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Prefeitura de Criciúma avança na revitalização da Praça da Santa Luzia

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A Prefeitura de Criciúma segue avançando na revitalização da Praça de Resistência Democrática, localizada na Avenida Universitária, no bairro Santa Luzia. As obras iniciaram em março e integram um amplo projeto de requalificação urbana da região, o qual prevê a implantação de um calçadão central entre a Avenida Monte Negro e a Rua Noventa e Sete, em um trecho de aproximadamente 450 metros.

Para o prefeito Vagner Espindola, a revitalização da praça situada na Grande Santa Luzia valorizará tanto o espaço público, como o comércio local. “Um dos nossos objetivos é projetar um futuro melhor para a população ao tornar essa área mais segura, acessível e convidativa aos moradores e visitantes”, destaca.

Segundo o vice-prefeito Salésio Lima, que também é morador da Santa Luzia, o projeto visa beneficiar a comunidade como um todo. “A requalificação contribuirá para a melhoria da qualidade de vida, tanto para aqueles que vivem ou trabalham no bairro, como para quem visita a região. Será mais um espaço de bem-estar, integração e um grande incentivo para os negócios locais”, ressalta.

Com investimento de mais de R$ 1,7 milhão viabilizados com apoio do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), Júlio Garcia, a obra qualificará o espaço público ao integrar paisagismo, mobiliário urbano e melhorias na mobilidade.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, João Paulo Casagrande, a obra deve ficar pronta em meados do segundo semestre deste ano. “Até o momento a revitalização contemplou a demolição de estruturas existentes, instalação de pontos de drenagem e meio-fio. Nesta semana, as equipes que estão trabalhando no local seguem na execução de pavers e iniciam a colocação de pontos de iluminação e canteiros”, afirma.

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Prefeitura de Criciúma promove mutirão para regularização de imóveis da Cohab na Vila Zuleima

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A Prefeitura de Criciúma promove, neste sábado (23), atendimento especial voltado aos moradores do bairro Vila Zuleima. A iniciativa tem como foco a regularização de imóveis vinculados à Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab). A ação será realizada no Centro Comunitário do bairro, localizado na rua Júlio Bento Cardoso, das 8h às 17h.

O prazo para a regularização acaba em 30 de junho. A medida é urgente devido ao encerramento programado das atividades da Cohab. Caso o processo não seja concluído até a data limite, as propriedades correm o risco de serem incorporadas ao patrimônio estadual. Atualmente, cerca de 100 imóveis na região da Vila Zuleima ainda possuem pendências na documentação.

O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, reforça que a ação visa garantir dignidade às famílias. “A escritura é a garantia jurídica e a segurança da posse do imóvel. Nossas equipes estão empenhadas em uma força-tarefa para regularizar todas as pendências, por isso é fundamental que os moradores aproveitem esse mutirão para assegurar a propriedade definitiva de seus lares”, destaca.

O processo de regularização foi simplificado para facilitar a adesão dos moradores. A ação será realizada por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e da Diretoria de Planejamento Urbano.

Documentação necessária

Para realizar o atendimento, os moradores devem apresentar documentos como contrato de compra e venda ou comprovantes de aquisição do imóvel, certidão de casamento, RG ou CPF, comprovante de IPTU, termo de quitação e comprovante de residência. Além das atuações nos bairros, o serviço de regularização segue disponível de forma permanente no Paço Municipal Marcos Rovaris, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Casa de Sarom busca ampliar seu local de atendimento

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Com apenas uma sala para atender dezenas de crianças  e adolescentes, a Casa de Sarom, entidade localizada no Bairro Santo André, em Criciúma, busca apoio da comunidade para ampliar a estrutura e continuar oferecendo atendimento gratuito a pessoas em situação de vulnerabilidade.

O projeto atua diretamente com crianças da comunidade, oferecendo atividades, oficinas e acompanhamento social como forma de acolhimento e também de afastamento das ruas e de situações de risco. Atualmente, o espaço atende 63 crianças, além dos pais e mães que participam de oficinas, encontros e acompanhamentos promovidos pela equipe do projeto.

A necessidade de ampliação surgiu diante do crescimento da demanda e das limitações do espaço atual. Hoje, as crianças precisam ser divididas por faixa etária em dias diferentes da semana, já que a casa possui somente uma sala de atendimento.

Nas terças-feiras participam crianças, já nas quintas-feiras o atendimento é voltado para os adolescentes. Segundo a coordenação, a intenção é conseguir atender todos simultaneamente e ampliar os dias de atividades.

