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Política

Fernando De Faveri é o novo presidente do CIM-AMREC

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Em assembleia geral, nesta quinta-feira (09/12), os prefeitos elegeram o presidente do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (CIM-AMREC). O prefeito de Cocal do Sul, Fernando Faveri, toma posse em janeiro de 2022, em substituição do prefeito de Morro da Fumaça, Agenor Coral. O prefeito de Forquilhinha, José Cláudio Gonçalves, o Neguinho, foi eleito vice-presidente.

O Fernando comentou que a escolha do seu nome foi um consenso, e que o Consórcio é muito importante para o desenvolvimento da Região Carbonífera. Ele destacou os serviços já prestados e que ainda há muito a contribuir ao desenvolvimento. “Viabilidade do Serviço Aeromedico (Saer), por exemplo, passa por aqui. Assim como o Sisbi e o projeto Recuperar, de recuperação das rodovias estaduais. Fico lisonjeado pela escolha e confiança dos colegas”.

Equivalência ao SISBI

A reunião aconteceu antes do ato festivo, em comemoração a certificação de equivalência ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI). Prefeitos, veterinários, secretários, técnicos da Epagri, Cidasc e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estiveram presentes.

O veterinário da Epagri, Marcelo Pedroso, fez uma retrospectiva dos atos e dos fatos que aconteceram nos 15 anos até a conquista do selo. Fazendo menção a todos os gerentes regionais que passaram pelo processo. “Fiz questão de convidar todos eles e que eles se fizessem presente”, declarou, enquanto pedia para que eles ficassem de pé, agradeceu pela colaboração.

O atual presidente do CIM-AMREC, Agenor Coral, o Noi, disse em seu discurso que o que estão fazendo hoje é a missão e o compromisso dos prefeitos. “Estamos aqui para dar a nossa contribuição para melhoria da vida das pessoas, das empresas, e hoje estamos contribuindo com as agroindústrias. Desejo sucesso a vocês e que aproveitem bem essa oportunidade”, afirmou o prefeito em agradecimento ainda a equipe que trabalhou no trabalho.

A presidente da Epagri, Edilene Steinwandter, esteve presente no evento e disse que apesar de ser um selo de certificação de inspeção e de fiscalização, nesse caso a Epagri vê o desenvolvimento. “O SISBI é desenvolvimento e abertura da região para que ela se destaque, cada vez mais, no agronegócio e agricultura. Temos orgulho de estar vivendo o momento de hoje”, afirmou.

No ato desta tarde, o presidente da AMREC e prefeito de Orleans, Jorge Koch, repassou ao selo as mãos do presidente do CIM. Jorge esteve em Iguatemi, no Estado do Mato Grosso do Sul, no dia 26 do mês passado. Lá, recebeu das mãos da Ministra Tereza Cristina o certificado de equivalência. Durante o seu discurso Jorge comemorou a conquista com bom humor, dizendo “a partir do ano que vem, a nossa pauta não é mais Sisbi”, brincou o prefeito.

Renovação de contrato com os municípios

Durante o ato, a presidente da Epagri assinou o contrato que renova a prestação de serviço nos municípios de Cocal do Sul, Orleans e Forquilhinha. Conforme o gerente regional Edson Borba Teixeira, o contrato garante o funcionamento do escritório municipal da empresa. “Por meio do escritório nós prestamos toda a assistência aos agricultores e operamos as políticas públicas de apoio da Secretaria de Agricultura Estadual nos Municípios, com todo o apoio e orientação aos agricultores”, explicou.

Renovação do Aeromédico

O contrato de prestação de serviço com a empresa OZZ, que opera o Serviço Aeromédico na região, teve o contrato renovado por mais um ano. Conforme o diretor executivo do Consórcio, Daniel Spillere, o contrato venceria hoje, 9 de dezembro e foi renovado até 9 de dezembro de 2022. O diretor destaca que a renovação foi em cima do prazo, para não haver descontinuidade do serviço.

