Conecte-se conosco

Economia

Com melhor resultado da história, Santa Catarina gera quase 168 mil empregos formais em 2021

Publicado

em

Santa Catarina encerrou o ano de 2021 com a maior geração de empregos formais da história. Foram quase 168 mil novas vagas, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na manhã desta segunda-feira, 31. Em termos proporcionais, quando se leva em conta a variação no total de pessoas empregadas, Santa Catarina obteve o melhor resultado entre os estados do Sul e Sudeste, com uma taxa positiva de 7,94%.

O governador Carlos Moisés destaca que, embora seja apenas o décimo estado mais populoso do Brasil, Santa Catarina obteve o quinto melhor resultado absoluto na geração de empregos em 2021 em todo o país. Segundo o chefe do Executivo estadual, os dados do Caged demonstram a capacidade de superação do setor produtivo catarinense, que não se dobrou aos efeitos da pandemia.

“Esse resultado mostra que tivemos uma recuperação vigorosa no ano que passou. A economia catarinense é extremamente diversificada, e isso ajuda demais. Tanto que tivemos o melhor resultado proporcional entre todos os estados do Sul e do Sudeste, as duas regiões mais desenvolvidas do Brasil. Mas agora também é hora de olharmos para frente. Tenho certeza de que, em 2022, voltaremos a ter um resultado bastante positivo, mantendo Santa Catarina com a menor taxa de desemprego do país”, afirma Carlos Moisés.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, a alta oferta de empregos representa um termômetro da atividade econômica. Ele ressalta que2021 foi marcado por um recrudescimento da pandemia, porém o estado deu uma forte demonstração de sua força produtiva.

“Apesar de todas as adversidades provocadas pela pandemia e apesar de Santa Catarina representar apenas 1% do território nacional, a economia catarinense teve o melhor resultado da história e o melhor do Sul do país, em números proporcionais. O emprego representa a segurança no sustento das famílias, e o Governo trabalha para ofertar melhores oportunidades aos catarinenses”, diz Buligon.

O secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, lembra que Santa Catarina já está com um nível de emprego 8% superior ao apresentado em fevereiro de 2020, antes do início da pandemia. Ele conta ainda que o Governo trabalha para garantir segurança jurídica para os investidores.

“Tudo é planejamento. Estamos conquistando bons resultados porque, nos últimos quatro anos, trabalhamos com austeridade, transparência e gestão eficiente. Santa Catarina vem fazendo sua reforma tributária, revisando os benefícios e administrando os gastos públicos para fazer mais com menos, sem aumentar tributos. Isso também reflete no desenvolvimento econômico e, consequentemente, na geração de empregos”, diz Eli.

Em nível nacional, foram gerados 2,7 milhões de empregos no ano passado. No mês de dezembro, por questões sazonais, houve um recuo de 265 mil vagas no país, 36 mil delas em Santa Catarina.

Economia

Camila Farani é presença confirmada no Farol Conecta 2024

Publicado

em

O Farol Conecta alcançou sua terceira edição e para celebrar este momento, o evento traz uma das maiores investidoras anjo do Brasil. Camila Farani, fundadora da G2 Capital e jurada Shark Tank Brasil por 6 temporadas, sobe ao palco no dia 8 de junho, com o tema “negociando com tubarões”. A iniciativa gratuita ocorre na Praça de Eventos Ivo Prim, a partir das 19h, com realização do Farol Shopping, correalização de NossaCasa Feiras e Eventos e apoio da Associação Empresarial de Tubarão (Acit).


O evento que vem para somar conhecimento, multiplicar oportunidades e conectar investidores, permite que profissionais de áreas distintas estejam conectados e inspirados a buscar novas ideias. “O Farol Conecta não é apenas um evento, mas uma plataforma para networking, aprendizado e crescimento profissional. Estamos ansiosos para proporcionar um ambiente onde ideias possam ser compartilhadas, conexões sejam feitas e oportunidades sejam descobertas”, destacou Georgia Menegaz, gerente de Marketing do Farol Shopping.

Os interessados em participar deste encontro, podem se inscrever através do link eventos.besistemas.com.br/farol


Conheça a palestrante

Camila Farani é presidente da G2 Capital, uma boutique de investimento em tecnologia, e foi eleita uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina pela Bloomberg Línea e uma das 100 maiores em Inovação do Brasil pela Época Negócios. Participante do Shark Tank Brasil por seis temporadas, Camila é membro do Conselho de Administração do PicPay e da Tem Saúde, além do Conselho de Marketing e Growth da NuvemShop. Também é sócia e investidora da Play9 e tricampeã como maior investidora-anjo no Startup Awards da América Latina. 

Reconhecida pela Lavca como uma das principais investidoras da América Latina de 2018 a 2022, Camila é a única mulher a ser eleita melhor Investidora-Anjo no Startup Awards em 2016, 2018 e 2023. Com aportes de mais de R$ 42 milhões em aproximadamente 50 empresas, ela tem gerado um ecossistema que movimenta mais de R$ 6,3 bilhões por ano e emprega mais de 15 mil pessoas. Fundadora do Grupo Farani, que inclui EdTech, InvestTech, Brand Image e o Ela Vence, Camila possui especializações em growth, tecnologia e startups em Stanford, MIT e Babson College, além de ser advogada com pós-graduação em Marketing.

