Geral
Professores da Unesc transformam vidas por meio da educação
o Dia do Professor, comemorado nesta terça-feira (15/10), a Unesc celebra a dedicação e o compromisso de quem transforma vidas por meio da educação. Mais do que ensinar, esses profissionais moldam o futuro ao superar desafios diários com criatividade e paixão. Em um cenário em constante mudança, os professores são pilares fundamentais no desenvolvimento de uma sociedade mais justa e consciente.
Na Unesc e no Colégio Unesc, os mais de 800 profissionais da educação desempenham papel essencial na formação de mais de 16 mil estudantes. Esses educadores são mais do que transmissores de conhecimento, eles atuam como mentores ao inspirar o pensamento crítico, a inovação e o compromisso social, com abordagem que valoriza o desenvolvimento integral, assim como o protagonismo dos estudantes.
Seja na sala de aula, em projetos de Pesquisa ou em atividades de Extensão, os professores se dedicam a fomentar o aprendizado contínuo e contribuem com o crescimento pessoal e acadêmico.
“Neste dia, celebramos os educadores da Unesc e do Colégio Unesc que, com dedicação, paixão e criatividade, superam os desafios de uma realidade em constante transformação e fazem da educação um instrumento de mudança e esperança. Cada professor não apenas transmite conhecimento, mas inspira, orienta e forma cidadãos comprometidos com um futuro mais justo e sustentável. A missão desses profissionais vai além da sala de aula, eles moldam vidas e preparam nossos estudantes para serem protagonistas das próprias histórias, seja por meio do Ensino, da Pesquisa ou da Extensão. A eles, a nossa eterna gratidão e reconhecimento”, enfatiza a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta.
Prazer em ensinar
A docente Andréa Rabelo Marcelino faz parte da Unesc desde 2009 e, para ela, ser professora na Instituição significa estar em constante evolução. “Sempre quis ser professora. Eu já ensinava minhas bonecas e meus irmãos mais velhos, e, ao concluir a oitava série, atual nono ano, fui para o magistério para seguir meu sonho. Antes mesmo de me formar, já estava estagiando na Educação Infantil de um dos colégios da cidade, onde trabalhei por muitos anos”, relembra.
Com 36 anos de experiência na docência, Andréa também atuou como pedagoga no Ensino Fundamental. “Depois, me formei em Geografia e passei a lecionar no Ensino Médio, no curso de magistério e na formação de professores”, comentou. Ela destaca que a Unesc transformou sua trajetória como professora e gestora. “Aprendo com tudo e todos que encontro aqui. Amo este espaço de diversidade”, conclui a coordenadora do curso de Pedagogia.
Para o professor Richarles Souza de Carvalho, ser docente na Unesc é uma experiência fantástica e recompensadora. “Aqui, temos a oportunidade de conviver, trabalhar e aprender com pessoas de diferentes áreas e culturas, o que enriquece muito a nossa trajetória”, afirma. Ele destaca que o papel do professor universitário hoje envolve diversas atividades, como Pesquisa e, em alguns casos, gestão. “Contudo, para mim, o Ensino continua sendo a principal e mais gratificante tarefa. Sinto-me realizado como professor na Universidade”, pontuou.
Com 26 anos de carreira, dos quais 24 dedicados à Unesc, Carvalho começou a jornada em 2000 no Colégio Unesc, então chamado Colégio de Aplicação (CAP). Após o mestrado, em 2006, passou a lecionar na graduação. Ao longo dos anos, ele atuou em diversos cursos, ministrando disciplinas relacionadas às linguagens, e atualmente integra os cursos de Letras, Pedagogia, Escola de Comunicação Criativa (Ecocria) e Escola de Idiomas.
“A Unesc tem um papel fundamental na minha vida pessoal e profissional. A Universidade não é apenas o meu local de trabalho, mas também parte da minha história. Eu estudei aqui, minha esposa se formou aqui, e agora nossos filhos estudam no Colégio Unesc”, diz.
