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Economia

Quatro dicas para economizar e viajar todo ano

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Viajar é um desejo que muitos compartilham, mas as preocupações financeiras podem parecer um obstáculo insuperável. No entanto, com planejamento e algumas estratégias, é possível economizar e tornar a viagem anual uma realidade. Além disso, especialistas concordam que não há motivo para se endividar por conta de uma viagem, sendo possível organizá-la de forma a ter todas as despesas quitadas assim que o passeio terminar.

Para isso, uma abordagem sólida começa com a alocação de um orçamento realista e a busca por oportunidades de economia, como promoções e descontos em passagens aéreas e hospedagem. Investir em títulos pós-fixados e controlar os gastos mensais, considerando tanto os menores quanto os maiores custos, também pode contribuir para um planejamento financeiro eficiente. Um agente autônomo de investimentos, por exemplo, pode fornecer orientações específicas e personalizadas para otimizar a gestão financeira das programações.

Quando o planejamento envolve a gestão de moeda estrangeira, é importante seguir recomendações específicas para destinos com moedas mais valorizadas ou desvalorizadas em relação ao real. Ao adotar essas práticas, é possível desfrutar de viagens anuais sem comprometer a saúde financeira pessoal. O blog “Bora Investir”, da B3, bolsa de valores brasileira, lista uma série de dicas e orientações dadas por especialistas. 

Estabeleça um orçamento realista

Antes de embarcar na jornada do planejamento de viagem anual, é de suma importância definir um orçamento realista que abranja todas as áreas de despesas previstas. Ao compreender claramente quanto dispor para a aventura, é possível estar equipado para tomar decisões financeiras informadas.

A dica é incluir não apenas passagens e hospedagem, mas também considerar cuidadosamente os gastos com alimentação, atividades e outras despesas incidentais. Essa base permite identificar áreas em que é possível economizar, ao mesmo tempo que assegura a disponibilidade de meios adequados para aproveitar cada momento da viagem.

Saiba em quê investir para uma viagem

No que diz respeito ao investimento para viagens, dado o prazo de até 12 meses, a abordagem mais prudente é optar por alternativas seguras. Recomenda-se investir em títulos pós-fixados que seguem a taxa Selic, como o Tesouro Selic e certificados de depósito bancário (CDBs), seja com liquidez diária ou com vencimento próximo à data da viagem.

Conforme especialistas consultados pelo blog da B3, investir em CDBs sem liquidez diária tende a gerar retornos superiores em relação aos resgates dia a dia. Enquanto CDBs com liquidez diária oferecem taxas entre 100% e 103% do certificado de depósito interbancário (CDI), CDBs com vencimento em um ano proporcionam rendimentos na faixa de 111% a 113% do CDI.

Essa diferença é importante para quem pretende investir, por exemplo, o 13º salário ou um bônus anual ao longo de um ano. Contudo, se a estratégia envolver economizar mensalmente até a data da viagem, a discrepância entre os títulos será menos significativa.

A poupança não é aconselhada para esse propósito, devido à sua rentabilidade baixa (equivalente a 70% da Selic) e à limitação de rendimentos após a data de aniversário. Para aplicações um mês antes da viagem, a orientação é manter o dinheiro em uma conta corrente, a fim de evitar taxas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), caso haja a necessidade de resgatar o montante em menos de um mês.

Inclua gastos maiores no orçamento mensal

Gastos mais substanciais devem ser incorporados ao planejamento mensal. O enfoque mensal de investimento pode se concentrar em despesas relacionadas à viagem, como alimentação e atividades. É aconselhável, ao estimar esses gastos, reservar uma margem de 10% a 20% adicional para imprevistos.

Por outro lado, despesas maiores como passagens aéreas e hospedagem requerem antecipação na compra. Nesses casos, se o orçamento estiver restrito e não houver economias prévias, é possível parcelá-los no cartão de crédito e distribuir esses custos ao longo do período até a viagem. Essa estratégia permite aproveitar ocasiões de descontos vantajosos.

