Polícia
Polícia Civil identifica autor de roubo violento em mercado de Criciúma
A Delegacia de Repressão a Roubos (DRR/DIC) de Criciúma concluiu a investigação sobre um roubo violento ocorrido no mês passado em um mercado no bairro Santa Luzia e identificou o autor do crime.
O suspeito, de 46 anos, agrediu a comerciante com um golpe de estrangulamento e agarrões no pescoço antes de levar o dinheiro do caixa. Com a conclusão do inquérito, ele foi formalmente indiciado por roubo, e a Polícia Civil solicitou a decretação de sua prisão.

Polícia
Polícia Militar apreende 79 quilos de maconha na Rodovia Otávio Dassoler, em Criciúma
A Polícia Militar apreendeu cerca de 79 quilos de maconha na manhã desta segunda-feira (19), durante uma ocorrência de tráfico de drogas, desobediência e direção perigosa na Rodovia Otávio Dassoler, em Criciúma.
A ação ocorreu após informações de que um veículo teria se deslocado até São José para buscar entorpecentes e retornaria à região Sul. Diante da denúncia, uma guarnição se posicionou em ponto estratégico da rodovia para realizar a abordagem.
Por volta das 7h30, o automóvel foi localizado trafegando pela via. Ao receber ordem de parada, com sinais sonoros e luminosos, o motorista desobedeceu e fugiu por cerca de 500 metros. Durante a tentativa de evasão, realizou manobras perigosas, colocando em risco outros usuários da rodovia, até sair da pista em direção a uma área de plantação.
Na sequência, o condutor abandonou o veículo ainda em movimento e fugiu a pé para uma área de mata. O local foi isolado e equipes da Polícia Militar, incluindo guarnições do Canil e do Tático, realizaram buscas por mais de uma hora, mas o suspeito não foi localizado.
Durante a vistoria no veículo, os policiais encontraram quatro caixas contendo maconha prensada, totalizando aproximadamente 79,005 quilos da droga. Também foram apreendidos um telefone celular e uma pequena quantia em dinheiro. O veículo foi removido e todo o material encaminhado para os procedimentos legais.

Polícia
Operação Caronte: MPSC ajuíza ação por improbidade
Uma investigação iniciada em 2021 resultou em uma ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) contra 32 pessoas, entre agentes e ex-agentes públicos, políticos e empresários do setor funerário de Criciúma e da região Sul do Estado.
A ação tem como base provas reunidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) durante a Operação Caronte. Segundo a 11ª Promotoria de Justiça da Comarca de Criciúma, foi identificado um esquema organizado e de longa duração que teria atuado para manipular o Legislativo municipal, fraudar processo licitatório e restringir a concorrência no serviço funerário, com prejuízos aos cofres públicos e impacto direto sobre famílias atendidas pelo serviço, especialmente as de baixa renda.
Na ação, o MPSC pede a condenação dos envolvidos por atos de improbidade administrativa, o ressarcimento integral dos danos ao erário — incluindo valores relacionados a sonegação, superfaturamento e enriquecimento ilícito —, além da perda da função pública para agentes ainda em exercício. Também é solicitada a suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, proibição de contratar com o poder público e aplicação de multas civis.
Esquema envolveria agentes públicos e empresários
De acordo com a Promotoria, a organização era composta por agentes dos poderes Executivo e Legislativo municipal, empresários do ramo funerário, advogados, intermediários e servidores comissionados. O grupo teria atuado antes, durante e após a licitação de 2022, que concedeu o serviço funerário de Criciúma a quatro empresas.
O promotor de Justiça Marcus Vinicius de Faria Ribeiro afirma que o caso não se trata de irregularidades pontuais. “O que se identificou foi um plano contínuo e estruturado, voltado à obtenção de benefícios econômicos ilícitos e à distorção do serviço público funerário, que deveria ser pautado pela legalidade e pela transparência”, destacou.
Atuação irregular teria começado em 2021
Segundo a ação, o esquema teria começado em 2021, quando um grupo empresarial passou a atuar em Criciúma sem autorização municipal. Para burlar o sistema de rodízio entre as funerárias credenciadas, teriam sido utilizados Formulários de Acompanhamento de Funeral (FAFs) com informações falsas e emissão irregular de notas fiscais, simulando a prestação dos serviços em outro município.
Ainda conforme o MPSC, a prática contou com a participação de servidores da Central de Serviços Funerários e teria provocado prejuízo ao município, com a supressão da arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS).
Influência no Legislativo e mudanças na legislação
A investigação aponta que o grupo empresarial buscou alterar a legislação municipal para favorecer seus interesses. Entre as medidas estariam a redução do número de concessionárias de seis para quatro, mudanças na estrutura da Central Funerária e a transferência da fiscalização para setores mais suscetíveis à influência política.
O MPSC relata indícios de pagamento de propina a agentes do Legislativo, afastamento de vereadores contrários às mudanças e interferência direta na redação de projetos de lei. Parte das justificativas das propostas, segundo a ação, teria sido elaborada por agentes externos.
Licitação direcionada e prejuízo a famílias
A Promotoria sustenta que o grupo teve acesso prévio à minuta do edital da Concorrência Pública nº 013/FMAS/2022 e sugeriu alterações antes da publicação oficial. As quatro empresas vencedoras do certame teriam ligação direta ou indireta com os empresários investigados.
Após assumirem o serviço, as concessionárias teriam reduzido a qualidade das urnas funerárias gratuitas, cobrado por serviços indevidos em atendimentos sociais, elevado artificialmente os preços e deixado de emitir notas fiscais. O MPSC aponta que famílias chegaram a pagar entre R$ 2,3 mil e R$ 5 mil por serviços que deveriam ser gratuitos.
Também há indícios de ajuste entre as empresas para fixação de preços. Antes da licitação, os valores médios variavam entre R$ 3,8 mil e R$ 5,3 mil. Após a concentração do mercado, passaram a oscilar entre R$ 6,7 mil e R$ 7,5 mil, sem melhoria na qualidade dos serviços.
Outras ações em andamento
Além da ação de improbidade, tramitam outros dois processos relacionados à Operação Caronte. Uma ação penal segue no Tribunal de Justiça de Santa Catarina e apura crimes atribuídos aos envolvidos. Já uma ação civil pública resultou na suspensão das atividades das funerárias investigadas e no credenciamento de novas empresas para a prestação do serviço funerário em Criciúma.
Segundo o MPSC, as investigações seguem em andamento e buscam a responsabilização individual dos envolvidos e a reparação dos danos causados ao poder público e à população.

Polícia
Adolescente de 17 anos morre em grave acidente em Criciúma
Foi identificada como Amanda de Moraes, de 17 anos, a vítima do grave acidente que envolveu três adolescentes na noite desta sexta-feira (16), em Criciúma. A colisão ocorreu por volta das 21h30, na Avenida dos Italianos, em frente ao Condomínio Vila Firenze, no bairro São Francisco.
Amanda estava no banco traseiro de um VW Gol, que colidiu violentamente na traseira de um caminhão-guincho que estava estacionado na via. Com o impacto, a jovem foi arremessada para fora do veículo e morreu ainda no local.
De acordo com a Polícia Militar, o carro era conduzido por um adolescente, menor de idade (17 anos ). No veículo também estava outra passageira, igualmente menor (15 anos), que foi socorrida com ferimentos.
As circunstâncias do acidente seguem sendo apuradas pelas autoridades. O caso gerou grande comoção nas redes sociais, onde amigos e familiares prestaram homenagens à jovem.

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