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Unesc em Dança conecta talentos e fortalece a arte e a cultura

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O Teatro Elias Angeloni, em Criciúma, foi tomado pela arte e pela emoção neste fim de semana com a realização da 22ª edição do Unesc em Dança, um evento que, mais do que promover o espetáculo da dança, destaca o caráter comunitário e a valorização da cultura regional. Com início no sábado (28/09) e encerramento nesta segunda-feira (30/09), na Universidade, o festival reúne 1.100 bailarinos de 71 grupos de diversas cidades, apresentando 115 coreografias em um ambiente de celebração e troca de experiências.

Para a reitora Luciane Bisognin Ceretta, o Unesc em Dança vai além de um espetáculo artístico, refletindo os valores essenciais da Universidade. “Este evento traduz de forma única a essência da Unesc, uma Instituição Comunitária com 56 anos de história, que valoriza a arte, a cultura, a sensibilidade e a integração. A dança, assim como a música e as cores, expressa esses princípios de maneira vibrante. É um evento que envolve toda a cidade, levando a magia da arte e reafirmando o papel da Universidade em fomentar e fortalecer a cultura”, afirmou.

Ao longo dos anos, o Unesc em Dança se consolidou como um dos maiores eventos culturais da região, caracterizado pelo seu formato não competitivo, focado na formação artística e na valorização do talento local. 

Com entrada gratuita, o festival oferece uma intensa programação de espetáculos que envolvem gêneros variados, como Ballet Clássico, Dança Contemporânea, Jazz, Danças Urbanas e Populares, todos apresentados em um clima de celebração. O evento também promove oficinas e palestras, criando um espaço de aprendizado e aprimoramento tanto para os bailarinos quanto para os coreógrafos e o público em geral.

A pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão, Gisele Coelho Lopes, reforçou a importância do Unesc em Dança como um projeto institucional de relevância para toda a comunidade. “Essa edição mais uma vez demonstra a excelência da Unesc em promover a arte e a cultura. O festival reflete o compromisso da Universidade em ser protagonista cultural na região, promovendo eventos de alto nível que estimulam o engajamento social e a transformação por meio da dança”, afirmou Gisele.

A coordenadora do Setor de Arte e Cultura, Amalhene Baesso Reddig destacou a satisfação de participar de mais uma edição. “É muito gratificante ver a alegria e o encantamento de cada grupo ao chegar aqui. A Universidade, como ponto de cultura reconhecido pelo Ministério da Cultura, atua como um verdadeiro polo cultural para toda a região. Nosso objetivo é continuar expandindo esses espaços para a cultura e fortalecer cada vez mais as políticas culturais”, afirmou.

Conexão e crescimento

Para Jesse Cruz, membro do Grupo de Danças Brasileiras Mojubá da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS), a dança em uma universidade simboliza o acesso ao conhecimento. “É a primeira vez que estamos em Criciúma, mas minha parceria com o Unesc em Dança já se estende por muitos anos. O evento vai além das coreografias, oferecendo oficinas e palestras que enriquecem a experiência e melhoram a qualidade de cada edição”, afirmou Jesse, que também atuou como avaliador do evento.

Para Candice Assmann, também uma das avaliadoras do evento, participar do Unesc em Dança é uma honra que lhe permite vivenciar o trabalho realizado na região em torno da dança. “Estou muito feliz com a qualidade dos grupos que se apresentam e a oportunidade de oferecer um espaço tão significativo para a dança na cidade. Como avaliadora, tive a chance de ver trabalhos incríveis de coreógrafos que realmente se dedicam e pesquisam, além de pessoas apaixonadas pela dança. Fiquei positivamente surpreendida com o que presenciei. As performances foram bem executadas, com grande energia e expressões faciais marcantes”, afirmou. 

O festival, aprovado pela Lei Rouanet, conta com o apoio de empresas locais, como Giassi Supermercados, Anjo Tintas, Setep Construções e Bistek Supermercados, reforçando o laço entre a cultura e a comunidade. 

