Blog Anderson de Jesus
“Novo Centro de Especialidades Médicas no Pinheirinho aumentará oferta de consultas em Criciúma”, afirma Vaguinho
Ideia foi incluída no Plano de Governo do pré-candidato a prefeito e faz parte de projeto de maior descentralização na área da saúde
Pensando em melhorar cada vez mais o cenário em Criciúma no que diz respeito ao acesso a consultas com especialistas, o pré-candidato a prefeito Vaguinho Espíndola (PSD) tem como um de seus principais projetos, já incluso em seu Plano de Governo, a construção de um novo Centro de Especialidades Médicas no Bairro Pinheirinho. A ideia visa aumentar a oferta de consultas e descentralizar os atendimentos, facilitando a vida dos cidadãos.
Atualmente, o Governo de Criciúma já oferece consultas com médicos especialistas no Complexo de Saúde Santo Agostinho, localizado no Distrito de Rio Maina. Nos últimos quatro anos, inclusive, o número de consultas médicas com especialistas realizadas pelo município foi bastante expressivo: mais de 99,5 mil em 2021; quase 110 mil em 2022; quase 110 mil em 2023; e mais de 75 mil em 2024, até o momento, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde.
Com o novo Centro de Especialidades Médicas no Pinheirinho, conforme Vaguinho, será possível dividir a demanda que hoje é concentrada no Rio Maina e aumentar ainda mais a oferta de consultas. “Assim, com duas equipes e dois locais distintos, poderemos ofertar ainda mais possibilidades de atendimento aos cidadãos criciumenses, além de tornar mais fácil o acesso a essas consultas, já que há um terminal de ônibus no Bairro Pinheirinho que facilitaria o transporte e locomoção”, explica.
Para o pré-candidato a prefeito, investimentos na saúde não apenas reduzem a incidência de doenças e melhoram a qualidade de vida dos cidadãos, mas também geram impactos positivos em outras áreas. “Como na educação e na economia, pois fomentam uma comunidade mais saudável e produtiva. Uma saúde municipal robusta é a chave para um futuro próspero e resiliente, beneficiando tanto os indivíduos quanto a sociedade como um todo”, completa.
Investimento Municipal
Atualmente, também conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde, o Governo de Criciúma já investe recursos na ordem de, aproximadamente, R$ 2 milhões por mês em consultas e exames de média complexidade para dar vazão à fila de espera, absorvendo uma demanda que muitos municípios da região encaminham via fluxo do Governo do Estado, por meio do setor de TFD (Tratamento Fora do Domicílio).
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Conforme previsto, Câmara descarta cassação encaminha Amaral para o Conselho de Ética
Confirmando as previsões o plenário da Câmara de Vereadores de Criciúma rejeitou o pedido de cassação do Vereador Amaral Bitencourt feito pela OAB de Criciúma e encaminhou o assunto para o Conselho de Ética da casa. Decisão foi tomada agora a pouco. Foram 14 votos pelo encaminhamento ao Conselho, uma abstenção e uma ausência. O mesmo placar também foi registrado contra a cassação do parlamentar.
Nos bastidores a leitura é de que o vereador deve, no máximo, sofrer uma censura pública do poder legislativo. A proposta é defendida pelo advogado Alexandre Barcelos João, que representa Amaral. El considera um exagero qualquer punição que exceda essa posição.
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Advogado defende que vereador Amaral Bitencourt receba apenas uma “Censura Pública”
Câmara de Vereadores de Criciúma começa a analisar, na sessão desta terça-feira (8), a representação apresentada pela OAB contra o vereador Amaral Bitencourt (PSD). A entidade questiona declarações do parlamentar, que aproveitou sessão do Legislativo para dizer que “metade dos advogados estuda para roubar os pobres”.
No plenário do Legislativo o pedido da OAB pode ter dois caminhos. Ser analisado pelo Decreto lei, que determinaria a abertura de uma sessão para cassar ou não o parlamentar. Ou adotar a leitura levando em consideração a Resolução da mesa Diretora que terminaria por convocar o Conselho de Ética da casa para só então definir a punição. Neste caso Amaral pode sofrer uma Censura Pública, pode ser afastado por 30 dias ou cassado.
