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Abba Pai Church comemora 10 anos com programação especial

Igreja cristã promoverá seis dias de celebração, nesta próxima semana, com cultos e a inauguração dos novos espaços Abba Social e Abba Kids

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Para comemorar uma década de atuação, a igreja Abba Pai Church, situada no bairro Argentina, em Criciúma, prepara uma programação especial para esta semana, com seis dias de atividades, de 26 de novembro a 01 de dezembro. Além de cultos com convidados de renome nacional e internacional, a instituição cristã vai inaugurar os novos espaços Abba Social e Abba Kids.

Entre os preletores convidados estão os pastores Adhemar de Campos, Jucélio de Souza, Judson de Oliveira, Pr. Zezinho, Larry Titus e Hernandes Dias Lopes. Os cultos vão acontecer, diariamente, a partir das 19h30, com entrada aberta e gratuita, além de transmissão ao vivo pelo canal Abba Pai Church, no Youtube.

A inauguração dos novos espaços Social e Kids está marcada para sábado (30/11), às 10 horas. Os ambientes estarão abertos à visitação.

Espaço para 800 crianças

Abba Kidsé um espaço especialmente projetado para o cuidado e aprendizado de crianças, de 2 a 10 anos, durante os cultos. Com uma estrutura de dois mil metros quadrados16 salas temáticas, organizadas por faixa etária, o ambiente combina conforto, segurança de alto nível e comodidade para até 800 crianças.

Destaque para o mini auditório com capacidade para 120 lugares, onde as crianças vivenciam experiências coletivas enriquecedoras. Nas salas, atividades lúdicas e criativas ajudam os pequenos a explorar os ensinamentos da Bíblia, sempre acompanhados por uma equipe capacitada de professores e voluntários treinados, garantindo um ambiente acolhedor e educativo.

Projetos sociais

Abba Social deixa a antiga sede na Avenida Centenário, no bairro Nossa Senhora da Salete, para assumir um papel ainda mais destacado e conectado com a comunidade. Com foco em assistência, desenvolvimento e transformação social, a iniciativa segue comprometida em resgatar a dignidade e a esperança de famílias em situação de vulnerabilidade, ampliando o impacto e promovendo mudanças significativas na vida das pessoas atendidas.

Construído ao lado da igreja, no bairro Argentina, o novo prédio, de três mil metros quadrados de área, passará a sediar a maior parte dos 18 projetos da igreja, com destaque para o Espaço Alegria (recreação infantil), o Mercado Solidário (doação de alimentos, entre outros itens de higiene e limpeza), Irmãos à Obra (reforma de casas), entre outros.

“Nosso desejo é servir com excelência todos que caminham conosco como igreja, além de nos tornarmos uma comunidade cristã significativa para a sociedade. Os espaços Kids e Social são um reflexo desse compromisso. Investimos fortemente em projetos sociais porque acreditamos no acolhimento, na generosidade e no cuidado com o órfão e a viúva, conforme os ensinamentos de Jesus. É um cumprimento do mandamento ‘amai-vos uns aos outros'”, afirma o pastor Telmo Martinello, que lidera a Abba Pai Church ao lado da esposa Viviane.

O Social terá ainda salas para atendimento médico, psicológico, entre outros serviços de saúde prestados por voluntários. Já a parte educacional concentrará cursos profissionalizantes e de capacitação para jovens e adultos, como Idiomas, Informática, Robótica, Elétrica, Marketing Digital, entre outros.

Projetos em desenvolvimento

O espaço na Avenida Centenário seguirá mantido pela igreja para atender o projeto Maná, que oferece assistência a pessoas em situação de rua, o Bazar Abba Pai com a doação de roupas e calçados, além de novos projetos em desenvolvimento, como o Aba Nutri, que produzirá papinhas para crianças desnutridas em regiões vulneráveis do Brasil e da África.

Ao todo, os projetos da igreja já alcançaram 20 mil pessoas ao longo da última década.

