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Hospital São José – 85 anos construindo história e cuidando de vidas

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A história do Hospital São José com Criciúma começou precisamente em 1932; quando o atendimento em saúde na cidade era realizado em um pequeno prédio localizado em um terreno na Avenida Centenário, onde atualmente está instalada uma unidade bancária. Neste local, começou a ser realizado os primeiros atendimentos de saúde do município.

O prédio arrendado prestava atendimento aos doentes que por aqui chegavam. Após alguns anos de atuação no local, definiu-se que seria necessário construir uma nova estrutura. Criou-se então uma comissão administrativa para tratar do assunto.  Neste mesmo ano, a viúva Clara Catarina de Lucca, fez uma venda simbólica de um terreno, às Irmãs Escolares de Nossa Senhora.

As religiosas, que chegaram ao Brasil com a missão de ensinar, foram convidadas pelo então prefeito Elias Angeloni, para cuidar dos doentes nesta cidade.

Após algumas conversas com as religiosas, definiu-se então que um prédio fosse erguido. O local onde hoje está instalada a atual sede do Hospital São José, foi projetado para 20 quartos; 15 destinados aos pacientes e o restante para suprir as necessidades que o hospital na época possuía. Havia ainda na sede de saúde, uma sala de operação, sala de curativos, sala de visitas, capela, cozinha, entre outros pequenos ambientes.

      Foram dois anos de construção, a obra então finalmente pode ser inaugurada. No dia oito de novembro de 1936, Criciúma já possuía um hospital.

Neste ano então, iniciava oficialmente o trabalho das Irmãs Escolares de Nossa Senhora em Criciúma que se dedicaram e se dedicam até hoje para levar qualidade no atendimento em saúde para a população de Criciúma e de toda região.

“Nesses 85 anos, não podemos lembrar do São José, apenas como um hospital, mas sim como um lar; onde todos que lá se encontram são acolhidos e tratados com muito amor e carinho.  Só tenho a desejar mais sucesso a esta entidade que também me acolheu, e que recebe todos que por aqui passam. É uma alegria e uma honra fazer parte deste lugar, desta história e dos projetos desta casa”, pontua o diretor técnico e médico infectologista Raphael Elias Farias.

“Há 85 anos o Hospital São José presta serviço para comunidade de Criciúma. São 85 anos acolhendo, protegendo e tratando vidas. Milhares de pessoas já passaram por este hospital e sabemos que muitos ainda irão passar. Peço ao senhor que nos ajude a sermos fiéis a nossa missão para continuarmos defendendo a vida com amor e carinho, acolhendo a todos”, destaca a religiosa, diretora de operações, Irmã Felícita Henz.

“Trabalhar em uma Instituição hospitalar sempre foi desafiador; mas cuidar de vidas é uma missão que assumi junto às irmãs, desde o dia em que cheguei nesta cidade para contribuir na gestão da entidade há 17 anos. Muito já havia sido feito, e muito bem; mas tenho muito orgulho de tudo o que conquistamos até agora.

Somos uma instituição de ensino com inúmeros serviços de Alta Complexidade, temos um parque tecnológico que pode ser comparado aos grandes centros de saúde do país, com equipamentos de ponta Somos um hospital Acreditado nível III em excelência no atendimento. Possuímos um centro de pesquisa clínica referência. Alcançamos patamares importante para o atendimento aos pacientes. Somos uma grande equipe diretiva, temos um excelente quadro de colaboradores e um corpo clínico extremamente qualificado. Tenho certeza que chegamos com toda força até aqui e vamos além; vamos adiante, levando sempre o melhor para nossos pacientes seja em inovação, tecnologia, mão de obra qualificada e humanização. Essa é, e será nossa missão”, enfatiza Laércio Regis Ferrari, diretor Administrativo do HSJosé.

“85 anos de HSJosé. Tempo de render graças pelo bem realizado;

Tempo de pedir novas graças para continuar cuidando da vida com amor e dedicação”, reflete Irmã Terezinha Buss, diretora financeira e vice-diretora do HSJosé.

