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Saúde confirma primeiro caso da variante EG.5 do coronavírus em SC e alerta para a importância da vacinação

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A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) recebeu na noite desta segunda-feira, 4, a confirmação do primeiro caso da variante EG.5 do coronavírus no estado. O paciente infectado é um homem, de 37 anos, morador de Biguaçu, sem histórico de viagem.

Ele procurou atendimento médico no Hospital Regional de São José (HRSJ) no dia 24 de julho com sintomas leves: coriza, dores musculares e dor de cabeça.

A informação é que ele possui esquema vacinal primário contra a Covid-19, primeira e segunda doses.

Para Fábio Gaudenzi, superintendente de vigilância em saúde, as medidas de prevenção seguem as mesmas para evitar a transmissão desta e de outras linhagens do Coronavírus

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Unesc deixa mensagem de incentivo e investimento no esporte no Encontro de Gigantes

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A defesa do esporte como vetor de transformação social, emancipação e desenvolvimento socioeconômico é uma das fortes bandeiras da Unesc. Referência no assunto, tanto pela formação de profissionais ligados à área, quanto pelo investimento em atletas e equipes nas mais variadas modalidades, a Universidade integrou o evento regional de grandes nomes esportivos, o Encontro de Líderes, evento realizado na noite desta segunda-feira (1º/07), na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

Representando a Unesc, a pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação e Extensão, Gisele Coelho Lopes fez questão de destacar ao público presente o olhar acurado da Instituição para todos os projetos e ações que envolvem o esporte nas mais variadas formas.

De acordo com Gisele, mais do que formar profissionais para o mundo do trabalho, a Unesc está sempre atenta ao cenário global e enxerga na prática esportiva uma forma de mudar realidades, oferecer oportunidades de vida, desenvolver habilidades sociais e até promover o desenvolvimento de toda a região.

“A Universidade vê o esporte como um grande espaço de investimento porque é o lugar da criança, do jovem, do adolescente, do idoso. É por meio do esporte que a gente consegue dar às pessoas algo fundamental que é a inclusão, saúde física e a mental. Na medida em que a Universidade olha o esporte como um espaço de proporcionar às pessoas melhores condições de vida, consegue incluir diferentes perfis, dar espaços e asas”, pontuou.

Apoiadora de atletas de futebol, voleibol, handebol, karatê, entre outras modalidades, de acordo com a pró-reitora, a Instituição busca ser modelo de apoio à prática esportiva como elemento de emancipação e inclusão de todos e todas.

“Na medida em que você dá ao jovem, à criança, uma perspectiva de futuro, você está dando uma chave para ela se desenvolver e se destacar. Muitos garotos que passam pelos nossos projetos e hoje estão voando alto, são grandes atletas, profissionais e seres humanos diferenciados”, acrescentou a pró-reitora.

Ao enaltecer o investimento anual de R$1,5 milhão com recursos próprios da Unesc, destacou o cuidado da gestão à temática. “Temos convicção de que a Unesc é uma agente de transformação e vai além da educação em diferentes formas. Nós entendemos que o esporte é um investimento para o desenvolvimento pessoal e profissional e, na medida que começamos a entender o esporte como um elemento de emancipação, que dá acessos,  dá autonomia, temos a certeza de que o investimento é bem aplicado e impacta toda a sociedade”, acrescentou.

Gigantes no palco

Em modelo de bate-papo, o idealizador do evento, Alex Maranhão recebeu também os convidados: Anselmo Freitas, empresário e ex-presidente do Criciúma Esporte Clube; Rui Búrigo, mestre em psicologia esportiva; Euler Victor, especialista em gestão de base; Felipe Albuquerque, executivo de futebol do Barra Futebol Clube; Paulo Baier, treinador e ex-jogador, maior artilheiro da era de pontos corridos; e Neto Zampier, jogador, ídolo da Chapecoense.

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Trânsito interditado para montagem da estrutura da Festa do Colono

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Parte das Avenidas 19 de Dezembro e Dom Luiz Orioni estão interditadas, e vão permanecer assim, durante todo fim de semana, quando acontece a Festa do Colono de Siderópolis. No local, ao redor da Piazza Nova Belluno, estão sendo montadas parte da estrutura da Praça de Alimentação, da Feira Multisetorial e dos banheiros para os festejos. A 23ª edição da Festa do Colono vai de quinta até domingo (4 à 7).

