Geral
Apenas o diploma garante emprego? Saiba o que as empresas procuram nos profissionais
Estágios, projetos e desenvolvimento de habilidades ampliam a chance de inserção no mercado de trabalho
Concluir um curso superior é uma das etapas mais importantes na trajetória profissional, mas será que, apenas, o diploma garante uma vaga no mercado de trabalho? A preparação para a carreira começa antes mesmo da formatura. Foi assim que o engenheiro de software, Kauã Librelato da Costa, deu os primeiros passos profissionais ainda durante a graduação na UniSATC.
“Acredito que um dos pontos importantes do curso foi justamente a possibilidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a formação. Os projetos e as atividades ajudaram a desenvolver habilidades que são importantes no dia a dia da profissão, além de preparar a gente para os desafios do mercado. A faculdade me proporcionou uma base importante para começar, e essa base continua sendo útil conforme ganho experiência e assumo novos desafios profissionais”, comenta Kauã.
O profissional se formou no curso de Engenharia de Software da UniSATC no último ano já com experiência de mercado e atuando em uma empresa da região. Atualmente, é desenvolvedor de software pleno na empresa PicPay.
“A faculdade é um ambiente onde temos espaço para testar, errar e aprender com os erros para desenvolver confiança antes de enfrentar os desafios do mercado de trabalho. Tudo isso contribuiu bastante pra minha trajetória e para chegar aonde estou hoje, atuando como desenvolvedor pleno. Acho que o diploma é importante, mas sozinho não garante emprego. É preciso continuar estudando, praticar e estar disposto a aprender coisas novas. A faculdade dá uma excelente base, mas a experiência e a capacidade de resolver problemas no dia a dia também contam muito”, afirma Kauã.
Para a gerente de recrutamento da Thomson Reuters, Kesia Nascimento, o diploma de um curso superior é muito importante na hora da seleção, mas outros requisitos técnicos e comportamentais são grandes diferenciais para o candidato.
“Nós buscamos hoje no mercado para um novo profissional, além do conhecimento adquirido durante a formação acadêmica, a disponibilidade e a disposição de continuar a aprender depois da faculdade. Aquele desejo de aprender com o sênior do time, com alguém do mercado”, ressalta. “Diploma é importante, mas existem hard skills e soft skills que fazem a diferença”, completa.
Experiência prática e profissional
Na busca de formar profissionais preparados para o mercado de trabalho, a UniSATC tem como base dos cursos que oferta aliar a experiência prática com a acadêmica. Além de incentivar a busca por estágio ao longo do curso. “A experiência é o que vai separar realmente o profissional mediano, do bom profissional porque são as práticas de gestão de pessoas e de gerenciamento de projetos que realmente o mercado observa para contratação de um profissional ou também em uma visão empreendedora”, comenta o professor do curso de Engenharia de Software da UniSATC, Hyan Dias Tavares.
Neste sentido são desenvolvidas diversas atividades ao longo do curso. “Realizamos projetos integradores e projetos de extensão que aproximam o aluno do mercado de trabalho. É o que realmente coloca esses desafios na frente do acadêmico para que ele consiga desenvolver a comunicação e, também, as habilidades de gestão”, completa.
O docente também destaca que as mudanças no mercado de trabalho, impulsionadas pelo avanço da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas, ampliam a importância das habilidades comportamentais. “O conhecimento em soft skills, aliado com um conhecimento técnico, também é um dos principais diferenciais que o acadêmico tem que encontrar”, explica.
Matrículas abertas
As matrículas para UniSATC estão abertas com cursos superiores nas áreas de Engenharias, Tecnologia, Comunicação, Gestão, Educação e Saúde. Os interessados podem obter mais informações pelo site (https://unisatc.com.br/) ou pelo contato comercial (48) 3431-7585.
Geral
Urussanga abre oficinas para revisar o Plano Diretor com a participação da população
Quatro encontros em novembro, organizados com a Unesc, vão reunir sugestões dos moradores sobre o desenvolvimento urbano do município
A prefeitura de Urussanga, em parceria com a Unesc, vai ouvir a população na revisão do Plano Diretor. Serão quatro oficinas de planejamento, nos dias 16, 18, 23 e 25 de novembro, sempre às 19h.
Os encontros serão divididos por regiões do município, para que cada comunidade apresente demandas, aponte problemas e sugira melhorias. Estão na pauta meio ambiente, saneamento, economia, área rural, turismo, mobilidade, habitação, segurança e uso e ocupação do solo.
O secretário de Desenvolvimento, Leonardo Felippe, destacou a importância da participação dos moradores. “Ouvir a comunidade é fundamental para identificar as prioridades dos bairros e construir propostas que contribuam para o desenvolvimento de Urussanga. Essas oficinas vão ser uma oportunidade para a comunidade participar do processo e ajudar a pensar o futuro do município”, afirmou.
As sugestões serão registradas pela equipe técnica e servirão de base para as próximas etapas da revisão do Plano Diretor Participativo.
Geral
Samu Aeromédico faz transfusão de sangue em vítima de acidente de moto em Rio Fortuna
Homem de 66 anos com traumatismo craniano e perda grave de sangue recebeu reposição ainda no local; programa já atendeu três pacientes na região
A equipe do Samu Aeromédico realizou, no domingo (25), uma transfusão de sangue em um homem de 66 anos, vítima de acidente de moto em Rio Fortuna, no Sul catarinense. O procedimento foi feito ainda durante o atendimento pré-hospitalar.
