Geral
Unesc mantém a tradição e leva atividades ao Container Food Park no Balneário Rincão
Para manter a tradição nas temporadas de verão no Balneário Rincão, a Unesc está mais uma vez presente no Container Food Park, com um espaço de cultura, diversão e muita informação, apresentando todo o potencial da Universidade Comunitária do Sul de Santa Catarina por meio de atividades especialmente pensadas para a ação.
A série de atividades inicia nesta quinta-feira (9/01) a partir das 18h e segue até o dia 1º de fevereiro. Para início das ações previstas, o curso de Pedagogia levará aos turistas e veranistas, por meio de seus acadêmicos extensionistas, professores e egressos, muitas contação de histórias, cantoria e apresentação da academia.
“Estaremos no Balneário Rincão para cantar e encantar as pessoas que por ali passarem. Na ocasião estarão presentes nossos estudantes e egressos do curso para brincar, cantar, contar histórias e convidar as pessoas para conhecer nosso curso de Pedagogia presencial. Pois ao longo dos quatro anos de graduação, o aluno conhece e aprende habilidades e competências de Ensino, Pesquisa e Extensão para trabalhar em diferentes espaços da sociedade”, explica a coordenadora do curso, Andréia Rabelo Marcelino.
“Essa atividade reforça assim o nosso compromisso não apenas com a formação acadêmica, mas também com a promoção de eventos que integram a comunidade e oferecem experiências enriquecedoras para todos os envolvidos”, conclui a coordenadora
Outras atrações também estão previstas conforme o calendário do Verão Unesc 2025, no Container Food Park. Nesta sexta-feira (10/01) o espaço da Unesc contará com a participação do projeto de Extensão Lixo Marinho. Já no dia 24 de janeiro o container terá o serviço de Tipagem Sanguínea.
Nos dias 18 e 25 de janeiro e 1º de fevereiro o espaço recebe atividades de Modelagem de Negócios sob coordenação dos cursos de Gestão, atividade que encerra a presença da Universidade no litoral.
Além das apresentações culturais e pedagógicas, os visitantes têm a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre o Programa Universidade Gratuita e participar de sorteios de brindes.
Além das atividades no Container, a Unesc oferece ainda aulas de Ritmos no Calçadão e na Praça da Zona Sul.
Hora de garantir a vaga na sonhada graduação
Como uma Instituição completa e preparada para oferecer a excelência em todos os âmbitos de atuação, a Unesc já se prepara para receber os novos acadêmicos em 2024.
As matrículas para os cursos de graduação da Unesc estão abertas aos interessados em ingressar em fevereiro. Para iniciar o sonho de entrar na Universidade não é necessário realizar vestibular, com exceção do ingresso no curso de Medicina. Basta ter histórico escolar em mãos, documentos de identidade e o desejo de dar o primeiro passo.
Para posteriormente concorrer a bolsas de estudo, entre elas do programa estadual Universidade Gratuita, é necessário que o estudante já esteja matriculado, ou seja, é importante que garanta a vaga no curso desejado.
Na página unesc.net/graduação é possível acessar todas as opções em graduação presencial e os diferenciais de cada um. Mais informações sobre ingresso podem ser obtidas pelo contato (48) 9 9915-0433.

Geral
Unesc lança programa de proteção a mulheres em situação de violência doméstica
A manhã desta segunda-feira (25/5) marcou um passo histórico da Unesc, com o lançamento oficial do programa “Unesc Com Elas”, iniciativa institucional criada para acolher, orientar e proteger mulheres da comunidade acadêmica em situação de violência doméstica e familiar. O evento foi realizado no Centro de Inovação Criciúma (CRIO) e reuniu representantes da Universidade, órgãos de segurança pública, Ministério Público, Judiciário, lideranças estudantis e integrantes da rede de proteção e assistência social às mulheres.
Estruturado de forma interdisciplinar e intersetorial, o programa integra diferentes serviços já existentes na Instituição para oferecer atendimento psicológico, social, jurídico e médico gratuito às mulheres em situação de violência. Entre os setores envolvidos estão o Programa Acolher, as Clínicas Integradas, a Clínica de Direitos Humanos, as Casas da Cidadania e o SOS.
Além de um serviço de atendimento, o projeto surge como uma política institucional permanente de enfrentamento à violência de gênero, baseada em três pilares: prevenir, acolher e agir.
A iniciativa nasce em meio a um cenário alarmante. Dados do Atlas da Violência 2025 apontam que mais de 47 mil mulheres foram assassinadas no Brasil entre 2013 e 2023, em média 13 mortes por dia. Em Santa Catarina, mais de 600 mulheres procuram semanalmente o Poder Judiciário em busca de medidas protetivas de urgência. Apenas entre janeiro e julho de 2025, foram concedidas 18.387 medidas protetivas no estado, média de 87 por dia.
