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Reitores das universidades e institutos federais de SC manifestam preocupação com cortes no orçamento

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Os reitores das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) do Estado de Santa Catarina vêm a público expressar grande preocupação com os impactos das medidas de restrição orçamentária impostas pelo governo federal. Os efeitos dessas medidas, além de comprometer o funcionamento das instituições, prejudicam diretamente milhares de alunos e se estendem para o conjunto da sociedade.

Neste momento, por falta de disponibilidade financeira, universidades e institutos federais estão impedidos de pagar benefícios de assistência estudantil e bolsas, despesas de custeio como água e energia elétrica, fornecedores e prestadores de serviços terceirizados, mesmo das despesas já empenhadas (com recursos reservados). Também estão impossibilitados de fazer novos empenhos — ou seja, não podem reservar valores para cobrir gastos com aquisição de bens e serviços de qualquer natureza, incluindo compras e prestações de serviços emergenciais.

As restrições atingem estudantes de famílias de baixa renda, que dependem do apoio de assistência estudantil para permanecer estudando. Pesquisadores que se dedicam ao desenvolvimento da ciência em nosso país e que deixarão de receber o pagamento pelo trabalho desenvolvido. Fornecedores, que são essenciais na prestação de serviços para o bom funcionamento de todas as instituições, não receberão pelo serviço já prestado.

Além dos evidentes prejuízos para cerca de 120 mil estudantes em 39 cidades catarinenses, os bloqueios geram impactos diretos para a sociedade. As universidades e institutos federais contribuem não só com a formação educacional e profissional, mas também com a condução de projetos de pesquisa que impactam decisivamente o desenvolvimento sustentável e contínuo de Santa Catarina.

Esse trabalho se estende ainda por centenas de projetos de extensão, em que estudantes e servidores atuam diretamente junto à sociedade. Há ainda a contribuição inestimável do Hospital Universitário da UFSC, que integra o Sistema Único de Saúde (SUS) — e que, neste momento, também busca recursos para manter o atendimento à população.

Os bloqueios atingem até mesmo a manutenção dos empregos, pois prejudicam o pagamento às empresas prestadoras de serviços terceirizados, onde trabalham milhares de catarinenses.

Ao longo do ano de 2022, as IFES enfrentaram diversos bloqueios e cortes orçamentários. Em junho, um significativo corte de recursos foi aplicado aos orçamentos de todas essas instituições. O presente momento é ainda mais grave, pois o Ministério da Economia não realizou os repasses financeiros esperados no início de dezembro, enquanto continua vigente o bloqueio para novos empenhos.

Diante deste cenário, os reitores convocam todos os cidadãos a se engajarem em iniciativas visando sensibilizar os integrantes do governo federal e dos poderes Legislativo e Judiciário sobre a necessidade urgente de revogação das medidas restritivas, para que essas instituições possam cumprir a sua importante missão de promover ensino, pesquisa e extensão, com resultados que impactam positivamente a sociedade.

Assinam esta nota oficial:

Irineu Manoel de Souza, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Marcelo Recktenvald, reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Maurício Gariba Júnior, reitor do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)
Sônia Regina de Souza Fernandes, reitora do Instituto Federal Catarinense (IFC)

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Datafolha mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno

Pesquisa aponta diferença de três pontos entre os dois principais candidatos; no segundo turno, cenário é de empate técnico

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O novo levantamento do Datafolha sobre a disputa pela Presidência da República mostra Lula (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%.

Na pesquisa anterior, divulgada uma semana antes, Lula tinha 39% e Flávio Bolsonaro, 35%. A diferença entre os dois, portanto, passou de quatro para três pontos percentuais.

O levantamento foi realizado entre terça-feira (15) e quinta-feira (17), período marcado também por novas discussões envolvendo a crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo turno tem empate técnico

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o Datafolha registra 46% para Lula e 44% para Flávio.

Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado configura empate técnico. Na rodada anterior, os mesmos candidatos apareciam com 46% e 44%, respectivamente.

Outros candidatos

No cenário de primeiro turno, os demais candidatos aparecem com percentuais menores:

  • Augusto Cury (Avante): 6%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Romeu Zema (Novo): 2%
  • Samara (UP): 1%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 1%

Brancos e nulos somam 6%, enquanto 3% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar.

Pesquisa ouviu 2.002 eleitores

O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas em 125 municípios brasileiros, entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.

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Autopropelidos devem ganhar legislação e controle nas ruas de Criciúma

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Criciúma deve ganhar uma legislação específica para regulamentar a circulação de veículos autopropelidos. A proposta, que já está em elaboração, pretende estabelecer regras municipais para esse tipo de equipamento e definir critérios de segurança para os usuários.

A discussão ganhou força a partir de experiências adotadas em outros municípios catarinenses. Um dos exemplos citados é Brusque, que passou a regulamentar a circulação de autopropelidos após um acidente fatal envolvendo uma adolescente de 14 anos, em 2025.

Segundo o sargento Edno Dutra, superintendente de trânsito de Criciúma, a regulamentação municipal é necessária diante das regras estabelecidas para esse tipo de veículo e das responsabilidades atribuídas aos municípios. “Em Brusque, a regulamentação estabelece idade mínima de 16 anos para condução de autopropelidos. O município também criou um sistema de identificação para os adolescentes que cumprem as exigências estabelecidas pela legislação”, explica

Por lá, antes de receber a autorização, o usuário passa por uma orientação sobre as regras de trânsito. A medida busca ampliar o controle e a segurança na utilização dos equipamentos.

Edno também explica que existem diferenças entre os modelos que estão chegando ao mercado. “A legislação também diferencia os equipamentos conforme suas características e velocidade. Os autopropelidos, como determinados modelos de bicicletas elétricas, possuem regras específicas. Já os veículos enquadrados como ciclomotores estão sujeitos a exigências próprias previstas no Código de Trânsito Brasileiro, incluindo habilitação nas categorias correspondentes ou autorização específica, conforme o caso. Em Criciúma já está escrita a lei. Acredito que, recebendo o aval do gabinete, vamos colocar em prática toda essa regulamentação”, afirmou.

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Rincão terá três shows nacionais para movimentar a próxima temporada

Lançamento oficial da programação deve ser feito no final de novembro

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Pelo menos três shows nacionais devem movimentar a próxima temporada de verão no Balneário Rincão. A informação é do Secretário de Cultura e Turismo. Segundo Fernando Casagrande todos os detalhes serão divulgados no mês de novembro. “Vamos fazer o lançamento oficial da temporada durante o GastroRincão, em novembro, mas nós já estamos desenhando a temporada e teremos três shows nacionais gratuitos”, explica.

Segundo ele, os shows serão realizados durante a celebração da virada e também na metade de janeiro. ‘É o que estamos programando. Vamos ter um show de pagode no dia 1º de janeiro e um sertanejo universitário no dia 2. A intenção é no meio de janeiro trazer o terceiro show. Esse será ainda mais especial e vamos atrair visitantes de toda a região para movimentar a nossa economia”,destaca Casagrande.

Além dos shows nacionais, o Carnarincão volta com mobilização regional e os eventos esportivos devem ser ampliados. “No passado tínhamos o Sereia Boa de Bola e é uma competição que vai voltar. Também temos os nossos parceiros que ajudam a movimentar ainda mais a nossa praia. Será, sem dúvida, uma grande temporada.”

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