o setor busca realizar debates sobre gênero, violência e os papéis que as mulheres tem que ocupar. “Temos que discutir o que culturalmente é naturalizado, o que nem sempre é bom, pois é algo tido como normal como a violência, a desqualificação e o desconhecimento das diferenças”, explica.

O papel da mulher na sociedade e o acesso delas no mercado de trabalho e de estudo também são outras temáticas abordadas nos debates da Secretaria. “Discutimos a jornada de trabalho que muitas vezes é dobrada, a discussão geracional, que é a diferença de idades no acesso a Universidade, e o debate da carga mental, que é quando a mulher além de realizar o trabalho de casa, tem que realizar um esforço mental na responsabilidade de ser mulher”, comenta a coordenadora adjunta, Rita Guimarães Dagostim.

“Um exemplo da carga mental é quando além de a mulher ter que cuidar da casa, ela tem que muitas vezes dizer para o seu companheiro o que ele tem que realizar, sendo que muitas vezes é algo simples, algo que não precisa que ela explique ou peça para ele fazer”, completa Rita.

A inserção das mulheres nos cursos e nas profissões também são abordadas na Secretaria. “A mulher acaba desempenhando profissões com a função de cuidar, como professora, psicóloga e enfermeira, e temos que quebrar esses paradigmas. A mulher pode estar onde ela quiser”, acrescenta Janaína.

Além da discussão de gênero, a secretaria ainda busca propor discussões de múltiplas intersecções. “Nós temos a mulher transexual, a mulher lésbica, e outras tantas transversalidades que temos que reconhecer essas diferenças e buscar debates que promovam a igualdade e a paz”, enfatiza a coordenadora adjunta.

“Pés, para que os quero, se tenho asas para voar? ” –  Frida Kahlo

Conforme a acadêmica da décima fase de Direito Emanuela Caciatori, o Dia Internacional da Mulher é uma data para celebrar pelas pautas já alcançadas. “Além de uma data para comemorar, eu enxergo o Dia da Mulher como um dia para refletirmos o que a gente avançou. Acho que nas últimas décadas a gente teve um avanço pelas pautas das mulheres estarem sendo debatidas no âmbito público”, comenta.

De acordo com a acadêmica, na Unesc, é perceptível que as mulheres atuem nos cargos de gestão em relação aos outros segmentos da sociedade, além dos projetos realizados pela Universidade. “Os projetos são importantes pois abordam as discussões que visam as pautas pertinentes à causa. O contexto ideal, que está longe de acontecer, é que sequer fosse preciso existir esse tipo de iniciativa, pois já viveríamos em uma sociedade equânime, mas essas iniciativas só vêm para somar”, completa.

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Colégio SATC reúne 67 projetos em mais uma edição da Feira de Ciências e Tecnologia

Estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais, Ensino Médio e Técnico apresentam pesquisas e experiências desenvolvidas durante o ano letivo

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A curiosidade e a busca por novas formas de aplicar os conhecimentos trabalhados em sala de aula movimentaram mais uma edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio SATC, a Fecitec. Ao todo, 67 projetos foram apresentados por estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais, Ensino Médio e Técnico, distribuídos entre as categorias Ciências da Natureza e Exatas, Tecnologias, Carvão Mineral e Ciências Humanas e Linguagens. A preparação para a feira envolve pesquisa, organização, desenvolvimento de experimentos e apresentação dos resultados.

O processo permite que os estudantes coloquem em prática conteúdos trabalhados nas disciplinas e desenvolvam habilidades como comunicação, trabalho em equipe, autonomia e capacidade de apresentar ideias. “É um orgulho ver esses trabalhos, porque a gente acompanha desde quando os alunos fizeram as inscrições desses projetos. A cada ano, percebemos uma adesão maior e o empenho deles na preparação e no período que antecede a feira”, destaca a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.

Além da aprendizagem relacionada aos temas pesquisados, a experiência também amplia o contato dos estudantes com diferentes áreas do conhecimento. Durante a Fecitec, as equipes compartilham suas descobertas com colegas, professores, familiares e visitantes, assumindo o papel de apresentar e explicar aquilo que desenvolveram.