O Mapa do Feminicídio de Santa Catarina também revela que cerca de 66% das mortes violentas de mulheres ocorreram em contexto de feminicídio; a maioria dos casos acontece dentro da residência da vítima e, frequentemente, o agressor é parceiro ou ex-parceiro. Em muitos episódios, há filhos em comum, ampliando os impactos da violência para crianças e adolescentes.
Rede integrada de acolhimento
O programa funcionará por meio de um sistema integrado de acolhimento com múltiplas portas de entrada. O principal espaço de atendimento será junto ao Programa Acolher, nas Clínicas Integradas da Unesc, com atuação multiprofissional de psicóloga, assistente social e advogada.
Também atuarão como portas complementares de acesso a Clínica de Direitos Humanos, o SOS e outros serviços institucionais. Todos os espaços serão identificados com selo visível de acolhimento, garantindo atendimento sigiloso, humanizado e seguro. Além do suporte imediato, o programa contará com avaliação técnica de risco, acompanhamento contínuo das mulheres atendidas e encaminhamento articulado com a rede externa de proteção, incluindo Delegacia da Mulher, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Defensoria Pública e demais serviços municipais e estaduais.
Educação e prevenção permanentes
Além do atendimento direto, o “Unesc Com Elas” terá forte atuação preventiva e educativa. O programa prevê campanhas permanentes, oficinas, rodas de conversa, grupos reflexivos para mulheres e homens, capacitação de servidores e ações de conscientização sobre violência de gênero.
A reitora licenciada e secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta, mencionou que o programa começou a ser pensado há mais de um ano, quando os dados sobre a violência contra a mulher adentravam as portas da sociedade de um modo absolutamente agressivo. Infelizmente, um ano depois, esses indicadores não retrocederam. Eles se ampliaram.
“Quando trazemos um programa como este, com um time especializado para escuta, acolhimento e construção conjunta de ações com entidades que já atuam nessa pauta, conseguimos produzir um impacto muito maior na sociedade. É uma forma de dizer às mulheres: Vocês não estão sozinhas. A Universidade está junto”, ratificou ela.
Segundo Luciane, os dados do Sul catarinense reforçam a urgência da iniciativa. “Muitas dessas tentativas terão um desfecho fatal se esse ciclo de violência não for rompido. Precisamos olhar para isso com responsabilidade”, alertou.
A reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes, destacou que a Universidade reconhece seu papel social diante da realidade enfrentada diariamente por milhares de mulheres e reforçou que o programa foi estruturado para oferecer acolhimento seguro, humanizado e acessível.
“A Universidade reflete a sociedade. Hoje temos mais de 21 mil pessoas na comunidade acadêmica e cerca de 60% desse público é formado por mulheres. Precisamos oferecer espaços seguros de acolhimento, assistência e orientação para quem enfrenta situações de violência”, ressaltou.
Segundo Gisele, a Unesc reúne em seu ambiente acadêmico um retrato da macrorregião Sul catarinense e também de diferentes regiões do país, tanto entre os quase 20 mil estudantes quanto entre os mais de 1,7 mil colaboradores da Instituição.
Para ela, essa realidade reforça a necessidade de a Universidade assumir papel fundamental no cuidado, na prevenção e no enfrentamento à violência contra as mulheres. “Na medida em que a Universidade identifica essas situações, também consegue conectar essa mulher à rede externa de proteção, ampliando o cuidado e garantindo acompanhamento contínuo”, completou.
Programa construído coletivamente
A presidente do programa, Mônica Ovinski, explicou que a proposta foi construída coletivamente por professoras, pesquisadoras e profissionais de diferentes áreas da Universidade. “O programa nasce como uma iniciativa multidisciplinar e intersetorial. Ele surge diante de uma realidade preocupante, em que mulheres seguem sendo vítimas de violência diariamente. A proposta não é apenas encaminhar essa mulher para outro serviço, mas acompanhá-la ao longo do processo, até que ela esteja efetivamente segura”, sublinhou.
Já o coordenador do programa, Zolnei Vargas, reforçou que o diferencial está justamente na integração entre acolhimento, assistência e prevenção. “Essa mulher precisa saber que não está sozinha e que encontrará aqui um espaço sensível, sigiloso e preparado para compreender sua realidade. A violência é uma questão estrutural e exige transformação cultural. Por isso, trabalharemos também na formação da comunidade acadêmica e no fortalecimento das redes de prevenção”, afirmou.
Mobilização coletiva
Autoridades presentes reforçaram a importância da união entre instituições no enfrentamento à violência doméstica. A delegada da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Criciúma, Ana Elisa Vargas de Souza, destacou que os casos de violência contra mulheres seguem sendo registrados diariamente.
