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Exposição celebra 20 anos da Lei das APAEs e destaca histórias de inclusão em Criciúma

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O Governo de Criciúma, por meio da Fundação Cultural (FCC), em parceria com a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), realizou na manhã desta quinta-feira (18) a abertura oficial da exposição fotográfica “Histórias de Vida, Capítulos de Amor”, no hall do Paço Municipal. A mostra integra as celebrações pelos 20 anos da Lei das APAEs, de autoria do deputado estadual Júlio Garcia, marco histórico para a educação especial e a inclusão de pessoas com deficiência em Santa Catarina.

A exposição homenageia o trabalho desenvolvido pelas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) ao longo de duas décadas, evidenciando histórias de superação, afeto e cidadania. O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, destacou a importância da legislação e parabenizou o deputado Júlio Garcia pelo pioneirismo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão.

“A Lei das APAEs representa um divisor de águas na história da inclusão em Santa Catarina. São duas décadas garantindo dignidade, acesso à educação especial e fortalecendo uma rede que transforma vidas diariamente”, ressaltou o prefeito.

O vice-prefeito Salésio Lima enfatizou que a exposição simboliza o resultado do trabalho contínuo das APAEs em todo o estado. “Cada imagem retrata a dedicação, o amor e o compromisso dessas instituições com as pessoas e suas famílias. É um legado construído com sensibilidade e responsabilidade social”, afirmou.

Autor da lei, o deputado relembrou a conquista normativa que assegurou o repasse permanente de recursos às entidades.

“Ao longo dessas duas décadas, a lei consolidou-se como um marco de cidadania, permitindo que as APAEs ampliassem serviços, qualificassem estruturas e desenvolvessem programas que promovem autonomia e qualidade de vida às famílias atendidas”, destacou Garcia.

Sobre a exposição

A exposição “Histórias de Vida, Capítulos de Amor” é itinerante, com sua estreia na Alesc, no dia 24 de novembro, em celebração aos 20 anos da lei das Apaes. Criciúma é a primeira cidade a recebê-la e permanece no Paço Municipal pelas próximas semanas. A mostra reúne fotografias de Sirli Freitas e textos de Juliana Vinhas, retratando momentos marcantes da atuação das APAEs e a alegria de pessoas que superaram inúmeros desafios por meio da educação especial.

Para a presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Maccari Uliana Zappelini, a exposição cumpre um papel fundamental de sensibilização. “Essa mostra valoriza trajetórias reais e reforça o compromisso do poder público com a inclusão, a cultura e a valorização da diversidade humana”, salientou.

Lei das APAEs: um marco para Santa Catarina

Sancionada em 20 de dezembro de 2005, a Lei das APAEs — também conhecida como Lei Júlio Garcia — garante o repasse permanente de 1% dos recursos do Fundo Social Estadual às entidades. A iniciativa possibilita a ampliação dos atendimentos especializados, a qualificação das equipes, a melhoria da infraestrutura e o desenvolvimento de novos programas.

Atualmente, cerca de 200 APAEs atendem mais de 31 mil alunos com deficiência em Santa Catarina, promovendo inclusão, autonomia e qualidade de vida.

APAE Criciúma: referência regional

Com 57 anos de atuação, a APAE de Criciúma é referência regional em educação especial, assistência social e saúde. A instituição conta com 104 colaboradores e mais de 70 voluntários. Em 2026, a entidade atenderá 420 alunos. O presidente da APAE Criciúma, Eduardo Reis de Farias, destacou a relevância da lei para a sustentabilidade das instituições.

“A lei trouxe segurança financeira e permitiu planejar com responsabilidade, investir em profissionais qualificados e fortalecer os serviços prestados nas áreas educacional, social e de saúde”, afirmou.

Farias também ressaltou a parceria com o Governo Municipal. “O apoio da Prefeitura de Criciúma tem sido fundamental, garantindo suporte técnico das secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação. Essa colaboração fortalece ainda mais a APAE e consolida o município como referência em educação especial”, concluiu.

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Prefeito recebe Contur para debater turismo e planejamento urbano em Cocal do Sul

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O prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin, recebeu no gabinete representantes do Conselho Municipal de Turismo (Contur) para uma reunião voltada ao desenvolvimento do turismo e ao planejamento urbano do município.

Participaram do encontro o presidente do Contur, Laércio Carvalho, e o vice-presidente, Jorge Dagostim. Durante a conversa, os conselheiros apresentaram os potenciais turísticos das comunidades do interior, com destaque para as cachoeiras e áreas naturais existentes em Cocal do Sul, que podem integrar futuros roteiros de visitação.

Os representantes do Conselho ressaltaram que o interior do município reúne paisagens naturais, áreas de preservação e comunidades com vocação para o ecoturismo e o turismo de lazer, ampliando as possibilidades de desenvolvimento econômico e de valorização do território.

Durante a reunião, o prefeito Ademir Magagnin pontuou que o fortalecimento do turismo passa por uma cidade organizada e bem estruturada, começando pelo Centro. Segundo ele, a área central é a principal porta de entrada para quem visita Cocal do Sul e precisa oferecer mobilidade, acessibilidade e qualidade urbana.

Nesse contexto, o prefeito comentou sobre o projeto da segunda etapa do binário do município. A proposta prevê uma requalificação urbana completa, com implantação de rede elétrica subterrânea, estrutura preparada para o esgoto sanitário, ampliação das calçadas, reorganização do estacionamento e soluções para melhorar a mobilidade urbana, sempre com atenção especial ao pedestre.

