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Política

Vittor Teixeira é eleito presidente do DCE da Unesc

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Com 1.919 votos, a Chapa 1, “(Re)Conectando”, liderada pelo acadêmico do curso de Direito, Vittor Teixeira, foi a grande vencedora da eleição realizada nesta quinta-feira (11/11) para a definição da nova gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Unesc. A Chapa 2, “Voz Ativa”, encabeçada pela universitária do curso de Educação Física, Luana Marcon, recebeu 621 votos, com 149 votos brancos e nulos.

A eleição ocorreu nesta quinta, via online, e teve seu início às 8h com término  às 22h. Apoiadores das duas chapas estiveram até o último minuto aguardando o resultado, divulgado pela Junta Eleitoral por volta das 22h20min, em frente à sede do DCE, no campus da Universidade.

Na avaliação da presidente da Junta Eleitoral, a acadêmica Suzel Ramos, de Psicologia, a votação foi extremamente expressiva e tranquila, com a participação de muitos estudantes no processo eleitoral. “Muitos cursos que antes não participavam do processo, voltaram a votar e acreditar na força do DCE. Registramos uma grande participação dos acadêmicos. A chapa 1 foi a vitoriosa mas a Chapa 2 fez muitos votos, 621 votos e atraiu uma turma nova que não faz parte do movimento estudantil. Tiveram uma grande votação, para mim ela saiu vitoriosa desse processo também. Eu torço para que a próxima gestão seja cada vez mais inclusiva e que as pessoas consigam participar e ajudar na construção de um DCE forte”, avaliou.

Cordialidade entre os candidatos
A candidata da Chapa 2, Luana Marcon, falou logo após a divulgação do resultado sobre a importância da participação da sua chapa no processo eleitoral. “Fizemos 621 votos, isso demonstra que para uma campanha sem muitos recursos e apenas no boca a boca, falando das nossas ideias, foi uma quantidade extremamente expressiva de votos. Vamos continuar a trabalhar e representar esses 621 estudantes que acreditaram no nosso projeto. Desejo boa sorte ao Vittor mas, obviamente, ele, enquanto presidente, bem como eu, representante do meu curso, vamos dialogar muito para construir uma política voltada em benefício dos acadêmicos”, pontuou.

Gestão aprovada

O atual presidente do DCE, Douglas Leffa, do curso de Engenharia Civil, acompanhou de perto cada minuto da votação. Até o momento da divulgação do resultado estava nervoso e apreensivo. Mas, após a divulgação, mais tranquilo, fez uma avaliação do resultado e da sua gestão.

“O principal do resultado é quando o número total de votos da última eleição para esta sobe. Isto mostra que os estudantes olharam para o DCE e cada vez mais estão acreditando no nosso movimento, no movimento que é feito de estudantes para estudantes. Então, isso é uma vitória e quando eu digo que é uma vitória, é vitória de ambos os lados, porque as duas chapas tinham ótimas propostas e intenções. Agora o momento é de unir os dois, com suas bandeiras e trabalhar juntos para que os estudantes sejam os mais beneficiados na nossa Instituição. Os 1.919 votos computados demonstram a aprovação da nossa gestão. Estou muito contente e vou sair de cabeça erguida, porque eu consegui entregar para os estudantes o que eles mais queriam e a certeza que realizei um bom trabalho. O Vittor tem muito potencial, esteve junto comigo durante todo o momento da nossa gestão como meu vice-presidente, enfrentando todas as dificuldades nesses 10 meses. Estarei à disposição naquilo que ele precisar e no que for preciso para auxiliar os acadêmicos”, finalizou Leffa.  

Muito diálogo

Para o presidente eleito, Vittor Teixeira, o processo eleitoral foi muito difícil. “Durante toda a campanha a nossa intenção foi sempre de discutir propostas, elevar a moral do nosso DCE, elevar a moral dos nossos estudantes e que a gente possa daqui para frente representar de verdade e de forma efetiva todos os estudantes. Pretendemos ser mais resolutivos, o DCE teve uma mudança de imagem muito grande de um tempo para cá, principalmente pelo que fizemos durante esse ano e em 2022 queremos continuar esse trabalho que representa muito bem o estudante. Só tenho que agradecer principalmente a cada um dos membros de departamentos, dos apoiadores, da nossa executiva. Todos tiveram papel fundamental nesta conquista. Como chapa de continuidade, a gente acredita muito no que foi feito e o  resultado consolida o nosso trabalho O diálogo é nossa base  e se não fosse dialogando não chegaríamos até aqui. Então, agora é hora de unirmos as forças, juntar o que tem de bom no programa da chapa 2, agregá-los com o nosso e juntos, executar o que for melhor para os acadêmicos”, avaliou.

