Agronegócio
Seca pode fazer Nova Veneza decretar emergência
No dia que voltou a chover na região, Nova Veneza segue em alerta. O município não descarta decretar emergência na cidade por conta da escassez de água.
Vice-prefeito de Nova Veneza Zé Spileri falou sobre os problemas provocados pela falta de chuva na Cidade. “Em quadro meses foram 130 milímetros. Normalmente essa chuva cairia em um Mês”.
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Segundo ele, o município já solicitou um relatório a Epagri para em seguida decretar situação de emergência. “Há a previsão de que nos próximos dias a situação normalize. Se não ocorrer vamos decretar emergência”, ressalta.
Segundo o vice prefeito a maior preocupação está no campo. “São 1,6 mil hectares de arroz que ainda não foram plantados. Já estamos no limite. Se não chover o arroz não vai para terra e o prejuízo será muito grande”.
Município também tem comunidades sem água para abastecimento. ” Rio Cedro Médio, Vila Seca,São Bento Alto, Rio Cedro Médio não tem acesso a água da Barragem e estão sofrendo com a escassez nas torneiras”.

Agronegócio
Departamento de Agricultura de Morro da Fumaça inicia 2026 com foco no fortalecimento do setor
O Departamento de Agricultura de Morro da Fumaça encerrou o ano de 2025 com resultados significativos, reafirmando o setor como um importante pilar para o desenvolvimento econômico e social do município fumacense. Ao longo do último ano, cerca de 300 agricultores e suas famílias foram atendidos diretamente, totalizando 2.200 atendimentos em geral, que envolveram orientações técnicas, serviços, programas de incentivo e apoio à produção. O trabalho desenvolvido impacta diretamente a renda das famílias rurais e garante que os produtos do campo cheguem à mesa da população, fortalecendo a economia local.
As ações realizadas ao longo do ano demonstram o compromisso da Administração Municipal fumacense com o fortalecimento da agricultura familiar, a valorização do produtor rural e a integração entre o campo e a cidade, é o que destaca o prefeito de Morro da Fumaça, Eduardo Sartor Guollo. “O campo é um pilar essencial da nossa economia e do nosso desenvolvimento. Seguiremos oferecendo apoio real aos agricultores, fortalecendo a agricultura familiar e garantindo que a produção do campo gere renda, emprego e qualidade de vida também na cidade. Nosso compromisso é continuar investindo, ampliando programas e valorizando quem trabalha todos os dias para colocar alimento na mesa das famílias fumacenses”, ressalta Guollo.
Entre os destaques de 2025 está o volume de 3.027 horas-máquina disponibilizadas aos agricultores, por meio de um sistema que permite o uso de equipamentos mediante o pagamento apenas da hora trabalhada, sem a necessidade de aquisição do maquinário. A iniciativa representa economia, eficiência e acesso à tecnologia no campo. O parque de máquinas inclui retroescavadeira, aradora/niveladora, subsolador, roçadeira, ensiladeira, espalhador e trator com concha, além de serviços com retroescavadeira hidráulica, motoniveladora e fornecimento de areião em propriedades rurais do município.
A coordenadora de Agricultura de Morro da Fumaça, Patrícia Coral, explica que os resultados de 2025 refletem um trabalho construído com diálogo, planejamento e parceria com os agricultores e instituições do setor. “Atendemos centenas de famílias, ampliamos o acesso a máquinas, fortalecemos a pecuária e incentivamos a comercialização dos produtos da agricultura familiar. Nosso objetivo é seguir inovando, levando assistência, incentivo e oportunidades para que o produtor rural continue crescendo e se desenvolvendo”.
O último ano também foi marcado por importantes novidades e avanços no apoio à pecuária fumacense, como a distribuição de sêmen bovino, a distribuição gratuita de vacinas contra raiva e carbúnculo, e o aumento do valor do vale-feira disponibilizado para servidores e estagiários da Prefeitura de Morro da Fumaça, fortalecendo a comercialização direta dos produtos da agricultura familiar e incentivando o consumo de alimentos locais.
A gestora ainda destaca que as ações do Departamento de Agricultura são desenvolvidas em parceria com instituições fundamentais para o setor, como EPAGRI, CIDASC, ICASA e a Cooperativa da Agricultura Familiar Fumacense (Cooper Morro Da Fumaça), garantindo assistência técnica, sanidade animal, regularização e fortalecimento do cooperativismo.

