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Primeira série é convidada a pensar em novas possibilidades para seus projetos de vida no Colégio Unesc

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A troca de experiência e a inspiração por meio de diferentes trajetórias têm sido constantes nas aulas dos alunos do Ensino Médio do Colégio Unesc. Dentro da implantação do chamado Novo Ensino Médio, as turmas estão tendo contato com atividades voltadas ao itinerário formativo de projeto de vida. Nesta quarta-feira (14/4) a Primeira Série teve encontro com o assessor de inovação da Unesc, Christian Engelmann.

O foco do encontro, realizado no Auditório Ruy Hülse de forma híbrida e respeitando as medidas de distanciamento social, foi compartilhar com os estudantes as possibilidades a serem exploradas a partir de suas habilidades e talentos e incentivar o protagonismo juvenil.

Para a diretora do Colégio Unesc, Giselle dos Passos Vieira, é importante que os alunos tenham momentos voltados a esse tipo de reflexão e que sejam instigados a conhecer diferentes trajetórias, tendo base para, assim, construírem seus próprios caminhos da melhor forma. “São diferentes inspirações que vão além da carreira e passam por um planejamento de vida como um todo”, acrescenta.

O incentivo ao protagonismo juvenil, conforme a coordenadora pedagógica, Mainara Figueiredo Cascaes, já foi assunto por diversas vezes, porém o compartilhamento por meio de alguém que vive isso na prática fortalece o entendimento e incentiva o “pensar fora da caixa”. “Desejo que vocês aproveitem cada uma dessas oportunidades e se concentrem em extrair o máximo possível desses encontros. São oportunidades incríveis”, disse aos alunos.

No bate-papo com os jovens estudantes, Christian fez questão de destacar a importância da aprendizagem constante e diferenças entre conceitos como conhecimento e sabedoria. Na fala do assessor de inovação, os estudantes foram convidados a elencar e conhecer as habilidades que farão com que cada um seja relevante no novo cenário global.

“Estamos indo para a era pós-digital. Essa era exige pensamentos diferentes. Ela tem característica não linear, multidisciplinar e exponencialmente imprevisível”, comentou.

O desafio diante da nova realidade, conforme Christian, é educar essas novas gerações para a lógica digital, a autonomia, o empoderamento, a busca de propósito e uma mentalidade hiperconectada. “Se o mundo está mudando, será que não temos que mudar também”, indagou.

Outras turmas também já receberam convidados especiais para troca de ideias dentro da programação do Novo Ensino Médio.

Mudanças para a Primeira Série

A implementação no novo formato de ensino foi iniciada pela Primeira Série em 2021. Conforme a coordenadora pedagógica, o Novo Ensino Médio compreende a inclusão dos chamados itinerários formativos. “Além das aulas dos componentes curriculares já tradicionais, a formação do aluno também passa a contar com componentes que irão os desafiar a estruturar seu protagonismo juvenil dentro de quatro pilares: investigação científica, processos criativos, mediação sociocultural e empreendedorismo”, explica.

Entre as principais mudanças práticas para os estudantes que ingressaram no Novo Ensino Médio, de acordo com Mainara, está o acréscimo na carga horária total dos três anos de estudo, que passa de 2.400 horas para 3 mil horas de atividades na escola ao longo dos três anos do período.

Já em 2021, integrando as ações de transição para o formato proposto, o Colégio Unesc disponibiliza aos alunos da Primeira Série duas propostas de itinerários formativos: Projeto de Vida e Oficinas de Texto. O objetivo é propor de forma integrada aos alunos oportunidades de reflexão, autoconhecimento e desenvolvimento do seu projeto de vida. “Eles poderão, ao longo de todo o ano, refletir sobre a relação deles com eles mesmos, com o mundo e com o outro a partir das atividades propostas e isso será importante para que aprendam também a lidar com as emoções, desenvolvendo competências socioemocionais importantes para a vida pessoal e profissional”, destaca a coordenadora.

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Estudante de Içara conquista ouro na OBMEP

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O município de Içara foi destaque na 21ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP 2026). A aluna Manuela Inácio Figueira, de 14 anos, foi a grande representante do município a nível nacional, ao conquistar um dos mais importantes resultados da educação brasileira com a medalha de ouro, consolidando sua trajetória de excelência.

Estudante da Escola Quintino Rizzieri e com a orientação dos professores Robson Cechinel e Daiane de Freitas Dalmolin, Manuela teve um desempenho que ultrapassou até mesmo as fronteiras do país. Representando o Brasil, ela participou da etapa internacional da Olimpíada Matemática Sem Fronteiras, realizada na França, onde conquistou a medalha de prata, reforçando seu talento e dedicação aos estudos.

“Poder vivenciar esse momento ao lado da Manuela e poder prestigiar mais essa conquista é muito gratificante. A Manuela é uma estudante que nos orgulha por toda a sua dedicação e comprometimento no estudo. Ser sua professora e poder contribuir com o seu processo de aprendizagem me alegra e me motiva na profissão docente”, afirma a professora Daiane.

