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“Unesc: 55 anos de histórias: “Além de ser uma Universidade Comunitária, a Unesc é humanitária”, enfatiza o ex-reitor Edson Rodrigues

Para o professor, Instituição é fundamental na vida das pessoas da região

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“Um dia me perguntaram se eu achava que a Unesc possui a importância que eu afirmo que tem. Eu respondi: acho, sim! Se alguém duvidar, pergunte como seria a nossa região se não fosse a Universidade! Questione aqueles que são atendidos e acolhidos nas nossas clínicas! As pessoas que estão com dificuldade de saúde física, mental e, até mesmo, aqueles com problemas de saúde espiritual encontram todo o apoio na Unesc. Pensar na região sem a presença da Unesc? Seria muito diferente, pois, além de ser uma Universidade Comunitária, ela é humanitária!”

A afirmação é de alguém que convive com a Fucri/Unesc há muito tempo: o ex-reitor Edson Rodrigues. O atual assessor da reitoria iniciou a sua relação com a Instituição no início da década de 1980 e até hoje frequenta os corredores da Universidade.

Ainda antes disso, após concluir o curso de Matemática na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Rodrigues recebeu convite para permanecer na capital catarinense e fazer parte de um grupo de pesquisa, mas preferiu voltar para Criciúma onde, acreditava, poderia dar a sua contribuição.

“Vim e comecei a lecionar no curso de Matemática da Faculdade de Ciências e Educação de Criciúma. Depois, por várias questões, ajustei o meu caminho com a trajetória da Fucri e da Unifacri, que foi o primeiro passo para chegarmos à Unesc.  Saímos de quatro escolas separadas, formulamos a estrutura de uma só e, pelo processo no Conselho de Educação, a criação da Unesc foi aprovada”, relata.

“Fui convidado para ser chefe de departamento da Escola de Tecnologia (Estec), depois secretário de Educação de Criciúma e presidente do Conselho Técnico Pedagógico da Instituição, na época em que conseguimos fazer avançar o processo de aprovação do estatuto da Fucri que previa eleições diretas com participação dos estudantes, professores e funcionários, o que se consagrou e até hoje nós vivemos esta democracia tão plena e legítima. Esta é uma das razões pelas quais ela é tão pujante e comunitária”, acrescenta. 

O cargo de secretário Municipal de Educação de Criciúma, Rodrigues ocupou durante os quatro anos do mandato do prefeito José Augusto Hülse. Porém, em 1985, o professor retornou à Fucri e em 1988 foi eleito diretor da Faculdade de Ciências e Educação (Faciecri), abrindo mão do cargo a bem do processo de unificação da Faciecri, da Estec, da Escca e da Esede. Deste processo, surgiu a União das Faculdades de Criciúma (Unifacri), o embrião do que viria a ser a Unesc.

Primeiro reitor da Unesc

Edson Rodrigues assumiu a Fucri em 1993, após, ao lado de Antonio Milioli Filho, formar uma chapa de oposição e vencer nas urnas, se tornando, posteriormente, o primeiro reitor da Unesc. 

“Fui eleito na época em que a Universidade fazia a sua transição no Conselho Federal de Educação, depois o processo foi transferido para o Conselho Estadual. Nos meus primeiros quatro anos de gestão, nós conseguimos a aprovação da transformação da Unifacri em Unesc. Já no segundo mandato, trabalhamos uma nova perspectiva de uma Universidade que jamais imaginaríamos que seria tão pródiga. Criamos diversos cursos e fizemos o que eu considero que é mais importante para a Instituição: a definição de sua missão”, cita.

“Todos que participaram deste processo chegaram à conclusão de que não bastava somente formar técnicos, professores, bacharéis, engenheiros para atuar, mas que a Universidade ajudasse as pessoas a se tornarem cada vez melhores, pois pessoas melhores cuidam do ambiente de vida. Esta é a tônica que acredito que vem direcionando todas as atividades da nossa Universidade que sempre foi, mas hoje é ainda mais comunitária. A intenção era ter uma Universidade que não apenas educa pelo Ensino, Pesquisa e Extensão, mas ter uma educação comprometida para buscar, não só a qualidade, mas também a perenidade do ambiente de vida. É isso que tem sido feito e é por isso que a nossa Unesc tem destaque em todos os setores em que atua”, complementa.

Enfim somos uma Universidade

Após as idas e vindas e quatro anos mais tarde, em 1997, finalmente a instituição foi reconhecida como Universidade, passando a se chamar Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), ficando a Fucri como mantenedora. 

A festa em torno da transformação em Universidade iniciou em Florianópolis, seguiu pela BR-101 e chegou ao campus em Criciúma. 

