Política
Cocal do Sul: há 31 anos escrevendo sua própria história
Há 31 anos, o dia 26 de setembro passou a ser uma data significativa para os sul-cocalenses, pois representa o aniversário de emancipação do município de Cocal do Sul. Como um livro com páginas em branco, o município começava a escrever sua própria história, agora independente e com a força de um povo forte e trabalhador.
E para celebrar este momento tão especial de aniversário da cidade, o governo do município irá promover no dia 26 (feriado municipal), dentro da programação da IX Cocalfest, uma série de ações para comemorar.
“Esta é uma data muito especial, por mais de 100 anos fomos um distrito, e as mudanças nos últimos 31 anos, pós emancipação, são visíveis e certamente positivas, nossa cidade cresceu muito em todos os sentidos”, pontua o prefeito Fernando de Fáveri.
Para o Chefe do Executivo, é recompensador estar à frente presenciando mais um aniversário do município. “É gratificante, é um momento ímpar, tenho muito orgulho de administrar essa cidade, estamos conseguindo realizar as ações propostas em nosso plano de governo, e promover o desenvolvimento da cidade de forma significativa”, ressalta.
Em 2021, Cocal do Sul foi a única cidade da AMREC com menos de 20 mil habitantes que faturou mais de R$ 1 bilhão de reais em notas fiscais na indústria, comércio, prestação de serviço e agricultura. Segundo o prefeito, isso mostra o quanto o município está crescendo e que o futuro será ainda melhor.
O prefeito lembra ainda das ações realizadas nos segmentos da saúde, educação, esporte e infraestrutura. “Na Saúde, vamos completar um ano da implantação do Pronto Atendimento 24 horas, do ESF Cristo Rei, dos mutirões de exames e consultas, e de forma inédita realizamos com recursos próprios o primeiro mutirão de cirurgias de alta complexidade no valor de R$ 500 mil reais”.
Em infraestrutura, o município teve o maior pacote de pavimentação da história, tanto na área rural quanto na urbana. Prova disso foi o investimento de R$ 225 milhões nas obras de duplicação da SC-108, de Urussanga a Criciúma, e contorno de anel viário de Cocal do Sul, que estão em andamento.
Já no esporte, Cocal do Sul fez investimentos e vem dando apoio às mais diversas modalidades, ampliando as competições, revitalização do antigo ginásio e a construção da Arena Multiuso com capacidade de 3,5 mil pessoas sentadas. Além da implantação dos projetos Gol do Brasil (CBF) e Correndo para Vencer (atletismo).
Na educação, Cocal do Sul foi destaque no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), obtendo entre os municípios da Amrec, o 1° lugar no Ensino Fundamental I (1° ao 5° ano) e 2° lugar no Ensino Fundamental II (6° ao 9° ano).
“Isso se deve ao investimento nos profissionais através de qualificação continuada, a reforma, ampliação e construção de novas unidades escolares também é uma ponte forte, além de merenda com qualidade, transporte com excelência e o apostilamento fazem da nossa educação uma das melhores do Brasil”, destaca o prefeito. “É possível ver em todas as áreas o forte investimento e comprometimento da municipalidade”, conclui.
Conheça um pouco sobre a história de Cocal do Sul
Com um histórico de 135 anos, o município de Cocal do Sul, teve sua colonização ligada à chegada dos primeiros colonos a muitos outros lugares do Sul Catarinense. A Vila de Cocal se formou em 1885, com a comunidade pertencente ao núcleo Accioly de Vasconcelos, nome dado em homenagem ao inspetor de terras e colonização. As primeiras famílias residentes foram Cechinel, Possamai e Smânia.
Em 2 de janeiro de 1904, Cocal do Sul passou a ser um distrito, por meio da resolução 15 da Câmara de Vereadores de Urussanga. Na década 80, o Distrito Cocal chega a um nível de crescimento e desenvolvimento acentuado. Diante de uma nova realidade, a localidade por meio de lideranças políticas ergueu a bandeira de emancipação. Tornou-se município no dia 26 de setembro de 1991. Foram cerca de 90% dos quase cinco mil votantes que compareceram às urnas para darem o sim da emancipação.
