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Economia

Startups concluem ciclo de pré-incubação na Unesc

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A Incubadora de Negócios Unesc (itec.in) celebrou, nesta segunda-feira (23), o encerramento do ciclo de pré-incubação com a apresentação final das oito startups que passaram pela uma jornada de cinco meses do programa. O evento contou com uma rodada de pitches, onde os empreendedores expuseram suas ideias a uma banca julgadora formada por três empreendedores da área de tecnologia.

O programa, que é 100% gratuito, tem como principal objetivo apoiar os empreendedores na transformação de suas ideias em negócios viáveis. Durante a pré-incubação, os participantes receberam mentorias, consultorias e participaram de palestras e outras atividades. As iniciativas foram guiadas pela metodologia TXM Business, disponibilizada em uma plataforma online específica.

Para se candidatar ao programa, os interessados devem apresentar uma ideia ou um projeto. As propostas que demonstram potencial para se tornarem negócios passam por um rigoroso processo de seleção. Após a aceitação, as startups recebem o suporte necessário para se estruturarem como empresas, aproveitando o networking e as experiências compartilhadas ao longo do programa. “Essa etapa de pré-incubação é muito importante para o acelerar o amadurecimento dos projetos e verificar a viabilidade enquanto modelo de negócio”, destaca a coordenadora da Itec.In, Patrícia Darolt de Costa.

A gerente da Agência de Inovação da Unesc, Elenice Engel, enaltece que a pré-incubação está incluida a um amplo rol de oportunidades oferecidas pela Universidade aos empreendedores, independente do estágio de maturidade e tamanho. “Temos um ecossistema cada vez mais fortalecido que une a pesquisa acadêmica e também de maneira muito forte se conecta ao meio empresarial, proporcionando um ambiente propício para o desenvolvimento de novas soluções e a formação de redes de colaboração entre os participantes”, frisa.

Depois da pré-incubação há vários caminhos possíveis para a continuidade dos projetos dentro da própria Unesc, destaca a pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Inovação e Extensão, Gisele Coelho Lopes. “É o início de uma jornada empreendedora que pode se ampliar dentro das comunidades temáticas do Unesc Connect e também dentro do programa de incubação, que recebe negócios mais amadurecidos com foco em estabelecer seus canais de venda, estruturar processos e ganhar escala”, explica.

Melhores projetos, conforme a avaliação da banca julgadora:

Primeiro lugar – L&L Saúde Integrada

Conectar profissionais de saúde a pessoas que necessitam de cuidados, oferecendo atendimentos de enfermagem domiciliar. A proposta é proporcionar atendimentos humanizados e tecnicamente seguros no conforto do lar.

Segundo lugar – Minha Cidade

Um sistema para registrar problemas urbanos, permitindo que cidadãos relatem ocorrências por meio de um aplicativo. Os problemas são geolocalizados, detalhados e exibidos em um mapa interativo para a prefeitura, facilitando a priorização e a resolução eficiente das demandas.

Terceiro lugar – Acelbra

Associação voltada para atender pessoas com desordens relacionadas ao glúten, como doença celíaca, alergia ou sensibilidade ao glúten não celíaca, ataxia do glúten e dermatite herpetiforme, além de seus familiares. A entidade representa esses indivíduos junto a órgãos governamentais e empresas do setor alimentício, promovendo a conscientização sobre as dificuldades enfrentadas pelos portadores dessas condições, além de instruir a sociedade, produtores e comerciantes sobre o tema.

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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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