Para dar clima a festa, as cantorias, que iniciaram na sexta, seguem nesta segunda, terça e quarta-feira, visitando os comércios da região central da cidade, iniciando às 13h30. Salame, queijo e muita música italiana embalam o cortejo que conta com a participação de membros dos Grupos de Idosos, sanfoneiros, das cortes da festa e membros da Comissão Central Organizadora da Festa, incluindo o prefeito Franqui Salvaro.

O prefeito Franqui Salvaro vem agradecendo a recepção de todos. “Com muita alegria e disposição iniciamos o primeiro dia de cantoria. Agradecendo a todos pela calorosa recepção, convidando também para confraternizar conosco e claro, prestigiar a Festa do Colono”, convidou.

Entrada gratuita

Embora a Piazza Nova Belluno, local do evento, esteja cercada, o acesso será gratuito para todos. Segundo o responsável da Todah eventos, Antonio Schueroff, empresa vencedora da licitação para organizar os festejos, serão três pontos de entrada, com revista por segurança. Conforme recomendação da Polícia Militar, não será permitida a entrada com nenhum tipo de bebida e comida na parte interna da festa.

A Festa do Colono contará ainda com desfile cultural, olimpíadas rurais, atrações musicais, culturais e religiosas, além de quatro shows nacionais: na quinta-feira (04/07), Bruno e Barretto; na sexta-feira (05/07), Nenhum de Nós; no sábado (06/07), Antony e Gabriel; e no domingo (07/07), a festa será encerrada com Garotos de Ouro.

Estacionamentos

A Administração Municipal faz um alerta aos motoristas para não efetuarem pagamentos em estacionamentos nas vias públicas, o que é proibido. Já nos estacionamentos privados, o valor recomendado é de R$ 30, sem limite de tempo de permanência. O proprietário de terreno que queira cobrar estacionamento deverá retirar o alvará junto ao setor de tributos da Prefeitura.

Programação completa

Quinta-feira – 04 de julho

•      17h – Apresentações Artísticas das Escolas, Entidades e Igrejas

•      20h30 – Abertura Oficial da 23ª Festa do Colono

•      21h30 – Show com a dupla Elton & Everton

•      23h – Show nacional com Bruno & Barretto

Sexta-feira – 05 de julho

•      13h – Encontro da Melhor Idade com o Grupo Os Campesinos

•      18h – Show da banda Dentadura dos Deuses

•      19h30 – Show com Alexandre Netto

•      21h30 – Show com Yonara & Jardel

•      23h30 – Show nacional com Nenhum de Nós

Sábado – 06 de julho

•      9h – Santa Missa

•      12h – Show com a banda Fogo

•      14h – Show com Gelsinho e Banda

•      16h – Show com a banda Superação

•      18h30 – Show com Léo Marques e Os Guri

•      20h – Show com Grupo Trem de Ferro

•      22h – Show com Mari & Rafa

•      23h30 – Show nacional com Antony & Gabriel

•      1h – Show com DJ Ghellere

Domingo – 07 de julho

•      9h – Desfile Cultural da 23ª Festa do Colono

•      Encontro de Carros Antigos de Belluno

•      12h – Show com o Grupo Bellunesi e Isabeli Moro

•      13h30 – Show com a banda Ginetes do Sul

•      15h – Show com a banda Stylo da Gente

•      16h45 – Show com a banda Antítese

•      18h30 – Show com Murilo & Gustavo

•      20h15 – Encerramento Oficial da 23ª Festa do Colono

•      21h – Show nacional com Garotos de Ouro

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Museu vai restaurar mapas e cadernetas de campo do tempo da colonização

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O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel (Malpi), de Orleans, está restaurando 75 mapas e 25 cadernetas de campo datados de meados do século 19, da formação da Colônia Grão-Pará. O projeto, aprovado no edital do prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2023, contribuirá com a preservação dos documentos para viabilização de futuras pesquisas.

