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Geral

Com a instalação da ponte de concreto, obra da Rodovia dos Trilhos entra na fase final

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Com os desafios financeiros superados, a obra de pavimentação da Rodovia dos Trilhos está mais perto de ser concluída. O Governo de Içara financiou a continuidade dos trabalhos com recursos próprios, fato que garantiu que o ritmo não fosse prejudicado. De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, a ponte de concreto deve ser instalada nos próximos dias, indicando que a obra caminha para a etapa final.

“Primeiramente será executada a colocação das vigas e das pré-lajes, para depois introduzirmos as armaduras e a concretagem do tabuleiro. A ponte deverá estar concluída ao final de fevereiro. Enquanto isso, seguem os trabalhos de execução das canaletas de drenagens e dos acabamentos ao longo da rodovia”, informa o secretário da pasta, Israel Jorge Rabello.

Assim que a ponte estiver finalizada, as equipes complementarão a pavimentação asfáltica, para depois efetuarem a sinalização viária.  A estrada tem 6,4 quilômetros de extensão e será o terceiro acesso pavimentado da região central de Içara à BR-101, passando pelos loteamentos industriais do bairro Esperança e pelo terminal intermodal às margens da rodovia federal.

“Ampliamos a contrapartida da Administração Municipal para que as obras não parassem, porque sabemos da importância da Rodovia dos Trilhos para o desenvolvimento econômico da cidade. Após os percalços, é uma alegria ver que enfim estamos perto de inaugurar essa tão esperada obra”, destaca o prefeito em exercício de Içara, Jandir Sorato.

Em um convênio firmado junto ao Governo do Estado, a Rodovia dos Trilhos foi orçada em aproximadamente R$ 18 milhões. Foram três licitações até que a empresa JR Construções fosse declarada a vencedora. Mais da metade do investimento partiu de recursos próprios do Município

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Gapac chega aos 30 anos mudando vidas em Criciúma

Grupo criado em 1994 é atuante na defesa dos direitos humanos

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O Grupo de Apoio e prevenção a Aids de Criciúma (Gapac) chega nesta sexta-feira, 12, aos 30 anos. Voluntários se reuniram em abril de 1994 em prol da Aids e hoje é atuante em diferentes ramos dos direitos humanos. A data celebra o trabalho desenvolvido com milhares de pessoas no município.

Em 1994, a AIDS assolava o mundo e era uma sentença de morte. Foi nesse contexto, que um grupo de pessoas corajosas, movidas pelo amor e pela valorização da vida, decidiu fazer a diferença. “O Gapac nasceu como um raio de esperança em meio à escuridão. Naquela época, a AIDS era uma doença recém-descoberta, cercada de medo e desinformação. As pessoas com HIV eram marginalizadas e sofriam com a falta de tratamento e apoio. Não havia medicamentos, nem políticas públicas, apenas o estigma e a discriminação”, explicou a presidente do Gapac, Alba de Souza Schmitz.

Nos primeiros anos, o apoio dos voluntários foi fundamental na luta contra o preconceito e a falta de verbas para os trabalhos. “Foram muitas lutas e dificuldades enfrentadas. Vimos amigos e companheiros partirem lutamos contra o estigma e a discriminação e batalhamos por políticas públicas que garantissem os direitos das pessoas vivendo com HIV/AIDS”, relembra Alba.

Fortalecimento

Ao longo dos anos, o Gapac se expandiu, abraçando cada vez mais pessoas. De um foco inicial em pessoas vivendo com HIV/AIDS, a organização passou a acolher também as populações-chave: profissionais do sexo, LGBTQIAPN+, pessoas em situação de rua e outras vítimas de preconceito e exclusão. “A luta contra o HIV continuou, mas ampliou seu foco para atender às populações mais vulneráveis, promovendo a autonomia, o empoderamento e a construção de vínculos de afeto, confiança, assistência e dignidade menstrual”, destacou a assistente social que atua no Gapac, Anne Schmitz.

O Gapac foi abrindo caminho, lutando para que as pessoas tivessem acesso a direitos constitucionais. Ainda hoje é necessário o enfrentamento ao preconceito. “O Gapac é um coletivo, uma comunidade vibrante de pessoas que acreditam em um futuro melhor. Somos a prova de que, juntos, podemos construir um mundo mais diverso, inclusivo e justo, onde todas as pessoas sejam livres para viver e amar sem medo”, completou Anne.

Três décadas de histórias

No aniversário de 30 anos, o Gapac celebra as incontáveis vitórias conquistadas por cada pessoa que foi impactada pelo trabalho do grupo com a força da união, da empatia, da resiliência e da luta por um mundo mais justo. “O Gapac se tornou uma voz poderosa na luta contra a homofobia, transfobia, racismo, misoginia e todas as formas de discriminação”, reforça a presidente do grupo.

A missão do grupo continua em promover e defender os direitos humanos, trabalhar para o apoio e empoderamento de todos, e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. Através de ações educativas, mobilização social, e defesa de políticas públicas.

O Gapac está localizado na rua Anita Garibaldi, 386, no centro de Criciúma e outras informações sobre o grupo e como se tornar voluntário podem ser obtidas nas redes sociais, pelo instagram no @gapaccriciuma.

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Emprego

Arroio abre vagas para professores

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A Secretaria Municipal de Educação de Balneário Arroio do Silva torna público edital de chamada Pública nº 001/2024 para contratação de professores para atuar no ano letivo de 2024.

As vagas são para professor de anos iniciais e/ou ensino infantil (20h semanais); e professor de educação especial (segundo professor)

Os candidatos interessados deverão comparecer na Secretaria de Educação na rua Antônio Luiz de Freitas, nº 40, bairro Centro, no dia 19 de abril das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h, para a entrega da inscrição.

Os documentos necessários constam no edital que está disponível no site da Prefeitura www.arroiodosilva.sc.gov.br

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Hospital Veterinário oferece cirurgias a preço social

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O Hospital Veterinário do Unibave (HVU), em Orleans, está oferecendo cirurgias terapêuticas para caninos e felinos, com preço social. Conforme a diretora do HVU, Lívia Valente, os procedimentos incluem cirurgias para correções de hérnias, mastectomia, nodulectomia, piometra, enucleação, ortopedia, amputação, entre outros procedimentos. Serão cinco vagas por semana, com datas agendadas.

A diretora, que também é professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Barriga Verde, explica que os serviços oferecidos serão realizados a preço de custo junto à turma da sétima fase do curso, durante a disciplina de Clínica Cirúrgica.

“As cirurgias serão realizadas pelo professor responsável, com o auxílio dos acadêmicos, de modo a garantir o melhor resultado e segurança dos serviços oferecidos”, garante Lívia. Segundo ela, esta é a maneira de contemplar os tutores de pet que procuram atendimento de qualidade e possuem pouca condição financeira para tratar o seu Pet”, comenta.

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