Rodrigues lembra que as pessoas lotaram diversos ônibus para ir ao Conselho Estadual de Educação acompanhar a votação. “A alegria ia aumentando a cada voto positivo dos conselheiros. Até chegar naquele momento, nós fizemos uma campanha muito forte para contar com o apoio da comunidade. Lembro que usávamos a frase ‘Unesc, conta comigo!’ e tínhamos bonés e camisetas”, recorda.

“Quando entramos no campus, eu não sou treinador, mas fui alçado nos ombros e carregado. Vi toda aquela multidão feliz, contagiada pelo mesmo sentimento: a emoção de sermos uma Universidade, um embrião do que somos hoje. Naquele momento, todos os esforços foram coroados: a distância da família, o tempo integral de dedicação, as idas e vindas à Florianópolis. Hoje ouço muito o reconhecimento das pessoas pelo que fizemos, o que me enche de emoção e de alegria”, cita.

O ex-reitor diz que quando assumiu a Reitoria, a Instituição possuía oito cursos e 2,7 mil estudantes, números que foram elevados para 21 cursos e 5,5 mil acadêmicos. Em 2023, quando a Universidade completa 55 anos, já são mais de 15 mil estudantes e mais de 70 cursos de graduação. 

“Hoje já são cinco Doutorados e sete Mestrados, o que faz uma grande diferença para a região, pois são conhecimentos que conseguimos reunir e que impressionam. Os nossos pesquisadores estão em topo de listas no estado, no país e no mundo. Construímos uma Universidade que tem a ver com a vida das pessoas de todos os lugares: acadêmicos, professores, colaboradores, comunidade em geral. Só temos que agradecer a todos que estiveram conosco nessa luta e a Deus, porque sem Ele não teríamos conseguido”, afirma.

Desafios

Apesar da grande alegria pela conquista, lembra Edson, nem tudo foi flores após a transformação em Universidade. Rodrigues lembra que muitos desafios surgiram. Um deles, foi o enfrentamento na busca pela implantação do curso de Medicina, já que estava proibido por decreto presidencial. 

Conforme o ex-reitor, à época foi necessário estudo profundo da legislação para que fosse possível encontrar um caminho. “Assim nasceu um curso com metodologia própria e inovadora, trazida do Canadá. No curso de Direito, nós precisamos atingir um determinado número de títulos de livros da área. Fizemos campanha de arrecadação de obras e muitos advogados, entre outras pessoas, doaram”, acrescenta.

Em 1993, durante a gestão de Edson Rodrigues, outra conquista para a Unesc, que beneficia a região Sul até os dias atuais: a aquisição de imóveis da Indústria Carboquímica Catarinense, que deixou os locais desativados, entre eles o Departamento de Concentração de Pirita (Cecop), no bairro Sangão, local onde a Universidade instalou o Parque Científico e Tecnológico (Iparque).

As conquistas e engajamento junto à comunidade não paravam de acontecer. Em 1995 a Fucri assumiu a administração do Hospital Regional de Araranguá (HRA). A ideia de transformar o local em um hospital universitário não evoluiu já que a legislação foi modificada e não havia mais a exigência para ter o curso de Medicina, então, anos depois, a parceria foi encerrada.

Outro desafio foi vencer as desconfianças. Uma delas estava em uma lista elaborada por empresários da cidade. Nela, haviam 14 prioridades, cada uma com o seu grau de importância. A transformação da Fucri em Universidade era a 13ª. 

“Para nós isso não foi demérito, mas sim um desafio. Hoje, analisando, percebemos que os empresários entenderam o que representa uma Universidade para o município e, atualmente, têm uma relação que contribui com toda a região. A associação empresarial também é uma entidade forte que, aliada à Unesc, produz uma série de transformações”, observa.

Significativa

O ex-reitor, que hoje dá nome a um dos auditórios da Universidade, localizado no Bloco P, não esconde a contribuição que a Fucri e depois a Unesc proporcionaram para a sua vida. “Não só na vida profissional, mas na pessoal, até hoje colho os frutos. Fico feliz, porque esta vivência é inigualável. Para ter a experiência de um ex-reitor, você precisa ter sido reitor. Tem que cuidar da Instituição, da estrutura, mas principalmente, das pessoas que estão conosco. A quantidade de pessoas que pude compartilhar os momentos fáceis e difíceis, os momentos de alegria e de tristeza, me marcaram profundamente. Eu não posso nem imaginar o que seria a minha vida se eu não tivesse essa experiência”, menciona.

O futuro

Para o futuro, Edson Rodrigues vislumbra a manutenção do desenvolvimento da Universidade. “A Unesc vai continuar crescendo e se qualificando. Hoje já é um case de sucesso. Há desafios todos os dias, mas acredito que a Unesc vai ser ainda mais lembrada, porque seguirá influenciando na vida das pessoas”, enfatiza. 

