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Economia

Librelato expande atuação internacional

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Os primeiros meses de 2021 foi marcado pela expansão da atuação da Librelato fora do Brasil. A empresa iniciou o processo de exportação marítima de dois Semirreboques Carrega Tudo, pescoço removível, que partiram do Brasil com destino ao continente europeu, mas que posteriormente irão atuar no setor de mineração no território africano.

Os implementos com pescoço removível hidráulico foram projetados para transportar máquinas e equipamentos de grande porte e que necessitam de um ângulo suave de subida, proporcionando mais segurança e agilidade nas operações de carga e descarga na plataforma

Além disso, a Librelato abriu um escritório em Portugal, com o objetivo de ganhar maior visibilidade e maior acesso aos negócios do continente africano, devido a maior proximidade logística, e também em razão das corporações europeias com forte atuação no continente.

Para José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato, a empresa olha o mercado externo como um pilar estratégico de crescimento. “A importância que a Librelato dá ao mercado externo traz consigo ações sólidas e duradouras na busca pela expansão internacional. Entendemos que, por meio do acesso aos novos mercados, conseguimos ter uma visão além do horizonte em nossa empresa, internalizando as experiências e conhecimentos obtidos lá fora, que são transformados em soluções e melhorias para nossos produtos e processos. Por esse motivo, seguimos buscando um crescimento sustentável com ganho de participação nos mercados em que atuamos e a construção de alianças sólidas no continente africano”. 

Em julho do ano passado a Librelato realizou sua primeira exportação para o mercado africano. O primeiro País a receber os implementos da marca foi Ruanda, com dois conjuntos de carroceria + reboque Sider para atuação especializada no transporte de bebidas entre Ruanda e Tanzânia, no leste Africano.

Crescimento das exportações

A Librelato se consolida nos Países em que atua com produtos de alta performance, adaptados a necessidade de cada mercado; e estratégias acertadas de posicionamento da marca, por meio de sólidas parcerias com distribuidores locais. Em 2020, a empresa aumentou em 22% suas exportações em comparação ao ano de 2019.

“No início de 2020 houve uma forte retração no mercado devido à pandemia global, mas vimos uma recuperação e um aquecimento nas vendas a partir do segundo semestre, o que permitiu fechar o ano de 2020 com crescimento de 22% nas exportações. Com certeza a recuperação do mercado foi surpreendente, superando as expectativas para um período pandêmico”, explica Daniel Zilio, gerente de Exportação e Libreparts.

Os produtos mais exportados pela Librelato são os Semirreboques Graneleiro Tradicional e Pró-Nio; Semirreboques Basculante Tradicional; Semirreboques Carga Seca Tradicional e Pró-Nio; Semirreboques Furgão Lonado; e ainda Semirreboques Tanques.

Projeto de expansão das exportações

A Librelato está abrindo novos mercados também na América do Sul por meio do MoveBrazil, Programa de Internacionalização da Indústria de Implementos Rodoviários da qual a Librelato faz parte. O Programa foi lançado há três anos e conta com organização da Anfir e Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

“As exportações são extremamente importantes para nossos resultados de vendas, pois durante os altos e baixos do mercado interno essa atividade nos ajuda a manter um ponto de equilíbrio nos negócios”, finaliza Zilio.

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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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