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Economia

Caixa começa a pagar amanhã terceira parcela do auxílio emergencial

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Criciúma

A Caixa Econômica Federal começa a depositar amanhã (27) novas parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para famílias chefiadas por mulheres) na poupança digital, referentes a três lotes de beneficiários do auxílio emergencial que não fazem parte do Bolsa Família. Mais de 40 milhões de pessoas receberão os créditos até o próximo sábado (4), de acordo com o mês de nascimento.

O calendário foi publicado ontem (25) em edição extra do Diário Oficial da União e detalhado hoje (26) pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em entrevista virtual. Como os pagamentos são digitais, o banco não abrirá as agências.

Beneficiários do lote 1, que receberam a primeira parcela até o dia 30 de abril, receberão neste sábado o crédito da terceira parcela. Serão mais de R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas. Também será feito o pagamento da segunda parcela para 8,7 milhões de beneficiários do lote 2, aqueles que receberam a primeira parcela entre 16 e 29 de maio, que receberão um montante de R$ 5,5 bilhões. A partir de amanhã, a Caixa também creditará a primeira parcela para 1,1 milhão de beneficiários do lote 4, que receberão cerca de R$ 700 milhões.

Todos os beneficiários vão receber o dinheiro em uma conta digital, mesmo aqueles que indicaram conta de outro banco no cadastro. O presidente da Caixa destacou que a prioridade do banco é manter o atendimento digital, de forma a evitar aglomerações de pessoas nos pontos de atendimento, seguindo os protocolos de prevenção do período de pandemia.

Os beneficiários poderão utilizar os recursos por meio do cartão de débito virtual, disponibilizado no aplicativo Caixa Tem, para compras pela internet ou por meio de maquininhas em lojas físicas. Também é possível realizar o pagamento de boletos e de contas de água, luz, gás e telefone. “Há um uso crescente e intenso de um desses quatro meios, 40% das pessoas já estão realizando compras dessa maneira”, disse Guimarães.

Para aqueles que quiserem realizar o saque em dinheiro, o calendário de pagamento vai de 18 de julho a 19 de setembro, também de acordo com o mês de nascimento. Nas respectivas datas, havendo saldo remanescente na poupança digital, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou no cadastro, sendo da Caixa ou conta em outro banco.

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Economia

Boletim Focus: projeção da inflação sobe para 5,04% e PIB para 1,89%

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O mercado financeiro elevou as projeções de inflação e de crescimento econômico no Boletim Focus desta segunda-feira (25).

A expectativa para a inflação subiu novamente e chegou a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 4,92%. São 11 semanas de alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido no país, pode crescer 1,89% neste ano. Aumento de 0,4% em relação à última semana.

Na avaliação do economista Adalmir Marcheti, os efeitos do conflito sobre os preços de combustíveis e possíveis questões climáticas no segundo semestre, o El Niño, afetam a projeção da inflação.

No entanto, ele defende cautela nas previsões sobre inflação, PIB e até juros. A guerra e as eleições deixam o cenário mais nebuloso. 

“O fim da guerra significaria queda de preços, redução das taxas de juros e a possibilidade de um maior crescimento econômico. A continuidade da guerra apontaria no sentido contrário. As próprias eleições afetam os gastos e a política monetária, na medida em que os governos estaduais e o governo federal buscam se reeleger. Isso, sem dúvida, afeta a qualidade e aumenta as incertezas sobre as previsões”. 

Os analistas consultados pelo Banco Central também apostam num valor ainda menor do dólar no fim do ano: R$ 5,17.

E a taxa de juros, a Selic, em 13,25% ao ano.

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Economia

Projeto Cápsula do Tempo é realizado na Escola Municipal Jardim Atlântico

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A Escola Municipal de Educação Básica Jardim Atlântico realizou nesta quarta-feira (20) a abertura das cápsulas do tempo produzidas pelos alunos dos 6º anos de 2023. O momento marcou a conclusão do projeto “Cápsula do Tempo”, iniciativa que proporcionou aos estudantes a oportunidade de guardar sonhos, expectativas e lembranças para serem revisitados após três anos.

A atividade aconteceu nos períodos matutino e vespertino e reuniu alunos e equipe escolar em um encontro repleto de emoção, nostalgia e significado. Ao abrirem as cápsulas, os participantes puderam reencontrar mensagens, registros e memórias.

O projeto teve como principal objetivo estimular a reflexão sobre o crescimento pessoal, os planos para o futuro e as transformações vividas ao longo dos anos. Para muitos estudantes, o reencontro com os materiais guardados representou uma experiência marcante, despertando sentimentos de pertencimento, amadurecimento e valorização das vivências escolares.

O projeto foi organizado pela professora Ângela Balardin, que trabalhava na época na escola, e pelo professor Alexandre Zilli, tendo o apoio e o incentivo da direção e equipe da escola. A ação reforça o compromisso da escola com práticas pedagógicas que vão além do conteúdo em sala de aula, promovendo também o desenvolvimento emocional, afetivo e social dos alunos.

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Economia

Câmara debate redução da jornada de trabalho e propostas ainda dividem opiniões

Emendas querem manter 44 horas para atividades essenciais e dar prazo de 10 anos para mudança entrar em vigor

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A discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil avança na Câmara dos Deputados — mas ainda sem consenso sobre quanto tempo o brasileiro vai trabalhar por semana.

Nesta sexta-feira (15), o debate aconteceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, como parte do programa Câmara pelo Brasil. O tema é a PEC 221/19, que propõe reduzir a jornada semanal máxima de 44 para 36 horas.

Duas emendas apresentadas à proposta complicam o caminho. A primeira quer manter o limite de 44 horas para atividades essenciais — como saúde, segurança, mobilidade e infraestrutura crítica. A segunda propõe um prazo de 10 anos para que qualquer redução entre em vigor. O deputado Sérgio Turra (PP-RS), autor de uma das sugestões, também incluiu redução de contribuições sociais das empresas — inclusive do FGTS — como compensação pelos custos da mudança.

Mas há uma terceira versão em jogo. O entendimento entre a comissão especial e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aponta para uma redução a 40 horas semanais, com dois dias de descanso garantidos e sem perdas salariais — diferente das 36 horas previstas na proposta original.

O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), ainda não definiu se haverá período de transição nem quando as mudanças entrarão em vigor.

Paralelamente, a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), propõe a semana de quatro dias de trabalho, com redução para 36 horas em até 360 dias.

O prazo para sugestões à PEC 221/19 já encerrou. A decisão final fica com o relator e a comissão especial.

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