Geral
Criciúma recebe segunda edição de congresso internacional sobre inovação em materiais
InovaMat reúne pesquisadores, estudantes e profissionais da indústria para discutir novas tecnologias
Criciúma será novamente palco de um evento internacional dedicado à pesquisa, à tecnologia e à inovação. Nos dias 24 e 25 de setembro, a UniSATC recebe a segunda edição do Congresso Internacional de Inovação em Materiais e Manufatura (InovaMat), que reunirá pesquisadores, acadêmicos e profissionais da indústria para compartilhar conhecimentos e discutir os avanços relacionados aos novos materiais e aos processos de fabricação.
A iniciativa é vinculada ao Programa de Pós-Graduação e Mestrado Profissional em Engenharia Metalúrgica da UniSATC e busca aproximar a produção científica das necessidades e desafios do setor industrial.
“O InovaMat é um evento internacional, e o foco dele é inovação em materiais. O objetivo principal é trazer o que tem de inovação, o que a gente está pesquisando e desenvolvendo, além do que é desenvolvido mundo afora com relação a novos materiais”, explica Anderson Daleffe, coordenador do Mestrado em Engenharia Metalúrgica da UniSATC e organizador do evento.
Entre os temas abordados estão manufatura aditiva, fundição, indústria 4.0, inteligência artificial, processos de manufatura, materiais especiais e materiais compósitos.
Além da produção científica, o congresso também tem como um de seus pilares a internacionalização. Pesquisadores de diferentes países participarão da programação, ampliando o intercâmbio de conhecimentos e experiências com a comunidade acadêmica e empresarial da região.
“Um ponto fundamental do nosso congresso internacional é fomentar a internacionalização, então ele traz pesquisadores de outros países. Nós temos pesquisadores vindos do Uruguai, da Colômbia e de Portugal. São fronteiras de conhecimento que queremos trazer para cá e, nos dias do evento, possibilitar que os participantes possam acessar esse conhecimento”, destaca Jovani Castelan, pró-reitor de Ensino e Extensão da UniSATC.
A proposta é justamente criar um ambiente de integração entre universidade, pesquisa e indústria, permitindo que pesquisadores apresentem seus trabalhos e que empresas conheçam novas tecnologias e possibilidades de aplicação. “Nós temos também os empresários da região, que convidamos para participar do nosso evento. Fomentando a junção do meio industrial, do meio acadêmico e da internacionalização”, completa Castelan.
Geral
Unesc apresenta resultados do Monitoramento de Praias a Ibama, Univali e TGS
Entre novembro de 2025 e julho de 2026, o trabalho realizado pela Unesc no Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP-BP) registrou 39 espécies e 2.720 indivíduos ao longo do litoral Sul de Santa Catarina. As informações produzidas pelas equipes do Museu de Zoologia da Universidade ajudam a investigar as causas de morte, orientar ações de conservação e ampliar o conhecimento científico sobre a fauna marinha.
Esses resultados foram apresentados aos representantes da Univali, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da TGS, que acompanharam as atividades em campo, conheceram o Museu de Zoologia e participaram de uma reunião na Reitoria.
A agenda permitiu aos representantes conhecer de perto a estrutura e a rotina das equipes, acompanhar os procedimentos adotados no atendimento à fauna e discutir os resultados produzidos ao longo dos primeiros meses do projeto. A visita também evidenciou os diferentes desdobramentos da iniciativa, que reúne monitoramento, pesquisa, conservação, educação ambiental e formação acadêmica.
O PMP-BP integra o processo de licenciamento ambiental federal das atividades de pesquisa e aquisição de dados geológicos realizadas pela TGS na Bacia de Pelotas. A Unesc é uma das instituições executoras do programa e atua no monitoramento do trecho costeiro sob sua responsabilidade, com patrulhamento das praias, atendimento a encalhes, resgate de animais vivos e recolhimento de animais mortos.