O primeiro prefeito do município foi Ítalo Rafael Zaccaron, em seguida passou a ser administrado por Jarvis Gaidzinski, José Aldo Furlan, Jarvis Gaidzinski Filho, Nilso Bortolatto, Ademir Magagnin e atualmente Fernando de Fáveri.
Por que o nome Cocal do Sul?
De início, a primeira denominação dada a localidade foi o nome Rio Cocal, que partiu dos próprios colonizadores que notaram a existência do principal rio que banha Cocal. A margem era repleta de coqueiros nativos que se espalhavam por toda a redondeza. O nome só passou a ser chamado de Cocal do Sul, porque no estado do Piauí havia uma cidade que levava a mesma denominação. Dando referência de preservação a este.
Política
Santa Catarina está entre os três estados brasileiros com melhor desempenho no PISA 2025
Santa Catarina está entre os estados brasileiros com melhor desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) 2025. Os estudantes catarinenses ficaram acima da média brasileira nas três áreas avaliadas, Ciências, Leitura e Matemática, e alcançaram o 3º melhor desempenho geral entre as Unidades da Federação, considerando os resultados nas três áreas.
Em Ciências, Santa Catarina registrou 430,6 pontos, alcançando a 3ª posição nacional e ficando 22,1 pontos acima da média nacional. Em Leitura, foram 431,7 pontos, também com o 3º melhor resultado entre os estados e 23,7 pontos acima do Brasil. Já em Matemática, o Estado obteve 395,6 pontos, ficando na 4ª posição nacional, com 18,8 pontos à frente do país.
Os resultados catarinenses também se destacam na comparação com os desempenhos dos países latino-americanos participantes do PISA. Em Leitura, Santa Catarina alcançou 431,7 pontos, apenas 4,3 pontos abaixo do Chile, que registrou 436 pontos e teve o melhor resultado latino-americano na área. O desempenho catarinense ficou ainda acima do Uruguai, que alcançou 423 pontos.
Em Ciências e Matemática, Santa Catarina também se aproxima dos resultados de Chile e Uruguai, líderes entre os países latino-americanos avaliados.
Resultado reforça estratégia de acompanhamento e melhoria da aprendizagem
O desempenho registrado no PISA 2025 se soma a outros indicadores educacionais e reforça a importância de políticas permanentes de avaliação e acompanhamento da aprendizagem. Na rede estadual de ensino de Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Educação (SED) utiliza os resultados de avaliações diagnósticas e outros dados educacionais para identificar necessidades, orientar o planejamento pedagógico e apoiar as escolas na definição de estratégias para melhorar o desempenho dos estudantes.
Essa atuação é articulada à formação continuada dos profissionais da educação. Por meio da Escola de Formação de Professores e Gestores Escolares, a SED amplia a oferta de capacitações para professores, equipes pedagógicas e gestores, fortalecendo práticas de ensino, acompanhamento da aprendizagem e uso pedagógico das evidências produzidas pelas avaliações. A estratégia busca aproximar diagnóstico, formação e ação pedagógica, criando condições para que os dados se transformem em intervenções efetivas no cotidiano escolar.
A melhoria da aprendizagem também depende de condições adequadas para ensinar e aprender. Por isso, a SED vem combinando as ações pedagógicas com investimentos na infraestrutura da rede, incluindo reformas, ampliações, e revitalizações das unidades escolares, além da conclusão da climatização de 100% das salas de aula.
Esse conjunto de medidas integra uma estratégia de qualificação da educação catarinense e ocorre em um contexto de avanço dos indicadores, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, no qual Santa Catarina apresentou os melhores resultados da série histórica em todas as etapas da educação básica. Entre 2023 e 2025, a rede estadual de ensino passou de 5,8 para 6,3 nos anos iniciais, de 4,6 para 5,0 nos anos finais do ensino fundamental e de 3,8 para 4,3 no ensino médio.
Política
Marcos Pontes critica pressa na votação da escala 6×1 e alerta para risco de perda de empregos
Senador defende redução da jornada, mas afirma que trabalhador e empresa devem ter liberdade para negociar a organização do trabalho
O senador Marcos Pontes (PL-SP) criticou a possibilidade de uma votação acelerada da proposta que altera a escala de trabalho 6×1 e defendeu que o Congresso Nacional tenha tempo para analisar os impactos da medida.
