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Visitas no Parque Astronômico fortalecem o ensino pedagógico em Criciúma
Com o início das aulas nas escolas municipais de Criciúma no dia 15 de fevereiro, o Parque Astronômico Albert Einstein E=mc² já vem fortalecendo o ensino pedagógico com dinamismo, valorizando o estudo da ciência com os estudantes fora das salas de aula. O espaço, por meio dos seus elementos educacionais, consegue trazer uma imersão completa aos fenômenos do universo, possibilitando a compreensão de conceitos introdutórios da Astronomia em diferentes componentes curriculares.
O secretário municipal de Educação, Celito Cardoso, frisa que o parque além de incentivar o turismo na região, será um elemento de iniciação científica para os estudantes que passarem pela estrutura. Conforme ele, antes das aulas iniciarem, os professores e gestores das escolas que conheceram o parque já relatavam o interesse em trazer seus estudantes para uma visita ao espaço.“Os professores ao conhecerem as potencialidades de estudos no novo Parque Astronômico de Criciúma, já viam a possibilidade de aprofundarem os conceitos de diversas áreas do conhecimento com a temática da Astronomia, utilizando o parque como ferramenta para esse objetivo”, enfatiza o secretário.
De acordo com a professora dos Clubes de Astronomia, Vanessa Medeiros, a Secretaria de Educação está coordenando as atividades do parque, e depois do início das aulas está sendo contatada pelas escolas das redes públicas e privadas de Criciúma, Orleans, Nova Veneza, Urussanga e de outros municípios. “Além disso, escolas e grupos de estudos em Astronomia também têm nos procurado para realização de agendamentos”, comenta.
Visitas pedagógicas
Em janeiro, o parque recebeu grupos de estudantes que estavam em colônias de férias. Já em fevereiro, logo nas primeiras semanas, recebeu quatro instituições de ensino. Além de grupos de professores em formação pedagógica, o Colegiado de Turismo e atletas do skate e da Fundação Municipal de Esportes (FME) de Criciúma.
A professora também ressalta que no mês de março um cronograma de visitação já foi preparado para receber os estudantes da Rede Municipal de Ensino. Ao todo, 32 turmas dentre elas dos Centros de Educação Infantil Municipal (CEIMs), do 5o ano do Ensino Fundamental I e do 9o ano do Ensino Fundamental II vistarão o parque, totalizando 900 estudantes. “Os agendamentos estão organizados para atender os estudantes da Rede Municipal na segunda, quarta e sexta-feira. Já nas terças e quintas são reservados para outras redes de ensino”, explica.
Os agendamentos para a visitação das escolas podem ser reservados pelo telefone do Parque Astronômico de Criciúma: (48) 3431-0400.
Formação de futuros cientistas
Segundo a professora, atualmente, com a construção do Parque Astronômico cada estudante se tonará protagonista no processo do conhecimento, possibilitando estudos e incentivando a prática da pesquisa e da investigação a respeito do universo.
“Cada elemento do parque possui infinitas possibilidades de estudos. São elementos e estruturas que proporcionam uma imersão aos conceitos Astronômicos, dependendo da faixa etária do estudante e do objetivo de cada professor. Desse modo, contribuindo em um aprofundamento nos estudos científicos e, inspirando os nossos alunos a virarem brilhantes cientistas no futuro”, destaca Vanessa.
Funcionamento do parque
O parque funciona todos os dias, das 9h às 21h, no Morro Cechinel. As atividades de observação nos telescópios ocorrem de quinta-feira a domingo, das 20h às 21h. Já as sessões guiadas no parque e no planetário ocorrem de quinta-feira a domingo, em três horários: 15h, 17h e 19h. O ingresso para participar das sessões custa R$ 10 por pessoa e pode ser adquirido no local.
Porém, crianças menores de seis anos, idosos e grupos de professores e alunos de escolas públicas municipais, estaduais e de creches não pagam. Já os professores e estudantes de escolas particulares de Criciúma, de escolas públicas e particulares de outros municípios e os universitários que desejam participar das sessões têm direito a meia entrada.
Geral
Vento e chuva provocam transtornos na região; rio Criciúma ameaça sair da calha no bairro Paraíso
O vento forte da madrugada e a chuva intensa desta manhã de segunda-feira provocam transtornos pela região. Na região de Sombrio, vários bairros ficaram sem energia já nas primeiras horas desta manhã. Em Araranguá, houve registro de queda de árvores, destalhamentos e danos na rede elétrica.
Em Içara, equipes da Cooperaliança seguem trabalhando para atender às ocorrências geradas pelo vento da madrugada. Em nota, a cooperativa informou que ainda pela manhã todos os problemas devem estar resolvidos. “Em função dos temporais registrados durante a noite, alguns pontos isolados da área de atuação da Cooperaliança estão sem energia elétrica. Nossas equipes já estão em campo atuando nos locais afetados para realizar os reparos necessários e restabelecer o fornecimento de energia”, diz a nota
Em Criciúma, a chuva provocou acúmulo de água em vários pontos, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Na região do bairro Paraíso já há ruas alagadas. A escola João Linus Rech já registra alagamentos e os alunos estão sendo retirados e levados para casa.
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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara
Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.
Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.
Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.
Geral
Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas
SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos
A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.
O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.
“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.
Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.
Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.
“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.
Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas
É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.
Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.
Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.
Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.
A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.
“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.
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