A origem da igreja

Com mais de 20 anos de dedicação pastoral, Telmo e Viviane Martinello sentiram, há 10 anos, o chamado de Deus para auxiliar pessoas a desenvolverem a espiritualidade. Foi assim que nasceu a Abba Pai Church. Os primeiros encontros da igreja ocorreram no salão de eventos do Hotel Apolo XVI, no bairro Comerciário.

“A igreja surge do desejo de um pequeno grupo de irmãos, cerca de 17 pessoas. A intenção sempre foi cumprir a vontade de Deus expressando o amor por meio da comunhão, evangelismo e trabalhos sociais”, relembra Telmo.

Com o entendimento de que tudo que é saudável cresce, a Abba Pai Church viu suas atividades alcançarem cada vez mais pessoas em Criciúma e várias partes do Brasil e do mundo. Os cultos presenciais reúnem mais de 10 mil pessoas aos domingos, em três sessões. Já remotamente, outras 12 mil pessoas congregam à distância na comunidade Abba ON, com membros em todos os estados brasileiros e em cinco continentes. O canal no Youtube da igreja soma 827 mil inscritos.

Conferência de Mulheres

A igreja também promove grandes eventos que movimentam a cidade e impulsionam o desenvolvimento econômico, como a Conferência de Mulheres, idealizada pela pastora Viviane Martinello. Neste ano, o evento reuniu mais de 11 mil mulheres de diversas regiões do Brasil e do exterior, que lotaram o Pavilhão de Exposições José Ijair Conti durante três dias de louvor e adoração. A rede hoteleira, as acomodações de curta temporada, os restaurantes e o comércio local sentiram um impacto significativo com o aumento no fluxo de visitantes.

Conheça todos os projetos sociais da Abba Pai Church:

Mercado Solidário

Um espaço acolhedor que simula um mercado convencional, com prateleiras repletas de itens como alimentos, produtos de higiene, limpeza e utilidades. As famílias cadastradas têm o direito de escolher livremente os itens para suprir suas necessidades, reforçando a dignidade e o respeito no processo de assistência.

Bazar

Um ambiente que oferece roupas e calçados cuidadosamente selecionados e preparados. As famílias atendidas são recebidas por voluntários, que garantem um atendimento humanizado, promovendo autoestima e confiança para a comunidade carente.

Espaço Alegria

Área dedicada à recreação infantil, com brinquedos e estrutura projetada para estimular a convivência e a socialização. Além disso, mensalmente, uma criança cadastrada recebe uma festa de aniversário temática, com direito a decoração, buffet completo, convites personalizados, fotógrafo e bolo.

Maná

Voltado para a população em situação de rua, oferece um contêiner equipado para banho quente, serviços de barbearia e um jantar completo no restaurante social, promovendo dignidade, respeito e autoestima.

Gileade

Serviço de acolhimento e atendimento psicológico, focado em apoiar pessoas em sofrimento emocional, fortalecendo a saúde mental e auxiliando na reintegração social e familiar.

Barnabé

Projeto de reabilitação para pessoas em processo de superação do uso abusivo de drogas. Inclui reuniões com momentos de autoconhecimento, intervenções psicológicas e palestras com convidados especiais.

Irmãos à Obra

Equipe dedicada a reformas de casas em situações de extrema precariedade, beneficiando famílias que recebem acompanhamento próximo da Abba Social.

Work

Evento periódico que promove a empregabilidade, conectando pessoas a empresas por meio de treinamentos, workshops e capacitações.

Cursos Profissionalizantes

Oferecidos por profissionais qualificados, os cursos capacitam a comunidade em diversas áreas, proporcionando oportunidades de geração de renda e autonomia.

Atendimento Ambulatorial

Ações voltadas para a promoção, prevenção e recuperação da saúde, realizadas por uma equipe multidisciplinar, com foco em atender pessoas em situação de vulnerabilidade.

