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Prefeita de Içara anuncia pavimentação, parque municipal, estádio e estação ferroviária temática

Gestão intensifica busca por recursos e aposta no turismo religioso e cultural como estratégia de desenvolvimento econômico

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A prefeita de Içara foi às redes sociais nesta semana para mostrar que a cidade está em movimento. Em entrevista, ela apresentou uma série de convênios e obras que começam a sair do papel — e deixou o recado claro: a administração “não está parada”.

“Entre os investimentos anunciados estão obras de pavimentação nas comunidades de Nossa Senhora de Fátima, Raichaski e na Rua Casemiro Clímaco. No campo do lazer e esporte, dois projetos voltaram à pauta: a criação de um parque municipal para as famílias — inspirado em modelos já implantados em cidades da região — e a retomada da construção do estádio municipal, considerado defasado em relação aos municípios vizinhos”, pontua Dalvania Cardoso

No interior, o programa Estrada Boa Rural, do Governo do Estado, deve contemplar regiões como Espigão, Vila Alvorada, Vila São Pedro e o acesso à histórica comunidade de Uruçanga Velha.

Turismo como aposta econômica

Içara quer entrar com força nos roteiros regionais. A cidade abriga a Basílica Santuário Sagrado Coração Misericordioso de Jesus — a única basílica de Santa Catarina — além de atrativos ligados ao turismo rural e cultural. Para aproveitar esse potencial, a prefeitura trabalha na implantação de uma estação ferroviária temática e já garantiu um micro-ônibus para o transporte de visitantes entre os pontos turísticos.

A ideia é integrar Içara a um circuito conjunto com os demais municípios da AMREC.

A prefeita também conectou a estratégia turística à reforma tributária: segundo ela, cidades que fortalecerem o setor de serviços e consumo terão vantagem competitiva nos próximos anos.

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Superlotação e alerta no Pronto Socorro e na UTI do Hospital São José

Diretora pede que população só procure a unidade em casos de emergência real

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O Hospital São José, em Criciúma, voltou a soar o alarme. A UTI está com todas as vagas ocupadas e o Pronto Socorro atendeu ontem praticamente o triplo de sua capacidade. A situação chegou a um ponto crítico: o SAMU precisou ser acionado para comunicar que a unidade não tinha mais condições de receber pacientes.

“Tivemos que acionar o SAMU e avisar que não poderíamos mais receber pacientes porque a sala vermelha estava lotada”, relatou a diretora técnica da instituição, Dra. Cassiana Mazon Fraga.

O diagnóstico é claro: o São José precisa de mais leitos de UTI e de ampliar o Pronto Socorro. Mas há outro problema que complica a gestão dos casos — pacientes e famílias resistem às transferências para hospitais de cidades vizinhas, mesmo quando a indicação é técnica.

“Nós preparamos transferências, mas as famílias e os próprios pacientes afirmam que não querem. É preciso lembrar que são decisões técnicas e temos plena segurança para isso”, destacou a diretora.

O pedido da direção do hospital é direto: só procure o São José se for uma emergência de verdade. Casos que não exigem atendimento imediato congestionam o sistema e comprometem o cuidado de quem realmente precisa.

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“O Universidade Gratuita é transformador”, defende o Governador Jorginho Mello

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O programa Universidade Gratuita deve encerrar 2026 com 70 mil estudantes beneficiados em Santa Catarina. O número foi apresentado pelo governador Jorginho Mello durante encontro de prestação de contas da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe).

O investimento é alto — R$ 1,2 bilhão por ano — e Jorginho não fugiu da pergunta sobre o custo. “Muita gente pergunta por que não fazer estrada ou hospital. Eu quero asfaltar a melhor obra de uma vida, que é a educação”, respondeu.

O governador foi além dos números e falou por experiência própria. “Eu fiz dois cursos superiores passando muito cheque pré-datado. Sei o que é enfrentar dificuldade para estudar”, disse, ao justificar o foco em estudantes de baixa renda que precisam trabalhar enquanto estudam.

8 mil formados já devolvem ao Estado

Quem se forma pelo programa não sai de mãos abanando — e nem fica em dívida. A contrapartida existe e já está em curso: cerca de 8 mil alunos formados atuam quatro horas semanais durante dois anos em serviços ligados à sua área de formação, especialmente no setor público.

“O Estado deu a oportunidade e agora o aluno devolve um pouquinho do conhecimento com o seu trabalho”, explicou o governador.

Para fiscalizar o processo, o governo criou uma diretoria específica de ensino superior dentro da Secretaria de Educação, responsável pelo acompanhamento das contrapartidas em parceria com as universidades comunitárias.

Política de Estado, não de governo

Questionado sobre a continuidade do programa em futuras gestões, Jorginho foi direto. “Eu fiz uma lei. Hoje ela é uma política de Estado, não de governo”, afirmou.

O governador também relacionou o crescimento das matrículas nas escolas públicas estaduais ao programa — segundo ele, 29 mil novos alunos ingressaram na rede este ano, impulsionados pela perspectiva de acesso ao ensino superior gratuito. E defendeu que a Universidade Gratuita ainda ajudou a blindar as instituições comunitárias catarinenses da entrada de grandes grupos privados no setor.

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Cocal do Sul é a cidade da Amrec com a melhor qualidade de vida e Nova Veneza tem maior renda

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A cidade de Cocal do Sul é a melhor da Região Carbonífera para se viver. O dado faz parte do Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O levantamento é pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações. O estudo avalia os 5.570 municípios do país com base em 57 indicadores sociais e ambientais, considerando critérios como qualidade de vida, acesso à saúde, educação, segurança e moradia.

Neste estudo, que tem como base indicadores de 2025, Cocal aparece com nota 69,76 em uma escala que vai até 100. O município se destaca em áreas como acesso a saúde básica, educação, transparência, segurança e expectativa de vida. Essa nota coloca Cocal do Sul como a terceira melhor cidade para se viver em Santa Catarina e a 42ª no Brasil.

Nova Veneza se destaca na Renda

Quando o assunto é renda per capita, quem aparece em destaque é Nova Veneza. A Capital da Gastronomia Italiana surge como a 17ª melhor renda entre os 295 municípios do Estado e a número 275 entre os 5.570 cidades brasileiras. No índice Geral Nova Veneza aparece na 11ª posição no Estado com Nota 68,21 e a número 155 no Brasil

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