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Prefeito de Araranguá recebe ACIVA e discute criação de novo condomínio industrial

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O município de Araranguá deu um passo decisivo rumo ao fortalecimento do desenvolvimento econômico local. Na quinta-feira (18/12), o prefeito Cesar Cesa recebeu representantes da Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense (ACIVA) para a assinatura do decreto que institui a criação de um novo parque industrial no município.

O encontro contou com a presença do secretário de Administração, Rony da Silva, e da secretária de Planejamento, Fernanda Fascin Rosso, reforçando o alinhamento entre as áreas estratégicas da administração municipal. O novo parque industrial terá uma área de aproximadamente 9,7 hectares, destinada à instalação de empresas e indústrias de diferentes segmentos.

A iniciativa é resultado de um trabalho conjunto entre o poder público e a ACIVA, que vem atuando de forma contínua na defesa de pautas voltadas ao crescimento econômico, à geração de empregos e à melhoria do ambiente de negócios em Araranguá e região.

Durante a reunião, o prefeito Cesar Cesa destacou que a criação do condomínio industrial representa um marco para o futuro do município, ao ampliar as condições para a atração de novos investimentos e consolidar Araranguá como um polo de desenvolvimento regional. Segundo ele, a medida cria oportunidades para que empresas se instalem, cresçam e contribuam diretamente para a economia local.

O presidente da Aciva, Jadiel Boza Della Vechia, foi ao encontro acompanhado de ex-presidentes e conselheiros da entidade. Ele destacou que Araranguá da um importante apoio as indústrias que buscam o seu crescimento. “Tem muita indústria que está na garagem de casa, e talvez não tenha como investir em um terreno. Por isso esse condomínio industrial será de grande importância”, disse o presidente, reforçando que o compromisso do município será de que apenas indústrias se instalem no local.

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Prefeito recebe Contur para debater turismo e planejamento urbano em Cocal do Sul

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O prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin, recebeu no gabinete representantes do Conselho Municipal de Turismo (Contur) para uma reunião voltada ao desenvolvimento do turismo e ao planejamento urbano do município.

Participaram do encontro o presidente do Contur, Laércio Carvalho, e o vice-presidente, Jorge Dagostim. Durante a conversa, os conselheiros apresentaram os potenciais turísticos das comunidades do interior, com destaque para as cachoeiras e áreas naturais existentes em Cocal do Sul, que podem integrar futuros roteiros de visitação.

Os representantes do Conselho ressaltaram que o interior do município reúne paisagens naturais, áreas de preservação e comunidades com vocação para o ecoturismo e o turismo de lazer, ampliando as possibilidades de desenvolvimento econômico e de valorização do território.

Durante a reunião, o prefeito Ademir Magagnin pontuou que o fortalecimento do turismo passa por uma cidade organizada e bem estruturada, começando pelo Centro. Segundo ele, a área central é a principal porta de entrada para quem visita Cocal do Sul e precisa oferecer mobilidade, acessibilidade e qualidade urbana.

Nesse contexto, o prefeito comentou sobre o projeto da segunda etapa do binário do município. A proposta prevê uma requalificação urbana completa, com implantação de rede elétrica subterrânea, estrutura preparada para o esgoto sanitário, ampliação das calçadas, reorganização do estacionamento e soluções para melhorar a mobilidade urbana, sempre com atenção especial ao pedestre.

O projeto integra urbanismo e infraestrutura, com o objetivo de evitar que futuras obras interrompam áreas já revitalizadas, garantindo planejamento, eficiência e desenvolvimento sustentável.

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Intolerância à lactose e alergia ao leite: entenda as diferenças e saiba quando procurar ajuda

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Você sente desconforto após consumir leite ou derivados? Sintomas como estufamento, dor abdominal, gases ou diarreia são comuns e, muitas vezes, acabam sendo considerados “normais”. No entanto, esses sinais podem indicar intolerância à lactose ou até mesmo alergia à proteína do leite, condições distintas, com causas, riscos e tratamentos diferentes.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 65% da população adulta mundial apresenta algum grau de intolerância à lactose. Mesmo com números expressivos, o problema ainda é subdiagnosticado. Segundo o professor e pesquisador da Unesc, pós-graduado em Bioquímica e mestre em Ciências da Saúde, João Pedro Veronezi, muitas pessoas convivem com os sintomas sem buscar avaliação especializada.