A área monitorada pela equipe da Universidade compreende o trecho entre a Barra do Rio Araranguá e a Barra do Camacho, formado predominantemente por praias arenosas, abertas e extensas, com presença de dunas e restinga. O trabalho ocorre de segunda a sexta-feira, com equipes capacitadas para atuar no atendimento aos animais. Nos fins de semana, o monitoramento também é realizado a partir de acionamentos feitos pela comunidade e por órgãos ambientais.
Dados ajudam a compreender a fauna marinha
A coordenadora do Museu de Zoologia da Unesc e do Setor B do Projeto de Monitoramento de Praias, Morgana Cirimbelli Gaidzinski, explica que cada animal encontrado pode fornecer informações valiosas para compreender a situação da fauna no litoral e contribuir para o conhecimento e a conservação das espécies.
“Quando encontramos um animal morto, buscamos compreender as possíveis causas da morte e, sempre que as condições permitem, esse material pode contribuir para o acervo científico. No caso dos animais encontrados vivos, é realizada uma avaliação criteriosa para verificar se necessitam de atendimento ou se podem permanecer na praia e retornar ao ambiente natural”, explicou.
Cada animal é avaliado de acordo com seu estado e com as condições em que é encontrado. Os indivíduos vivos podem receber atendimento veterinário ou ser monitorados até que apresentem condições adequadas para retornar ao ambiente natural. Já os animais encontrados mortos podem ser submetidos a diferentes procedimentos de análise, incluindo necropsias, que auxiliam na investigação das causas da morte e podem revelar informações importantes sobre a saúde da fauna e as condições ambientais do litoral.
Quando apresentam condições adequadas, alguns exemplares também são encaminhados ao Museu de Zoologia da Unesc, onde passam a integrar o acervo científico e podem subsidiar atividades de pesquisa, ensino e educação ambiental.
“Para nós, enquanto Museu de Zoologia, participar desse projeto representa também uma importante oportunidade de ampliar e qualificar o acervo científico, fortalecer a pesquisa e transformar as informações obtidas a partir desses animais em conhecimento que possa ser compartilhado com estudantes, pesquisadores e com toda a comunidade”, acrescentou Morgana.
O trabalho de campo permite acompanhar a dinâmica da fauna ao longo do litoral e produzir informações que sustentam estudos, ações de conservação e uma visão mais ampla sobre a ocorrência das diferentes espécies na região.
A reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, destacou que os resultados evidenciam como a atuação da Universidade Comunitária pode ampliar um projeto e gerar oportunidades de Ensino, Pesquisa e Extensão.
“O compromisso está para além daquilo que se estabelece em uma prestação de serviços. A equipe da professora Morgana não faz apenas aquilo que é solicitado. Ela vai além. Quando nós, como Universidade Comunitária, construímos projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão, conseguimos desdobrar uma iniciativa em várias outras entregas porque precisamos impactar nossos estudantes e enxergar possibilidades para o futuro”, afirmou.
Para Gisele, os desdobramentos alcançam diferentes públicos, desde estudantes que podem encontrar no projeto uma possibilidade profissional até crianças e escolas que passam a ter contato com conteúdos relacionados à conservação ambiental.
“Eu visualizo o estudante que pode ser um profissional que vai atuar nessa linha no futuro, a criança que precisa trabalhar a prevenção dentro de casa, a escola que pode trabalhar isso como conteúdo didático e pedagógico e o professor que também pode ampliar esse olhar. Esse compromisso é para além daquilo que se recebe em uma troca de prestação de serviços”, destacou.
Monitoramento integra licenciamento ambiental
O coordenador-geral do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas e representante da Univali, André Barreto, explicou que a atuação das equipes integra o acompanhamento ambiental relacionado às atividades de prospecção sísmica realizadas na região.
“A atividade está ligada ao licenciamento ambiental das ações de prospecção sísmica. A Unesc realiza esse trabalho em parceria com outras instituições para avaliar o que acontece com os animais encontrados nas praias, já que ainda não sabemos se essas atividades podem provocar algum impacto sobre a fauna”, disse.