Serviços gratuitos à Comunidade:

  • Orientação Jurídica;
  • Orientação Psicológica;
  • Atendimento Médico (Otorrino);
  • Atendimento Nutricional;
  • Atendimento em Optometria;
  • Atendimento em Podologia;
  • Atendimento em Fisioterapia (Osteopatia).
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Unesc lança programa de proteção a mulheres em situação de violência doméstica

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A manhã desta segunda-feira (25/5) marcou um passo histórico da Unesc, com o lançamento oficial do programa “Unesc Com Elas”, iniciativa institucional criada para acolher, orientar e proteger mulheres da comunidade acadêmica em situação de violência doméstica e familiar. O evento foi realizado no Centro de Inovação Criciúma (CRIO) e reuniu representantes da Universidade, órgãos de segurança pública, Ministério Público, Judiciário, lideranças estudantis e integrantes da rede de proteção e assistência social às mulheres.

Estruturado de forma interdisciplinar e intersetorial, o programa integra diferentes serviços já existentes na Instituição para oferecer atendimento psicológico, social, jurídico e médico gratuito às mulheres em situação de violência. Entre os setores envolvidos estão o Programa Acolher, as Clínicas Integradas, a Clínica de Direitos Humanos, as Casas da Cidadania e o SOS.

Além de um serviço de atendimento, o projeto surge como uma política institucional permanente de enfrentamento à violência de gênero, baseada em três pilares: prevenir, acolher e agir.

A iniciativa nasce em meio a um cenário alarmante. Dados do Atlas da Violência 2025 apontam que mais de 47 mil mulheres foram assassinadas no Brasil entre 2013 e 2023, em média 13 mortes por dia. Em Santa Catarina, mais de 600 mulheres procuram semanalmente o Poder Judiciário em busca de medidas protetivas de urgência. Apenas entre janeiro e julho de 2025, foram concedidas 18.387 medidas protetivas no estado, média de 87 por dia.

O Mapa do Feminicídio de Santa Catarina também revela que cerca de 66% das mortes violentas de mulheres ocorreram em contexto de feminicídio; a maioria dos casos acontece dentro da residência da vítima e, frequentemente, o agressor é parceiro ou ex-parceiro. Em muitos episódios, há filhos em comum, ampliando os impactos da violência para crianças e adolescentes.

Rede integrada de acolhimento

O programa funcionará por meio de um sistema integrado de acolhimento com múltiplas portas de entrada. O principal espaço de atendimento será junto ao Programa Acolher, nas Clínicas Integradas da Unesc, com atuação multiprofissional de psicóloga, assistente social e advogada.

Também atuarão como portas complementares de acesso a Clínica de Direitos Humanos, o SOS e outros serviços institucionais. Todos os espaços serão identificados com selo visível de acolhimento, garantindo atendimento sigiloso, humanizado e seguro. Além do suporte imediato, o programa contará com avaliação técnica de risco, acompanhamento contínuo das mulheres atendidas e encaminhamento articulado com a rede externa de proteção, incluindo Delegacia da Mulher, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Defensoria Pública e demais serviços municipais e estaduais.

Educação e prevenção permanentes

Além do atendimento direto, o “Unesc Com Elas” terá forte atuação preventiva e educativa. O programa prevê campanhas permanentes, oficinas, rodas de conversa, grupos reflexivos para mulheres e homens, capacitação de servidores e ações de conscientização sobre violência de gênero.

A reitora licenciada e secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta, mencionou que o programa começou a ser pensado há mais de um ano, quando os dados sobre a violência contra a mulher adentravam as portas da sociedade de um modo absolutamente agressivo. Infelizmente, um ano depois, esses indicadores não retrocederam. Eles se ampliaram.

“Quando trazemos um programa como este, com um time especializado para escuta, acolhimento e construção conjunta de ações com entidades que já atuam nessa pauta, conseguimos produzir um impacto muito maior na sociedade. É uma forma de dizer às mulheres: Vocês não estão sozinhas. A Universidade está junto”, ratificou ela.

