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Economia

Nova área industrial ganha primeira empresa em Içara

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Içara

Com matriz em Erechim, empresa de transformação veicular iniciou operações na Vila Esperança

Empresa no ramo de transformação veicular, a TCA, com sede em Erechim, no Rio Grande do Sul, é a primeira que trouxe uma filial para Içara. As instalações da nova empresa estão na área desapropriada na Fazenda Guglielmi, comunidade de Vila Esperança. Além da desapropriação destinada a TCA, o local contará também com o Condomínio Empresarial Luiz Henrique da Silveira e o Terminal Intermodal.

Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Brígido, o local conta com uma área de 26 hectares de terra, onde está sendo viabilizado um grande complexo industrial. “É uma empresa que possui um faturamento significativo e isso sem dúvida favorece a geração de emprego e renda que facilita a vida do cidadão içarense. Serão de imediato, dez empregos gerados podendo chegar a mais 30 novos postos de trabalho”, afirmou.

O proprietário da empresa, Claudionor Antônio Tasca, ressalta a receptividade em Içara e ligação com a BR-101. “Temos uma grande clientela, atendendo várias cidades da região e o fácil acesso a BR facilita. Agradecemos também a recepção que tivemos pelo Governo de Içara e toda cidade”, destacou.

A TCA atua no ramo de transformação veicular a mais de 13 anos.  

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Economia

Boletim Focus: projeção da inflação sobe para 5,04% e PIB para 1,89%

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O mercado financeiro elevou as projeções de inflação e de crescimento econômico no Boletim Focus desta segunda-feira (25).

A expectativa para a inflação subiu novamente e chegou a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 4,92%. São 11 semanas de alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido no país, pode crescer 1,89% neste ano. Aumento de 0,4% em relação à última semana.

Na avaliação do economista Adalmir Marcheti, os efeitos do conflito sobre os preços de combustíveis e possíveis questões climáticas no segundo semestre, o El Niño, afetam a projeção da inflação.

No entanto, ele defende cautela nas previsões sobre inflação, PIB e até juros. A guerra e as eleições deixam o cenário mais nebuloso. 

“O fim da guerra significaria queda de preços, redução das taxas de juros e a possibilidade de um maior crescimento econômico. A continuidade da guerra apontaria no sentido contrário. As próprias eleições afetam os gastos e a política monetária, na medida em que os governos estaduais e o governo federal buscam se reeleger. Isso, sem dúvida, afeta a qualidade e aumenta as incertezas sobre as previsões”. 

Os analistas consultados pelo Banco Central também apostam num valor ainda menor do dólar no fim do ano: R$ 5,17.

E a taxa de juros, a Selic, em 13,25% ao ano.

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Economia

Projeto Cápsula do Tempo é realizado na Escola Municipal Jardim Atlântico

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A Escola Municipal de Educação Básica Jardim Atlântico realizou nesta quarta-feira (20) a abertura das cápsulas do tempo produzidas pelos alunos dos 6º anos de 2023. O momento marcou a conclusão do projeto “Cápsula do Tempo”, iniciativa que proporcionou aos estudantes a oportunidade de guardar sonhos, expectativas e lembranças para serem revisitados após três anos.

A atividade aconteceu nos períodos matutino e vespertino e reuniu alunos e equipe escolar em um encontro repleto de emoção, nostalgia e significado. Ao abrirem as cápsulas, os participantes puderam reencontrar mensagens, registros e memórias.

O projeto teve como principal objetivo estimular a reflexão sobre o crescimento pessoal, os planos para o futuro e as transformações vividas ao longo dos anos. Para muitos estudantes, o reencontro com os materiais guardados representou uma experiência marcante, despertando sentimentos de pertencimento, amadurecimento e valorização das vivências escolares.

O projeto foi organizado pela professora Ângela Balardin, que trabalhava na época na escola, e pelo professor Alexandre Zilli, tendo o apoio e o incentivo da direção e equipe da escola. A ação reforça o compromisso da escola com práticas pedagógicas que vão além do conteúdo em sala de aula, promovendo também o desenvolvimento emocional, afetivo e social dos alunos.

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Economia

Câmara debate redução da jornada de trabalho e propostas ainda dividem opiniões

Emendas querem manter 44 horas para atividades essenciais e dar prazo de 10 anos para mudança entrar em vigor

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A discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil avança na Câmara dos Deputados — mas ainda sem consenso sobre quanto tempo o brasileiro vai trabalhar por semana.

Nesta sexta-feira (15), o debate aconteceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, como parte do programa Câmara pelo Brasil. O tema é a PEC 221/19, que propõe reduzir a jornada semanal máxima de 44 para 36 horas.

Duas emendas apresentadas à proposta complicam o caminho. A primeira quer manter o limite de 44 horas para atividades essenciais — como saúde, segurança, mobilidade e infraestrutura crítica. A segunda propõe um prazo de 10 anos para que qualquer redução entre em vigor. O deputado Sérgio Turra (PP-RS), autor de uma das sugestões, também incluiu redução de contribuições sociais das empresas — inclusive do FGTS — como compensação pelos custos da mudança.

Mas há uma terceira versão em jogo. O entendimento entre a comissão especial e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aponta para uma redução a 40 horas semanais, com dois dias de descanso garantidos e sem perdas salariais — diferente das 36 horas previstas na proposta original.

O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), ainda não definiu se haverá período de transição nem quando as mudanças entrarão em vigor.

Paralelamente, a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), propõe a semana de quatro dias de trabalho, com redução para 36 horas em até 360 dias.

O prazo para sugestões à PEC 221/19 já encerrou. A decisão final fica com o relator e a comissão especial.

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