Venceu a democracia

Ao fim da apuração e com o resultado divulgado, a reitora Luciane Bisognin Ceretta fez questão de receber todos os acadêmicos envolvidos no processo eleitoral. Em sua fala perante aos estudantes, a reitora tratou da importância da democracia na eleição estudantil. “Quem vence hoje nas eleições do Diretório Central dos Estudantes são os próprios estudantes por meio do processo democrático. A vitória é da democracia e todos eles representam a nossa Universidade. Neste processo, cada qual com suas propostas, não tem ganhadores ou perdedores, têm a democracia consolidada. Ambas as chapas tinham propostas muito bacanas e eu espero que eles agora, por meio da arte do diálogo, consigam desenvolver os seus projetos e trabalhar juntos em prol dos estudantes”, comentou a reitora.

A posse da nova gestão está prevista para ocorrer em 1º de dezembro.

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Política

83 anos de histórias: Câmara de Criciúma homenageia Escola Giácomo Búrigo

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A Câmara Municipal de Criciúma realizou, na noite desta quinta-feira (17), uma Sessão Especial em homenagem aos 83 anos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Giácomo Búrigo. A solenidade ocorreu na sede da instituição, na comunidade da Mãe Luzia, e foi proposta pelo vereador Neri Xavier (União), com aprovação unânime dos parlamentares criciumenses.

A sessão reuniu autoridades, vereadores, profissionais da educação, estudantes, familiares, ex-diretoras e representantes da comunidade para celebrar a trajetória da escola, que há mais de oito décadas contribui para a formação de gerações de crianças de Criciúma.

Durante a solenidade, foram lembrados momentos marcantes da história da instituição, que teve início em 1943, em uma pequena casa de madeira, com uma sala de aula e uma professora. O terreno onde a escola foi instalada foi doado por Giácomo Búrigo, morador da comunidade, em reconhecimento ao qual a instituição recebeu seu nome.

Ao longo dos anos, a escola cresceu junto com a comunidade. Passou por ampliações, reformas e mudanças estruturais e, em 1997, foi municipalizada, passando a integrar a rede municipal de ensino de Criciúma. Atualmente, a EMEB Giácomo Búrigo atende aproximadamente 160 estudantes, entre quatro e dez anos, da Educação Infantil aos anos iniciais do Ensino Fundamental, contando com uma equipe de cerca de 50 colaboradores.

Reconhecimento a quem fez parte da história

A programação contou ainda com a participação de estudantes, que realizaram a declamação de um poema, e com a entrega de homenagens a pessoas que tiveram participação na construção da história da escola.

Entre os homenageados estiveram o neto do patrono da instituição, Giácomo Antônio Búrigo; as ex-diretoras Luiza Minatto Gava, Julcema Maria da Silva Meller e Marilda Gava, representando sua mãe, Octavina Zanete Gava (in memoriam); além de pessoas entrevistadas para a construção do livro que resgata a história da escola.

Também receberam reconhecimento as professoras Rosilene Fátima Rossi, Hudnisi Bittencourt, Giseli Paes Rech Matuchaki e Silvia Back Pereira, que contribuíram para a elaboração do livro, e a professora Laís da Silva Rabelo Leal, responsável pela edição da obra.

Para o vereador Neri Xavier (União), autor da proposição, a homenagem é uma forma de reconhecer não apenas a instituição, mas todas as pessoas que fizeram parte dessa caminhada. “Quando olhamos para os 83 anos da Giácomo Búrigo, enxergamos muito mais do que uma escola. Enxergamos gerações de alunos, professores, famílias e profissionais que deixaram sua contribuição. Essa história foi construída por muitas mãos e continua sendo escrita todos os dias. Como vereador e representante da comunidade, fico muito feliz em poder propor esta homenagem e celebrar uma instituição tão importante para Criciúma”, destacou.

Uma história que continua

A diretora da EMEB Giácomo Búrigo, Giseli Felisberto Manique Barreto Martins, destacou a importância do momento para a comunidade escolar. Ainda, ela contou a história da construção do livro produzido pelos alunos e estudantes sobre a trajetória da escola.

“Hoje celebramos 83 anos da EMEB Giácomo Burigo. É um marco para a escola. Comemoramos também o lançamento do nosso livro, que enfatiza o lema da instituição “Acolher para Ensinar”. Quando acolhemos, também estamos abertos a aprender. Agradeço o vereador Neri Xavier por propor esse momento”, destacou.

Atualmente, além do trabalho desenvolvido em sala de aula, a escola conta com projetos como Aprendizagem Contínua, Robótica Educacional, Sustentabilidade, Voluntariado “Doar e se Doar Faz Bem”, Literatura “Viajar sem Sair do Lugar” e “Tecendo Afetos”.

As iniciativas ampliam as experiências dos estudantes e reforçam o compromisso da instituição com uma educação integral e com o desenvolvimento das crianças.