Ciclo sem fim
Para a professora Adriane Bandeira Rodrigues, ser professor na Unesc é muito mais do que o profissional que transmite conhecimento na área da sua formação. “É aquele que exerce o papel de facilitador no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo, com a sua experiência e valores humanos, na formação dos estudantes, sempre preocupado em acolhê-los, inspirado nos princípios e valores tão prestigiados pela nossa Universidade”, disse, ela que está na Universidade desde 2005, como professora no Curso de Direito. Ela também já lecionou as disciplinas de Direito no Curso Superior de Marketing, Gestão de Pessoas e Administração de Empresas.
Para o coordenador da Ecocria, Marcos Dalmoro, ser professor é compreender como o outro aprende, e dar suporte para este alcançar seus objetivos. “É compartilhar saberes e aprender em um ciclo sem fim. É, por vezes, sair de uma sala de aula com a certeza de que naquela noite você conseguiu fazer algo por outro ser humano. Lecionar na Unesc é estar realizado com a ascensão dos seus estudantes”, mencionou.
Constante atualização
Preocupada com a atualização constante dos professores, a gestão da Unesc promove a Formação Permanente, que inclui palestras com convidados externos, entre outras atividades. Na Universidade desde 2012, a coordenadora do curso de Engenharia Civil, Elaine Guglielmi Pavei Antunes, enfatiza que a Instituição lhe proporciona um ambiente de crescimento que lhe permite compartilhar a paixão pela Engenharia Civil com centenas de estudantes.
“Transmitir o conhecimento e acompanhar o desenvolvimento dos acadêmicos é algo que me motiva diariamente. A Unesc me ofereceu a oportunidade de expandir o meu trabalho, tanto em sala de aula, quanto em projetos de Pesquisa e Extensão. Ser professora e coordenadora do curso tem sido uma experiência enriquecedora. A Unesc valoriza o conhecimento e a inovação, o que me permite crescer junto com os estudantes e a Instituição. A cada dia, confirmo que ser professora na Universidade vai além de uma simples profissão; é uma realização pessoal e profissional, além de uma oportunidade de contribuir significativamente para a formação de futuros engenheiros”, ressalta.
Para o professor Jacks Soratto, que leciona nos cursos de Enfermagem, Medicina, além do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), estar no campus da Unesc lhe possibilita construir o caminho da felicidade por meio do trabalho. “É uma fonte de satisfação pois me sinto parte do processo. Estar em uma Instituição que nos reconhece e nos dá liberdade para criar, inovar, pesquisar e fazer a diferença na vida das pessoas é fantástico”, reconhece.
Já a professora Neiva Junkes Hoepers frequenta as salas da Unesc há 22 anos, com atuação no curso de Enfermagem, além da coordenação de estágios e do grupo de Extensão. “Lecionar na Unesc significa ajudar a transformar seres humanos melhores e se reinventar constantemente”, comenta.
Tanto para aqueles com anos de experiência, como Neiva, quanto para os que iniciaram a trajetória na Unesc recentemente, como Tiago Bender Wermuth, que passou a lecionar na Universidade em fevereiro de 2024, a docência se revela como uma missão de transformação.
“Na Universidade, tenho a oportunidade de participar ativamente da formação de futuros profissionais em um ambiente que valoriza o conhecimento prático e teórico. A Instituição me permite não apenas ensinar, mas também aprender, em um processo constante de troca e evolução junto aos acadêmicos. Acompanhar o crescimento e a evolução de cada um é o que me motiva todos os dias a seguir nessa jornada de ser professor na Unesc”, ressalta.
Geral
Siderópolis conclui catalogação de documentos históricos e amplia acervo disponível para consulta no Museu do Carvão
O Governo de Siderópolis, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, concluiu mais uma etapa do trabalho de organização e preservação do patrimônio histórico do município. Depois da catalogação das 825 fotografias que passaram a integrar o acervo da instituição, o trabalho avançou para os documentos doados por famílias da cidade, especialmente aqueles relacionados ao período de atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Carbonífera Treviso.
Ao todo, mais de 476 documentos foram organizados e catalogados em três álbuns, passando a integrar oficialmente as listagens de Patrimônio Cultural e do Museu do Carvão. O conjunto reúne registros que ajudam a preservar a memória dos trabalhadores e das atividades desenvolvidas no município entre as décadas de 1940 e 1980, além de documentos que se estendem até 1999.
