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Unesc apresenta ecossistema preparado para uma nova fase no processo de ensino e de aprendizagem

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A Unesc está em constante transformação. Assim como o conhecimento, que se modifica o tempo todo, as formas de aprender e ensinar também se modificam constantemente, sobretudo em tempos de fortes e intensas mudanças, como as decorrentes da pandemia. Dentro do universo acadêmico muitas são as vertentes de transformação nesse processo, que é contínuo e perene. Pensando nisso, a Universidade reúne no ecossistema Inova Unesc um conjunto de ações conectadas que convergem em uma formação ainda mais inovadora, tecnológica e vinculada ao mundo do trabalho. Trata-se de um novo momento da Instituição, que acompanha as mudanças do cenário de formação profissional e, desta forma, amplia o cumprimento de sua missão com o desenvolvimento socioeconômico de toda a região.

O intenso movimento institucional chega para potencializar diferentes segmentos da Universidade e conectá-los ainda mais ao contexto regional, nacional e internacional. Dentre as diferentes estratégias que compõem este ecossistema está a utilização de espaços diferenciados preparados para o processo criativo e colaborativo, nos quais estão os chamados Hubs de Inovação, o Laboratório de desenvolvimento de talentos (Talent Lab), o crescimento do empreendedorismo universitário por meio de projetos como o Movimento Empresa Júnior (MEJ), a jornada empreendedora, a criação do Pin – projeto de valorização de histórias inspiradoras com personagens de diferentes espaços da Universidade; o Inova Junior e ainda a incubação e aceleração de novos negócios na Incubadora Tecnológica da Universidade.

Além disso, os espaços de aprendizagem atuais, como as Clínicas Integradas da área da saúde; os laboratórios de ensino das engenharias; o Laboratório de Extensão e Pesquisa em Educação, o Centro de Práticas Jurídicas e Contábeis e demais espaços de aprendizagem da Universidade serão ainda mais potencializados e conectados com o ecossistema externo.

Soma-se ainda, ao ecossistema Inova Unesc, a parceria com o setor produtivo no Unesc Labs, projeto que promove interligação entre comunidade acadêmica e empresas com investimento em bolsas e horas docentes, tendo como contrapartida a participação da expertise acadêmica na busca de soluções para as situações-problema. Completando o conjunto de ações está uma das principais ações institucionais: a implementação de um novo formato pedagógico para os cursos de graduação com olhares ainda mais voltados à conexão com o setor produtivo, setor público e sociedade, a Graduação Multi 2022.

Mais tecnologia, mais presença e mais conexão

Com olhares voltados ao futuro da educação superior, a Unesc lança a Graduação Multi 2022, um projeto diferenciado que propõe ainda maior envolvimento dos estudantes, desde a primeira fase do curso, na prática e na resolução de problemas reais. Ao reforçar a relação teoria-prática já valorizada na Universidade, a Graduação Multi envolverá os estudantes em seus futuros campos de atuação profissional a partir de aulas e projetos integradores em diferentes formatos, aprimoradas com constantes provocações à busca de soluções inovadoras.

A proposta foi estruturada por toda a equipe de gestão, assessoria pedagógica e cursos de graduação de forma a qualificar os processos e proporcionar uma virada de chave com transição progressiva dentro da realidade de cada curso. Todo o processo, conforme a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, se baseia no objetivo de proporcionar um aprendizado ainda mais conectado com as novas necessidades. “Com novas tecnologias digitais de informação e comunicação, a dinâmica da sala de aula tem se transformado. E a necessidade de um novo olhar sobre os processos de ensino e aprendizagem coloca no centro do debate novos formatos pedagógicos. Passamos quase dois anos reavaliando nossos processos, mudanças essas aceleradas pela pandemia e as novas necessidades apresentadas pelas organizações em todas as áreas do conhecimento. Ampliaremos assim, as conexões da sala de aula com estas organizações que estarão em interação constante, por meio das tecnologias implantadas pela Universidade, em cenário completamente inovador. Essas metodologias possibilitam o encontro entre as demandas das organizações e dos estudantes, que cada vez mais exigem conhecimento teórico, domínio tecnológico associadas às habilidades comportamentais para a solução ágil de problemas complexos”, retrata.

As estratégias adotadas, de acordo com a reitora, são processos de ensino que constroem habilidades com o potencial de despertar ainda mais a curiosidade e motivar a construção de conhecimentos e capacidades técnicas, com o estudante no centro do próprio aprendizado. “Todo esse processo será acompanhado também pelas comunidades de aprendizagem destinadas aos professores, que estarão em permanente formação construindo novas possibilidades e ampliando as já existentes. Instituiremos os laboratórios formativos, projetos ainda mais integradores, e a possibilidade do estudante de construir a sua jornada formativa”, acrescenta.