Ao final da sessão, a Câmara Municipal entregou uma placa alusiva aos 83 anos da EMEB Giácomo Búrigo. A honraria foi recebida pela diretora Giseli, em nome da comunidade escolar. A celebração marcou mais um capítulo da história de uma escola que nasceu pequena, em uma casa de madeira, e que hoje reúne uma comunidade inteira em torno de um mesmo propósito: acolher, ensinar e transformar por meio da educação.

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Política

Betha Sistemas recebe Moção de Aplauso da Câmara de Criciúma

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A Betha Sistemas recebeu, durante a sessão ordinária desta terça-feira (15), uma Moção de Aplauso da Câmara de Vereadores de Criciúma. A homenagem, de autoria do vereador Marcos Machado (MDB), o Marquinho, reconhece a trajetória da empresa criciumense de inovação, empreendedorismo e contribuição para o fortalecimento da gestão pública brasileira.

Fundada em 1985, em Criciúma, por César Smielevski e Cláudio Balsini, a empresa iniciou sua trajetória no segmento de informática. Ao longo dos anos, direcionou sua atuação para o desenvolvimento de soluções voltadas à gestão pública e tornou-se referência nacional na área.

Com a matriz em Criciúma, a Betha desenvolve tecnologias utilizadas por municípios e órgãos públicos em diferentes áreas da administração, contribuindo para a modernização dos serviços e para uma gestão mais eficiente.

Para o vereador Marquinho, a homenagem representa o reconhecimento do Legislativo a uma empresa que nasceu em Criciúma e levou o nome do município para todo o país. “É uma honra poder homenagear uma empresa que nasceu em Criciúma, cresceu junto com a nossa cidade e hoje é referência nacional em tecnologia para a gestão pública. A Betha representa inovação, empreendedorismo e geração de oportunidades, e merece o reconhecimento desta Casa.”

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Política

Santa Catarina está entre os três estados brasileiros com melhor desempenho no PISA 2025

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Santa Catarina está entre os estados brasileiros com melhor desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) 2025. Os estudantes catarinenses ficaram acima da média brasileira nas três áreas avaliadas, Ciências, Leitura e Matemática, e alcançaram o 3º melhor desempenho geral entre as Unidades da Federação, considerando os resultados nas três áreas.

Em Ciências, Santa Catarina registrou 430,6 pontos, alcançando a 3ª posição nacional e ficando 22,1 pontos acima da média nacional. Em Leitura, foram 431,7 pontos, também com o 3º melhor resultado entre os estados e 23,7 pontos acima do Brasil. Já em Matemática, o Estado obteve 395,6 pontos, ficando na 4ª posição nacional, com 18,8 pontos à frente do país.

Os resultados catarinenses também se destacam na comparação com os desempenhos dos países latino-americanos participantes do PISA. Em Leitura, Santa Catarina alcançou 431,7 pontos, apenas 4,3 pontos abaixo do Chile, que registrou 436 pontos e teve o melhor resultado latino-americano na área. O desempenho catarinense ficou ainda acima do Uruguai, que alcançou 423 pontos.

Em Ciências e Matemática, Santa Catarina também se aproxima dos resultados de Chile e Uruguai, líderes entre os países latino-americanos avaliados.

Resultado reforça estratégia de acompanhamento e melhoria da aprendizagem

O desempenho registrado no PISA 2025 se soma a outros indicadores educacionais e reforça a importância de políticas permanentes de avaliação e acompanhamento da aprendizagem. Na rede estadual de ensino de Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Educação (SED) utiliza os resultados de avaliações diagnósticas e outros dados educacionais para identificar necessidades, orientar o planejamento pedagógico e apoiar as escolas na definição de estratégias para melhorar o desempenho dos estudantes.

Essa atuação é articulada à formação continuada dos profissionais da educação. Por meio da Escola de Formação de Professores e Gestores Escolares, a SED amplia a oferta de capacitações para professores, equipes pedagógicas e gestores, fortalecendo práticas de ensino, acompanhamento da aprendizagem e uso pedagógico das evidências produzidas pelas avaliações. A estratégia busca aproximar diagnóstico, formação e ação pedagógica, criando condições para que os dados se transformem em intervenções efetivas no cotidiano escolar.

A melhoria da aprendizagem também depende de condições adequadas para ensinar e aprender. Por isso, a SED vem combinando as ações pedagógicas com investimentos na infraestrutura da rede, incluindo reformas, ampliações, e revitalizações das unidades escolares, além da conclusão da climatização de 100% das salas de aula.

Esse conjunto de medidas integra uma estratégia de qualificação da educação catarinense e ocorre em um contexto de avanço dos indicadores, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, no qual Santa Catarina apresentou os melhores resultados da série histórica em todas as etapas da educação básica. Entre 2023 e 2025, a rede estadual de ensino passou de 5,8 para 6,3 nos anos iniciais, de 4,6 para 5,0 nos anos finais do ensino fundamental e de 3,8 para 4,3 no ensino médio.

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