Geral
Siderópolis autoriza produção em unidade de embutidos
Siderópolis
Com o objetivo de incentivar a produção e melhorar a qualidade dos produtos, o Governo Municipal de Siderópolis fez a entrega de mais um certificado do Selo de Inspeção Municipal (SIM) para o estabelecimento Embutidos e Defumados Mazzurana, localizado na comunidade de Rio Jordão Médio. O trabalho de fiscalização, acompanhamento e orientação é feito pelo médico veterinário da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.
Com a aquisição do SIM, o estabelecimento poderá vender seus produtos no município de Siderópolis e na região da Amrec. O médico veterinário e coordenador do SIM, José Guidi Neto, destacou a importância da adesão ao serviço. “A intenção do serviço de inspeção é representar o consumidor dentro do estabelecimento para que os produtos saiam no seu devido padrão de qualidade para o consumo. “, comentou.
O prefeito de Siderópolis, Helio Cesa, o Alemão, afirmou que a implantação do SIM foi um comprometimento na campanha. “É o quinto estabelecimento que adere e se adapta as exigências necessárias no controle da qualidade e isso resulta em mais segurança para o consumidor. O Embutidos e Defumados Mazzurana dá um salto com os produtos, sem nenhum risco para a saúde pública. E o nosso objetivo é que se torne regra para os nossos empreendedores que fazem parte da cadeia produtiva”, pontua.
O Selo de Inspeção Municipal (SIM) é um serviço oferecido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, e é definida pela Lei Municipal nº 2314/2019 e regulamentada pelo Decreto Municipal nº 167/2019, que tem a função de inspecionar estabelecimentos que manipulem produtos de origem animal.
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Vento e chuva provocam transtornos na região; rio Criciúma ameaça sair da calha no bairro Paraíso
O vento forte da madrugada e a chuva intensa desta manhã de segunda-feira provocam transtornos pela região. Na região de Sombrio, vários bairros ficaram sem energia já nas primeiras horas desta manhã. Em Araranguá, houve registro de queda de árvores, destalhamentos e danos na rede elétrica.
Em Içara, equipes da Cooperaliança seguem trabalhando para atender às ocorrências geradas pelo vento da madrugada. Em nota, a cooperativa informou que ainda pela manhã todos os problemas devem estar resolvidos. “Em função dos temporais registrados durante a noite, alguns pontos isolados da área de atuação da Cooperaliança estão sem energia elétrica. Nossas equipes já estão em campo atuando nos locais afetados para realizar os reparos necessários e restabelecer o fornecimento de energia”, diz a nota
Em Criciúma, a chuva provocou acúmulo de água em vários pontos, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Na região do bairro Paraíso já há ruas alagadas. A escola João Linus Rech já registra alagamentos e os alunos estão sendo retirados e levados para casa.
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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara
Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.
Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.
Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.
Geral
Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas
SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos
A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.
O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.
“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.
Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.
Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.
“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.
Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas
É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.
Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.
Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.
Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.
A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.
“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.
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