“85 anos fazendo história e participando da história, que move a região Sul, na área da saúde. Celebrar esta história, é fazer memória de mais de oito décadas de serviço prestado a saúde nesta macrorregião de Santa Catarina. Muita vida doada e partilhada nesta Instituição.

Ao celebrarmos esses 85 anos, após o desafio de viver uma pandemia, não há motivo maior a brotar do coração, como a palavra GRATIDÃO, pois temos certeza que cumprimos com a missão, prestar assistência hospitalar a todos, com excelência…, em momentos extremamente críticos em todo mundo. Gratidão pela vida que acontece a cada instante, dentro das quatro paredes, muitas vezes no silêncio, na lágrima, no riso, na dor… mais é o movimento da vida.

Gratidão às pioneiras que com coragem e fé assumiram esta obra e doaram sua vida em prol da comunidade, confiando em Deus e confiando esta obra em suas mãos, sem medir esforços.

Gratidão, àqueles que caminham lado a lado conosco em cada dia, confiando que Deus estará nos abençoando e protegendo sempre. Gratidão, quando o reconhecimento se torna uma dádiva, pelas mãos daqueles que sempre confiaram em nossa missão.Gratidão as diretoras que estiveram à frente desta obra, e não mediram esforços para fazer o melhor sempre.

Gratidão, aos benfeitores, médicos, colaboradores, Irmãs e a cada um que já usufruiu desta Instituição, para cuidar da saúde ou acompanhar alguém em sua enfermidade.

Enfim, gratidão pelas experiências adquiridas ao longo desses anos, que nos fizeram chegar a maturidade, e nos faz acreditar em um futuro que trará sucesso e mais expertise nos serviços prestados. A nossa razão de ser é fazer da saúde um marco para a região sul. Temos muitos desafios, mas temos certeza que aqueles que participam desta história e sabem o quanto já enfrentamos, estarão conosco para buscar e fazer desta Instituição uma referência sempre maior”, completa a diretora geral do HSJosé, irmã Isolene Lofi.

De caráter privado e de relevância pública, o HSJosé é uma Instituição Filantrópica, que vem crescendo e desenvolvendo-se com o passar dos anos. As Irmãs Escolares dedicam-se diariamente para manter a Instituição, oferecendo sempre mão de obra qualificada, excelência no atendimento e tecnologia para que toda sociedade seja bem assistida.

Atualmente, cerca de 1700 profissionais atuam diariamente na entidade, 350 médicos fazem parte do corpo clínico e cerca de 50 médicos residentes, atuam nos programas de especializações da entidade que hoje está entre os cinco maiores hospitais do Estado em número de atendimentos.

Para o futuro o HSJosé continua buscando crescimento.

Já em andamento, o HSJosé está em fase de construção para um novo bloco que começa a ser erguido nas próximas semanas. Este bloco irá contemplar uma nova fase e uma estrutura com mais de 17.238m² para o HSJosé e consequentemente claro, para atendimento aos pacientes. Serão instalados neste novo prédio, 90 leitos de internação 20 leitos de UTI para convênios e particulares, um novo centro de diagnóstico por imagem, bem como todo serviço de oncologia fará parte da configuração do novo prédio que também fará conexão com o Santa Vita Saúde Center.

Além de muitos outros projetos em desenvolvimento e outros em andamento mostram que o HSJosé cresce e se desenvolve para servir a comunidade.

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UniSATC recebe 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia

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O Centro Universitário SATC (UniSATC) será palco do 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia (ALCAR Sul). O evento ocorre nos dias 21 e 22 de setembro e reúne pesquisadores, acadêmicos, professores e profissionais da área da Comunicação. Neste ano, o tema central do evento é ‘Comunicação, territórios e disputas narrativas: a mídia local como palco de identidades, resistências e conflitos históricos’.

O encontro propõe uma reflexão sobre como os discursos midiáticos se relacionam historicamente com os lugares onde são produzidos e circulam. A programação inclui oficinas, mesa-redonda, palestra, sessões de Grupos de Trabalho (GTs) e momentos de troca entre os participantes.

