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Política

Prefeito e líderes catarinenses se reúnem para tratar sobre educação e cidades inteligentes em Criciúma

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Acontece, em 27 de julho, o evento que une executivos e líderes de Santa Catarina para debater sobre educação e cidades inteligentes visando ao desenvolvimento. Sediado em Criciúma, no Nações Shopping, o encontro contará com a participação do Prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, e representantes de algumas das principais empresas do estado, como a IDB do Brasil Trading, uma das maiores empresas de importação de Santa Catarina e que acaba de entrar para o Grupo LIDE Santa Catarina, organizador do evento.

“Estamos muito entusiasmados em fazer parte do Grupo LIDE Santa Catarina e com isso ajudar ainda mais a fomentar o mercado local e nacional. Neste encontro com executivos e o prefeito, poderemos refletir, avaliar o cenário atual e traçar planos para impulsionar Criciúma e o polo catarinense que tem tanto potencial”, comenta Erick Isoppo, CEO e co-fundador da IDB do Brasil Trading.

Além do Khaled Salama, Head Operacional & Marketing da IDB do Brasil Trading, o evento também contará com a presença de Ciro Neto, Partner da 2W Ecobank, de Luciane Bisognin, Reitora da Unesc e Presidente da Acafe e de Aldo Garcia, CEO da Betha Sistemas.

Neste ano, a IDB do Brasil Trading também tornou-se signatária do Movimento ODS Santa Catarina e apresentou um plano robusto de ações para o ano neste sentido. A empresa atua desde 2006 como uma parceira estratégica para grandes marcas do mundo, nacionais e internacionais.

Sobre a IDB do Brasil Trading

Fundada em 2006, a IDB do Brasil Trading é uma das maiores empresas de importação do sul do Brasil, localizada estrategicamente em Santa Catarina. Esse que é um dos principais polos de importação do país, oferece benefícios fiscais convalidados, além de excelente estrutura portuária e retroportuária. A IDB do Brasil assessora seus clientes de ponta a ponta sob o propósito de crescer com qualidade, respeito às legislações nacionais e internacionais, bem como às características próprias e culturais de cada um. Com cerca de 100 clientes ativos, a empresa é uma parceira estratégica para grandes marcas do mundo, nacionais e internacionais, e está em constante expansão.
 

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Política

Senado aprova restrição de saída temporária de presos condenados

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O Senado Federal aprovou a restrição para a saída temporária para pessoas condenadas. A proposta mantém benefício apenas para presos inscritos em cursos profissionalizantes ou nos ensinos médio e superior.

Pela legislação, as “saidinhas” permitem que condenados que cumprem a pena no regime semiaberto possam deixar os presídios, sem vigilância direta, para visitar a família ou para atividades que contribuam com a ressocialização.

O senador Marcos Pontes (PL-SP) defendeu que a proposta vai beneficiar a segurança pública.

Já a Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) afirmou que a medida não é eficaz, e defendeu mais investimentos para o regime semiaberto.

A matéria ganhou prioridade do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, após a morte de um policial, em janeiro, por um preso que estava em saída temporária em Minas Gerais.

Para um grupo de 66 organizações públicas e da sociedade civil, a proposta, se aprovada, vai aumentar os gastos e a insegurança, além de prejudicar a ressocialização.

Para essas entidades, como o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, o Brasil vive uma dramática realidade prisional, com a terceira maior população carcerária do mundo, de 650 mil presos.

As organizações ainda ressaltam que pesquisas recentes mostram que mais de 95% dos beneficiados com a saída temporária retornam às suas unidades prisionais.

As emendas de destaque ao texto-base foram rejeitadas. O projeto que restringe as ‘saidinhas’ de presos volta para Câmara dos Deputados.

E o plenário do Senado ainda aprovou, nesta terça-feira, a realização de debates temáticos para discutir a proposta de Emenda à Constituição que aumenta de 10 para 35 anos o tempo de serviço para que militares possam concorrer em eleições sem perder a remuneração.

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Política

Câmara de Cocal do Sul inaugura presença nas redes sociais para melhor comunicação com a população 

O Poder Legislativo passa a contar com perfis no Instagram e Facebook, além do trabalho de uma jornalista na comunicação com a imprensa.