O analista ambiental da Diretoria de Licenciamento Ambiental do Ibama, André Favaretto Barbosa, reforça que o Programa de Monitoramento de Praias é uma das medidas previstas no processo de licenciamento ambiental da atividade realizada pela TGS.
“A TGS, empresa de aquisição de dados geofísicos no oceano, precisa de uma licença junto ao Ibama. Esse pedido é avaliado pela nossa equipe, que estabelece medidas de avaliação e acompanhamento dos impactos. Uma dessas medidas é o Programa de Monitoramento de Praias, que tem a Unesc como uma das instituições executoras”, afirmou.
Segundo ele, o monitoramento envolve o patrulhamento das praias e o recolhimento de animais vivos ou mortos para avaliar possíveis impactos sobre espécies como baleias, tartarugas, aves, lobos-marinhos e leões-marinhos. Durante a visita, a equipe do Ibama acompanhou o trabalho em campo, discutiu os resultados e avaliou os desdobramentos relacionados à produção e à divulgação do conhecimento na região.
Conhecimento que ultrapassa o monitoramento
O Museu de Zoologia também passou a contar com novos espaços destinados às atividades do projeto, incluindo áreas de apoio às equipes e ambientes voltados a procedimentos relacionados ao atendimento e à análise dos animais. A estrutura amplia as condições para que os registros realizados em campo sejam qualificados e utilizados em pesquisas.
O projeto também sustenta ações de comunicação e educação ambiental. Entre elas estão visitas mediadas ao acervo marinho, o programa Trilhas Profissionais da Bacia de Pelotas e o projeto Pequenos Monitores de Praias da Bacia de Pelotas. As iniciativas aproximam estudantes, escolas e comunidade das informações produzidas a partir do monitoramento.
Conforme o consultor da TGS, Renan Canedo, a visita também possibilitou conhecer os resultados produzidos nos primeiros meses de atuação e compreender os diferentes desdobramentos do trabalho realizado pela Universidade.
“Para a TGS, como empresa financiadora, é importante fazer esse acompanhamento em campo para conhecer o legado que podemos deixar e também os dados gerados durante esse período. Embora a pesquisa aconteça na praia, sabemos que a Unesc realiza, por meio do levantamento de dados, uma atividade solicitada pelo Ibama que gera uma grande contribuição para a sociedade”, afirmou.
A visita reuniu representantes das instituições envolvidas no projeto em diferentes etapas da atividade, desde o acompanhamento em campo até a análise dos resultados e das possibilidades de pesquisa, educação e conservação a partir das informações produzidas pelo monitoramento.
Geral
SIPAT chega ao fim celebrando o engajamento dos colaboradores e fortalecendo a cultura de prevenção na SATC
A XXIII edição da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT) na SATC chegou ao fim nesta sexta-feira (14). O encerramento foi celebrado em um café para alguns colaboradores que foram premiados e também sorteados ao longo dos cinco dias. A SIPAT é um período em que são promovidas ações interativas, palestras e uma programação diversificada, incentivando a integração entre os colaboradores e a conscientização aos acidentes de trabalho.
Em 2026 o tema da ação foi “Toda atitude de cuidado constrói um futuro mais seguro”, reunindo 546 colaboradores ao todo. “Além da prevenção, outro foco que nós buscamos bastante é a integração entre os funcionários. Por isso a gente tenta unir todos os colaboradores. Para que eles possam trabalhar todos por um bem maior, por um único objetivo, que é fortalecer os laços na SATC”, compartilhou o técnico em Segurança do Trabalho do SESMT, Leonardo Leonel Bonfante.
A iniciativa é organizada e realizada pelo setor de Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) juntamente a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e já é conhecida entre os colaboradores, sendo que acontece há 22 anos na instituição.