Escolhido pelo vereador para atuar na sua defesa o advogado Alexandre Barcelos João não acredita que o processo termine com a cassação do mandato. Na avaliação dele, uma censura seria uma medida mais adequada ao caso.
Alexandre explica que o Regimento Interno da Câmara prevê diferentes possibilidades para o tratamento da representação. Entre elas estão advertência, censura, suspensão e, em uma situação mais grave, a cassação.
Para o advogado, entretanto, o afastamento do vereador seria uma medida excessiva.
“Eu até penso que o afastamento já seria muito, acho que uma censura já estaria de bom tamanho”, avaliou.
Para o advogado o fato do vereador ter feito um pedido de desculpas no dia seguinte ameniza bastante o cenário.
“Como advogado eu não concordo com o que ele falou, mas eu penso que o fato dele ter feito esse pedido e desculpas de maneira pública e reconhecido que errou é um atenuante. Eu não discordo totalmente do que ele falou, mas quem nunca ouviu uma piadinha sobre advogado. Precisamos sim melhorar a imagem que a população tem sobre nós”, afirmou.
Caso deve passar pela Comissão de Ética
A expectativa é que a representação da OAB Criciúma seja encaminhada à Comissão de Ética da Câmara. O colegiado deverá analisar as circunstâncias do episódio e apresentar uma recomendação.
O Regimento Interno permite diferentes níveis de punição, que podem variar de uma advertência ou censura até a suspensão. A cassação seria o desfecho mais grave e dependeria da adoção do procedimento previsto no Decreto-Lei 201.
Alexandre defende que o caso seja encaminhado diretamente à Comissão de Ética, sem necessidade de uma leitura integral da representação em plenário.
“Eu creio inclusive que é dispensável a própria leitura em plenário, que isso iria direto para a Comissão de Ética”, disse.
Presidente da Câmara defende punição, mas quer encerrar o caso
O presidente da Câmara, Netugione, também se manifestou sobre o episódio. Durante entrevista à Rádio Cidade no desfile de 7 de Setembro, afirmou que o processo seguirá normalmente e destacou o respeito à OAB.
O presidente reconheceu que Amaral errou e que o vereador já apresentou um pedido de desculpas. Ao mesmo tempo, defendeu que o episódio seja resolvido rapidamente.
“Ele tem que ser punido, mas eu acho que esse momento a gente tem que botar uma pedra em cima […] a cidade precisa desse vereador, ele fez muito para a cidade de Criciúma”, afirmou.
A declaração reforça a possibilidade de uma solução que não envolva a perda do mandato.
Advogado questiona representação apresentada pela subseção
Além da discussão sobre a punição, Alexandre levantou uma questão jurídica sobre a representação apresentada pela subseção da OAB.
Segundo ele, o Decreto-Lei 201 estabelece requisitos relacionados ao eleitor em determinados procedimentos. Por isso, o advogado questiona se uma pessoa jurídica, como uma subseção da OAB, teria legitimidade para iniciar o processo por esse rito.
“Diferente do que é no rito de impeachment para a presidência da República, para ministro, para senador, uma pessoa jurídica ela não poderia fazê-lo”, afirmou.
O advogado ponderou que a legitimidade poderia ser discutida em relação à seccional catarinense da entidade. A questão, porém, ainda deverá ser analisada juridicamente.
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Justiça cassa mandato de Valdir Fontanella e determina novas eleições em Lauro Müller
A justiça de Orleans determinou a cassação do prefeito de Lauro Müller Valdir Fontanella e o vice Alcione Izidoro, o Serraninho. Na mesma decisão, também foi determinada a realização de novas eleições. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. “Isso só será aplicado quando transitar em julgado e ainda temos a possibilidade de recorrer em Florianópolis e, se necessário, em Brasília”, explica Fontanella.
Por telefone, o prefeito explicou que ainda está sem inteirando do processo. “Eu estou lendo e até agora não há nada que nos acuse. Como podemos ser criminalizados pela atitude de terceiros que, supostamente nos beneficiaram. Essa foi uma ação da oposição, mas estamos com a consciência tranquila”, afirma.
O processo apura suposto abuso de poder econômico e compra de votos.
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