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GreenMetric coloca Unesc entre as três universidades catarinenses em destaque nos ODS

Universidade obteve pontuação máxima em frentes de acessibilidade, saúde e liderança feminina

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A Unesc consolida, mais uma vez, sua atuação em sustentabilidade e responsabilidade socioambiental na edição 2026 do UI GreenMetric World University Ranking. O levantamento, criado pela Universidade da Indonésia, avaliou 2.016 universidades de 110 países, consagrando-se como uma das principais referências globais em gestão ambiental, infraestrutura verde e eficiência energética.


“Os resultados do UI GreenMetric provam que a Unesc vivencia a sustentabilidade na prática. Conseguimos avançar na gestão com equidade, na otimização de recursos naturais e no incentivo a energias limpas, sempre garantindo que nossos estudantes liderem essa transformação socioambiental necessária”, salientou a reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes.


O mapeamento funciona como um instrumento estratégico para que a academia alinhe suas práticas institucionais aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). O desempenho da Universidade foi impulsionado pelo aproveitamento máximo de 100% de pontuação em 15 subindicadores específicos distribuídos pelas sete categorias avaliadas pelo ranking internacional.


No cenário nacional, a Instituição posicionou-se no 52º lugar geral entre as 65 participantes brasileiras, figurando no top 10 entre as comunitárias do país e como uma das três únicas representantes de Santa Catarina. 


“Este é mais um excelente resultado que coloca a Unesc no patamar em que ela merece estar. É um reconhecimento de um trabalho feito com afinco e dedicação, com foco que vai muito além dos muros da Universidade”, destaca a reitora licenciada e secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta.

Líder em Educação e Pesquisa

Entre as instituições não estatais brasileiras, a Unesc se sobressaiu em diversas frentes avaliadas pelo ranking. Em Educação e Pesquisa, eixo que mede a integração da sustentabilidade às atividades acadêmicas, a Universidade é líder. Neste contexto, ganharam destaque as iniciativas lideradas por centros acadêmicos, os serviços comunitários socioambientais com engajamento direto dos alunos e a programação cultural ativa no campus. 


Já em Governança e Digitalização, que analisa a transparência e a gestão dos recursos voltados à causa ecológica, a Universidade conquistou o segundo lugar, obtendo destaque pela destinação de parte do orçamento a projetos ambientais, pela manutenção de um site exclusivo de prestação de contas e pela nota máxima em equidade de gênero, reflexo da presença de mulheres em cargos de alta liderança.


A infraestrutura, que retrata as condições físicas e os espaços de convivência da Instituição, também pesou a favor de mais uma segunda colocação, com instalações adaptadas à acessibilidade de pessoas com deficiência, às necessidades especiais e aos cuidados relacionados à maternidade, e uma estrutura de saúde voltada ao bem-estar de estudantes, professores e técnicos.


No transporte, frente que avalia a mobilidade sustentável e a redução das emissões de gases de efeito estufa, chamaram atenção a disponibilidade de veículos de emissão zero no campus, as iniciativas para reduzir o uso de veículos particulares no ambiente universitário e a qualidade das calçadas e vias reservadas aos pedestres. Neste em todos os demais quesitos mais uma vez a Universidade ficou na vice-liderança.


Quanto aos recursos naturais, o critério Água, que acompanha a gestão hídrica e a proteção dos ecossistemas locais, reconheceu a preservação de solos permeáveis, com ampla área do campus dedicada à absorção natural da chuva, o que favorece a drenagem urbana e o equilíbrio ambiental da região. 


Em Energia e Mudanças Climáticas, categoria centrada na eficiência e na redução da pegada de carbono, sobressaíram a proporção entre a geração própria de fontes limpas e o consumo total da Instituição, além dos programas de Extensão e pesquisa voltados ao enfrentamento da crise climática.


Fechando o conjunto, o eixo Desperdício, que examina o tratamento e a destinação correta dos resíduos, valorizou o programa dos 3Rs  – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, responsável por padronizar a triagem de materiais e impulsionar a economia circular de plásticos e papel em todas as dependências da Universidade.

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Criciúma passa a contar com ponto de apoio para motorhomes no Parque das Nações

Novo espaço visa atrair e melhor acolher os visitantes e turistas na Capital Catarinense dos Parques Urbanos

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Reconhecida como a Capital Catarinense dos Parques Urbanos, Criciúma passa a contar com um ponto de apoio para motorhomes no Parque das Nações, no bairro Próspera. Idealizado pela Prefeitura, em conjunto com as diretorias de Turismo e de Parques e Praças, o novo espaço foi implantado próximo à entrada do parque pela Rua da Gente e já está disponível para visitantes e turistas.