Compre moedas aos poucos para viagens internacionais

Ao planejar viagens para países com moedas mais fortes que o real, como dólar e euro, aconselha-se dividir o valor planejado para despesas em duas partes. Metade pode ser investida e a outra destinada à aquisição gradual da moeda do destino. A ideia é possibilitar a conversão de uma parte mensalmente em um cartão pré-pago, sujeito a 1% de IOF, evitando gastos no cartão de crédito devido à alta taxa de 6,38% de IOF.

Para não correr riscos de flutuação cambial, é recomendado fazer uma média de preços ao comprar moeda estrangeira. Em países com moedas desvalorizadas, como a Argentina, é aconselhável investir o dinheiro e convertê-lo de uma vez usando remessas seguras, como Transferwise ou Western Union, ao chegar ao destino.

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Economia

SATC lança programa para conectar empresas e startups em busca de soluções inovadoras

Criciúma Open Challenge Day vai transformar desafios reais de empresas em projetos-piloto com apoio da FAPESC e do Sebrae/SC

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Empresas de Criciúma e região que enfrentam desafios e buscam novas tecnologias terão uma nova ferramenta para encontrar soluções. A SATC, com apoio da FAPESC e do Sebrae/SC, lança o Criciúma Open Challenge Day, programa de inovação aberta que conecta empresas, startups e negócios inovadores para transformar problemas reais em projetos-piloto.

A proposta é permitir que as empresas apresentem desafios específicos ao mercado, definindo desde o início o escopo do problema, o prazo e o valor disponível para a realização de uma prova de conceito (PoC).

A partir do desafio cadastrado, startups e empresas que possuem soluções alinhadas poderão demonstrar interesse e apresentar propostas. As alternativas passam por uma seleção até chegar ao encontro entre os potenciais parceiros.

Para o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha, o modelo amplia as possibilidades para organizações que precisam inovar, mas nem sempre encontram internamente as competências necessárias.

“A inovação aberta parte justamente da ideia de que a empresa não precisa encontrar todas as respostas dentro de casa. Ao abrir um desafio para o ecossistema, ela consegue acessar diferentes competências, tecnologias e modelos de solução”, explica.

Como funciona o Criciúma Open Challenge Day

O programa foi estruturado em cinco etapas, que começam com a identificação do problema e podem terminar com a solução sendo testada no ambiente real da empresa.

1. Cadastro do desafio: a empresa apresenta o problema, o escopo, o prazo e o valor destinado à prova de conceito.

2. Apresentação das soluções: startups e empresas com tecnologias ou modelos de negócio relacionados ao desafio demonstram interesse e encaminham seus pitches.

3. Seleção: as propostas recebidas são avaliadas para identificar as soluções mais adequadas.

4. Matchmaking: durante o evento presencial, empresas e potenciais fornecedores se encontram para conhecer as propostas e avançar nas negociações.

5. Projeto-piloto: após a contratação, a solução é testada em ambiente real, com acompanhamento e suporte das entidades envolvidas.

Segundo a gerente de Consultorias e PD&I do Centro Tecnológico SATC, Pâmela Milak, o objetivo é aproximar uma necessidade concreta das empresas das competências disponíveis no ecossistema de inovação.

“A ideia é aproximar empresas, profissionais e conhecimento de uma forma muito objetiva. Existe um desafio real, existe uma solução que precisa ser validada e existe um ambiente preparado para que essa conexão aconteça”, afirma.

Evento reúne instituições do ecossistema de inovação

O Criciúma Open Challenge Day reúne 11 instituições do ecossistema local de inovação, com a proposta de estimular a cooperação e contribuir para o desenvolvimento econômico das empresas da região.

A programação terá dois momentos principais.

O evento de lançamento será realizado no dia 1º de outubro, às 8h30, no Centro de Inovação de Criciúma (CRIO). As inscrições já estão abertas.

Já o evento de conexão, que promoverá o encontro entre empresas e potenciais solucionadores, está marcado para 12 de novembro, às 8h30, no Centro Tecnológico SATC.

Empresas interessadas em cadastrar desafios e startups ou negócios que tenham soluções inovadoras podem participar por meio da plataforma do programa.

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Economia

JBS e Seara fazem entrevistas para contratação no Sul de SC

Seleção presencial ocorre na próxima terça-feira (8), em Balneário Gaivota, para vagas nas unidades de Forquilhinha e Nova Veneza

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Quem está em busca de uma oportunidade de trabalho terá uma nova possibilidade de contratação na próxima terça-feira (8), em Balneário Gaivota. A JBS e a Seara realizarão entrevistas presenciais para selecionar trabalhadores para as unidades das empresas em Forquilhinha e Nova Veneza.

