Geral
Missionários levam música para o Hospital São José
O ambiente hospitalar é sempre um local onde as pessoas buscam por ajuda. Precisam de tratamento, medicação, atenção e naquele momento de dor, quem sabe uma palavra de conforto, um aperto de mão ou um abraço; atitudes simples mas que trazem um grande significado no momento de dificuldade.
Ah como um abraço em fases difíceis são importantes, e muitas vezes faz uma situação mudar todo seu contexto, com um simples gesto.Foi o que aconteceu nesta manhã três de agosto de 2018 no HSJosé, abraços e mais abraços foram distribuídos para quem quisesse receber, por um grupo de voluntários.
Com um violão apenas, cerca de 10 jovens missionários de diversos lugares do Brasil e até de fora do país; que fazem parte da escola de Missões da Comunidade Refúgio de Criciúma, resolveram acordar cedo para caminhar pelo hospital, distribuindo simplesmente sorrisos, apertos de mão e claro, abraços.
Voluntariado e muito amor ao próximo
Quando as notas do violão ecoavam um pouco mais alto nos corredores, era possível ver as pessoas saindo dos quartos para saber de onde estava vindo aquele som, pois queriam acompanhar a música e saber o que estava acontecendo.
A receptividade foi tão recíproca que as pessoas paravam para cantar com o grupo, fazer fotos e agradecer pelo momento que eles estavam proporcionando aos pacientes, acompanhantes e profissionais do hospital.
“Como isso nos faz bem, estes jovens estão nos trazendo alegria, são anjos de Deus”, comenta Maria de Fátima Ribeiro, que acompanhava o marido em um tratamento. O grupo caminhou por diversos setores do hospital cantando e distribuindo alegria; no meio do caminho quando encontravam pessoas nos corredores eram abordados para uma conversa e o abraço não podia faltar.
“Nós entramos no hospital achando que estávamos indo levar amor, e ao sair, descobrimos que fomos receber”, conta Tayná Dilu voluntária da Escola de Missões. O grupo recebeu cerca de 15 jovens para uma imersão e aprendizado sobre a palavra de Deus e as inúmeras formas de levar o amor de Cristo para as pessoas em diversos lugares da cidade, com música e “ distribuindo amor”; como eles contam, e o HSJosé foi o primeiro lugar escolhido para desenvolver uma das atividades da equipe. Os jovens são todos voluntários e passam por um período de formação na escola que tem duração de quatro semanas.
Maggie Segerstig voluntária, veio da Suécia para participar da escola de missões e afirma que se sentiu realizada por poder participar deste momento. “Senti que as pessoas que trabalham no hospital tem muito amor pelos pacientes e estou feliz em ver o sorriso deles. Foi um grande presente para mim”, finaliza Maggie.
Geral
Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara
Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.
Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.
Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.
Geral
Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas
SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos
A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.
O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.
“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.
Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.
Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.
“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.
Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas
É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.
Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.
Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.
Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.
A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.
“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.
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Farol de Santa Marta e praias de Jaguaruna sofrem com possível tsunami meteorológico
Moradores do Farol de Santa Marta, em Laguna, foram surpreendidos pelo avanço repentino do mar nas primeiras horas desta segunda-feira. De acordo com registro feito pelo empresário João Baiuka, o mar arrastou pequenas embarcações na praia do Cardoso. Apesar do susto não há feridos e os pescadores estão trabalhando para recuperar seus apetrechos de pesca.
Registro de avanço do mar também na praia de Campo Bom, em Jaguaruna. O mar, segundo relato da Defesa Civil, avançou pelo menos duas quadras em alguns pontos. Os estragos ainda estão sendo levantados.
No extremo sul, cidades como Sombrio e Santa Rosa sofreram com o vento forte nas primeiras horas da manhã. Em Criciúma também houve registro de vento na madrugada, mas sem danos. Vários bairros também registraram precipitação de granizo pequeno pouco depois das 7 horas da manhã. Segundo o diretor da Defesa Civil, Fred Gomes, até o momento há apenas um único relato. “De uma árvore caída sobre um muro. Por enquanto o cenário ainda é de tranquilidade”, confirma Fred Gomes
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