O paciente tinha traumatismo craniano e havia perdido muito sangue. Depois dos primeiros cuidados e da reposição, foi levado a um hospital de referência em Tubarão.
O médico de voo Dr. João Eugênio Henrique Heidemann e Silva afirmou que a transfusão foi decisiva. “O uso do sangue total foi imprescindível neste caso para que o paciente fosse entregue com vida à unidade hospitalar”, disse.
O atendimento faz parte do Programa Sangue Total, que o Governo do Estado implantou em setembro na base do Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil, em Criciúma, com apoio do Hemosc. Desde então, três pacientes foram atendidos na região.
A proposta é manter sangue total à disposição da equipe para uso imediato em casos de hemorragia grave, no local da ocorrência ou durante o voo, reduzindo o risco de choque hemorrágico. As aeronaves têm estrutura semelhante à de uma UTI, com médicos e medicamentos.
O secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, afirmou que Santa Catarina é pioneira no país nesse tipo de procedimento feito pelo serviço aeromédico. “O Governo do Estado está em franca expansão do programa que já está em cinco regiões. A maior parte dos atendimentos envolve situações de trauma, especialmente acidentes automobilísticos”, destacou.
Iniciado em Florianópolis, o programa soma 245 bolsas usadas em 202 pacientes em todo o estado. O Hemosc e o serviço avançado do Samu são ligados à Secretaria de Estado da Saúde (SES) e administrados pela Fahece.
Geral
GreenMetric coloca Unesc entre as três universidades catarinenses em destaque nos ODS
Universidade obteve pontuação máxima em frentes de acessibilidade, saúde e liderança feminina
A Unesc consolida, mais uma vez, sua atuação em sustentabilidade e responsabilidade socioambiental na edição 2026 do UI GreenMetric World University Ranking. O levantamento, criado pela Universidade da Indonésia, avaliou 2.016 universidades de 110 países, consagrando-se como uma das principais referências globais em gestão ambiental, infraestrutura verde e eficiência energética.
“Os resultados do UI GreenMetric provam que a Unesc vivencia a sustentabilidade na prática. Conseguimos avançar na gestão com equidade, na otimização de recursos naturais e no incentivo a energias limpas, sempre garantindo que nossos estudantes liderem essa transformação socioambiental necessária”, salientou a reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes.
O mapeamento funciona como um instrumento estratégico para que a academia alinhe suas práticas institucionais aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). O desempenho da Universidade foi impulsionado pelo aproveitamento máximo de 100% de pontuação em 15 subindicadores específicos distribuídos pelas sete categorias avaliadas pelo ranking internacional.
No cenário nacional, a Instituição posicionou-se no 52º lugar geral entre as 65 participantes brasileiras, figurando no top 10 entre as comunitárias do país e como uma das três únicas representantes de Santa Catarina.
“Este é mais um excelente resultado que coloca a Unesc no patamar em que ela merece estar. É um reconhecimento de um trabalho feito com afinco e dedicação, com foco que vai muito além dos muros da Universidade”, destaca a reitora licenciada e secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta.
Líder em Educação e Pesquisa
Entre as instituições não estatais brasileiras, a Unesc se sobressaiu em diversas frentes avaliadas pelo ranking. Em Educação e Pesquisa, eixo que mede a integração da sustentabilidade às atividades acadêmicas, a Universidade é líder. Neste contexto, ganharam destaque as iniciativas lideradas por centros acadêmicos, os serviços comunitários socioambientais com engajamento direto dos alunos e a programação cultural ativa no campus.
Já em Governança e Digitalização, que analisa a transparência e a gestão dos recursos voltados à causa ecológica, a Universidade conquistou o segundo lugar, obtendo destaque pela destinação de parte do orçamento a projetos ambientais, pela manutenção de um site exclusivo de prestação de contas e pela nota máxima em equidade de gênero, reflexo da presença de mulheres em cargos de alta liderança.
A infraestrutura, que retrata as condições físicas e os espaços de convivência da Instituição, também pesou a favor de mais uma segunda colocação, com instalações adaptadas à acessibilidade de pessoas com deficiência, às necessidades especiais e aos cuidados relacionados à maternidade, e uma estrutura de saúde voltada ao bem-estar de estudantes, professores e técnicos.
No transporte, frente que avalia a mobilidade sustentável e a redução das emissões de gases de efeito estufa, chamaram atenção a disponibilidade de veículos de emissão zero no campus, as iniciativas para reduzir o uso de veículos particulares no ambiente universitário e a qualidade das calçadas e vias reservadas aos pedestres. Neste em todos os demais quesitos mais uma vez a Universidade ficou na vice-liderança.
Quanto aos recursos naturais, o critério Água, que acompanha a gestão hídrica e a proteção dos ecossistemas locais, reconheceu a preservação de solos permeáveis, com ampla área do campus dedicada à absorção natural da chuva, o que favorece a drenagem urbana e o equilíbrio ambiental da região.
Em Energia e Mudanças Climáticas, categoria centrada na eficiência e na redução da pegada de carbono, sobressaíram a proporção entre a geração própria de fontes limpas e o consumo total da Instituição, além dos programas de Extensão e pesquisa voltados ao enfrentamento da crise climática.
Fechando o conjunto, o eixo Desperdício, que examina o tratamento e a destinação correta dos resíduos, valorizou o programa dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, responsável por padronizar a triagem de materiais e impulsionar a economia circular de plásticos e papel em todas as dependências da Universidade.
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