Agronegócio
Vindima celebra o tempo de colheita com atividades nas vinícolas dos Vales da Uva Goethe
As celebrações da colheita da uva nos Vales da Uva Goethe foram iniciadas com a 18º edição da Vindima Goethe, com uma programação especial nas vinícolas associadas da ProGoethe em Urussanga, Orleans, Nova Veneza e Içara. A abertura foi realizada na quinta-feira, dia 8, no município de Urussanga, com a presença do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, prefeitos, demais autoridades e convidados.
Considerada uma das principais festas ligadas à vitivinicultura no Sul do Estado, a Vindima reúne atividades culturais, enogastronômicas e turísticas. “A Vindima Goethe é um dos eventos mais representativos da nossa identidade cultural. Ela fortalece o turismo, movimenta a economia e mantém viva a tradição trazida pelos nossos antepassados”, destaca a prefeita de Urussanga, Stela de Agostin Talamini.
A edição de 2026 recebeu um toque especial com a Denominação de Origem (DO) Vales da Uva Goethe, concedida ano passado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Este selo é o primeiro de Santa Catarina e o terceiro do Brasil, certificando a procedência e a qualidade dos vinhos produzidos na região. “A DO reconhece um saber-fazer construído ao longo do tempo e profundamente ligado ao território dos Vales da Uva Goethe”, comenta a presidente da ProGoethe, Patrícia Mazon.
Durante a abertura oficial, o governador Jorginho Mello ressaltou a importância da vitivinicultura para o desenvolvimento regional. “A colheita da uva e a produção de vinhos de excelência atraem visitantes e movimentam a economia das cidades. Santa Catarina é um estado rico em diversidade cultural, e eventos como a Vindima mostram a força dessas tradições”, disse.
Sobre a Vindima
A Vindima Goethe acontece de 8 a 26 de janeiro de 2026, com programação especial nas vinícolas associadas a Progoethe: Vinícola Damian, Vigna Mazon, Vinícola De Noni, Vinícola Trevisol, Vinícola Bianco, Vinícola Quarezemin e Vinícola Borgo.
O evento conta com o patrocínio da Secretaria de Turismo (SETUR), Prefeitura de Urussanga, BRDE e Prefeitura de Nova Veneza. E também com o apoio das Prefeituras de Orleans e Içara, SEBRAE/SC, além do apoio institucional da Epagri e Unesc.
A programação completa da Vindima Goethe 2026 está disponível no site www.vindimagoethe.com.br

Agronegócio
Epagri abre a colheita catarinense do maracujá em São João do Sul, na quarta
A Epagri realiza no dia 17 de dezembro, das 8h30min às 13h, a abertura da colheita do maracujá no município de São João do Sul. As edições são itinerantes, cada ano em uma cidade e propriedade diferente. Desta vez, os anfitriões são os donos da Zizo e Filho, na propriedade localizada no bairro Vila São José.
O evento é aberto ao público e não é necessário se inscrever, mas a Epagri solicita confirmação de presença nos escritórios municipais até segunda-feira, 15. São esperados cerca de 200 participantes, que serão recebidos às 8h30min com um café da manhã. Na sequência, será feita a visitação aos expositores, 18 no total.
Às 10h15min será realizada uma palestra sobre o mercado de maracujá com o consultor Hércules José de Oliveira, engenheiro-agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa (MG). O ato oficial de abertura da colheita será às 11h15min, seguido de um almoço.
Destaque Nacional
Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de maracujá com uma área plantada de dois mil hectares e mais de mil famílias atuando diretamente no cultivo da fruta. A região Sul catarinense concentra 90% da produção, com destaque para os municípios de Sombrio e São João do Sul.
De acordo com Natan da Rosa Porto, extensionista rural do escritório da Epagri em São João do Sul, a previsão do setor é repetir a colheita da safra 2024/2025, em torno de 55 mil toneladas. “Esperamos uma produção semelhante ao ano passado. Até o momento não houve contratempos climáticos significativos, mas a safra está iniciando e é necessário aguardar que a previsão se concretize”, explica.
Na safra 2023/2024, a produção foi de 45 mil toneladas, quebra provocada pelo excesso de chuvas que atingiram o estado de Santa Catarina. A Epagri apoia os produtores por meio de políticas de crédito, desenvolvimento de tecnologias e sistemas de manejo. Epagri abre a colheita catarinense do maracujá em São João do Sul, dia 17

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