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Economia

Economia de Cocal do Sul ultrapassa a casa de R$ 1 bilhão em 2021

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Cidade pequena, de aproximadamente 17 mil habitantes e que vem ganhando cada vez mais espaço na esfera econômica da região. Cocal do Sul, considerada um polo na indústria cerâmica, se destaca também pelas indústrias, comércio e agricultura. Dados recentes divulgados pelo movimento econômico da Amrec apontam que o município ultrapassou a casa de R$ 1 bilhão de valor adicionado em 2021.

Os números foram atualizados no dia 19 de abril de 2022 podendo passar por alteração até o fim do ano, visto que as informações precisam passar por uma conferência estadual. A economia do município superou R$ 1 bilhão de reais em 2021, apontando que o valor é 31% maior que o resultado apresentado no município no ano de 2020, que era de R$ 795.639.529,30. Vale salientar que Cocal do Sul superou ainda a média estadual, que está em torno de 21%.

Para o secretário de Administração, Fazenda e Planejamento do município, Juarez de Souza Medeiros, o resultado demonstra que os investimentos que vem sendo feitos em Cocal do Sul estão trazendo os resultados econômicos esperados, aumentando a economia no município, os empregos e a qualidade de vida da população.

O técnico do Movimento Econômico da Amrec, Ailson Piva, frisa que os dados que foram apresentados se referem ao valor adicionado, que é um índice que permite medir o valor criado por um agente econômico durante o processo produtivo. “Em resumo, o valor adicionado é um índice que mede a atividade econômica nos municípios e serve de indicador para o retorno de ICMS”, explica Piva.

Atração de empresas – geração de empregos

Antes de abrir um novo negócio, todo empresário se pergunta onde há espaço e público para seu produto em determinado local. No sul do estado, Cocal do Sul tem sido um destino muito procurado por empresários da região que buscam locais para investir. A cidade tem atraído empresas e, consequentemente, tem a projeção de geração de renda e emprego.

Dessa forma, o município também registrou no ano passado saldo positivo na geração de empregos, cerca de 350, sendo que em comparação com o ano anterior (2020), o saldo havia sido negativo.

Um dos fatores que se dá aos números positivos é o avanço das obras das áreas industriais. Pode-se destacar as condições dadas à Secretaria de Administração, Fazenda e Planejamento e Secretaria de Infraestrutura na continuidade e finalização das áreas industriais 3 e 4, que em breve receberão a instalação de novas empresas.

Entre os setores, o maior saldo está ligado à indústria. A expectativa é que o ambiente de negócios cresça ainda mais neste ano. “Não podemos esquecer também que nós temos no município uma das energias mais baratas do país. Mas o que acreditamos ser mais valioso nesse contexto é a bravura de nosso empresariado, que com inteligência e dedicação, dribla as crises, que não são poucas, se sobressaindo com inovação na produção, que contribuíram de forma significativa para o aumento na geração de dessas novas oportunidades de trabalho”, pontua o secretário Juarez.

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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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