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A Câmara Municipal de Cocal do Sul deu um passo significativo em direção à modernização de sua comunicação ao lançar oficialmente suas redes sociais, incluindo uma página no Facebook e um perfil no Instagram. Essa iniciativa vem preencher uma lacuna, já que o legislativo local era o único na Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) que não contava com esses recursos.

A responsabilidade pela gestão e comunicação através dessas plataformas digitais e com a imprensa ficará a cargo da jornalista sul-cocalense, Ana Paula Nesi, que assume o cargo de Assessora de Comunicação da Câmara Municipal. Ana Paula traz consigo uma bagagem de conhecimento e experiência que promete fortalecer o diálogo entre a câmara e a população de Cocal do Sul.

O presidente da Câmara Municipal, Gilson Clemes, destacou a importância dessa iniciativa em um contexto em que as redes sociais e a imprensa desempenham um papel fundamental na disseminação de informações. “Em tempos em que as redes sociais e a imprensa são um dos principais recursos de comunicação e alcance à população, não podíamos mais esperar para atualizar o legislativo”, afirmou Clemes. Ele ressaltou ainda que esse projeto vinha sendo discutido desde o início do mandato e agora, finalmente, tornou-se realidade.

Com a presença nas redes sociais, a Câmara Municipal de Cocal do Sul espera ampliar sua transparência, aproximar-se ainda mais dos cidadãos e fornecer informações relevantes sobre o trabalho legislativo e as decisões que impactam a comunidade local. Essa iniciativa representa um avanço significativo na modernização do relacionamento entre a câmara e os cidadãos, promovendo uma comunicação mais acessível e eficaz.

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Política

Passaporte de Bolsonaro é entregue às autoridades

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Está em posse da Polícia Federal o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro, um dos alvos da Operação Tempus Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira (8) pela Polícia Federal por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo o advogado de defesa do ex-presidente, Fábio Wajngarten, a entrega ocorreu pouco antes do meio-dia. Em post publicado na rede social X, o advogado informa que o documento “já foi entregue para as autoridades competentes, antes das 12:00, em Brasília conforme determinação”.

Na sequência, o advogado lembra que “na única vez que o presidente Bolsonaro saiu do Brasil, num passado próximo, a convite do governo eleito da Argentina, os advogados peticionaram ao Supremo consultando e comunicando”.

Tanto Bolsonaro como ministros e militares integrantes de seu governo foram alvo da operação, suspeitos de terem atuado na tentativa de golpe ocorrida no dia 8 de janeiro de 2022. Entre os investigados estão o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o ex-ministro da Casa Civil general Walter Souza Braga Netto e o ex-ministro da Defesa general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro o tenente-coronel Mauro Cid ter fechado acordo de colaboração premiada com investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e recebeu a homologação do STF.

Na decisão do STF que autorizou a operação, o ministro Alexandre de Moraes afirma que Bolsonaro teria colaborado para a preparação de uma minuta de decreto que tinha por objetivo viabilizar a execução de um golpe de Estado no país. O relatório cita também reuniões entre militares de alta patente, tanto da ativa como da reserva, na qual se debatia aspectos operacionais do golpe.

Reunião

A minuta de decreto “para executar um golpe de Estado”, foi entregue ao ex-presidente em 2022 pelo então assessor da Presidência para Assuntos Internacionais Filipe Martins, que foi preso preventivamente nesta quinta-feira, e pelo advogado Amauri Feres Saad, apontado como mentor intelectual do documento.

A PF afirma que Bolsonaro teria pedido alterações no documento para tirar os nomes de Mendes e de Pacheco. Em dado momento, a PF afirma que Moraes “foi monitorado pelos investigados, demonstrando que os atos relacionados à tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, estavam em execução”.

Um dos eventos cruciais para as investigações, conforme aponta a PF, foi uma reunião convocada por Bolsonaro com a alta cúpula do governo federal e realizada em 5 de julho de 2022. No encontro, o então presidente teria cobrado aos presentes que se valessem de seus cargos para disseminar informações falsas sobre supostas fraudes nas eleições.

Um vídeo com a gravação da reunião foi encontrado em um dos computadores do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, que fechou acordo de colaboração premiada com a PF, após ter sido preso preventivamente nas investigações sobre os atos golpistas de 8 de janeiro.

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