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Unesc lança programa de financiamento para estudantes em decorrência da pandemia da Covid-19

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Criciúma

A permanência do estudante na universidade é uma das preocupações da atual gestão da Unesc e, por isso, a instituição lançou, nesta quarta-feira (6/5), mais um programa de auxílio aos estudantes, o Unesc Financia Covid-19. O programa, que irá permitir o financiamento de até 50% das mensalidades até dezembro de 2020, foi apresentado a representantes estudantis em videoconferência. 

Com a chegada da pandemia da Covid-19, a instituição vem tomando diversas medidas que auxiliam o estudante a continuar os estudos, como a flexibilização de pagamentos e descontos nas mensalidades e agora o programa de financiamento. “Somos uma universidade comunitária, mas não somos pública estatal, logo, a sustentabilidade da universidade se dá por meio dos seus estudantes. Estamos muito dedicados a encontrar soluções para a superação dos tantos desafios impostos pela pandemia, bem como os impactos financeiros sobre a vida de nossos estudantes,  e faremos o que estiver ao nosso alcance para garantir a permanência dos nossos alunos, sobretudo neste momento de crise”, comenta a reitora da universidade, Luciane Bisognin Ceretta.

Programa permitirá financiamento de até 50% das mensalidades

Planejado e estruturado para os estudantes mais carentes, o Unesc Financia Covid-19 funcionará por meio de seleção de perfil socioeconômico, levando em consideração a renda per capita. O estudante que optar pelo financiamento deverá entrar no Minha Unesc, fazer a solicitação e preencher todos os requisitos. O prazo de inscrição é de 7 a 17 de maio. Serão 228 vagas, e entre os pré-requisitos, o estudante precisa estar matriculado regularmente. O resultado dos selecionados será divulgado no dia 23 de maio. 

De acordo com a pró-reitora de planejamento e desenvolvimento institucional, Gisele Coelho Lopes, o programa é mais uma ação para garantir a permanência do estudante na universidade. “Desde a chegada da pandemia e os impactos econômicos, a Unesc tem se preocupado com a permanência dos estudantes na universidade. Sabemos o quanto essa ajuda pode fazer a diferença na realidade econômica dos nossos acadêmicos”, revela. 

O programa permite ao estudante financiar até 50% das mensalidades, mas não é acumulativo a outros benefícios, como bolsas e descontos. Outros estudantes que tiverem 20%, por exemplo, poderão financiar ainda 30% da mensalidade. 

Estudantes recebem a notícia com reconhecimento aos esforços da universidade 

A reunião online contou com a participação do DCE e representantes de Centros Acadêmicos da universidade. A estudante Alice Coelho recebeu a notícia com empatia. “É um período diferente para todos nós. Sinto muito orgulho por ter escolhido a Unesc, pois está sendo feito tudo que está ao alcance”, comenta.

Para o vice-presidente do DCE, Guilherme Strelow o Unesc Financia vem em boa hora para o acadêmico. “Eu possuo o fies e não me encaixo em muitas modalidades de bolsa, então sinto na pele o quanto o financiamento estudantil pode nos auxiliar, em momento esse que muitos sentiram os impactos da Covid-19, muito bom ver essa mobilização da nossa Unesc”, declara.

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Criciúma lidera geração de empregos na Amrec

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (27), mostram mais uma vez que Criciúma se destaca na geração de empregos. A cidade ficou em primeiro lugar entre as cidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), com a criação de 360 novos postos de trabalho no último mês. No acumulado do ano, Criciúma já registra um total de 2,2 mil novos empregos, consolidando-se como um dos principais polos de geração de trabalho em Santa Catarina.

“Este resultado positivo reflete o vigor econômico de Criciúma. A cidade continua atraindo investimentos e estimulando a abertura de novos negócios, fatores que contribuem diretamente para a criação de oportunidades de trabalho e o crescimento econômico da região”, declarou o prefeito interino de Criciúma, pastor Jair Alexandre.

Além de liderar na Amrec, Criciúma também se destaca em âmbito estadual. Entre as cidades de Santa Catarina com mais de 100 mil habitantes, Criciúma ocupa a quinta posição na geração de empregos. A cidade está atrás apenas de Itajaí, Joinville, São José e Chapecó. “Com esses resultados, Criciúma não apenas se consolida como líder na região da Amrec, mas também reafirma sua relevância no cenário estadual, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de Santa Catarina”, frisou o diretor de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Criciúma, Marlon Araújo.

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Processo diocesano de beatificação de Frei Egídio Maria Moscini será iniciado em julho

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A Diocese de Criciúma, atendendo ao pedido da Ordem dos Servos de Maria (OSM), realizará no dia 7 de julho, no Centro de Eventos da cidade de Turvo, a abertura da Causa de Beatificação de Frei Egídio Maria Moscini. A abertura do processo acontece quatro meses após o pedido para o início da fase diocesana que se concentra na investigação da vida, virtudes e sinais de santidade do candidato que passará a ser reconhecido como Servo de Deus.

A Sessão Pública de abertura da causa acontecerá às 15h, em seguida, será celebrada a Santa Missa, onde o Bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach, instituirá formalmente a fase diocesana do processo. Na ocasião, serão apresentados os membros do tribunal constituído para o acompanhamento desta primeira etapa, as comissões que colaborarão para a reunião das provas documentais e testemunhais da vida de Frei Egídio e a nomeação oficial do postulador da causa, o italiano Frei Franco Maria Azzalli.