O atendimento começa às 9h, na sede da Prefeitura de Balneário Gaivota, localizada na Avenida Guanabara, 452, no Centro, junto ao SINE.

Para participar da seleção, os candidatos devem comparecer ao local munidos de um documento de identificação. São aceitos documentos como RG ou Registro Nacional Migratório (RNM).

Vagas também são destinadas a PcD

Além da remuneração, as oportunidades contam com um pacote de benefícios oferecido pelas empresas. Entre eles estão vale-alimentação ou cesta básica de R$ 360, transporte fretado ou vale-transporte, restaurante gratuito no local de trabalho, plano odontológico, seguro de vida e participação nos resultados (PPR).

Também fazem parte da relação de benefícios o Gympass e o auxílio-creche.

As oportunidades estão abertas também para pessoas com deficiência (PcD).

Como participar

Os interessados podem buscar informações sobre as oportunidades e o processo seletivo pelo portal de recrutamento do Grupo JBS ou pelo WhatsApp disponibilizado para atendimento aos candidatos.

A orientação é que os candidatos interessados compareçam à seleção no horário indicado e levem um documento de identificação.

Serviço

O que: entrevistas para contratação JBS e Seara
Quando: terça-feira (8), a partir das 9h
Onde: Prefeitura de Balneário Gaivota – Avenida Guanabara, 452, Centro
Local: junto ao SINE
Unidades: Forquilhinha e Nova Veneza
Informações: grupojbs.gupy.io | WhatsApp (48) 9 9168-3371

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Economia

Salário mínimo deve chegar a R$ 1.741 em 2027, prevê Orçamento

Projeto enviado ao Congresso nesta segunda-feira (31) estima inflação de 3,6%, crescimento de 2,46% do PIB e superávit primário de R$ 18,6 bilhões

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O salário mínimo poderá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentada pelo Governo Federal ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31).

O texto foi encaminhado no último dia do prazo constitucional para envio do projeto ao Legislativo e estabelece as principais estimativas para as contas públicas do próximo ano. Entre as projeções estão inflação de 3,6% e crescimento de 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB).

Caso a previsão para o salário mínimo seja confirmada, o reajuste será de R$ 120, equivalente a aproximadamente 7,4% sobre o valor atual. Pela estimativa apresentada no projeto, o aumento ficaria cerca de 2,3 pontos percentuais acima da inflação projetada para este ano.

Projeções para a economia

Além do salário mínimo, a proposta apresentada pelo Executivo reúne as estimativas utilizadas para calcular as receitas e despesas do governo federal em 2027.

O documento trabalha com uma taxa básica de juros (Selic) média de 12,53% e prevê o dólar com cotação média de R$ 5,22 ao longo do próximo ano.

Para o resultado das contas públicas, a previsão é de um superávit primário de R$ 18,6 bilhões, o equivalente a pouco mais de 0,1% do PIB.

O resultado primário considera a diferença entre as receitas e as despesas do governo, sem incluir os gastos com juros da dívida pública.

Proposta ainda precisa passar pelo Congresso

A LOA estabelece quanto o governo federal pretende arrecadar e como os recursos públicos deverão ser distribuídos entre as diferentes áreas da administração.

Pela Constituição Federal, o Executivo precisa encaminhar a proposta ao Congresso até 31 de agosto. Depois de analisado e votado pelo Legislativo, o Orçamento segue para sanção presidencial.

O projeto de 2027 será inicialmente examinado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Na sequência, será submetido à votação do Congresso Nacional e, caso aprovado, encaminhado para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

LDO ainda precisa ser votada

Antes da análise definitiva do Orçamento, o Congresso também precisa concluir a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece parâmetros para a elaboração e execução da LOA.

O projeto da LDO de 2027 tramita no Congresso por meio do PLN 2/2026. A votação deveria ter ocorrido até 17 de julho, mas não foi concluída.

Com o atraso, a expectativa é de que a matéria seja analisada durante o segundo semestre, antes da conclusão do processo orçamentário de 2027.

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