Para a coordenadora do curso de Jornalismo da UniSATC e uma das organizadoras do evento, Marli Vitali, a programação também contribui para aproximar a formação acadêmica dos debates que atravessam o exercício profissional.

“A história da mídia não deve ser compreendida apenas como um olhar para aquilo que já aconteceu. Ela ajuda a entender como práticas, linguagens, escolhas e formas de narrar foram construídas ao longo do tempo e ainda influenciam a comunicação que produzimos hoje. Para os estudantes, o contato com diferentes pesquisas e perspectivas amplia a compreensão sobre esse campo e permite perceber como essas transformações estão relacionadas à sociedade e aos territórios em que vivemos”, afirma.

Programação

No dia 21 de setembro, o credenciamento começa às 13h30, seguido pelas oficinas, às 14h. Às 16h30, ocorre uma mesa-redonda com as professoras Maria Berenice Machado, Claudia Peixoto de Moura e Valci Zucolotto, presidenta da ALCAR. A mediação será da professora Claudia Nandi Formentin.

A abertura oficial está marcada para as 19h, seguida, às 19h40, pela palestra com o professor Juremir Machado da Silva.

No dia 22, as atividades começam às 9h, com as sessões dos Grupos de Trabalho. O encerramento do encontro está previsto para as 12h. A programação favorece a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, conectando a produção acadêmica às questões que envolvem a comunicação nos territórios.

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Clubes de Mães promovem atividade de autovalorização em Morro da Fumaça

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Os Clubes de Mães de Morro da Fumaça, em parceria com o projeto Mente Livre, realizaram uma atividade voltada à autovalorização e à reflexão sobre a própria história. A proposta convidou as participantes a reservar um momento para olhar para si mesmas, reconhecer suas qualidades e valorizar as experiências que fazem parte de suas trajetórias.

Cada participante recebeu uma folha com mais de 25 frases de afirmação, como “Eu sou feliz!”, “Eu sou amada!”, “Eu sou incrível!”, “Eu sou forte!” e “Eu sou merecedora!”. A partir dessas mensagens, cada uma pôde personalizar a atividade de acordo com a própria história.

A proposta também resultou em momentos de reflexão sobre conquistas e lembranças que possuem significado para cada participante. Para Adriana da Rosa Alves, do Clube de Mães Mãos de Fada, do bairro Vila Rica, a atividade permitiu revisitar momentos importantes de sua vida.

“Foi muito gratificante, porque, às vezes, a gente não consegue analisar a própria vida com calma, nem pensar em tudo o que faz parte da nossa história. Com essa atividade, eu consegui olhar para a minha vida desde a época do meu casamento, há 26 anos, até hoje. Então, eu trouxe para o quadro tudo aquilo que faz parte da minha história e que é importante para mim. Coloquei meus filhos, meu casamento, os primeiros desenhos que eles fizeram, meus pais e meus irmãos. Cada detalhe representa um momento, uma pessoa ou algo que tem um significado muito especial na minha vida”, relata.

A primeira-dama Roberta Ghise Inocêncio ressalta que iniciativas como essa criam uma oportunidade para as mulheres olharem para si com mais carinho. “Na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos o quanto somos fortes, importantes e capazes. Essa atividade trouxe um momento para cada mulher olhar para a própria história, reconhecer tudo o que já viveu e perceber o quanto há de valor em sua caminhada. É importante também lembrar de cuidar de si e reconhecer as próprias conquistas”, afirma.

Já a vice-dama Rozi Pellegrin destaca a forma como as participantes abraçaram a proposta. “Foi muito bonito ver a participação de cada uma. Todas tiveram liberdade para colocar sua personalidade na atividade, escolher o que fazia sentido para sua história e compartilhar um pouco de si. O resultado mostra como um momento simples pode despertar lembranças, emoções e, principalmente, o reconhecimento do próprio valor”, pontua.

Encontros motivacionais 

As produções que mais se destacaram entre os Clubes de Mães foram selecionadas para participar de três encontros motivacionais. O primeiro ocorreu nesta segunda-feira (14), no Salão de Atos Octávio Naspolini, com um momento especial de troca, reflexão e valorização entre as participantes.