“São direitos violados todos os dias, muitas vezes por aqueles que deveriam proteger e cuidar. Infelizmente, essa realidade ainda acaba sendo naturalizada, e nós não podemos permitir que isso aconteça. Muitas mulheres ainda sentem medo de denunciar e enfrentam inseguranças emocionais. Por isso, iniciativas como o Programa Unesc Com Elas são tão importantes”, afirmou.
O juiz substituto do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Gabriel Victor Rodrigues Pinto, ressaltou o papel transformador da Universidade. “A violência contra a mulher é um problema coletivo e exige o envolvimento de toda a comunidade. Talvez a Universidade seja um dos espaços mais plurais que temos, justamente porque é aqui que as ideias circulam livremente e onde grandes transformações sociais podem nascer”, disse.
A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Criciúma, Janaína Alfredo da Rosa, abordou sobre o silêncio que acompanha muitas situações de violência. “O lançamento do Programa Unesc Com Elas é um pacto com a vida, com a dignidade e com a proteção das mulheres. A Universidade cria pontes de confiança, cria espaços seguros e acolhedores, onde a mulher pode chegar sem se sentir julgada ou exposta”, enfatizou.
O promotor da 12ª Promotoria de Justiça da Comarca de Criciúma, Samuel Dal Farra Naspolini, reforçou a importância do trabalho em rede. “O nosso compromisso ético precisa ser o de permanecer ao lado dessas mulheres, oferecendo apoio, escuta e acompanhamento enquanto elas necessitarem. A comunidade precisa dessa rede fortalecida para enfrentar a escalada da violência que vivemos hoje”, destacou.
Representando os estudantes, a presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Camila Jacoby, também declarou apoio à iniciativa. “Muito me conforta ver que a Universidade tomou a frente dessa demanda e assumiu seu papel enquanto Universidade comunitária. Acredito muito no potencial do programa e o DCE está à disposição”, afirmou.
Representando as forças de segurança, o tenente-coronel Mário Luiz Silva, do 9º Batalhão da Polícia Militar destacou que a violência doméstica envolve dinâmicas complexas,especialmente por acontecer, na maioria das vezes, dentro de relações afetivas e familiares. Segundo ele, muitas mulheres ainda têm dificuldade de reconhecer que estão inseridas em um ciclo de violência.”Talvez o maior desafio seja justamente a informação. Muitas vítimas sentem vergonha de buscar ajuda ou sequer percebem que vivem uma situação de violência. Por isso, iniciativas como o Unesc Com Elas são tão importantes, porque criam espaços seguros, acolhedores e preparados para orientar essas mulheres e ajudá-las a romper esse ciclo”, enfatizou.

Geral
INSS começa a pagar segunda parcela do 13º de aposentados
Começa nesta segunda-feira (25) o pagamento da segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS. Ao todo, mais de 35 milhões de benefícios serão pagos antecipadamente. A primeira parcela foi liberada no mês passado.
Para os que recebem o benefício com valor maior que R$ 1.621, os pagamentos começam em 1º de junho.
As datas dos pagamentos do 13º variam conforme o dígito final do cartão de benefício do INSS. Começando pelo final 1.
Têm direito ao pagamento antecipado, segurados que recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade.

Geral
SC registra 50 mortes por gripe em 2026 e campanha de vacinação encerra no domingo
Apenas um município catarinense atingiu a meta; crianças são o grupo com menor adesão — menos de 25% vacinadas
O tempo está acabando — e os números preocupam. A campanha de vacinação contra a gripe em Santa Catarina encerra no próximo domingo (31), mas menos de 40% da população prioritária foi imunizada. Em 2026, o estado já registrou 600 hospitalizações, 125 internações em UTI e 50 mortes por influenza.
De todos os 295 municípios catarinenses, apenas São Miguel da Boa Vista, no Extremo Oeste, ultrapassou a meta de 93% de cobertura. No outro extremo, 137 cidades registraram índice inferior a 40%.
O grupo mais vulnerável também é o menos vacinado: entre as crianças de 6 meses a 6 anos, a cobertura não chega a 25%. Entre os idosos, o índice passa de 41% — ainda distante da meta.
“Temos observado aumento dos casos de influenza no estado, além de hospitalizações e óbitos de crianças e idosos. A vacina é fundamental para reduzir os casos graves”, alertou João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).
Uma nova remessa de 328 mil doses chega ainda esta semana e será distribuída às regiões de saúde — o que deve levar SC a ultrapassar 2 milhões de vacinas recebidas na campanha. Apesar do cenário interno, o estado está acima da média nacional, atualmente em 35%.
A vacina é gratuita e está disponível nas unidades de saúde de todo o estado. O público-alvo inclui idosos, gestantes, crianças, pessoas com comorbidades e outros grupos vulneráveis.
“Reforçamos o pedido para que os municípios façam a busca ativa do público prioritário. Mesmo com o encerramento da campanha, é fundamental que a população continue procurando a vacina”, afirmou o secretário de Saúde, Diogo Demarchi.

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