Entre os materiais estão cartões de sócios da CSN, carteiras de registro funcional de trabalhadores, cartas, diplomas e outros documentos relacionados à vida profissional dos antigos funcionários. A maior parte do acervo é formada por fichas trabalhistas de ex-funcionários da CSN e da Carbonífera Treviso, doados por familiares.
Entre as principais doadoras estão Ilka Stamm Pasa, Maria Nazareth Vargas dos Santos e Lia Bolsoni, além de outras famílias que contribuíram para que esses registros fossem preservados e pudessem ser incorporados ao acervo histórico do município.
“Cada registro, cada fotografia e cada documento carrega um pouco da trajetória da nossa comunidade. É muito importante que esse material esteja organizado e disponível para consulta, garantindo que as novas gerações possam conhecer e valorizar as nossas raízes”, pontuou o prefeito Franqui Salvaro.
Registros ajudam a contar a história do Recreio do Trabalhador
Uma parte significativa dos documentos está relacionada ao período de administração de Heitor Belmiro da Silva, ex-encarregado do Recreio do Trabalhador. Os registros revelam detalhes da rotina do espaço e das atividades oferecidas aos trabalhadores e suas famílias.
Entre os documentos estão relatórios manuscritos e posteriormente datilografados, listas de filmes exibidos no Cine Recreio, relação de filmes a serem pagos aos distribuidores, documentos referentes ao pagamento de impostos de censura, lista de frequência de jogos internos e de utilização da biblioteca, além de registros de eventos, reuniões e festividades.
Também foram encontrados documentos relacionados a orçamentos para manutenção de equipamentos do Cine Recreio, listas de materiais e anotações sobre atividades relacionadas no local, como Semana da Criança, apresentações de teatro, reuniões, eleições, coquetéis e distribuição de brinquedos de Natal.
Imposto de censura
Os registros do cinema também revelam aspectos dos períodos de censura. Em documentos referentes às décadas de 1960 e 1970, há anotações sobre horários das sessões, filmes exibidos e os procedimentos relacionados à censura das obras antes da liberação para exibição.
As anotações registram, ainda, o chamado imposto de censura, relacionado à autorização para que determinados filmes fossem exibidos. Dependendo do conteúdo considerado inadequado, como temas relacionados à família, álcool ou sexualidade, cenas poderiam ser cortadas ou a obra poderia ser impedida de ser exibida.
O acervo também reúne documentos que atravessam períodos importantes da história brasileira, incluindo registros produzidos durante o período da ditadura militar. Outro documento encontrado registra a paralisação das sessões em 2 de abril de 1964, período próximo ao início da ditadura militar no Brasil.
Preservação da memória de Siderópolis
A nova etapa complementa o trabalho iniciado com a organização das fotografias históricas, que reúne 825 imagens da trajetória da CSN, da Carbonífera Treviso e de diferentes acontecimentos do município entre as décadas de 1940 e 1960. O material fotográfico foi catalogado e identificado com o apoio de pessoas que auxiliaram no reconhecimento de moradores, locais e equipamentos retratados nas imagens.
“O trabalho de catalogação permite que documentos que estavam guardados nas famílias possam ser reconhecidos como parte da história de Siderópolis. São registros que contam a trajetória dos trabalhadores, das empresas, do Recreio e de diferentes momentos vividos pela comunidade. Preservar esse material é também preservar a memória das pessoas que ajudaram a construir o município”, destacou o assessor de Cultura e Turismo de Siderópolis, Arisson Fabricio Nunes.
Todo o material já está disponível no Museu do Carvão para consulta e visualização. O Museu está localizado no antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.
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UniSATC amplia conexões internacionais durante conferência de Inteligência Artificial na Colômbia
A produção científica desenvolvida na UniSATC ganhou espaço internacional durante a Colombian Conference on Applications of Computational Intelligence (ColCACI 2026), em Bucaramanga, na Colômbia. O coordenador do curso de Engenharia de Computação da UniSATC, Vagner Rodrigues, participou do evento e apresentou um artigo científico na trilha TinyML and Edge AI, área emergente da Inteligência Artificial aplicada a dispositivos embarcados e à computação de borda.