A partir de agora vai se debater a questão de reajuste de valores. O consórcio também abriu as tratativas para a colaboração da região da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC) e da Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel). “O serviço é prestado de Passo de Torres a Paulo Lopes e a AMREC paga tudo”, afirmou Daniel.

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Política

Santa Catarina está entre os três estados brasileiros com melhor desempenho no PISA 2025

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Santa Catarina está entre os estados brasileiros com melhor desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) 2025. Os estudantes catarinenses ficaram acima da média brasileira nas três áreas avaliadas, Ciências, Leitura e Matemática, e alcançaram o 3º melhor desempenho geral entre as Unidades da Federação, considerando os resultados nas três áreas.

Em Ciências, Santa Catarina registrou 430,6 pontos, alcançando a 3ª posição nacional e ficando 22,1 pontos acima da média nacional. Em Leitura, foram 431,7 pontos, também com o 3º melhor resultado entre os estados e 23,7 pontos acima do Brasil. Já em Matemática, o Estado obteve 395,6 pontos, ficando na 4ª posição nacional, com 18,8 pontos à frente do país.

Os resultados catarinenses também se destacam na comparação com os desempenhos dos países latino-americanos participantes do PISA. Em Leitura, Santa Catarina alcançou 431,7 pontos, apenas 4,3 pontos abaixo do Chile, que registrou 436 pontos e teve o melhor resultado latino-americano na área. O desempenho catarinense ficou ainda acima do Uruguai, que alcançou 423 pontos.

Em Ciências e Matemática, Santa Catarina também se aproxima dos resultados de Chile e Uruguai, líderes entre os países latino-americanos avaliados.

Resultado reforça estratégia de acompanhamento e melhoria da aprendizagem

O desempenho registrado no PISA 2025 se soma a outros indicadores educacionais e reforça a importância de políticas permanentes de avaliação e acompanhamento da aprendizagem. Na rede estadual de ensino de Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Educação (SED) utiliza os resultados de avaliações diagnósticas e outros dados educacionais para identificar necessidades, orientar o planejamento pedagógico e apoiar as escolas na definição de estratégias para melhorar o desempenho dos estudantes.

Essa atuação é articulada à formação continuada dos profissionais da educação. Por meio da Escola de Formação de Professores e Gestores Escolares, a SED amplia a oferta de capacitações para professores, equipes pedagógicas e gestores, fortalecendo práticas de ensino, acompanhamento da aprendizagem e uso pedagógico das evidências produzidas pelas avaliações. A estratégia busca aproximar diagnóstico, formação e ação pedagógica, criando condições para que os dados se transformem em intervenções efetivas no cotidiano escolar.

A melhoria da aprendizagem também depende de condições adequadas para ensinar e aprender. Por isso, a SED vem combinando as ações pedagógicas com investimentos na infraestrutura da rede, incluindo reformas, ampliações, e revitalizações das unidades escolares, além da conclusão da climatização de 100% das salas de aula.

Esse conjunto de medidas integra uma estratégia de qualificação da educação catarinense e ocorre em um contexto de avanço dos indicadores, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, no qual Santa Catarina apresentou os melhores resultados da série histórica em todas as etapas da educação básica. Entre 2023 e 2025, a rede estadual de ensino passou de 5,8 para 6,3 nos anos iniciais, de 4,6 para 5,0 nos anos finais do ensino fundamental e de 3,8 para 4,3 no ensino médio.

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Política

Marcos Pontes critica pressa na votação da escala 6×1 e alerta para risco de perda de empregos

Senador defende redução da jornada, mas afirma que trabalhador e empresa devem ter liberdade para negociar a organização do trabalho

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O senador Marcos Pontes (PL-SP) criticou a possibilidade de uma votação acelerada da proposta que altera a escala de trabalho 6×1 e defendeu que o Congresso Nacional tenha tempo para analisar os impactos da medida.

