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Economia

Librelato lança série especial em comemoração aos seus 55 anos

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    Para celebrar 55 anos de Brasil, as linhas de montagem da Librelato se dedicaram à produção de um lote especial de Semirreboques Graneleiros 4 Eixos Evolut. Com pintura especial no chassi e na caixa de carga, desenvolvida com aço inox, os implementos rodoviários da Série 55 são de produção limitada, com 55 unidades, e possuem diversos outros benefícios. 

    Os implementos da Série 55 inauguram o uso de aço inox na linha graneleira da Librelato, com o conceito de durabilidade da marca “Feitos para Durar”. O 410D é um tipo de aço inox formado por uma liga de baixo carbono com adições de cromo e níquel. Por isso, possui excelente resistência a materiais corrosivos e abrasivos, como fertilizantes, adubos, entre outros, oferecendo alta resistência mecânica e durabilidade e consequentemente menos paradas para manutenção. 

    Os implementos são equipados com rodas de alumínio e selo comemorativo, também em aço inox, com gravação “Série 55” – em alusão ao aniversário da empresa. Além disso, possuem lona personalizada com acabamento metalizado. A Librelato adicionou ainda o benefício de um pacote de conectividade da marca Sigaway aos implementos. A assinatura de um ano inclui soluções para gestão de frotas, monitoramento de temperatura e pressão dos pneus, além de rastreamento de dados.

    Para o CEO José Carlos Sprícigo, a Série 55, assim como todas as conquistas da empresa nesse período, é resultado da contribuição de todos os envolvidos com a marca Librelato, incluindo diretoria, conselho de administração, profissionais, parceiros comerciais e clientes. “Enquanto olhamos para o futuro, com o objetivo de nos tornarmos uma empresa centenária, reconhecemos a dedicação de cada um que nos trouxe até aqui. Afinal, o comprometimento com a integridade e a excelência seguirá como pilar, para tornar a Librelato ainda mais forte”, diz.

    Agronegócio

    SindArroz-SC classifica como “frustrante” reunião no MAPA sobre crise do arroz

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    O Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) deixou Brasília nesta quarta-feira, 3, com a sensação de que o Governo Federal não apresentou avanços para enfrentar a crise que atinge o setor orizícola no país. A entidade participou de uma reunião no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) com o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos Júnior, em agenda articulada pela deputada federal Geovânia de Sá.

    Apesar da presença de lideranças políticas e representantes de várias regiões produtoras, a conversa não trouxe respostas novas — avaliação feita pelo presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli.
    “O Governo Federal ignorou a gravidade do momento. Não apresentou uma única proposta nova e se limitou a repetir medidas já conhecidas, que não surtiram efeito. A ausência de ações concretas mostra que o governo parece confortável com o desmonte silencioso do setor”, declarou.

    Setor vive momento crítico

    As indústrias de arroz enfrentam forte queda nos preços e acumulam prejuízos sucessivos. Rampinelli alerta que o cenário ameaça a operação de muitas empresas.
    “Os ativos exigem manutenção constante. Sem resultado econômico, não há sustentabilidade possível. Estamos tentando evitar demissões, mas o ponto de equilíbrio já está ficando inviável”, afirmou.

    Campanha para incentivar o consumo não substitui medidas emergenciais

    Em nível nacional, o SindArroz-SC participa de uma campanha para incentivar o consumo de arroz, desenvolvida em parceria com a Abiarroz e o IRGA. A entidade reconhece a importância da iniciativa, mas reforça que ações de médio e longo prazo não resolvem o problema imediato.
    “Estamos propondo caminhos. O setor está pedindo apoio para atravessar este momento e o mínimo esperado era uma sinalização efetiva de diálogo e ação”, disse o presidente.

    Rampinelli destacou ainda que o sindicato seguirá atuando na defesa das indústrias catarinenses e na articulação de medidas que deem sustentação a toda a cadeia orizícola, que envolve milhares de agricultores.
    “Vamos seguir cobrando uma resposta à altura da crise e buscando soluções reais para quem transforma o arroz em alimento, emprego e desenvolvimento”, concluiu.

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    Economia

    Cidasc e comitiva catarinense defendem fumicultores na COP 11 na Suíça; SC responde por 31% da produção nacional

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    A Conferência das Partes (COP 11), da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em curso em Genebra, Suíça, de 17 a 22 de novembro, debate o banimento do consumo de fumo sob coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, o Governo de Santa Catarina se faz presente para defender os impactos econômicos e sociais da medida nos municípios produtores.

    A presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Celles Regina de Matos, representa o Estado na Suíça. Santa Catarina responde por 31% da produção de fumo no país, envolvendo o sustento de mais de 40 mil famílias em pequenas propriedades.


    Impacto Social e Contradições no Debate

    A delegação catarinense — composta também pelo deputado federal Rafael Pezenti e o prefeito de Mafra, Emerson Maas — busca expor o ponto de vista das regiões produtoras, alertando para o forte impacto econômico de sanções.

    Celles Regina de Matos criticou a postura da conferência e a ausência de diálogo:

    “É contraditório que a conferência não tenha aberto espaço para o debate, ouvindo a preocupação legítima dos produtores rurais com a manutenção das pequenas propriedades rurais. Não fazemos apologia ao consumo de fumo, mas sabemos da relevância social e econômica desta produção.”

    A comitiva também discorda da sugestão do governo brasileiro (que tem assento na COP 11) de retirar o filtro dos cigarros, avaliando que a medida apenas favorecerá o consumo clandestino. O Governo de SC reforça que não aceita decisões tomadas de forma unilateral, sem a discussão de alternativas que resguardem os interesses do produtor rural e sua permanência na atividade agrícola.

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    Economia

    Governo de SC define formato do Programa VOA + SC para aviação regional; expectativa é iniciar operações em 2026

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    O Governo de Santa Catarina definiu o formato do Programa VOA + SC, que tem o objetivo de estimular o transporte aéreo regional de passageiros e cargas no estado. O texto da Lei que cria o programa já foi enviado para aprovação da Assembleia Legislativa (Alesc), com a expectativa de que entre em operação em 2026.

    O modelo foi finalizado por um Grupo de Trabalho (GT) do Governo, visando fortalecer a mobilidade, o turismo e a economia catarinense.


    Conectividade e Desenvolvimento Acelerado

    O governador Jorginho Mello destacou que o programa é resultado dos investimentos feitos na infraestrutura aeroportuária do estado:

    “Nós investimos e preparamos os aeroportos catarinenses para conectar Santa Catarina não só aos grandes centros do país, mas para encurtar distâncias entre as regiões e acelerar o desenvolvimento aqui dentro do estado. Fortalecer a aviação regional é fortalecer o nosso turismo, as relações comerciais e a nossa economia.”

    O secretário da SPAF, Beto Martins, ressaltou que o desenvolvimento da aviação regional atende a uma reivindicação histórica dos municípios. Após a aprovação da Lei, será lançado um edital com os requisitos para que as operadoras aéreas possam aderir ao programa VOA + SC.

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