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Inscrições abertas para o 2º Festival Catarinense de Hip Hop em Criciúma

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Estão abertas até 12 de novembro as inscrições para o 2º Festival Catarinense de Hip Hop, etapa Criciúma. Promovida pela Associação Dança Criciúma (ASDC). A programação acontece nos dias 21 e 22 de novembro e reúne oficinas formativas, batalhas de rima, breaking e hip hop dance, além de R$ 25 mil em premiações para os primeiros colocados, valor financiado com recursos próprios da entidade e por meio de emenda parlamentar. A participação não tem custo, e todas as atividades têm classificação livre. 

 A cultura urbana ocupa a cidade 

Conforme o presidente da ASDC, Maxwell Sandeer Flôr, a segunda edição foi pensada com comprometimento para ser, ao mesmo tempo, celebração e espaço de formação. Por isso, a proposta aposta na descentralização e leva as atividades a quatro pontos que, segundo ele, são fundamentais na caminhada do movimento no município: o Centro de Treinamento UDR Crew, no bairro Imperatriz, a Casa do Hip Hop Flor e Ser, na Vila Zuleima, o Ponto de Cultura Nunca Pare de Sonhar, no Renascer, e o Ponto de Cultura Sociedade Recreativa União Operária (Opepa). 

O caráter comunitário é um dos pilares da iniciativa, que convida o público a vivenciar o hip hop de perto. “O nosso maior orgulho é dizer que o evento é 100% gratuito e com classificação livre. Todas as ações são para a família inteira. O momento é curtir, fruir e respirar a cultura hip hop em um ambiente seguro e comunitário”, destaca Maxwell. 

O sábado começa às 9h com uma “jam de graffiti”, encontros colaborativos de pintura de rua, transmitida ao vivo pelo Instagram da associação (@asdc.criciuma). À tarde, as disputas de breaking tomam conta da Casa do Hip Hop Flor e Ser, enquanto o Nunca Pare de Sonhar recebe pocket shows de rap e as batalhas de rima. À noite, o UDR Crew sedia cypher com DJs e MCs e a competição adulta de breaking, e a Opepa embala o público com o Baile Black Chame. No domingo, a manhã é dedicada às oficinas, e a tarde reserva os confrontos de hip hop dance, com cerimônia de encerramento marcada para as 20h30. 

Talento de todas as idades no centro da roda 

As competições estão divididas nas categorias kids, para participantes de 6 a 12 anos, infantojuvenil, de 13 a 17 anos, e adulto, com disputas individuais e em duplas. Cada categoria individual comporta até 32 inscritos, e as de duplas, até 16. No breaking e no hip hop dance, uma triagem técnica selecionará os oito melhores para a fase eliminatória, enquanto a batalha de rima começa diretamente no mata-mata. Crianças e adolescentes precisam apresentar documento de identidade no dia da competição. 

Já as oficinas de breaking e hip hop dance ocorrem simultaneamente no domingo, das 9h às 12h, no UDR Crew e na Casa do Hip Hop Flor e Ser, respectivamente. Cada turma terá 20 vagas, abertas a partir dos 12 anos. 

Como participar 

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet e preenchidas por ordem de chegada, podendo ser encerradas antes do prazo caso as vagas se esgotem. Os formulários estão disponíveis nos links da batalha de rima (https://forms.gle/yzBrqnbL4HJXkAwE6), da batalha de breaking (https://forms.gle/3LDTdSMTkfL5aFzH8), da batalha de hip hop dance (https://forms.gle/M5UgsuHCCNzskJSb8) e das oficinas (https://forms.gle/PXDvgPKqfhkM2BG96). Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail asdc.criciuma@gmail.com.

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Praia Grande recebe a 2ª EcoSummit com palestras internacionais e o lançamento inédito do Destinos que Curam

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Na próxima semana, de 13 a 15 de outubro, a Capital dos Canyons recebe a segunda edição da EcoSummit, a Feira Nacional de Ecoturismo e Inovação. Com palestrante internacional, um nome de referência da hotelaria mundial e o lançamento de um projeto inédito no Brasil, o evento chega ao segundo ano com padrão internacional e entrada gratuita.

São 30 estandes de hospedagem, turismo, gastronomia e serviços no Salão Paroquial, abertos das 14h às 20h, além de palestras e painéis no mezanino e programação noturna na Praça Central. A realização é do Host Lab, escola de hospitalidade do Grupo Moradas, com apoio institucional do Núcleo de Turismo da CDL Praia Grande e do Geoparque Mundial da UNESCO Caminhos dos Cânions do Sul.