O local comporta até três veículos simultaneamente, com orientações de uso e permanência voltadas à boa convivência. De acordo com o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, a iniciativa representa mais um passo para fortalecer o turismo local e ampliar a estrutura de acolhimento às famílias e visitantes.

“Queremos que a cidade esteja cada vez mais preparada para receber quem passa por aqui. O espaço oferece mais tranquilidade para as famílias que viajam de motorhome e contribui para que elas tenham uma experiência positiva na cidade, conheçam nossas opções de entretenimento e tenham vontade de voltar. É uma iniciativa que une turismo, lazer e desenvolvimento”, destaca.

O ponto de apoio conta com três vagas exclusivas para motorhomes, com tempo de permanência de até 48 horas cada, entre outras orientações. A iniciativa amplia as opções de acolhimento aos turistas e reforça o potencial dos parques urbanos como espaços de convivência e valorização de Criciúma.

Confira as orientações de uso para os pontos de apoio para motorhomes:

• Identificação obrigatória ao chegar no parque;

• Tempo de permanência de até 48 horas;

• Não é permitido o uso de aparelhos de som nas áreas externas;

• Pets são bem-vindos;

• Não é permitida a instalação de varais nas áreas externas;

• Após utilizar o ponto de descarte de resíduos, deixar o local limpo;

• Manter as extensões e mangueiras recolhidas quando fora de uso.

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Trecho da rodovia Luiz Rosso será interditado para obras de sábado a segunda, em Criciúma

Bloqueio no bairro Recanto Verde é necessário em função das obras de implantação da avenida Antônio Scotti

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O trânsito na rodovia Luiz Rosso, no bairro Recanto Verde, em Criciúma, terá alterações a partir deste sábado (31), em função das obras de implantação da avenida Antônio Scotti. O trecho entre a rótula da rodovia com a rua Aristides Amboni, em frente a empresa Bebidas Nuernberg (apenas referência), será interditado até segunda-feira (02/11). Para garantir a segurança dos trabalhadores e dos motoristas, o tráfego será desviado por rotas alternativas.

Durante o período, serão realizados serviços de terraplanagem e pavimentação asfáltica no trecho que integra as obras de ligação entre a rodovia Luiz Rosso e a avenida Antônio Scotti. “A implantação da avenida Antônio Scotti é uma obra importante para melhorar a mobilidade urbana de Criciúma. Estamos avançando com os trabalhos para ampliar as alternativas de deslocamento e contribuir para um trânsito mais fluido e seguro”, ressalta o prefeito Vagner Espindola.

Quem trafega do bairro Quarta Linha em direção ao Centro deverá acessar a rodovia Antônio Darós e seguir pela rua Docelira Claudina Evaristo até a rua Aristides Amboni. Na sequência, será necessário acessar a rua Miguel Patrício de Souza e seguir até a Linha Três Ribeirões, mais à frente, para retornar à rodovia Luiz Rosso. No sentido Centro/Quarta Linha, os motoristas deverão utilizar o mesmo trajeto no sentido inverso.

Segundo o superintendente de Trânsito de Criciúma, Edno Dutra, a orientação é que os condutores redobrem a atenção à sinalização provisória instalada no local. “A recomendação é que, sempre que possível, os motoristas programem seus deslocamentos com antecedência para evitar transtornos durante a execução dos trabalhos”, destaca.

Avenida Antônio Scotti

Em implantação no bairro Recanto Verde, a avenida Antônio Scotti fará a ligação entre as rodovias Luiz Rosso e Governador Jorge Lacerda. Com extensão prevista de 3,5 quilômetros, a via contará com quatro faixas para o tráfego de veículos, ciclovia e rótulas. A obra tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana, ampliar as conexões viárias e contribuir para a redução da sobrecarga no trânsito da região.

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Como preparar crianças para profissões que ainda não existem?

Colégio SATC integra tecnologia, cultura maker e desenvolvimento de habilidades para estimular criatividade e pensamento crítico dos estudantes

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As transformações tecnológicas estão modificando a maneira como as pessoas trabalham, aprendem e se relacionam. Com a expansão da inteligência artificial (IA), novas funções profissionais surgem, enquanto outras passam por mudanças. Nesse cenário, preparar crianças e jovens para o futuro exige mais do que apresentar ferramentas digitais. É necessário desenvolver a capacidade de interpretar informações, resolver problemas, trabalhar em equipe e adaptar conhecimentos a diferentes situações. No Colégio SATC, essa preparação faz parte das experiências de aprendizagem, que aproximam os estudantes da tecnologia e incentivam o protagonismo desde os primeiros anos escolares.