Segundo Luciane, os dados do Sul catarinense reforçam a urgência da iniciativa. “Muitas dessas tentativas terão um desfecho fatal se esse ciclo de violência não for rompido. Precisamos olhar para isso com responsabilidade”, alertou.

A reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes, destacou que a Universidade reconhece seu papel social diante da realidade enfrentada diariamente por milhares de mulheres e reforçou que o programa foi estruturado para oferecer acolhimento seguro, humanizado e acessível.

“A Universidade reflete a sociedade. Hoje temos mais de 21 mil pessoas na comunidade acadêmica e cerca de 60% desse público é formado por mulheres. Precisamos oferecer espaços seguros de acolhimento, assistência e orientação para quem enfrenta situações de violência”, ressaltou.

Segundo Gisele, a Unesc reúne em seu ambiente acadêmico um retrato da macrorregião Sul catarinense e também de diferentes regiões do país, tanto entre os quase 20 mil estudantes quanto entre os mais de 1,7 mil colaboradores da Instituição. 

Para ela, essa realidade reforça a necessidade de a Universidade assumir papel fundamental no cuidado, na prevenção e no enfrentamento à violência contra as mulheres. “Na medida em que a Universidade identifica essas situações, também consegue conectar essa mulher à rede externa de proteção, ampliando o cuidado e garantindo acompanhamento contínuo”, completou.

Programa construído coletivamente

A presidente do programa, Mônica Ovinski, explicou que a proposta foi construída coletivamente por professoras, pesquisadoras e profissionais de diferentes áreas da Universidade. “O programa nasce como uma iniciativa multidisciplinar e intersetorial. Ele surge diante de uma realidade preocupante, em que mulheres seguem sendo vítimas de violência diariamente. A proposta não é apenas encaminhar essa mulher para outro serviço, mas acompanhá-la ao longo do processo, até que ela esteja efetivamente segura”, sublinhou.

Já o coordenador do programa, Zolnei Vargas, reforçou que o diferencial está justamente na integração entre acolhimento, assistência e prevenção. “Essa mulher precisa saber que não está sozinha e que encontrará aqui um espaço sensível, sigiloso e preparado para compreender sua realidade. A violência é uma questão estrutural e exige transformação cultural. Por isso, trabalharemos também na formação da comunidade acadêmica e no fortalecimento das redes de prevenção”, afirmou.

Mobilização coletiva

Autoridades presentes reforçaram a importância da união entre instituições no enfrentamento à violência doméstica. A delegada da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Criciúma, Ana Elisa Vargas de Souza, destacou que os casos de violência contra mulheres seguem sendo registrados diariamente.

“São direitos violados todos os dias, muitas vezes por aqueles que deveriam proteger e cuidar. Infelizmente, essa realidade ainda acaba sendo naturalizada, e nós não podemos permitir que isso aconteça. Muitas mulheres ainda sentem medo de denunciar e enfrentam inseguranças emocionais. Por isso, iniciativas como o Programa Unesc Com Elas são tão importantes”, afirmou.

O juiz substituto do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Gabriel Victor Rodrigues Pinto, ressaltou o papel transformador da Universidade. “A violência contra a mulher é um problema coletivo e exige o envolvimento de toda a comunidade. Talvez a Universidade seja um dos espaços mais plurais que temos, justamente porque é aqui que as ideias circulam livremente e onde grandes transformações sociais podem nascer”, disse.

A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Criciúma, Janaína Alfredo da Rosa, abordou sobre o silêncio que acompanha muitas situações de violência. “O lançamento do Programa Unesc Com Elas é um pacto com a vida, com a dignidade e com a proteção das mulheres. A Universidade cria pontes de confiança, cria espaços seguros e acolhedores, onde a mulher pode chegar sem se sentir julgada ou exposta”, enfatizou.