O formato deste ano buscou ampliar a participação dos colaboradores de diferentes unidades, levando a programação para além do espaço principal da instituição. “Segunda-feira, tivemos uma novidade. Na abertura realizamos uma palestra, que foi transmitida ao vivo, pensando em incluir a unidade de Turvo e também a Mina de Visitação. Tivemos um bom número de visualizações e compartilhamentos, ouvindo também bons feedbacks dos colaboradores”, contou o profissional.
A programação foi construída com o envolvimento de diferentes pessoas, que contribuíram para tornar a semana um momento de aprendizado e integração. “Gostaria de destacar o empenho dos membros da CIPA. Todas as atividades foram pensadas com muito carinho e dedicação. Já temos muitas novidades pensadas para o próximo ano. Agradecemos também a participação de todos os colaboradores que fizeram da SIPAT um sucesso!”, completou Bonfante.
Geral
Unesc lança PET Saúde Clima e amplia atuação de programa que já impactou milhares de pessoas
Nova edição terá 180 bolsas e vai unir formação, pesquisa, tecnologia e atuação no SUS para preparar profissionais e municípios para os impactos das emergências climáticas na saúde
A Unesc iniciou, nesta sexta-feira (14/8), um novo capítulo de uma trajetória que conecta Universidade, Sistema Único de Saúde (SUS) e comunidade. Durante o IV Encontro Anual do PET-Saúde Unesc, realizado no Auditório Ruy Hülse, foi lançado oficialmente o PET Saúde Clima, edição que, entre 2026 e 2028, terá como foco a relação entre as mudanças climáticas, as emergências ambientais e a saúde da população.
O novo ciclo nasce a partir da experiência acumulada pelo Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), que chegou à sexta edição consolidando uma ampla estrutura de ensino, pesquisa, extensão e atuação nos serviços de saúde. Desde 2013, 520 bolsas já foram concedidas, envolvendo 27 cursos da Universidade. Atualmente, a estrutura do programa reúne 370 bolsistas, 40 preceptores, 40 tutores, 16 orientadores de serviço e 19 grupos de trabalho.
Para o coordenador-geral do PET-Saúde Unesc, professor Rafael Amaral, a nova edição representa a evolução de um trabalho que tem como característica transformar conhecimento em respostas concretas para o SUS.
“Chegamos ao PET Saúde Clima com uma trajetória muito consistente, construída dentro dos serviços, junto aos profissionais, estudantes e à comunidade. Agora temos um novo desafio: compreender como as mudanças climáticas afetam diretamente a saúde das pessoas e ajudar a preparar o SUS e os nossos municípios para responder a essa realidade. Queremos produzir conhecimento, dados e tecnologias que possam efetivamente orientar decisões e tornar nossos territórios mais resilientes”, destaca Amaral.
Conhecimento que chega à população
A prestação de contas apresentada durante o encontro dimensionou os resultados alcançados pelo PET-Saúde. O programa contabiliza 98 artigos publicados em periódicos científicos, além de 52 trabalhos submetidos e 12 já aceitos para publicação. Também foram produzidos sete capítulos de livros, três cartilhas, duas notas técnicas e um protocolo técnico.
A produção acadêmica chegou ainda a congressos e jornadas científicas por meio de 1.042 trabalhos e apresentações, entre resumos, apresentações orais, pôsteres e trabalhos completos, além da conquista de uma premiação nacional.
Mas é fora dos muros da Universidade que uma parcela importante desses resultados pode ser percebida. As ações de extensão do PET alcançaram diretamente 14.999 pessoas, com mais de 25 mil materiais educativos distribuídos, 99 ações educativas, 11 eventos comunitários e oito campanhas de saúde. Na rede assistencial, 9.457 usuários do SUS foram beneficiados diretamente, 1.121 trabalhadores foram capacitados e 46 Unidades Básicas de Saúde participaram das ações.
A reitora em exercício da Unesc, Gisele Coelho Lopes, ressalta que os números demonstram a capacidade da Universidade de integrar formação acadêmica e transformação social.