DESTINOS QUE CURAM

O ponto alto da abertura, no dia 13, às 19h, no Centro de Eventos do Hospital Nossa Senhora de Fátima, é o lançamento do Destinos que Curam. Criado por Tiago Marcelino, CEO do Grupo Moradas, o projeto é inédito no Brasil no segmento de turismo e bem-estar. A ideia parte de um conceito que países como a Suécia já colocam em prática: viajar faz bem, e um destino pode ser recomendado como parte do cuidado com a saúde. Equipes médicas e profissionais da hospedagem definiram os critérios que fazem diferença para quem viaja: qualidade do ar, da água e do sono, silêncio e contato com a natureza. São elementos que já fazem parte do dia a dia de Praia Grande e que agora passam a formar um padrão para o destino.

PALESTRAS INTERNACIONAIS

Mehmet Halis Aydoğan vem da Capadócia, na Turquia, um dos destinos de natureza mais conhecidos do mundo, e divide um painel com Maiza Marcelino. Márcio Santos, gerente do Colline de France, em Gramado, hotel eleito o melhor do mundo pelo Tripadvisor em 2021 e 2024, mostra como chegar ao topo com consistência. O encerramento fica com Arthur Gubert, ex-comunicador da Rádio Atlântida, e seu guia de sobrevivência para o futuro.

“Na primeira edição a gente confirmou que o trade da região queria um lugar para se encontrar. Em 2026 a régua sobe: quem vier precisa sair com contato, negócio encaminhado e alguma ideia que dê para aplicar na operação já na semana seguinte”, afirma Messias Fernandes, coordenador do Host Lab e um dos organizadores da EcoSummit.

PROGRAMAÇÃO

Terça-feira, 13/10 – Abertura
19h – Lançamento do Destinos que Curam, no Centro de Eventos do Hospital Nossa Senhora de Fátima
21h – Coquetel e abertura dos estandes, no Salão Paroquial

Quarta-feira, 14/10 – Operação e hospitalidade
Julia e Israel (Expo Hospedagem Rural), Flavinha Murr e Renato Schulz. Painel internacional sobre a Turquia, com Mehmet Halis Aydoğan e Maiza Marcelino. À noite, encontro de mulheres empreendedoras da região.

Quinta-feira, 15/10 – Destino e território
Mani Goede, secretário de Turismo de Pomerode, e Márcio Santos, do Colline de France. Encerramento com Arthur Gubert.

SERVIÇO

EcoSummit 2026 – 2ª Feira Nacional de Ecoturismo e Inovação
Datas: 13, 14 e 15 de outubro de 2026
Local: Praia Grande (SC)
Abertura: 13/10, às 19h, no Centro de Eventos do Hospital Nossa Senhora de Fátima (Rua Frei Gervásio, 431, Centro)
Feira: 14 e 15/10, das 14h às 20h, no Salão Paroquial
Entrada gratuita, com credenciamento em ecosummitbr.com ou no local
Instagram: @ecosummitbr
Realização: Host Lab – Escola de Hospitalidade Grupo Moradas

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Bombeira de Criciúma, Jéssica Cechella vence o MasterChef Brasil 2026

Natural de Criciúma, ela superou Carla na final da 13ª temporada com um menu inspirado no litoral catarinense e vai estudar na Le Cordon Bleu.

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A criciumense Jéssica Cechella é a campeã do MasterChef Brasil 2026. A bombeira conquistou o título na final da 13ª temporada, exibida na terça-feira (29), ao vencer Carla depois de uma disputa acirrada. Os jurados Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça elogiaram os dois menus, mas o trio escolheu Jéssica como vencedora.

A decisão reuniu as duas finalistas diante de um desafio: montar um menu autoral de três etapas, com entrada, prato principal e sobremesa. Ex-participantes da temporada e familiares das cozinheiras acompanharam a prova. Antes de começar, cada uma sorteou uma vantagem. Jéssica ganhou uma ida extra ao mercado, e Carla ficou com o direito de definir a ordem em que os chefs provariam os pratos.

Carla apostou em sabores do Nordeste, com referências a pratos ligados à sua vida pessoal e à sua trajetória no programa. Jéssica escolheu representar a cozinha da cidade natal e levou para a mesa criações influenciadas pelo litoral catarinense, com destaque para os frutos do mar. A sobremesa reuniu ingredientes que ela só conheceu durante o reality. “Eu consegui contar a minha história”, disse, em entrevista ao Band.com.br. “O que eu queria mostrar ali foi esse crescimento que eu tive na competição.”

A vitória, segundo ela, ainda soa irreal. “Ganhar o MasterChef é a coisa mais insana que aconteceu na minha vida nos últimos tempos”, afirmou. Para Jéssica, o momento mais especial foi reencontrar a família na final, depois de muito tempo longe. “Eu estava há tanto tempo sem vê-los, então foi muito emocionante”, contou.