Para Manuela, o reconhecimento nacional e internacional representa novas oportunidades em relação ao futuro nos estudos, como a possibilidade de poder frequentar ótimas universidades e ter uma boa carreira: ‘’tudo isso é muito importante para mim, assim também como poder ver questões educacionais aplicadas em outros lugares, tanto dentro quanto fora do país. Eu não estaria aqui onde estou hoje se não fosse pelo meu município, pela minha comunidade, pela minha escola e por todos que me apoiam diariamente”.

O coordenador pedagógico dos Anos Finais do Ensino Fundamental, Ismael Dagostin Gomes, afirma que as escolas são locais de descoberta e desenvolvimento das potencialidades. “Essa lapidação envolve secretaria, coordenações, gestores e professores. Alcançar uma premiação nacional é resultado coletivo das oportunidades que oferecemos aos nossos estudantes”, frisa.

Em reconhecimento às conquistas e à contribuição para a valorização da educação no município, a estudante foi homenageada pela Prefeitura de Içara com a Medalha Comemorativa dos 65 anos de Içara. A homenagem simboliza não apenas o mérito individual da aluna, mas também o compromisso dos educadores e da rede municipal de ensino com a formação de talentos e o fortalecimento da educação pública.

A trajetória de Manuela é exemplo de como o investimento em educação, aliado ao empenho de estudantes e professores, pode gerar resultados expressivos e levar o nome de Içara ao reconhecimento nacional e internacional.

Além da matemática, Manuela também demonstrou excelência em outras áreas do conhecimento. Na Olimpíada de Português, garantiu mais uma medalha de prata, evidenciando seu desempenho multidisciplinar.

A OBMEP segue em andamento. No dia 3 de agosto, serão divulgados os classificados para a 2ª fase, cuja prova irá ocorrer no dia 17 de outubro.

O impacto das premiações

Além de medalhas de ouro, prata, bronze e menções honrosas, a OBMEP abre portas para o futuro dos estudantes. Os medalhistas ganham o direito de participar do PIC (Programa de Iniciação Científica Junior), onde recebem uma bolsa de estudos do CNPq e têm aulas avançadas de matemática com professores universitários, passando a ter um currículo acadêmico de peso antes mesmo de saírem da escola.

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Refis 2026 inicia na próxima segunda-feira com descontos de até 97% em juros e multas

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O Governo Municipal de Siderópolis informa aos contribuintes que, a partir da próxima segunda-feira, dia 27, entra em vigor o Programa de Recuperação Fiscal (Refis) 2026. Instituído pela Lei Municipal 2.609, sancionada pelo prefeito Franqui Salvaro, o programa oferece condições especiais para a regularização de débitos municipais, com descontos de até 97% sobre juros e multas para pagamentos realizados em cota única até 30 de novembro deste ano.

Além da opção de pagamento à vista, o Refis 2026 também prevê desconto de 80% sobre juros e multas para quem optar pelo parcelamento em até 10 parcelas mensais e consecutivas. Já os contribuintes que escolherem quitar os débitos em até 20 parcelas mensais e consecutivas terão o desconto de 70%.

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Santa Catarina tem a menor taxa de mortes violentas do país, mas lidera ameaças contra mulheres e racismo

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Santa Catarina tem o menor índice de mortes violentas do Brasil. Os dados fazem parte do Anuário da Violência, divulgado nesta quinta-feira com 7,6 casos a cada 100 mil habitantes. Esta é a primeira vez desde 2014 que São Paulo fica fora da liderança dessa estatística: o estado registrou taxa de 7,8 mortes a cada 100 mil habitantes, o segundo menor índice do país.

Queda foi maior em Santa Catarina

Ambos os estados tiveram queda na taxa de 2024 para 2025: São Paulo passou de 8,2 para 7,8 mortes, enquanto em Santa Catarina a redução foi maior, de 8,6 para 7,6.

São Paulo havia sido o primeiro estado do país a registrar taxa de assassinatos abaixo de 10 por 100 mil habitantes, em 2018, com 9,6 à época. Santa Catarina alcançou essa marca em 2021, com 9,7 por 100 mil habitantes.

SC lidera ameaças contra mulheres e crimes de racismo

Apesar do desempenho positivo em mortes violentas, o mesmo anuário aponta que Santa Catarina foi o estado com o maior número de registros policiais de ameaças contra mulheres em 2025 e também liderou as ocorrências de crimes de racismo no país.

Segundo o levantamento, foram 1.733 registros de ameaça contra mulher a cada 100 mil habitantes em Santa Catarina em 2025 — um índice mais que o dobro da média nacional, que ficou em 720,9 registros por 100 mil habitantes.

Ameaças contra mulheres em 2025 (por 100 mil mulheres)

  • Santa Catarina: 1.733 registros
  • Amapá: 1.491 registros
  • Distrito Federal: 1.477 registros
  • Média nacional: 720 registros

Os dados utilizados no anuário são fornecidos pelas secretarias estaduais de segurança pública e compõem um panorama da violência no país, incluindo discussão sobre causas e possíveis soluções para a redução dos indicadores.

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