“Essa iniciativa surgiu a partir da ideia de trabalhar um pouco mais a positividade e valorizar as coisas boas. Foi assim que surgiu o quadro ‘Eu Sou’. Começamos com as monitoras e todo mundo gostou muito da proposta, então decidimos levar a ideia para todos os grupos. Imprimimos as folhas, disponibilizamos os materiais e cada uma teve a liberdade de decorar e personalizar o próprio trabalho. Foi uma atividade simples, mas que trouxe um momento muito especial de reflexão e valorização”, explica a responsável pelo projeto Mente Livre, Margarete Ricken.

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Educação Financeira estimula planejamento entre alunos do 2º ano do Colégio SATC

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Aprender sobre dinheiro também faz parte da formação para a vida. No Colégio SATC, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais participam de um projeto de Educação Financeira que apresenta conceitos como consumo consciente, organização e a importância de guardar recursos para o futuro. A proposta integra as atividades desenvolvidas em sala de aula e busca transformar situações do cotidiano em oportunidades de aprendizagem. O trabalho está relacionado ao projeto literário desenvolvido pelas turmas, que aborda a temática financeira por meio de histórias e atividades práticas.

A partir das propostas, os estudantes são incentivados a refletir sobre a diferença entre aquilo que querem e o que realmente precisam, além de compreender que algumas escolhas exigem planejamento. “Nosso projeto literário trabalha um pouco essa questão da Educação Financeira para as crianças entenderem o valor do que eu quero e do que eu desejo. Será que realmente preciso comprar o que desejo? A proposta veio contribuir com esse trabalho para que também possam entender o valor de guardar um pouquinho para o futuro”, destaca, a professora do 2º ano A, Deisi Leandro.

Entre as atividades está a construção de cofrinhos, que permite aos alunos relacionarem o conteúdo trabalhado com uma experiência concreta. A temática também dialoga com o projeto literário desenvolvido pelas turmas, que inclui a história ‘Os Três Cofrinhos e o Lobo’.

Além das atividades realizadas pelas professoras, os estudantes tiveram contato com uma profissional que atua diretamente na área de Educação Financeira.

Para os alunos, a proposta também ajuda a compreender situações que fazem parte da rotina. A estudante Luiza Scarduelli Roque, do 2º ano A, percebeu a importância de reservar dinheiro para situações futuras. “Às vezes, ano que vem ou outro dia, nós temos que usar urgentemente o dinheiro. Então, temos que guardar para esses momentos”, comenta.

Despertar para as finanças

A mentora financeira e empresária, Juliana Lara Goulart, apresentou às turmas um exemplar de seu livro infantil sobre o assunto e levou a proposta para os alunos.

“A ideia é que a Educação Financeira chegue ao maior número de pessoas possível e, quanto antes chegar, melhor. Para mim, estar aqui falando com crianças é uma oportunidade importante para inserir esse conhecimento desde cedo”, explica Juliana.

A profissional destaca ainda que o contato com o tema durante a infância pode contribuir para que os estudantes desenvolvam, ao longo da vida, uma relação mais consciente com o dinheiro. O aprendizado também pode ultrapassar o ambiente escolar, já que as atividades propostas envolvem a participação dos pais.

“O livro tem atividades para as crianças fazerem com os pais, justamente para despertar esse interesse. Quando falamos sobre guardar dinheiro, algumas coisas ainda são muito precoces para eles, mas pode surgir o interesse de fazer perguntas aos pais. Assim, o conhecimento não fica somente aqui, mas também chega às casas e às famílias”, acrescenta a profissional.

Para a professora do 2º ano C, Rosangela Vieira, trazer esse conhecimento para dentro da escola amplia as possibilidades de aprendizagem. “Trabalhamos diariamente com esse tema e acreditamos ser importante trazer alguém com um conhecimento mais específico para trabalhar com os alunos. Esse momento tornou a experiência mais interessante e completa aquilo que já estamos desenvolvendo em sala de aula”, afirma.

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