“Eu sempre digo que é o momento de colocar em prática aquilo que aprendem no dia a dia, na sala de aula. Além de aprenderem esses conteúdos que vão expor, eles também conseguem fazer com que outros alunos que venham visitar aprendam com eles”, explica Izes.

Para quem visita a feira, o contato com os projetos também se transforma em uma oportunidade de aprendizagem. “É uma iniciativa muito boa, é a chance desses alunos aprenderem ainda mais o que foi visto com o professor e passarem para nós, que estamos aqui como ouvintes. As explicações estão muito boas, me fizeram relembrar assuntos e temas que já estiveram presentes no mundo e que hoje os alunos trouxeram em suas explicações”, relata a professora aposentada, Marli Matos.

Carvão Mineral na prática

Entre as categorias da Fecitec está o Carvão Mineral, tema relacionado à história da instituição e ao desenvolvimento da região. A proposta permite que os estudantes pesquisem o assunto a partir de diferentes perspectivas, relacionando aspectos históricos, sociais, econômicos, ambientais e tecnológicos.

No projeto “Carvão, Raízes e Ressignificação”, estudantes do 2º ano do Ensino Médio pesquisaram a história do carvão, o desenvolvimento regional e o cotidiano nas minas. A proposta também buscou apresentar novas possibilidades para uma matéria-prima tradicionalmente associada a impactos ambientais.

“Nosso projeto envolveu a abordagem da história do carvão, desenvolvimento regional e o dia a dia nas minas, mas também ressignificar essa matéria-prima que sempre foi vista como ruim”, explica a estudante, Clarissa Pereira.

A pesquisa avançou para o desenvolvimento de uma linha de cosméticos à base de carvão, com produtos como sabonetes e esfoliantes. A iniciativa contou com conhecimentos trabalhados no Curso Técnico em Química e na disciplina eletiva de Alquimia. “Desenvolvemos uma linha de cosméticos à base de carvão, em que produzimos sabonetes e esfoliantes, dando um novo sentido a esse produto e levando conscientização em relação ao seu uso”, afirma o estudante, Artur Reszka.

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Prefeitura de Criciúma inaugura revitalização da ‘Rota dos Peregrinos’ neste sábado

Rua Pedro Dal Toé recebeu investimento superior a R$ 7,5 milhões

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A Prefeitura de Criciúma inaugura neste sábado (19) a revitalização da rua Pedro Dal Toé, no bairro Morro Estevão. Conhecida como Rota dos Peregrinos, a via é utilizada por romeiros que seguem de Criciúma até a Basílica Santuário Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, em Içara.

A obra recebeu investimento superior a R$ 7,5 milhões, por meio de recursos do Fundo de Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).

Trecho ganhou nova estrutura

A revitalização contempla o trecho entre a rótula da rodovia Luiz Rosso e a rodovia Aristides Bolan, conhecida como Via Rápida. A intervenção beneficia moradores do Morro Estevão e também motoristas, ciclistas, pedestres e peregrinos que utilizam a ligação entre Criciúma e Içara.

Entre os serviços executados estão:

  • drenagem;
  • pavimentação asfáltica;
  • sinalização vertical e horizontal;
  • implantação de calçada acessível;
  • construção de ciclovia em toda a extensão revitalizada.

Segundo o prefeito Vagner Espindola, a intervenção melhora as condições de deslocamento e segurança em uma via que possui importância para a comunidade e para os peregrinos.

“Essa é uma obra que entrega muito mais do que uma nova pavimentação. Estamos falando de uma via que tem um significado especial para Criciúma e para toda a região”, afirma.

Rota dos Peregrinos

O vice-prefeito Salésio Lima destaca que a rua Pedro Dal Toé representa um caminho tradicional para os peregrinos que se dirigem à Basílica, além de cumprir uma função importante na mobilidade regional.

Para o secretário de Infraestrutura e Obras, João Paulo Casagrande, a combinação de pavimentação, drenagem, sinalização e espaços exclusivos para pedestres e ciclistas proporciona uma estrutura mais adequada para o uso diário da via.