O promotor da 12ª Promotoria de Justiça da Comarca de Criciúma, Samuel Dal Farra Naspolini, reforçou a importância do trabalho em rede. “O nosso compromisso ético precisa ser o de permanecer ao lado dessas mulheres, oferecendo apoio, escuta e acompanhamento enquanto elas necessitarem. A comunidade precisa dessa rede fortalecida para enfrentar a escalada da violência que vivemos hoje”, destacou.

Representando os estudantes, a presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Camila Jacoby, também declarou apoio à iniciativa. “Muito me conforta ver que a Universidade tomou a frente dessa demanda e assumiu seu papel enquanto Universidade comunitária. Acredito muito no potencial do programa e o DCE está à disposição”, afirmou.

Representando as forças de segurança, o tenente-coronel Mário Luiz Silva, do 9º Batalhão da Polícia Militar destacou que a violência doméstica envolve dinâmicas complexas,especialmente por acontecer, na maioria das vezes, dentro de relações afetivas e familiares. Segundo ele, muitas mulheres ainda têm dificuldade de reconhecer que estão inseridas em um ciclo de violência.”Talvez o maior desafio seja justamente a informação. Muitas vítimas sentem vergonha de buscar ajuda ou sequer percebem que vivem uma situação de violência. Por isso, iniciativas como o Unesc Com Elas são tão importantes, porque criam espaços seguros, acolhedores e preparados para orientar essas mulheres e ajudá-las a romper esse ciclo”, enfatizou.

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INSS começa a pagar segunda parcela do 13º de aposentados

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Começa nesta segunda-feira (25) o pagamento da segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS. Ao todo, mais de 35 milhões de benefícios serão pagos antecipadamente. A primeira parcela foi liberada no mês passado.

Para os que recebem o benefício com valor maior que R$ 1.621, os pagamentos começam em 1º de junho.

As datas dos pagamentos do 13º variam conforme o dígito final do cartão de benefício do INSS. Começando pelo final 1.

Têm direito ao pagamento antecipado, segurados que recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade.

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SC registra 50 mortes por gripe em 2026 e campanha de vacinação encerra no domingo

Apenas um município catarinense atingiu a meta; crianças são o grupo com menor adesão — menos de 25% vacinadas

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O tempo está acabando — e os números preocupam. A campanha de vacinação contra a gripe em Santa Catarina encerra no próximo domingo (31), mas menos de 40% da população prioritária foi imunizada. Em 2026, o estado já registrou 600 hospitalizações, 125 internações em UTI e 50 mortes por influenza.

De todos os 295 municípios catarinenses, apenas São Miguel da Boa Vista, no Extremo Oeste, ultrapassou a meta de 93% de cobertura. No outro extremo, 137 cidades registraram índice inferior a 40%.

O grupo mais vulnerável também é o menos vacinado: entre as crianças de 6 meses a 6 anos, a cobertura não chega a 25%. Entre os idosos, o índice passa de 41% — ainda distante da meta.

“Temos observado aumento dos casos de influenza no estado, além de hospitalizações e óbitos de crianças e idosos. A vacina é fundamental para reduzir os casos graves”, alertou João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).

Uma nova remessa de 328 mil doses chega ainda esta semana e será distribuída às regiões de saúde — o que deve levar SC a ultrapassar 2 milhões de vacinas recebidas na campanha. Apesar do cenário interno, o estado está acima da média nacional, atualmente em 35%.

A vacina é gratuita e está disponível nas unidades de saúde de todo o estado. O público-alvo inclui idosos, gestantes, crianças, pessoas com comorbidades e outros grupos vulneráveis.

“Reforçamos o pedido para que os municípios façam a busca ativa do público prioritário. Mesmo com o encerramento da campanha, é fundamental que a população continue procurando a vacina”, afirmou o secretário de Saúde, Diogo Demarchi.

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