“Hoje a gente gostaria de ter atendimento terça, quarta e quinta-feira, com mais oficinas e mais tempo dentro do projeto. Mas, conforme o projeto cresce, aumentam também os custos com alimentação, água, energia e voluntários”, explica a gestora, Michele Dagostim Fernandes.

Além da falta de espaço, outro problema enfrentado é a estrutura limitada da casa. Atualmente, existe apenas um banheiro disponível para todas as crianças, situação que dificulta a rotina diária, principalmente nos horários de higiene.

Projeto da expansão

O projeto de ampliação prevê a construção de novos ambientes nos fundos da casa, incluindo banheiros e espaços para atividades simultâneas. Também há a intenção de ampliar a parte da frente do imóvel para criar uma nova sala e uma recepção.

O planejamento da obra já começou a ser desenvolvido junto de uma arquiteta, responsável pela elaboração do layout da futura estrutura e pelo levantamento dos custos necessários para execução da ampliação.

A estrutura atual também impacta atendimentos individuais. Quando a psicóloga realiza algum acompanhamento, a sala precisa ser desocupada temporariamente, mesmo sendo o local onde ficam armazenados os materiais utilizados nas oficinas.

Apesar das dificuldades, a instituição segue funcionando graças às doações e ao trabalho voluntário. Hoje, cerca de 550 refeições são servidas mensalmente, entre crianças, adolescentes e famílias atendidas.

Além das atividades infantis, o projeto também promove encontros voltados para pais e mães, incluindo atendimentos com psicóloga. A procura pelo serviço é maior do que a capacidade atual da casa, e já existe fila de espera para novos atendimentos.

Sistema de apadrinhamento busca garantir continuidade do projeto

Como forma de fortalecer a arrecadação e viabilizar a ampliação da estrutura, a instituição lançou um sistema de apadrinhamento aberto para toda a comunidade. A iniciativa permite que pessoas contribuam mensalmente com o projeto por meio de Pix, ajudando diretamente na manutenção das atividades e no atendimento às crianças.

Para participar, é necessário entrar em contato pelo número (48) 98802-1920, realizar um cadastro simples e escolher o valor da contribuição. O valor mínimo é de R$ 30,00, podendo variar conforme a quantidade de crianças apadrinhadas.

De acordo com a gestora, o apoio de padrinhos e madrinhas é fundamental para garantir a sustentabilidade do projeto e permitir melhorias na estrutura e nas atividades oferecidas.

A entidade também estuda lançar uma campanha com vídeo institucional mostrando a realidade atual da casa e o projeto de ampliação. A ideia é criar uma vaquinha online e buscar parcerias com empresas, voluntários e lojas de materiais de construção.

Quem tiver interesse em ajudar pode entrar em contato com a entidade para agendar uma visita, conhecer o espaço e definir a melhor forma de contribuição, seja através de doações, voluntariado ou apadrinhamento.

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Municípios da Amrec debatem fluxo regionalizado para atendimento de idosos

Colegiado de Assistência Social da Amrec se reuniu em Treviso e decidiu formar comissão de trabalho com representantes dos municípios

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Como garantir um atendimento mais qualificado para idosos e pessoas com deficiência na região Carbonífera? Essa foi a questão central da reunião ordinária do Colegiado de Assistência Social da Amrec, realizada em Treviso.

O grupo deliberou pela criação de uma comissão de trabalho com representantes dos municípios e supervisão técnica para elaborar uma proposta de fluxo regionalizado de acolhimento — uma iniciativa que busca integrar a rede de proteção social entre as cidades da região.

A presidente do colegiado e secretária de Assistência Social de Siderópolis, Fernanda Frello Venturini, destacou o alcance da proposta. “Organizar um fluxo regionalizado para acolhimento representa um passo importante para garantir mais segurança e qualidade no atendimento das pessoas que necessitam desse serviço especializado”, afirmou.

O prefeito de Treviso, Luciano Miotelli, que participou da reunião, reforçou o valor da integração entre os municípios. “O trabalho conjunto fortalece o atendimento às famílias e amplia a capacidade da região em encontrar soluções para desafios que são comuns a todos”, disse.

A reunião também tratou da mobilização para o COEGEMAS e a CIB, previstos para junho em Lages, e avaliou os encontros do FNAS e FEAS realizados em Florianópolis.

Durante o encontro, foi realizado ainda o Encontro de Educação Permanente no SUAS, com foco no acompanhamento familiar e no Programa de Atenção Integral à Família (PAIF). Para a secretária de Assistência Social de Treviso, Elaine Salvador Zeferino, a formação continuada é essencial. “A educação permanente fortalece os profissionais e contribui diretamente para melhorar o atendimento prestado à população”, ressaltou.

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