Economia
Racli Limpeza Urbana promove feirões de emprego para contratação de coletores e motoristas
A Racli Limpeza Urbana, empresa reconhecida por seu comprometimento com a limpeza e organização urbana, está enfrentando um desafio significativo: a contratação de mão de obra para as funções especialmente de coletores de lixo e motoristas.
“As vagas estão em aberto em todas as cidades onde a Racli atua. Estamos realizando esforços extras, como os feirões de emprego, para atrair mais candidatos e mostrar a importância dessas profissões”, enaltece a analista de recursos humanos da Racli, Scheila Giassi.
Nos próximos dias, a empresa realizará feirões de emprego em cinco cidades: Braço do Norte, São Ludgero, Tubarão, Araranguá e Balneário Rincão. Esses eventos oferecem aos interessados a oportunidade de comparecer pessoalmente para entrevistas e esclarecimentos sobre as funções e benefícios.
“Queremos dar oportunidade a todos que desejam ingressar no mercado de trabalho e contribuir para o bem-estar das comunidades. Trabalhar na limpeza urbana é, acima de tudo, uma forma de cuidar do lugar onde vivemos”, reforça Scheila.
Os interessados poderão comparecer nos feirões com RG, carteira de trabalho e currículo ou encaminhar seus currículos e-mail: [email protected] ou WhatsApp: (48) 9900-0140.
Sobre os feirões:
Braço do Norte: dia 10/01/2025 (sexta-feira), às 08h, no Centro de Triagem Racli, localizado na Avenida Getúlio Vargas, 1657, bairro Santa Augusta.
São Ludgero: dia 10/01/2025 (sexta-feira), às 09h30, na sala da balança, Rua Irmã Teofana, 840, bairro Nossa Senhora Aparecida.
Tubarão: dia 10/01/2025 (sexta-feira), às 14h30, na Unidade Racli Capivari, Rua José Anastácio Teixeira, 168, bairro Alvorada, em Capivari de Baixo.
Araranguá: dia 13/01/2025 (segunda-feira), às 8h30, no Pátio de Máquinas, rua das Camélias, Jardim das Avenidas, em Araranguá.
Balneário Rincão: dia 13/01/2025 (segunda-feira), às 14h, no Pátio de Máquinas, rua Cento e Cinco, em Balneário Rincão.

Economia
Intenção de compras cresce e Natal deve movimentar comércio em SC
O Natal de 2025 deve trazer um fôlego extra para o comércio catarinense. Depois da queda registrada no ano passado, a intenção de compras voltou a subir, e a projeção da Fecomércio SC aponta crescimento de 7,3% em valores nominais, com gasto médio de R$ 721 por pessoa. Descontada a inflação, o avanço real fica em torno de 2,3%.
O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, atribui o otimismo a dois indicadores: 56,4% dos entrevistados dizem estar em situação financeira melhor que a de 2024, e o rendimento real da população ocupada cresceu cerca de 10% no terceiro trimestre.
“Esses dois fatores ajudam a explicar o aumento da intenção de compras neste Natal. É um dado muito positivo, ainda mais após a queda do ano passado. O Natal é a principal data do comércio, e essa expectativa é relevante. O ano teve bons resultados, mas o segundo semestre foi desafiador com juros altos. Um Natal forte pode ser o prelúdio de um 2026 ainda melhor”, afirma Dagnoni.
A pesquisa indica ainda que os consumidores devem comprar, em média, cinco presentes.
Criciúma lidera o gasto médio no estado
O levantamento ouviu 2,1 mil pessoas em sete cidades. Criciúma aparece no topo, com gasto médio previsto de R$ 1.016 por pessoa.
Em seguida vêm:
- Itajaí – R$ 786
- Chapecó – R$ 768
- Blumenau – R$ 735
Ficam abaixo da média estadual:
- Florianópolis – R$ 679
- Joinville – R$ 564
- Lages – R$ 497
O que os catarinenses pretendem comprar
Entre os itens mais procurados estão:
- Vestuário – 30,9%
- Brinquedos – 22,6%
- Calçados – 14,9%
Mas quando se observa o gasto médio por categoria, o cenário muda. Óticas, joias e relógios lideram os desembolsos, com gasto médio de R$ 1.194,25, seguidos por informática (R$ 1.173,47) e eletrônicos (R$ 1.140,66). Já itens populares, como roupas e brinquedos, ficam entre R$ 723 e R$ 809.
Quando e como os presentes serão comprados
Os catarinenses devem antecipar as compras:
- 39,9% comprarão os presentes até duas semanas antes do Natal
- 25,5% na semana da data
- 17,3% com mais de duas semanas de antecedência
- 11,4% com mais de um mês
Apenas uma pequena parcela deixará para a véspera (4,2%) ou para o próprio dia.
O PIX lidera entre as formas de pagamento, com 24,8%, seguido por débito à vista e crédito parcelado, ambos com 20,1%. O uso de dinheiro caiu para 16,9%, reforçando a migração para meios digitais.
Nos locais de compra:
- Comércio de rua – 48,1%
- Internet – 33,3%
- Shoppings – 15,5%
- Camelôs – 2,4%
O que pesa na escolha
O preço segue como decisivo — influencia 36% dos consumidores. Promoções (19,8%) e atendimento (19,2%) também são relevantes, seguidos por qualidade do produto (17,1%).
O estudo confirma um cenário de cautela, mas com sinais claros de recuperação — suficiente para animar o comércio e elevar a expectativa para 2026.