Por meio da disciplina de Tecnologias Aplicadas, os alunos exploram ferramentas, desenvolvem projetos e transformam ideias em soluções concretas, relacionando o conhecimento teórico à prática. “Mesmo no auge da tecnologia, habilidades como criatividade, comunicação, colaboração, empatia e pensamento crítico continuam sendo diferenciais. O futuro envolverá profissionais que conseguem conectar conhecimento, pessoas, ferramentas e propósitos”, destaca a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.

Tecnologia como ferramenta de aprendizagem

A evolução dos recursos tecnológicos também transforma as competências necessárias para atuar no mercado de trabalho. O coordenador do curso de Inteligência Artificial da UniSATC, Anderson Farias, explica que essa transformação ocorreu em diferentes etapas. No final dos anos 80 e início dos anos 90, a popularização dos computadores pessoais ampliou a automatização de processos nas empresas. Posteriormente, a internet permitiu acessar sistemas de diferentes locais, enquanto as ferramentas de Business Intelligence (BI) facilitaram a análise de dados para apoiar decisões.

A partir de 2023, com a propagação de ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, a interação entre pessoas e sistemas passou a incorporar novas possibilidades. “Vamos ter uma mudança significativa na forma de comunicação entre o usuário e os sistemas das empresas. A interação não será mais apenas por telas, cliques, botões e formulários. Teremos uma comunicação muito mais natural, semelhante à que já utilizamos com ferramentas de inteligência artificial”, explica Farias.

Essa mudança também amplia as possibilidades de atuação dos profissionais de tecnologia, que deverão desenvolver agentes inteligentes, treinar modelos e criar soluções para diferentes áreas. Nesse contexto, conhecimentos de matemática, estatística, assim como a capacidade de interpretar textos, elaborar enunciados e analisar informações, ganham relevância.

Nesse cenário, a formação escolar tem um papel importante no processo. “Precisamos fortalecer a base matemática, probabilidade, além de desenvolver habilidades de interpretação textual, síntese e análise. São competências que ajudam o estudante a compreender problemas e a utilizar a tecnologia de maneira mais consistente”, afirma o coordenador.

Cultura maker estimula autonomia e criatividade

No Colégio SATC, a preparação para esse cenário ocorre por meio de atividades que colocam o estudante no centro do processo de aprendizagem. Na cultura maker, crianças e jovens exploram recursos, testam possibilidades, identificam dificuldades e aprimoram suas criações. O erro, também faz parte desse percurso, pois permite avaliar resultados e buscar novas soluções.

As experiências desenvolvidas na disciplina de Tecnologias Aplicadas incluem a criação de protótipos com impressão 3D e máquina de corte a laser, transformando projetos artísticos em objetos concretos. “Os nossos alunos também desenvolvem robôs com sensores e sistemas de automação, relacionando conhecimentos tecnológicos à segurança da internet”, ressalta a coordenadora da disciplina de Tecnologias Aplicadas do Colégio SATC, Andréia Scarduelli.

Outra atividade envolve a criação de jogos autorais no Scratch, conectados a circuitos físicos. “Nesse processo, as crianças exploram lógica, arte e design enquanto aprendem a organizar ideias, construir sequências de comandos e observar como suas escolhas produzem resultados. Essas práticas aproximam conceitos de diferentes áreas e incentivam os alunos a assumir uma postura ativa diante dos desafios”, conta Andréia.

Ao planejar e executar um projeto, crianças e jovens precisam tomar decisões, testar hipóteses, colaborar com os colegas e rever estratégias quando os resultados não correspondem ao esperado. “Na cultura maker, aprender é experimentar, investigar, errar, ajustar e tentar novamente. Quando o estudante transforma uma ideia em um projeto concreto, desenvolve autonomia, resiliência e confiança para criar. Essas experiências também ajudam a compreender que o conhecimento pode ser aplicado para resolver problemas reais”, salienta Izes.

Formação que vai além do domínio tecnológico

Embora a inteligência artificial amplie as possibilidades de automatização e análise, a preparação para o futuro não depende apenas do contato com ferramentas digitais. A capacidade de questionar informações, argumentar, comunicar ideias e compreender diferentes perspectivas também contribui para que os estudantes utilizem a tecnologia de forma crítica e responsável.

Na avaliação de Izes, o desenvolvimento dessas competências precisa acompanhar o aprendizado. “A tecnologia oferece ferramentas, mas são as pessoas que precisam compreender os desafios, identificar possibilidades e encontrar caminhos para solucioná-los. Por isso, precisamos proporcionar experiências que estimulem tanto o conhecimento quanto a capacidade de pensar, criar e colaborar”, afirma.

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