Promovida pelo IEEE, a conferência reuniu pesquisadores, estudantes de mestrado e doutorado e grupos de pesquisa de diferentes universidades para apresentar estudos e discutir avanços relacionados à Inteligência Computacional.
O trabalho apresentado por Rodrigues é resultado da orientação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Engenharia de Computação da UniSATC. A participação demonstra como projetos desenvolvidos ainda durante a graduação podem avançar para espaços de discussão científica e alcançar eventos internacionais.
“Existe um peso importante por ser uma conferência internacional ligada ao IEEE, que possui reconhecimento científico muito forte na nossa área. Mas o que mais me chamou atenção foi a possibilidade de entrar em um grupo de pesquisadores que trabalha com temas semelhantes aos nossos. A partir disso, passamos a ter pessoas com quem conversar, trocar experiências e pensar em novas pesquisas”, destaca Rodrigues.
Pesquisa que gera novas conexões
Além da apresentação do artigo, a participação no ColCACI possibilitou uma aproximação com pesquisadores de outros países. Os momentos de integração promovidos pela conferência, como cafés, encontros e atividades sociais, contribuíram para a troca de informações e para a construção de uma rede de contatos.
Segundo Rodrigues, essa experiência pode gerar resultados que vão além da pesquisa apresentada. Durante o evento, o coordenador estabeleceu contato com representantes de universidades do Chile e da Colômbia, iniciando conversas sobre possíveis ações conjuntas.
“Uma das coisas mais positivas foi justamente criar esses contatos. Já estamos conversando com uma universidade privada do Chile e queremos entender quais possibilidades podemos construir juntos. A ideia é avaliar oportunidades para que nossos alunos possam ter experiências lá e, ao mesmo tempo, para que estudantes deles também possam conhecer e estudar na UniSATC”, explica.
A aproximação abre possibilidades para futuras iniciativas de internacionalização, intercâmbio acadêmico e cooperação entre pesquisadores e instituições.
Da graduação para uma conferência internacional
A origem do artigo em um Trabalho de Conclusão de Curso também reforça a integração entre ensino e pesquisa dentro da Engenharia de Computação. De acordo com o coordenador, levar um estudo desenvolvido a partir da graduação para um ambiente internacional amplia as perspectivas dos estudantes e evidencia o potencial da produção acadêmica realizada na instituição.
“Quando um trabalho desenvolvido dentro do curso consegue chegar a uma conferência internacional, mostramos ao aluno que aquilo que ele produz aqui pode ultrapassar os limites da sala de aula. A pesquisa passa a dialogar com outros pesquisadores e instituições e pode abrir novas oportunidades acadêmicas e profissionais”, ressalta.
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Prefeitura de Criciúma assina termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos
A Prefeitura de Criciúma assinou, nesta sexta-feira (11), o termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos (GAD). A sala, localizada no segundo andar do Mercado Público Criciumense, no Centro, será destinada a atividades assistenciais, sociais, comunitárias e de apoio à saúde. A ação é fundamentada pela Lei Municipal nº 9.008 de 22 de julho de 2026.
“Essa é uma forma de o Município apoiar uma causa tão importante e contribuir para que o GAD tenha melhores condições de acolher e atender as pessoas com diabetes. Sabemos da relevância desse trabalho e queremos fortalecer iniciativas que levam assistência, informação e cuidado para a população”, ressaltou o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.
O espaço possui 116,24 metros quadrados. Segundo o presidente do GAD, Samuel Pereira de Medeiros, a cessão representa uma conquista para a entidade e permitirá ampliar a estrutura de atendimento oferecida às pessoas com diabetes.
“Esse espaço será utilizado para dar apoio a todas as pessoas com algum tipo de diabetes. Hoje oferecemos assistência social, cestas glicêmicas, convênio médico, telemedicina e atendimento com psicólogas, e teremos esse atendimento também no local. Atualmente, atendemos uma média de 18 a 20 pessoas e queremos chegar até o final do ano a 50 pessoas”, destacou.
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