Agronegócio
SindArroz-SC classifica como “frustrante” reunião no MAPA sobre crise do arroz
O Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) deixou Brasília nesta quarta-feira, 3, com a sensação de que o Governo Federal não apresentou avanços para enfrentar a crise que atinge o setor orizícola no país. A entidade participou de uma reunião no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) com o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos Júnior, em agenda articulada pela deputada federal Geovânia de Sá.
Apesar da presença de lideranças políticas e representantes de várias regiões produtoras, a conversa não trouxe respostas novas — avaliação feita pelo presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli.
“O Governo Federal ignorou a gravidade do momento. Não apresentou uma única proposta nova e se limitou a repetir medidas já conhecidas, que não surtiram efeito. A ausência de ações concretas mostra que o governo parece confortável com o desmonte silencioso do setor”, declarou.
Setor vive momento crítico
As indústrias de arroz enfrentam forte queda nos preços e acumulam prejuízos sucessivos. Rampinelli alerta que o cenário ameaça a operação de muitas empresas.
“Os ativos exigem manutenção constante. Sem resultado econômico, não há sustentabilidade possível. Estamos tentando evitar demissões, mas o ponto de equilíbrio já está ficando inviável”, afirmou.
Campanha para incentivar o consumo não substitui medidas emergenciais
Em nível nacional, o SindArroz-SC participa de uma campanha para incentivar o consumo de arroz, desenvolvida em parceria com a Abiarroz e o IRGA. A entidade reconhece a importância da iniciativa, mas reforça que ações de médio e longo prazo não resolvem o problema imediato.
“Estamos propondo caminhos. O setor está pedindo apoio para atravessar este momento e o mínimo esperado era uma sinalização efetiva de diálogo e ação”, disse o presidente.
Rampinelli destacou ainda que o sindicato seguirá atuando na defesa das indústrias catarinenses e na articulação de medidas que deem sustentação a toda a cadeia orizícola, que envolve milhares de agricultores.
“Vamos seguir cobrando uma resposta à altura da crise e buscando soluções reais para quem transforma o arroz em alimento, emprego e desenvolvimento”, concluiu.

Economia
Cidasc e comitiva catarinense defendem fumicultores na COP 11 na Suíça; SC responde por 31% da produção nacional
A Conferência das Partes (COP 11), da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em curso em Genebra, Suíça, de 17 a 22 de novembro, debate o banimento do consumo de fumo sob coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, o Governo de Santa Catarina se faz presente para defender os impactos econômicos e sociais da medida nos municípios produtores.
A presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Celles Regina de Matos, representa o Estado na Suíça. Santa Catarina responde por 31% da produção de fumo no país, envolvendo o sustento de mais de 40 mil famílias em pequenas propriedades.
Impacto Social e Contradições no Debate
A delegação catarinense — composta também pelo deputado federal Rafael Pezenti e o prefeito de Mafra, Emerson Maas — busca expor o ponto de vista das regiões produtoras, alertando para o forte impacto econômico de sanções.
Celles Regina de Matos criticou a postura da conferência e a ausência de diálogo:
“É contraditório que a conferência não tenha aberto espaço para o debate, ouvindo a preocupação legítima dos produtores rurais com a manutenção das pequenas propriedades rurais. Não fazemos apologia ao consumo de fumo, mas sabemos da relevância social e econômica desta produção.”
A comitiva também discorda da sugestão do governo brasileiro (que tem assento na COP 11) de retirar o filtro dos cigarros, avaliando que a medida apenas favorecerá o consumo clandestino. O Governo de SC reforça que não aceita decisões tomadas de forma unilateral, sem a discussão de alternativas que resguardem os interesses do produtor rural e sua permanência na atividade agrícola.

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