Para o produtor cultural da Unesc, Maxwell Sandeer Flor, o sucesso do Unesc em Dança se deve ao seu foco na formação técnica e artística dos bailarinos, sem deixar de lado o aspecto humano e comunitário. “Nossa preocupação não é apenas com o espetáculo, mas com a formação de público, com a criação de um ambiente de aprendizagem para todos os envolvidos, sem a pressão de competir. Isso fortalece os grupos, os coreógrafos e, principalmente, a expressão cultural da nossa região”, afirmou Maxwell.

Para Caroline Tromm, diretora da Escola de Ballet Musette de Nova Veneza, a participação no festival é uma oportunidade única de crescimento para suas bailarinas. “Participar do Unesc em Dança é sempre um momento especial. Aqui, celebramos a dança, aprendemos com outros grupos e nos enriquecemos artisticamente. Já fui bailarina nesse palco e hoje retorno como coreógrafa, o que torna essa experiência ainda mais significativa”, disse Caroline.

“O Unesc em Dança é um festival que se tornou referência em nossa cidade. Nesta edição, apresentamos um trabalho de estreia que foge do que nosso grupo costuma fazer. Embora tenhamos uma forte tradição no hip hop, trouxemos uma proposta diferenciada e inovadora. Tudo está maravilhoso, os figurinos, as coreografias, e os grupos se mostraram extremamente bem preparados”, comentou Paula Gregório Gonçalves, coreógrafa da Companhia de Dança da Unesc.

A plateia também ficou encantada pelas apresentações, como é o caso de Flávia Pagani, de Içara. “Estou achando tudo muito interessante. Danço há 19 anos e sempre tive uma paixão pela dança”, compartilhou ela, que também integra uma companhia de dança.

O Unesc em Dança, desde sua primeira edição, tem como foco apresentar um panorama da dança de forma não competitiva, priorizando o aprimoramento técnico e artístico. O evento garante um caráter didático e pedagógico por meio de apresentações de palco, pareceres descritivos e oficinas, contribuindo para o fortalecimento da linguagem da dança, a formação de plateia, e o desenvolvimento e valorização da arte e da cultura. Embora não tenha caráter competitivo, cada participante traz seu estilo único de apresentação, encantando o público de maneira singular.

Nesta segunda-feira (30/09) a programação ocorrerá na Universidade com Encontro de coreógrafos e avaliadores, e Talk Show, a partir das 19h.

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CocalFest 2026 é lançada com grandes shows e programação para quatro dias em Cocal do Sul

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A programação da XII CocalFest e da II Festa do Colono e do Caminhoneiro foi lançada oficialmente nesta terça-feira (1º), em Cocal do Sul.

O encontro reuniu profissionais da imprensa da região, autoridades, parceiros e representantes da organização para apresentar as atrações dos quatro dias de festa, marcada para 24 a 27 de setembro, no Centro de Eventos.

Os shows nacionais da banda Dazaranha, Lucas Lucco e Tchê Barbaridade serão os destaques e terão entrada gratuita. Durante a festa também será realizada uma ação beneficente, com o público convidado a levar um quilo de alimento não perecível.

O prefeito Ademir Magagnin agradeceu a presença dos jornalistas e ressaltou a importância da imprensa para ampliar o alcance da CocalFest e divulgar o município. “Sem vocês, certamente a CocalFest não teria o sucesso que tem. A imprensa leva a nossa história para toda a região e também ajudou Cocal do Sul a chegar ao patamar em que está hoje”, afirmou.

Magagnin lembrou ainda que a festa nasceu com a proposta de valorizar a história e as raízes do município.

“Cocal do Sul tem na essência a colonização italiana e polonesa e uma história muito bonita. A CocalFest é uma oportunidade de mostrar tudo isso e, ao mesmo tempo, oferecer diversão e alegria para uma população que trabalha muito”, completou.