“O PET-Saúde traduz de maneira muito concreta aquilo que entendemos como missão de uma Universidade Comunitária. O estudante aprende dentro da realidade, o profissional do SUS participa da construção do conhecimento e a comunidade recebe os resultados desse trabalho. Quando reunimos ensino, pesquisa, extensão e serviço para responder a problemas reais, a Universidade cumpre seu papel de transformar vidas e contribuir para o desenvolvimento do território”, afirma Gisele.
Tecnologia feita no SUS e para o SUS
Outro eixo destacado no encontro foi o desenvolvimento tecnológico. A partir de demandas reais identificadas nos serviços públicos de saúde, o programa contabiliza nove soluções digitais entregues, além de sete bases de dados integradas, quatro ferramentas digitais, três sistemas desenvolvidos, um dashboard de monitoramento e um aplicativo. As soluções já fazem parte da rotina de unidades de saúde parceiras.
A pesquisa aplicada também avança com 49 coletas de dados realizadas ou em andamento, 16 projetos de pesquisa em execução, seis instrumentos de pesquisa validados, quatro bancos de dados estruturados e três pesquisas multicêntricas.
Um novo desafio: clima e saúde
É sobre essa base que começa o PET Saúde Clima. A nova edição contará com 140 bolsas, somadas a outras 40 bolsas de contrapartida, no ciclo 2026–2028. A proposta é formar estudantes e profissionais dentro dos serviços e desenvolver pesquisa aplicada, tecnologia e extensão voltadas ao enfrentamento das emergências climáticas e ambientais.
O programa parte de uma realidade cada vez mais presente nos territórios: enchentes, secas e ondas de calor pressionam os serviços de saúde e atingem com maior intensidade as populações mais vulneráveis. Por isso, a nova edição pretende contribuir para que o SUS disponha de profissionais, dados, pesquisas e tecnologias preparados para responder a esse cenário.
Reitora licenciada da Unesc e atual secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta acompanhou a consolidação do PET-Saúde ao longo de sua trajetória e destaca a capacidade do programa de antecipar desafios que impactam diretamente a sociedade.
“A Universidade precisa estar conectada aos grandes desafios do seu tempo. Quando falamos em mudanças climáticas, não estamos tratando apenas do meio ambiente, mas de saúde, qualidade de vida, desigualdades e da capacidade das cidades de protegerem as pessoas. O PET Saúde Clima coloca a ciência, a formação dos nossos estudantes e a força da Universidade a serviço da construção de comunidades mais preparadas e resilientes”, pontua Luciane.
Sete linhas de pesquisa e atuação nos territórios
O PET Saúde Clima será estruturado a partir de três grandes eixos: cuidado no território e vigilância em saúde; acesso à atenção especializada e integralidade do cuidado; e comunicação e inovação em saúde, todos orientados pela equidade e pela resposta às emergências climáticas e ambientais.
As pesquisas serão desenvolvidas em sete linhas, abrangendo tecnologias digitais e resiliência climática; Saúde Única, biodiversidade e desenvolvimento sustentável; gestão de dados, inteligência artificial e monitoramento climático; vulnerabilidade e equidade; cuidado em emergências; inovação e startups; além de políticas públicas, governança e transformação digital para a saúde climática.
Na prática, o trabalho estará organizado em seis grupos temáticos, além de um grupo integrado de comunicação. Entre os temas estão Educação em Saúde e Clima; Produção do Cuidado no Território; Vigilância em Saúde; Saúde Mental e Deslocamentos Climáticos; Inovação em Saúde; e dados, tecnologia e pesquisa.
Com o novo ciclo, a Unesc amplia uma trajetória iniciada em 2013 com apenas 30 bolsas e que hoje reúne centenas de estudantes e profissionais em torno de um mesmo propósito: aproximar conhecimento científico, formação acadêmica e necessidades reais da população.
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