A área correspondente à Colônia é de, atualmente, 10 municípios da região Sul do estado de Santa Catarina, e o acervo faz parte de uma série de documentações pertencentes ao Centro de Documentação Histórica Plinio Benício (CEDOHI), do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel e da Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), mantenedora do Unibave.

O projeto “Entre mapas e cadernetas de campo: história, preservação e difusão de acervos históricos do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel”, conforme a diretora do Museu, Valdirene Böger Dorigon, colabora com a preservação de parte da história da imigração. Um dos exemplos, é o mapa da comunidade do Rio dos Pinheiros. O local foi um dos principais núcleos coloniais, com a chegada dos imigrantes europeus em 1882.

Boa parte dos mapas já foi recuperado e, agora, a equipe vem trabalhando nas cadernetas. A diretora frisa que o acervo se constitui um dos mais importantes centros de documentação de pesquisa histórica de Santa Catarina sobre a colonização europeia da região. “Aqui, há várias tipologias de documentos. São documentos de grande interesse histórico, com registros desde a implantação da Colônia Grão-Pará com a demarcação iniciada em 1875, lista de imigrantes, títulos de propriedade, censos dos moradores, documentos relacionados às questões administrativas da empresa e da vida cotidiana na colônia, até os registros de venda de terras de 1980”, comentou Valdirene.

O projeto ainda prevê uma palestra gratuita envolvendo os 10 municípios de abrangência da antiga Colônia Grão-Pará. “Entre mapas e cadernetas de campo” é um projeto aprovado na categoria Patrimônio e Paisagem Cultural: Museus e está sendo realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura da Edição 2023.

Sobre a Colônia

A Colônia Grão-Pará é resultado do Dote de casamento da Princesa Isabel com o Conde D´Eu, que recebeu de seus pais, o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Em Santa Catarina, foi realizado o tombamento topográfico de 12 léguas de terra na região do Vale do Rio Tubarão. Para colonizar as terras, os Condes fizeram contrato com o Comendador Caetano Pinto Júnior, responsável por dividir as terras em lotes e colonizá-las, com nacionais e estrangeiros.

Para isso, formaram a Empresa Colonizadora Grão-Pará, dando início às demarcações em 1875, o que originou a Colônia Grão-Pará. Várias propagandas sobre a Colônia foram realizadas na Europa no intuito de atrair imigrantes europeus. A colônia foi inaugurada em 2 de dezembro de 1882, quando iniciou a venda de lotes coloniais aos colonos nacionais e imigrantes europeus. Portugueses, italianos, austríacos, alemães, poloneses, franceses, letos, ingleses, russos, holandeses, belgas, entre outras nacionalidades, adquiriram terras nesta colônia.

Ao total, foram 12 léguas demarcadas, que formaram parte dos atuais municípios no sul catarinense: Orleans, Grão-Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa, Armazém, Braço do Norte, São Ludgero, São Martinho, Pedras Grandes e Lauro Müller.

Documentos

Os documentos produzidos ficaram por muitos anos esquecidos em um porão, descobertos na década de 60 pelo pesquisador e incentivador da cultura na região, padre João Leonir Dall’Alba, fundador do Unibave e do Museu ao Ar Livre. Calcula-se que, aproximadamente, 200 mil documentos estão disponíveis no acervo documental do CEDOHI, instalado na Casa de Pedra, do Museu ao Ar Livre.

Conforme o museólogo Idemar Ghizzo, muitos dos documentos encontrados no porão da antiga sede da Empresa Colonizadora Grão-Pará estavam em estado avançado de degradação. “Muitos documentos estão danificados, o uso de tintas ácidas e papéis de baixa qualidade impossibilita seu manuseio”, relata Idemar. Segundo ele, a iniciativa, por meio dos recursos do Prêmio Elisabete Anderle, é fundamental para possibilitar a aquisição de serviços e materiais para a preservação. “São documentos com mais de 149 anos de existência que necessitam de atenção para deixá-los acessíveis ao público”, explicou.

Muitas pesquisas foram realizadas nos acervos documentais e continuam sendo concretizadas. O próprio padre João publicou vários livros, assim como outros autores, utilizando como fonte os documentos da Colônia Grão-Pará.

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