A programação completa foi apresentada pelo secretário municipal de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer e presidente da Comissão Central Organizadora (CCO), Juarez Fogaça.

Ele falou sobre o crescimento da festa desde as primeiras edições e a integração com a Festa do Colono e do Caminhoneiro, realizada em conjunto pelo segundo ano.

“Cada edição foi crescendo em público e no envolvimento das entidades e associações. No ano passado tivemos recorde de público e estamos preparando novamente uma grande festa, valorizando a cultura, o turismo e as tradições do município”, afirmou Fogaça.

A vice-prefeita Roseny Cittadin também participou do lançamento e reforçou o convite para que moradores de Cocal do Sul e de toda a região participem da programação.

Além dos shows nacionais, os quatro dias terão gastronomia, Expoarte, Feira da Indústria, Comércio e Agricultura, Festival de Dança, Olimpíadas Coloniais, Maior Minestra, atrações culturais e musicais, atividades infantis e programação dedicada aos colonos e caminhoneiros.

A banda Dazaranha se apresenta na sexta-feira (25), às 23h. No sábado (26), feriado municipal pelos 35 anos de emancipação de Cocal do Sul, o cantor Lucas Lucco sobe ao palco às 23h30. No domingo (27), a banda Tchê Barbaridade se apresenta às 18h.

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Vítima de câncer, morre o artista plástico Gil Galant

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Morreu neste domingo o artista plástico Gil Galant. Uma das figuras mais conhecidas do meio artístico da região, Gil tinha 63 anos e havia meses lutava contra um câncer agressivo, descoberto recentemente. O corpo de Galant será velado ao longo do dia no Crematório Millenium, em Içara.

Gil contava que seu encontro com a arte iniciou ainda na infância. Morador de um sítio e sem dinheiro, ele passou a construir seus próprios brinquedos. Mais tarde, já envolto na vida artística, participou do movimento hippie, vendendo seus artefatos em praça pública, trabalhou como joalheiro, trabalho que ainda executava. Mas seu coração sempre bateu mais forte pela escultura.

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Museu ao Ar Livre celebra 46 anos com visita à luz de lamparinas e entrada gratuita

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O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel prepara duas atividades especiais para celebrar os 46 anos de fundação, comemorados no dia 30 de agosto. A primeira será uma experiência noturna à luz de lamparinas, no dia 27. Já segunda é a tradicional visitação gratuita no dia do aniversário.

A data também marca os 113 anos de emancipação de Orleans, reforçando a ligação histórica entre o Museu e o município. Conforme a diretora do Museu ao Ar Livre, Valdirene Böger Dorigon, a programação busca proporcionar novas formas de vivenciar o espaço, sem perder de vista a missão de preservar e valorizar a história da colonização da região.

“A celebração do aniversário do Museu é também uma oportunidade de agradecer à comunidade e aos visitantes que ajudam a manter viva essa história. Pensamos em atividades que valorizam o patrimônio cultural e proporcionam experiências diferentes para quem já conhece ou deseja conhecer o Museu”, destaca.

Luz de Lamparinas

No dia 27 de agosto, a experiência da Visita à Luz de Lamparinas, está prevista para das 19h às 21h, convida o público a percorrer o Museu em um ambiente iluminado apenas por lamparinas, resgatando a atmosfera vivida pelos primeiros colonizadores. A programação inclui ainda degustação de tábuas de frios e música ao vivo. Os ingressos custam R$ 50 e as vagas são limitadas. Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamentes pelo WhatsApp (48) 99904-2739.

Entrada gratuita

Já no sábado, 30 de agosto, data do aniversário do Museu e do município de Orleans, a visitação será gratuita para todos os públicos, das 9h às 17h30. A iniciativa mantém uma tradição da instituição, que abre suas portas sem cobrança de ingresso na data comemorativa, incentivando moradores e turistas a conhecerem ou revisitarem um dos principais patrimônios culturais de Santa Catarina.

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