Economia
Lei de Inovação será um diferencial no fomento de novos negócios em Morro da Fumaça
As atividades tecnológicas e inovadoras ganharão um grande incentivo em Morro da Fumaça. Isso porque, o Governo Municipal irá protocolar na Câmara de Vereadores nesta segunda-feira, dia 3, o Projeto de Lei nº 027/2021, a chamada Lei de Inovação.
O texto estabelece as normas de incentivo às atividades tecnológicas e de inovação realizadas na cidade, com o intuito de promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental, além da melhoria dos serviços públicos municipais.
A Lei de Inovação tem entre os seus objetivos, a criação do Conselho Municipal de Inovação (CMI); do Fundo Municipal da Inovação (FMI); do Programa de Incentivo à Inovação (PII) e do Plano de Inovação do Executivo Municipal. “A inovação e a tecnologia estão presentes na vida de todos e por isso queremos incentivar esta prática em Morro da Fumaça”, enfatiza o vice-prefeito Eduardo Sartor Guollo, acrescentando que a iniciativa faz parte de uma série de ações que visa o fortalecimento e o desenvolvimento da economia fumacense. “Estamos revisando e elaborando leis de incentivo aos empresários que já estão aqui estabelecidos e para aqueles que querem vir para Morro da Fumaça e a Lei de Inovação é uma destas”, aponta.
O Conselho Municipal de Inovação, por exemplo, será formado por 11 membros que terão por missão formular, propor, avaliar e fiscalizar ações e políticas públicas de promoção da inovação para o desenvolvimento do município a partir de iniciativas governamentais ou em parceria com agentes privados, sempre preservando o interesse público. “É fundamental oferecer apoio a estes empreendedores que tem a tecnologia e a inovação como seu produto. A cada dia surgem novas ideias que transformam a vida de muitas pessoas e elas podem também transformar Morro da Fumaça”, fala o prefeito, Noi Coral.
O Fundo Municipal de Inovação é outro ponto importante da lei, já que efetiva o apoio financeiro a programas e projetos inovadores, planos, estudos, projetos, programas, serviços tecnológicos e de engenharia, capacitações, eventos e outras atividades de cunho inovador que resultem em soluções de interesse para o desenvolvimento de Morro da Fumaça.

Economia
Feirão de empregos movimenta Festa da Misericórdia em Içara
Um feirão municipal de empregos está sendo realizado durante a programação da Festa da Misericórdia, em Içara. A ação iniciou no último domingo, dia 5, e seguirá até 12 de abril na Basílica Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, junto à Feira da Indústria e Comércio. O atendimento é feito pelo Sistema Nacional de Empregos (Sine) de Içara, em parceria com empresas como a Librelato, Giassi Private Label e Cristalcopo.
Segundo o secretário de desenvolvimento econômico de Içara, Davi Nazário, estão disponíveis mais de 100 vagas de emprego, para candidatos com diferentes níveis de escolaridade. O serviço inclui orientação e encaminhamento para processos seletivos. “A proposta é concentrar, em um único espaço, diferentes oportunidades e facilitar o processo tanto para quem busca uma vaga quanto para as empresas que precisam contratar. Isso torna o atendimento mais ágil e amplia o alcance das vagas disponíveis”, destaca.
Os atendimentos são voltados a pessoas com 18 anos ou mais. Para participar, é necessário apresentar documentos pessoais e currículo. Segundo a prefeita de Içara, Dalvânia Cardoso, a iniciativa reúne empresas participantes da feira e amplia o acesso da população às oportunidades de trabalho. “Isso aproxima quem está em busca de emprego das empresas que estão com vagas abertas, facilitando o acesso ao mercado de trabalho oferecendo oportunidades para a população durante um evento que já reúne grande público”, comenta.

Economia
Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira
Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa
Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.
O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.
Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.
Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.
Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.
COMO FUNCIONA O REAJUSTE
O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.
A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.
A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

Agronegócio
Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica
A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.
Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).
Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.
Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.
- Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
- Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.
“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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