Apesar do título, a campeã não pretende deixar a carreira de bombeira de imediato. Ela admite, porém, que o futuro pode tomar outro rumo. “Nada é permanente. Se as coisas tomarem um rumo diferente e eu precisar largar a corporação, eu estou aberta a novas experiências”, declarou. A prioridade agora é o curso de gastronomia na Le Cordon Bleu, que ela define como o principal objetivo da participação: “O que eu realmente vim buscar é essa bolsa de estudos”. Já o prêmio em dinheiro deve ajudar a tirar do papel o restaurante que ela sonha abrir. Jéssica revelou que já comprou um terreno para o projeto e que a ideia ainda vai amadurecer.

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Lucas Lucco embala multidão na CocalFest em noite de aniversário do município

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Rua Coberta ficou lotada no sábado da CocalFest, que teve programação especial pelos 35 anos do município e terminou com o cantor mineiro no palco.

Cocal do Sul comemorou 35 anos de emancipação político-administrativa neste sábado (26) com festa desde a tarde e uma Rua Coberta lotada à noite.

Cerca de 15 mil pessoas passaram pela CocalFest ao longo do dia, que terminou com Lucas Lucco no palco.

O cantor entregou um show animado, conversou com o público do começo ao fim e fez da primeira passagem pela cidade uma das grandes noites desta edição da festa.

Para o prefeito Ademir Magagnin, o sábado reuniu o que a CocalFest se propôs a fazer neste aniversário.

“Foi um dia para celebrar a nossa história junto das famílias, com a cidade cheia e muita gente comemorando com a gente. Ver Cocal do Sul chegar aos 35 anos dessa forma é muito especial”, afirmou.

Lucas Lucco subiu ao palco às 23h30 e encontrou uma multidão. No repertório, trouxe músicas que marcaram a carreira, entre elas “Mozão”, “11 Vidas”, “Destino” e “Vai Vendo”, sucessos lançados na fase em que ganhou projeção nacional.

O show também abriu espaço para a fase mais recente do cantor e para novas sonoridades.

Antes da apresentação, Lucas contou que aquela seria a primeira vez dele em Cocal do Sul. O cantor, que atualmente mantém uma agenda mais seletiva, explicou também por que festas de cidades como Cocal do Sul continuam tendo espaço entre os poucos shows que escolhe fazer por mês.

“Eu estou dando mais preferência para festas que envolvem família. Eu sei que vem criança, vem tia, vem vó, vem vô. Essa energia eu prefiro, gosto muito de cantar para esse tipo de público”, contou. Lucas também lembrou que Santa Catarina esteve entre os primeiros estados a receber o trabalho dele fora das regiões onde começou a carreira.

Um encontro no palco

Em meio à multidão, um momento mudou o ritmo do show. Lucas percebeu Taionara Zenki, de Balneário Arroio do Silva, que é cadeirante, e chamou ela para subir ao palco.

De frente para Taionara, olhando nos olhos dela, cantou “Mozão”, música que traz o conhecido verso “eu cuido de você, você cuida de mim”.

Ela havia chegado à CocalFest querendo ficar mais perto do palco, mas a quantidade de pessoas tornou difícil avançar. O que Taionara não imaginava era que terminaria a noite ao lado do cantor.

“Eu nunca imaginava na minha vida que ia conseguir subir naquele palco. Ficar de frente com ele foi incrível, uma sensação maravilhosa. Ele me surpreendeu, me tirou lá de baixo e me levou lá para cima”, contou, ainda emocionada após o show. “Obrigada, Cocal do Sul, por proporcionar isso para mim e para todo mundo.”

Lucas também brincou com outra coincidência da noite. Assim como Cocal do Sul, ele tem 35 anos. Ao falar sobre o aniversário do município, deixou aberta a possibilidade de novos encontros. “Espero que vocês me chamem para os próximos aniversários, para as próximas festas. Aí a gente vai acompanhando”, disse.

O secretário de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer, Juarez Fogaça, destacou a presença das famílias durante os dias de programação. “A gente preparou a CocalFest para ser uma festa da cidade, para todas as idades. Chegar ao aniversário de 35 anos com a Rua Coberta lotada e as famílias participando desde a tarde mostra a força que a festa ganhou”, afirmou.

A programação de aniversário começou à tarde, com missa presidida pelo bispo Dom Jacinto Inacio Flach. Depois, a população cantou parabéns e acompanhou o corte de um bolo de seis metros, abençoado pelo padre Orlando Cechinel.

Durante todo o dia, atrações musicais passaram pelo palco até a chegada do show mais esperado da noite.


A CocalFest termina neste domingo (27) com a II Festa do Colono e do Caminhoneiro. A programação tem desfile de caminhões e tratores, missa campal, homenagens, atrações durante a tarde e o show nacional do Tchê Barbaridade, às 19h30.

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