Como funciona a intolerância à lactose

A intolerância ocorre quando o organismo produz pouca ou nenhuma lactase, enzima responsável por quebrar a lactose — o açúcar do leite — em glicose e galactose, que são absorvidas pelo intestino.

“Quando esse processo não acontece, a lactose chega ao intestino sem ser digerida e passa a ser fermentada por bactérias, provocando sintomas como distensão abdominal, desconforto gastrointestinal, diarreia e excesso de gases”, explica o professor. A predisposição genética é o principal fator, embora a redução da produção da enzima seja natural com o avanço da idade.

Falta de tratamento pode trazer prejuízos

Segundo Veronezi, a intolerância não tratada pode causar danos à mucosa intestinal, alterar a microbiota e gerar disbiose, além de comprometer a absorção de nutrientes.

Outro ponto de atenção é o consumo de cálcio. “O leite é a principal fonte desse mineral na alimentação. A restrição sem acompanhamento profissional pode levar à deficiência de cálcio, especialmente em mulheres na menopausa, que já têm maior risco de osteoporose”, alerta.

Para confirmar o diagnóstico, o exame mais indicado é a Curva de Lactose, que avalia a variação da glicemia após a ingestão de lactose concentrada. Quando a glicose não se eleva de forma significativa, indica falha na absorção.

Alergia à proteína do leite é mais grave

Diferentemente da intolerância, a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) envolve o sistema imunológico. Nesse caso, o organismo identifica proteínas do leite, principalmente a caseína, como agentes invasores e desencadeia uma reação inflamatória.

A APLV é mais comum em crianças entre um e cinco anos, período de amadurecimento do sistema imunológico, e pode provocar sintomas de minutos até duas horas após o consumo.

Sintomas exigem atenção imediata

Entre os sinais mais comuns estão manchas vermelhas na pele, coceira, inchaço e, nos casos mais graves, choque anafilático, que compromete as vias aéreas e representa risco à vida.

“Apesar da gravidade, quando identificada precocemente, a alergia pode ser reversível. Em muitos casos, o tratamento envolve a exclusão temporária do leite e a reintrodução gradual, sempre com acompanhamento médico”, explica o pesquisador.

Estresse agrava, mas não causa

O professor destaca ainda que estresse e ansiedade não causam intolerância à lactose, mas podem agravar os sintomas em pessoas predispostas, já que interferem diretamente no funcionamento intestinal.

Atualmente, o mercado oferece uma ampla variedade de produtos sem lactose ou com teor reduzido, como leites, iogurtes, chocolates e outros derivados, o que facilita a adaptação alimentar e melhora a qualidade de vida.

Diagnóstico correto é fundamental

Por fim, Veronezi alerta que a automedicação ou o autodiagnóstico podem trazer riscos. “Nem todo desconforto após consumir leite é intolerância ou alergia. Somente a avaliação médica pode indicar o diagnóstico correto e o tratamento adequado”, conclui.

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Chuva intensa provoca alagamentos em Criciúma; Laguna decreta emergência

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A chuva intensa registrada em Criciúma neste sábado (27) causou uma série de transtornos em diferentes pontos da cidade. Pelo menos sete bairros foram afetados por alagamentos, o que levou à mobilização da Defesa Civil em uma operação emergencial.

Segundo dados divulgados a imprensa, foram registradas nove ocorrências através do 199. As regiões mais atingidas incluem os bairros Pinheirinho, Próspera, Michel, Vila Macarini, Nossa Senhora da Salete, São Sebastião e Universitário. Em alguns trechos, a água acumulada tomou ruas e se aproximou de residências, exigindo ações imediatas para preservar a segurança da população.

Já em Laguna, o município decretou situação de emergência por conta do vendaval que atingiu a cidade. O decreto foi publicado neste domingo (28) e terá validade de 180 dias, abrangendo todo o território lagunense. O momento é de reconstrução diante dos prejuízos registrados em diferentes regiões.

A tempestade, marcada por rajadas de vento de forte intensidade, causou destelhamentos, destruição de residências e danos estruturais em escolas, creches e no Porto Pesqueiro. Além disso, o fenômeno provocou quedas prolongadas no fornecimento de energia elétrica, atingindo todos os bairros da cidade e também comunidades do interior.

Equipes da Defesa Civil e de outros órgãos municipais seguem mobilizadas para levantamento dos danos, atendimento às famílias afetadas e adoção das medidas necessárias para restabelecer serviços essenciais.

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