Recursos do Fonplata

A revitalização faz parte do conjunto de obras executadas pelo Município por meio do Fonplata II. A operação de financiamento internacional prevê recursos para projetos de infraestrutura e mobilidade urbana em Criciúma.

Com a conclusão da intervenção, a rua Pedro Dal Toé passa a contar com nova pavimentação e estruturas voltadas à acessibilidade e à circulação segura de diferentes usuários, incluindo os peregrinos que percorrem o trajeto em direção à Basílica, em Içara.

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Semana do Trânsito reforça conscientização sobre importância da segurança viária em Criciúma

Programação inicia nesta sexta-feira (18) e seguirá até o dia 25 de setembro, com ações educativas em pontos da cidade

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A Prefeitura de Criciúma promoverá, de 18 a 25 de setembro, a Semana Nacional do Trânsito. A iniciativa é voltada à conscientização sobre a importância da segurança viária e a valorização da vida. Ao logo semana, serão desenvolvidas uma série de ações em escolas e nos semáforos de maior movimento, chamando a atenção para os riscos de imprudências, além da distribuição de materiais educativos.

O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, ressalta que a segurança no trânsito depende da atenção de todos. “A prevenção começa com atitudes simples, como respeitar a sinalização, manter a atenção e entender que cada decisão no trânsito pode ter consequências para outras pessoas. Nosso objetivo é levar essa reflexão para diferentes espaços da cidade e reforçar que preservar vidas deve estar sempre em primeiro lugar”, afirma.

A iniciativa é promovida pela Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT) de Criciúma e terá atividades voltadas a diferentes públicos. Entre as ações previstas estão palestras em escolas e empresas, apresentações do Teatro Projeto Vida Sempre nas instituições e intervenções educativas. Veículos acidentados também serão expostos na Avenida Centenário, Avenida Gabriel Zanette e Praça da Chaminé, no bairro Próspera, acompanhados de faixas com mensagens de conscientização.

Para o vice-prefeito de Criciúma, Salésio Lima, a campanha contribui para aproximar a discussão sobre segurança viária do cotidiano da população. “O trânsito faz parte da rotina de todos nós, seja como motorista, motociclista, ciclista ou pedestre. Por isso, falar sobre prevenção e responsabilidade é uma forma de lembrar que nossas escolhas também interferem na segurança de quem está ao nosso redor”, destaca.

Segundo o diretor da DTT, Vinicius Ribeiro, a programação foi distribuída em diferentes locais para ampliar o alcance das ações. “A proposta é levar a mensagem para onde as pessoas estão, utilizando diferentes formas de abordagem. Teremos atividades nas escolas e empresas, ações em espaços públicos e a exposição de veículos sinistrados, que permite visualizar de maneira concreta as consequências que um acidente pode trazer”, comenta.

Imprudência no trânsito

A Semana Nacional do Trânsito chama a atenção para a imprudência e a importância do respeito às leis de trânsito. Em Criciúma, mais de 90% dos acidentes nas vias são causados por falta de atenção ao volante.

De acordo com o superintendente de Trânsito de Criciúma, Edno Dutra, o dado reforça a necessidade de combater comportamentos que desviam a atenção dos condutores.

“Muitas vezes, o acidente acontece em poucos segundos de desatenção. Usar o celular, avançar uma sinalização, fazer uma ultrapassagem indevida ou simplesmente dirigir sem a atenção necessária pode colocar em risco a própria vida e a de outras pessoas. Existe sempre alguém esperando esse motorista chegar em casa”, enfatiza.

Ação na Praça Nereu Ramos

Neste sábado (19), será realizada uma ação especial na Praça Nereu Ramos, no Centro da cidade, com a participação da Superintendência de Trânsito, Detran, Projeto Vida no Trânsito (PVT), Polícia Militar, Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST SENAT), e a mascote da DTT, o Semaforito.

A programação terá como foco a educação, orientação, conscientização e promoção da segurança viária, envolvendo diferentes segmentos da comunidade ao longo da Semana Nacional do Trânsito.

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