“A nossa reitora Luciane Ceretta é uma liderança acima da média e a população e os líderes da sociedade reconhecem isso. O que desejo é que ela possa seguir inspirando as pessoas a sempre fazerem mais de forma coletiva, se unindo cada vez mais. Ela merece todas as homenagens nestes 55 anos da Unesc, pois capitania hoje uma Instituição que mostra para a sociedade o que é ser uma Universidade que não se preocupa somente com diplomas, mas com profissionais comprometidos com o ambiente de vida das pessoas. A Unesc se aprimora cada vez mais com esta questão fundamental, que é interagir com a comunidade e produzir uma vida melhor”, acrescenta Edson.

Confira mais um depoimento da série “Unesc: 55 Anos de Histórias”:

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Siderópolis conclui catalogação de documentos históricos e amplia acervo disponível para consulta no Museu do Carvão

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O Governo de Siderópolis, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, concluiu mais uma etapa do trabalho de organização e preservação do patrimônio histórico do município. Depois da catalogação das 825 fotografias que passaram a integrar o acervo da instituição, o trabalho avançou para os documentos doados por famílias da cidade, especialmente aqueles relacionados ao período de atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Carbonífera Treviso.

Ao todo, mais de 476 documentos foram organizados e catalogados em três álbuns, passando a integrar oficialmente as listagens de Patrimônio Cultural e do Museu do Carvão. O conjunto reúne registros que ajudam a preservar a memória dos trabalhadores e das atividades desenvolvidas no município entre as décadas de 1940 e 1980, além de documentos que se estendem até 1999.

Entre os materiais estão cartões de sócios da CSN, carteiras de registro funcional de trabalhadores, cartas, diplomas e outros documentos relacionados à vida profissional dos antigos funcionários. A maior parte do acervo é formada por fichas trabalhistas de ex-funcionários da CSN e da Carbonífera Treviso, doados por familiares.

Entre as principais doadoras estão Ilka Stamm Pasa, Maria Nazareth Vargas dos Santos e Lia Bolsoni, além de outras famílias que contribuíram para que esses registros fossem preservados e pudessem ser incorporados ao acervo histórico do município.

“Cada registro, cada fotografia e cada documento carrega um pouco da trajetória da nossa comunidade. É muito importante que esse material esteja organizado e disponível para consulta, garantindo que as novas gerações possam conhecer e valorizar as nossas raízes”, pontuou o prefeito Franqui Salvaro.

Registros ajudam a contar a história do Recreio do Trabalhador

Uma parte significativa dos documentos está relacionada ao período de administração de Heitor Belmiro da Silva, ex-encarregado do Recreio do Trabalhador. Os registros revelam detalhes da rotina do espaço e das atividades oferecidas aos trabalhadores e suas famílias.

Entre os documentos estão relatórios manuscritos e posteriormente datilografados, listas de filmes exibidos no Cine Recreio, relação de filmes a serem pagos aos distribuidores, documentos referentes ao pagamento de impostos de censura, lista de frequência de jogos internos e de utilização da biblioteca, além de registros de eventos, reuniões e festividades.

Também foram encontrados documentos relacionados a orçamentos para manutenção de equipamentos do Cine Recreio, listas de materiais e anotações sobre atividades relacionadas no local, como Semana da Criança, apresentações de teatro, reuniões, eleições, coquetéis e distribuição de brinquedos de Natal.

Imposto de censura

Os registros do cinema também revelam aspectos dos períodos de censura. Em documentos referentes às décadas de 1960 e 1970, há anotações sobre horários das sessões, filmes exibidos e os procedimentos relacionados à censura das obras antes da liberação para exibição.

As anotações registram, ainda, o chamado imposto de censura, relacionado à autorização para que determinados filmes fossem exibidos. Dependendo do conteúdo considerado inadequado, como temas relacionados à família, álcool ou sexualidade, cenas poderiam ser cortadas ou a obra poderia ser impedida de ser exibida.

O acervo também reúne documentos que atravessam períodos importantes da história brasileira, incluindo registros produzidos durante o período da ditadura militar. Outro documento encontrado registra a paralisação das sessões em 2 de abril de 1964, período próximo ao início da ditadura militar no Brasil.

Preservação da memória de Siderópolis

A nova etapa complementa o trabalho iniciado com a organização das fotografias históricas, que reúne 825 imagens da trajetória da CSN, da Carbonífera Treviso e de diferentes acontecimentos do município entre as décadas de 1940 e 1960. O material fotográfico foi catalogado e identificado com o apoio de pessoas que auxiliaram no reconhecimento de moradores, locais e equipamentos retratados nas imagens.

“O trabalho de catalogação permite que documentos que estavam guardados nas famílias possam ser reconhecidos como parte da história de Siderópolis. São registros que contam a trajetória dos trabalhadores, das empresas, do Recreio e de diferentes momentos vividos pela comunidade. Preservar esse material é também preservar a memória das pessoas que ajudaram a construir o município”, destacou o assessor de Cultura e Turismo de Siderópolis, Arisson Fabricio Nunes.