Em entrevista à Rádio Cidade, Pontes afirmou que considera importante garantir períodos adequados de descanso aos trabalhadores, mas questionou a imposição de uma jornada única por lei.

“Eu concordo com a necessidade e a importância de qualquer pessoa que trabalhe ter o descanso adequado”, afirmou.

Ao mesmo tempo, o senador defendeu que trabalhadores tenham liberdade para negociar com as empresas a forma de organização da jornada.

Senador alerta para impacto nas empresas

Pontes argumentou que uma eventual redução da jornada precisa levar em conta também a realidade financeira das empresas.

Segundo ele, alterações sem estudos aprofundados poderiam provocar consequências como redução de postos de trabalho, aumento de custos de produtos e serviços e pressão sobre a inflação.

“Não se pode pegar uma pauta como essa e querer votar a toque de caixa”, afirmou.

Para o senador, a discussão precisa considerar os efeitos no curto, médio e longo prazo antes de uma decisão definitiva.

“É importante ter liberdade e ter o emprego garantido”

Pontes afirmou que o debate não deveria ser apresentado apenas sob a perspectiva de trabalhar menos e manter a mesma remuneração.

Na avaliação dele, uma mudança desse tipo pode provocar efeitos indiretos sobre o mercado de trabalho.

“É importante que se tenha descanso para o trabalhador, sem dúvida nenhuma. É importante que se tenha tudo isso, mas é importante ter liberdade e ter o emprego garantido”, disse.

O senador também citou mudanças ocorridas nas regras trabalhistas dos empregados domésticos como exemplo do que considera uma alteração que pode produzir efeitos diferentes dos inicialmente esperados.

Segundo Pontes, parte dos trabalhadores teria migrado para o trabalho como diaristas após as mudanças.

Discussão depois das eleições

Pontes defendeu que o debate sobre a escala 6×1 continue após as eleições, para evitar, segundo ele, que a pauta seja utilizada com finalidade eleitoral.

O senador afirmou que é necessário apresentar à sociedade os possíveis impactos da mudança antes da votação.

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Política

Quaest: Lula lidera 1º turno, mas fica em empate técnico com Flávio

Presidente aparece com 37% contra 30% do senador no primeiro turno; Augusto Cury chega a 10% e surpreende na disputa

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A nova pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno, mas aponta uma disputa apertada com Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O levantamento divulgado nesta quarta-feira (2) mostra Lula com 37% das intenções de voto, contra 30% do senador.

O resultado mais expressivo, porém, aparece na simulação de segundo turno. Lula registra 42%, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 41%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Outro destaque do levantamento é o desempenho do escritor Augusto Cury (Avante). Ele aparece com 10% das intenções de voto e ocupa a terceira colocação no primeiro turno, depois de registrar apenas 2% na pesquisa anterior, divulgada em 14 de agosto.

Veja os números do primeiro turno

No cenário que inclui Pablo Marçal (PRTB), os candidatos aparecem da seguinte forma:

  • Lula (PT): 37%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 30%
  • Augusto Cury (Avante): 10%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Pablo Marçal (PRTB): 1%
  • Samara Martins (UP): 0%

Brancos, nulos e eleitores que afirmam não votar somam 7%, enquanto 11% ainda estão indecisos.

Em uma segunda simulação, sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 29%. Augusto Cury mantém os 10%.

Lula e Flávio ficam separados por um ponto

A vantagem de Lula diminui quando a pesquisa simula uma disputa direta com Flávio Bolsonaro.

No levantamento divulgado em 14 de agosto, Lula tinha 43% contra 40% do senador. Agora, a diferença caiu para apenas um ponto percentual: 42% para o petista e 41% para Flávio.

O resultado configura empate técnico devido à margem de erro de dois pontos percentuais.

A pesquisa também testou Lula contra outros nomes. O presidente aparece numericamente à frente de Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury.

A Quaest entrevistou presencialmente 2.004 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.

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