Em entrevista à Rádio Cidade, Pontes afirmou que considera importante garantir períodos adequados de descanso aos trabalhadores, mas questionou a imposição de uma jornada única por lei.
“Eu concordo com a necessidade e a importância de qualquer pessoa que trabalhe ter o descanso adequado”, afirmou.
Ao mesmo tempo, o senador defendeu que trabalhadores tenham liberdade para negociar com as empresas a forma de organização da jornada.
Senador alerta para impacto nas empresas
Pontes argumentou que uma eventual redução da jornada precisa levar em conta também a realidade financeira das empresas.
Segundo ele, alterações sem estudos aprofundados poderiam provocar consequências como redução de postos de trabalho, aumento de custos de produtos e serviços e pressão sobre a inflação.
“Não se pode pegar uma pauta como essa e querer votar a toque de caixa”, afirmou.
Para o senador, a discussão precisa considerar os efeitos no curto, médio e longo prazo antes de uma decisão definitiva.
“É importante ter liberdade e ter o emprego garantido”
Pontes afirmou que o debate não deveria ser apresentado apenas sob a perspectiva de trabalhar menos e manter a mesma remuneração.
Na avaliação dele, uma mudança desse tipo pode provocar efeitos indiretos sobre o mercado de trabalho.
“É importante que se tenha descanso para o trabalhador, sem dúvida nenhuma. É importante que se tenha tudo isso, mas é importante ter liberdade e ter o emprego garantido”, disse.
O senador também citou mudanças ocorridas nas regras trabalhistas dos empregados domésticos como exemplo do que considera uma alteração que pode produzir efeitos diferentes dos inicialmente esperados.
Segundo Pontes, parte dos trabalhadores teria migrado para o trabalho como diaristas após as mudanças.
Discussão depois das eleições
Pontes defendeu que o debate sobre a escala 6×1 continue após as eleições, para evitar, segundo ele, que a pauta seja utilizada com finalidade eleitoral.
O senador afirmou que é necessário apresentar à sociedade os possíveis impactos da mudança antes da votação.
Política
Quaest: Lula lidera 1º turno, mas fica em empate técnico com Flávio
Presidente aparece com 37% contra 30% do senador no primeiro turno; Augusto Cury chega a 10% e surpreende na disputa
A nova pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno, mas aponta uma disputa apertada com Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O levantamento divulgado nesta quarta-feira (2) mostra Lula com 37% das intenções de voto, contra 30% do senador.
O resultado mais expressivo, porém, aparece na simulação de segundo turno. Lula registra 42%, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 41%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.
Outro destaque do levantamento é o desempenho do escritor Augusto Cury (Avante). Ele aparece com 10% das intenções de voto e ocupa a terceira colocação no primeiro turno, depois de registrar apenas 2% na pesquisa anterior, divulgada em 14 de agosto.
Veja os números do primeiro turno
No cenário que inclui Pablo Marçal (PRTB), os candidatos aparecem da seguinte forma:
- Lula (PT): 37%
- Flávio Bolsonaro (PL): 30%
- Augusto Cury (Avante): 10%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Ronaldo Caiado (PSD): 1%
- Romeu Zema (Novo): 1%
- Pablo Marçal (PRTB): 1%
- Samara Martins (UP): 0%
Brancos, nulos e eleitores que afirmam não votar somam 7%, enquanto 11% ainda estão indecisos.
Em uma segunda simulação, sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 29%. Augusto Cury mantém os 10%.
Lula e Flávio ficam separados por um ponto
A vantagem de Lula diminui quando a pesquisa simula uma disputa direta com Flávio Bolsonaro.
No levantamento divulgado em 14 de agosto, Lula tinha 43% contra 40% do senador. Agora, a diferença caiu para apenas um ponto percentual: 42% para o petista e 41% para Flávio.
O resultado configura empate técnico devido à margem de erro de dois pontos percentuais.
A pesquisa também testou Lula contra outros nomes. O presidente aparece numericamente à frente de Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury.
A Quaest entrevistou presencialmente 2.004 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.
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