Todo o material já está disponível no Museu do Carvão para consulta e visualização. O Museu está localizado no antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.

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UniSATC amplia conexões internacionais durante conferência de Inteligência Artificial na Colômbia

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A produção científica desenvolvida na UniSATC ganhou espaço internacional durante a Colombian Conference on Applications of Computational Intelligence (ColCACI 2026), em Bucaramanga, na Colômbia. O coordenador do curso de Engenharia de Computação da UniSATC, Vagner Rodrigues, participou do evento e apresentou um artigo científico na trilha TinyML and Edge AI, área emergente da Inteligência Artificial aplicada a dispositivos embarcados e à computação de borda.

Promovida pelo IEEE, a conferência reuniu pesquisadores, estudantes de mestrado e doutorado e grupos de pesquisa de diferentes universidades para apresentar estudos e discutir avanços relacionados à Inteligência Computacional.

O trabalho apresentado por Rodrigues é resultado da orientação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Engenharia de Computação da UniSATC. A participação demonstra como projetos desenvolvidos ainda durante a graduação podem avançar para espaços de discussão científica e alcançar eventos internacionais.

“Existe um peso importante por ser uma conferência internacional ligada ao IEEE, que possui reconhecimento científico muito forte na nossa área. Mas o que mais me chamou atenção foi a possibilidade de entrar em um grupo de pesquisadores que trabalha com temas semelhantes aos nossos. A partir disso, passamos a ter pessoas com quem conversar, trocar experiências e pensar em novas pesquisas”, destaca Rodrigues.

Pesquisa que gera novas conexões

Além da apresentação do artigo, a participação no ColCACI possibilitou uma aproximação com pesquisadores de outros países. Os momentos de integração promovidos pela conferência, como cafés, encontros e atividades sociais, contribuíram para a troca de informações e para a construção de uma rede de contatos.

Segundo Rodrigues, essa experiência pode gerar resultados que vão além da pesquisa apresentada. Durante o evento, o coordenador estabeleceu contato com representantes de universidades do Chile e da Colômbia, iniciando conversas sobre possíveis ações conjuntas.

“Uma das coisas mais positivas foi justamente criar esses contatos. Já estamos conversando com uma universidade privada do Chile e queremos entender quais possibilidades podemos construir juntos. A ideia é avaliar oportunidades para que nossos alunos possam ter experiências lá e, ao mesmo tempo, para que estudantes deles também possam conhecer e estudar na UniSATC”, explica.

A aproximação abre possibilidades para futuras iniciativas de internacionalização, intercâmbio acadêmico e cooperação entre pesquisadores e instituições.

Da graduação para uma conferência internacional

A origem do artigo em um Trabalho de Conclusão de Curso também reforça a integração entre ensino e pesquisa dentro da Engenharia de Computação. De acordo com o coordenador, levar um estudo desenvolvido a partir da graduação para um ambiente internacional amplia as perspectivas dos estudantes e evidencia o potencial da produção acadêmica realizada na instituição.

“Quando um trabalho desenvolvido dentro do curso consegue chegar a uma conferência internacional, mostramos ao aluno que aquilo que ele produz aqui pode ultrapassar os limites da sala de aula. A pesquisa passa a dialogar com outros pesquisadores e instituições e pode abrir novas oportunidades acadêmicas e profissionais”, ressalta.

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Prefeitura de Criciúma assina termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos

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A Prefeitura de Criciúma assinou, nesta sexta-feira (11), o termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos (GAD). A sala, localizada no segundo andar do Mercado Público Criciumense, no Centro, será destinada a atividades assistenciais, sociais, comunitárias e de apoio à saúde. A ação é fundamentada pela Lei Municipal nº 9.008 de 22 de julho de 2026.

“Essa é uma forma de o Município apoiar uma causa tão importante e contribuir para que o GAD tenha melhores condições de acolher e atender as pessoas com diabetes. Sabemos da relevância desse trabalho e queremos fortalecer iniciativas que levam assistência, informação e cuidado para a população”, ressaltou o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.

O espaço possui 116,24 metros quadrados. Segundo o presidente do GAD, Samuel Pereira de Medeiros, a cessão representa uma conquista para a entidade e permitirá ampliar a estrutura de atendimento oferecida às pessoas com diabetes.

“Esse espaço será utilizado para dar apoio a todas as pessoas com algum tipo de diabetes. Hoje oferecemos assistência social, cestas glicêmicas, convênio médico, telemedicina e atendimento com psicólogas, e teremos esse atendimento também no local. Atualmente, atendemos uma média de 18 a 20 pessoas e queremos chegar até o final do ano a 50 pessoas”, destacou.

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