Com a abertura da causa, os trabalhos se concentram agora na pesquisa da vida do Servo de Deus. Esse estudo tem o objetivo de comprovar as virtudes praticadas por Frei Egídio, ou seja, os exemplos de santidade demonstrados em seus 92 anos de vida. “O que mais me impressiona é que 48 anos após sua morte as pessoas ainda se recordam de Frei Egídio como sendo um homem trabalhador, religioso e humilde. É extraordinário perceber que na presença de Cristo esse nosso irmão se deixou transparecer na graça, escolhendo não viver apenas para si próprio, mas como um fiel intercessor”, enfatiza Frei Franco.

Com a abertura da causa e o título de Servo de Deus, Frei Egídio passará a ter uma oração em sua referência, que deverá ser rezada por todos aqueles que desejam alcançar um milagre. Normalmente, é a partir da oração que a Igreja passa a considerar o surgimento de milagres – que devem ser comprovados cientificamente para serem aceitos e são diferentes do que popularmente se conhece como uma “graça”. O material impresso com a oração, que será distribuído durante a celebração, contará ainda com uma relíquia de segundo grau, ou seja, um tecido que teve contato com o religioso.  

“Se alguém tem uma dor de garganta muito forte e ao pedir a intercessão de Frei Egídio a dor desaparece, essa pessoa alcançou uma graça. Já o milagre é algo extraordinário, onde aos olhos da medicina não seria possível a sua explicação, como a cura de uma doença”, explica o postulador da causa. Quando houver a comprovação de um milagre, o Servo de Deus será elevado ao título de Beato, podendo receber culto em sua região de origem. A comprovação de um segundo milagre é o passo seguinte que a Igreja exige para a confirmação de santidade.

Quem é o frei Egídio?

Egídio Maria Moscini nasceu em Valentano, na Itália, em fevereiro de 1884. Em 1905, aos 21 anos, ingressou na Ordem dos Servos de Maria. Ele chegou ao Brasil em 1921, após uma viagem de cerca de três meses até Rio Branco. Em seguida, foi enviado para a cidade do Rio de Janeiro, onde serviu a Comunidade Religiosa dos Servos de Maria. Em 1947, foi transferido para o município de Araranguá (SC). Em 1952, foi para o Seminário de Turvo (SC), onde ficou até seu falecimento em 25 de agosto de 1976, aos 92 anos de idade.

Patrono do Agricultor Familiar Brasileiro

Em novembro do ano passado, através da Lei 14.732, Frei Egídio Maria Moscini foi declarado o Patrono do Agricultor Familiar Brasileiro. A homenagem reconhece os serviços prestados pelo irmão religioso em prol dos pequenos agricultores. “De enxada na mão, esse nosso irmão foi um humilde trabalhador que recebia o auxílio das pessoas e toda a comunidade em troca de suas orações, ou seja, as pessoas já viam na sua figura a presença de Deus”, destaca Frei Franco, que permanecerá na região até o dia 10 de julho.

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Professores da Universidade de Coimbra
trazem conhecimentos ao PPGDS da Unesc

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Integrando o intenso processo de internacionalização da Unesc, o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Instituição recebeu o professor da Universidade de Coimbra, Portugal, António Rafael Amaro, para o compartilhamento de conhecimentos.

Em um dos momentos da visita, ele ministrou a palestra “A União Europeia e o Novo Cenário Político: Estratégias e Desafios”, aos estudantes do curso de Ciências Econômicas. Além disso, leciona, pelas duas próximas semanas, a disciplina isolada “Globalização, Capitalismo e Desigualdades Econômicas e Sociais”, voltada ao PPGDS.

O professor do Programa de Pós-graduação da Unesc, Alcides Goularti Filho, explica que Antonio e a esposa, professora do Centro de Estudo Interdisciplinar (Ceis20), Joana Guerra, são da Faculdade de  Economia, ligada ao Centro de Estudos Interdisciplinares, da Universidade de Coimbra. 

“A Unesc possui convênio com a Instituição há algum tempo, e o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioeconômico elaborou um convênio com a Faculdade de Economia, onde fiz o meu pós-doutorado entre 2017 e 2018, oportunidade em que conheci Antônio e Joana, com quem mantenho relação acadêmica desde então”, cita.

“Em 2020, fui convidado para ser professor colaborador do Centro de Investigação de Estudos Interdisciplinares, ligado à Faculdade de Economia, e agora o recebemos  para lecionar uma disciplina dentro da proposta de internacionalização do PPGDS”, acrescenta Goulart, lembrando que Coimbra é a universidade europeia que registra a maior procura de brasileiros desde o século 18, quando os senhores de engenho já enviavam os filhos para estudar.

Sobre a aula ao curso de Ciências Econômicas, o coordenador da graduação, Thiago Fabris, diz que o foco foi tratar sobre a União Europeia e o novo cenário político por conta das eleições, especialmente no parlamento da Europa. 

“O professor trouxe algumas estratégias e desafios que a União Europeia terá daqui para a frente e fez uma contextualização histórica sobre a formação desse grupo econômico, sobre o que será da Europa e da unidade monetária dos países que a compõem. Trabalhou com os pré-requisitos que os países precisam ter para ingressar. Como desafios, apontou a dependência de recursos importados, a perda em termos de competitividade no que diz respeito à tecnologia, o que gera preocupação na Europa”, pontua.

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