Feira CasaPronta

O Farol Conecta atualmente é uma extensão da Feira CasaPronta, um evento que reúne os setores de decoração, mobiliário e construção, de todos os lugares do país e em um único lugar. Mais do que fazer negócios, a exposição é uma oportunidade para quem busca conhecimento e bons relacionamentos. 

Continue Lendo

Economia

Devedores têm último fim de semana para aderir ao Desenrola Brasil

Publicado

em

Os devedores de até R$ 20 mil que ganhem até dois salários mínimos ou sejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm o último fim de semana para renegociarem os débitos no Desenrola Brasil. O prazo de adesão à Faixa 1 do programa especial acaba nesta segunda-feira (20).

Dados do Ministério da Fazenda apontam que, até a semana passada, 14,75 milhões de pessoas já haviam renegociado cerca de R$ 51,7 bilhões em dívidas.

Iniciada em outubro de 2023, a Faixa 1 engloba dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e não podem ultrapassar o valor atualizado de R$ 20 mil cada (valor de cada dívida antes dos descontos do Desenrola).

Por meio do programa, os inadimplentes têm acesso a descontos de, em média, 83% sobre o valor das dívidas. Em algumas situações, segundo o ministério, o abatimento pode ultrapassar 96% do valor devido. Os pagamentos podem ser feitos à vista ou parcelados, sem entrada e em até 60 meses.

Fake news

Na reta final do prazo para renegociação das dívidas, a pasta desmentiu duas fake news que circulam sobre o programa. Uma delas diz que, ao negociar as dívidas pelo Desenrola, o cidadão perde o benefício social. Outra, que a pessoa fica com o nome sujo nos sistemas do Banco Central.

“O Relatório de Empréstimos e Financiamentos do sistema Registrato do Banco Central não é um cadastro restritivo. Ele exibe o “extrato consolidado” das dívidas bancárias, empréstimos e financiamentos, tanto do que está em dia quanto do que está em atraso. Isso permite que o cidadão acompanhe, em um só lugar, todo o seu histórico financeiro e se previna contra golpes”, informa o ministério.

“Assim, as dívidas que forem negociadas no Desenrola para pagamento parcelado vão aparecer no extrato emitido pelo Banco Central, assim como outras dívidas bancárias, para que possam ser acompanhadas somente pelo cidadão. Os bancos não acessam os relatórios das pessoas; eles conseguem ver apenas as informações consolidadas, quando o cidadão autoriza esse acesso”, explica ainda o Ministério da Fazenda.

Continue Lendo

Economia

Taxa de desemprego fica em 7,9%; índice é o menor em 10 anos

Publicado

em

A taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2024 foi de 7,9%, uma queda de 0,9 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2023 (8,8%), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a mais baixa da série histórica do primeiro trimestre em 10 anos – até então, o menor índice tinha sido registrado no primeiro trimestre de 2014, com 7,2%.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a taxa de desocupação caiu em 21 estados e no DF. As unidades da federação que registraram menor nível de desocupados foram: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Goiás e DF.

O crescimento na desocupação foi registrado em quatro estados: Rondônia (3,2% a 3,7%), Roraima (6,8%  a 7,6%), Rio Grande do Sul (de 5,4% a 5,8%) e Mato Grosso do Sul (4,8% a 5%). Em Santa Catarina, a taxa se manteve estável em 3,8%.

“A trajetória de queda anual, que já vem sendo observada em outros trimestres, se manteve”, analisa Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostras de domicílios do IBGE, em nota.

taxa de desocupação trimestral

No primeiro trimestre de 2024, havia 1,9 milhão de pessoas que procuravam trabalho durante dois anos ou mais. Esse contingente se reduziu em 14,5% frente ao primeiro trimestre de 2023, quando 2,2 milhões de pessoas buscavam trabalho por dois anos ou mais.

A pesquisa também revelou aumento no rendimento médio real mensal habitual que, no trimestre encerrado em março, foi de R$ 3.123. No mesmo trimestre do ano passado, esse valor era R$ 3.004. 

Desigualdade de gênero e raça

As taxas de desocupação seguem maiores para mulheres, pessoas pretas e pardas e aquelas com o ensino médio incompleto. Todos esses grupos ficaram acima da média nacional (7,9%). No primeiro trimestre, essa taxa foi estimada em 6,5% para os homens e 9,8% para as mulheres.

Quando analisada a taxa de desocupação por cor ou raça, a dos que se declararam brancos (6,2%) aparece abaixo da média nacional, enquanto a dos pretos (9,7%) e a dos pardos (9,1%) ficaram acima.

Já na análise por nível de instrução, a taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto era de 13,9%. Para os que tinham superior incompleto, a taxa foi de 8,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (4,1%).

Continue Lendo

Mais vistos

© Copyright 2007-2024 sulnoticias.com