O projeto integra urbanismo e infraestrutura, com o objetivo de evitar que futuras obras interrompam áreas já revitalizadas, garantindo planejamento, eficiência e desenvolvimento sustentável.

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Intolerância à lactose e alergia ao leite: entenda as diferenças e saiba quando procurar ajuda

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Você sente desconforto após consumir leite ou derivados? Sintomas como estufamento, dor abdominal, gases ou diarreia são comuns e, muitas vezes, acabam sendo considerados “normais”. No entanto, esses sinais podem indicar intolerância à lactose ou até mesmo alergia à proteína do leite, condições distintas, com causas, riscos e tratamentos diferentes.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 65% da população adulta mundial apresenta algum grau de intolerância à lactose. Mesmo com números expressivos, o problema ainda é subdiagnosticado. Segundo o professor e pesquisador da Unesc, pós-graduado em Bioquímica e mestre em Ciências da Saúde, João Pedro Veronezi, muitas pessoas convivem com os sintomas sem buscar avaliação especializada.

Como funciona a intolerância à lactose

A intolerância ocorre quando o organismo produz pouca ou nenhuma lactase, enzima responsável por quebrar a lactose — o açúcar do leite — em glicose e galactose, que são absorvidas pelo intestino.

“Quando esse processo não acontece, a lactose chega ao intestino sem ser digerida e passa a ser fermentada por bactérias, provocando sintomas como distensão abdominal, desconforto gastrointestinal, diarreia e excesso de gases”, explica o professor. A predisposição genética é o principal fator, embora a redução da produção da enzima seja natural com o avanço da idade.

Falta de tratamento pode trazer prejuízos

Segundo Veronezi, a intolerância não tratada pode causar danos à mucosa intestinal, alterar a microbiota e gerar disbiose, além de comprometer a absorção de nutrientes.

Outro ponto de atenção é o consumo de cálcio. “O leite é a principal fonte desse mineral na alimentação. A restrição sem acompanhamento profissional pode levar à deficiência de cálcio, especialmente em mulheres na menopausa, que já têm maior risco de osteoporose”, alerta.

Para confirmar o diagnóstico, o exame mais indicado é a Curva de Lactose, que avalia a variação da glicemia após a ingestão de lactose concentrada. Quando a glicose não se eleva de forma significativa, indica falha na absorção.

Alergia à proteína do leite é mais grave

Diferentemente da intolerância, a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) envolve o sistema imunológico. Nesse caso, o organismo identifica proteínas do leite, principalmente a caseína, como agentes invasores e desencadeia uma reação inflamatória.

A APLV é mais comum em crianças entre um e cinco anos, período de amadurecimento do sistema imunológico, e pode provocar sintomas de minutos até duas horas após o consumo.

Sintomas exigem atenção imediata

Entre os sinais mais comuns estão manchas vermelhas na pele, coceira, inchaço e, nos casos mais graves, choque anafilático, que compromete as vias aéreas e representa risco à vida.

“Apesar da gravidade, quando identificada precocemente, a alergia pode ser reversível. Em muitos casos, o tratamento envolve a exclusão temporária do leite e a reintrodução gradual, sempre com acompanhamento médico”, explica o pesquisador.

Estresse agrava, mas não causa

O professor destaca ainda que estresse e ansiedade não causam intolerância à lactose, mas podem agravar os sintomas em pessoas predispostas, já que interferem diretamente no funcionamento intestinal.

Atualmente, o mercado oferece uma ampla variedade de produtos sem lactose ou com teor reduzido, como leites, iogurtes, chocolates e outros derivados, o que facilita a adaptação alimentar e melhora a qualidade de vida.

Diagnóstico correto é fundamental

Por fim, Veronezi alerta que a automedicação ou o autodiagnóstico podem trazer riscos. “Nem todo desconforto após consumir leite é intolerância ou alergia. Somente a avaliação médica pode indicar o diagnóstico correto e o tratamento adequado”, conclui.

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Chuva intensa provoca alagamentos em Criciúma; Laguna decreta emergência

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A chuva intensa registrada em Criciúma neste sábado (27) causou uma série de transtornos em diferentes pontos da cidade. Pelo menos sete bairros foram afetados por alagamentos, o que levou à mobilização da Defesa Civil em uma operação emergencial.

Segundo dados divulgados a imprensa, foram registradas nove ocorrências através do 199. As regiões mais atingidas incluem os bairros Pinheirinho, Próspera, Michel, Vila Macarini, Nossa Senhora da Salete, São Sebastião e Universitário. Em alguns trechos, a água acumulada tomou ruas e se aproximou de residências, exigindo ações imediatas para preservar a segurança da população.

Já em Laguna, o município decretou situação de emergência por conta do vendaval que atingiu a cidade. O decreto foi publicado neste domingo (28) e terá validade de 180 dias, abrangendo todo o território lagunense. O momento é de reconstrução diante dos prejuízos registrados em diferentes regiões.

A tempestade, marcada por rajadas de vento de forte intensidade, causou destelhamentos, destruição de residências e danos estruturais em escolas, creches e no Porto Pesqueiro. Além disso, o fenômeno provocou quedas prolongadas no fornecimento de energia elétrica, atingindo todos os bairros da cidade e também comunidades do interior.

Equipes da Defesa Civil e de outros órgãos municipais seguem mobilizadas para levantamento dos danos, atendimento às famílias afetadas e adoção das medidas necessárias para restabelecer serviços essenciais.

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