Os currículos dos 36 cursos presenciais, de acordo com o diretor de Ensino de Graduação, Marcelo Feldhaus, foram repensadas de forma a potencializar o estímulo ao conhecimento por meio de processos educativos inovadores e relacionados a resolução de problemas reais. “Para isso os professores estão orientados ao desenvolvimento de experiências de ensino e aprendizagem que possibilitem ao estudante o contato com o cenário de atuação profissional desde o ingresso no curso. Agora estamos reavivando esse papel dos nossos professores como curadores da experiência do estudante.” detalha Feldhaus.

Protagonismo e autonomia

A nova proposta pedagógica adotada, para a pró-reitora Acadêmica da Universidade, Indianara Reynaud Toreti, preza ainda mais pelo protagonismo e pela autonomia do estudante, sendo ele o corresponsável na construção do seu conhecimento. “Ao propormos esse novo desenho curricular nos baseamos no princípio mundial que afirma que as pessoas aprendem fazendo e aprendem respondendo a coisas que são instigantes e que fazem com que a experiência de aprendizagem seja significativa e sólida”, pontua.

O papel dos professores da Unesc neste processo, conforme a pró-reitora, é fundamental e será um dos destaques na proposta. “Temos um corpo docente extremamente qualificado, com experiência acadêmica e vivência de mercado, além de uma imensurável resiliência e capacidade de transformação, que foi reafirmada com as situações superadas em tempos de pandemia. Com formação permanente, denominada de comunidades de aprendizagem, temos uma equipe que, sem dúvida, está pronta para fazer parte da mudança e da transformação da jornada formativa de nossos estudantes de maneira sólida e efetiva”, acrescenta.

A proposta, conforme Indianara, visa valorizar o que tem os melhores resultados no que diz respeito às formas de ensinar. Dentro daquilo que dá certo e se mostra cheio de significado na formação dos acadêmicos está a possibilidade de adaptação dos currículos com o que faz sentido para a vida do estudante, acrescentando conhecimento especificamente em sua área profissional ou em maior dimensão, enquanto ser humano.

Ao perceber o estudante como indivíduo múltiplo, plural e com diferentes habilidades o novo projeto oferece ainda outro diferencial: a possibilidade de escolha do estudante em escolher diferentes componentes curriculares que irão compor sua carga horária. Dentre as possibilidades estarão os Laboratórios Formativos sobre Vida e Felicidade, Raciocínio Lógico, Leitura e Escrita Acadêmica, Metodologias Ágeis e Gestão de Projetos, Inteligência Emocional, entre outras, componentes organizados de modo virtual composto por objetos de aprendizagem interativos, mediados pelo professor, um diferencial importante na formação. A proposta, dentro dos cursos presenciais, dá tom flexível que se encaixa na rotina do estudante.

Diferentes experiências

A metodologia adotada para integrar os cursos de graduação da Unesc a partir de 2022 defende o conceito de potencialização do que há de melhor também no espaço físico disponibilizado pela Instituição e nas metodologias que serão desenvolvidas pelos docentes. “Os professores serão instigados a preparar aulas que sejam verdadeiros eventos, aproveitando ao máximo toda a estrutura tecnológica disponível. Precisamos valorizar e aproveitar cada vez mais a presencialidade de forma a promover, por meio dela, um aprendizado de fato diferenciado. Para isso, distintas metodologias de ensino e, logo, espaços de aprendizagem, serão fundamentais no processo de desenvolvimento do ensino”, aponta Marcelo.

O cenário para essa mudança é o melhor possível. Isso porque, de acordo com o diretor, a Unesc já conta com mais de 850 campos de estágio e cenários de prática, 120 laboratórios de ensino, mais de 325 projetos de extensão com forte impacto comunitário e mais de 430 projetos de pesquisa que oportunizam a formação diferenciada.

Na área das Engenharias e Tecnologias a professora Louise Roloff há alguns semestres já utiliza conceitos que serão ampliados no novo modelo adotado. Conforme a docente, turmas de Engenharia de Produção e Ciência da Computação apresentaram recentemente trabalhos realizados em uma mesma disciplina, porém com olhares voltados cada um a seu curso. “Neste exemplo de disciplina na qual trabalho com funções reais, logarítmicas e exponenciais, dividi a turma para a realização de um trabalho que envolve a gamificação. Na Engenharia os grupos produziram jogos físicos, enquanto na Ciência da Computação utilizaram a linguagem de programação para criar um jogo virtual. Tivemos resultados incríveis que mostram, na prática, a diferença proporcionada pela metodologia diferenciada”, explica Louise.

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Meu Doutor registra mais de 2,4 mil atendimentos em um mês em Criciúma

Serviço de telemedicina da Prefeitura funciona 24 horas e teve tempo médio de espera de 4 minutos e 22 segundos no primeiro mês

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Mais de 2,4 mil consultas médicas por videochamada foram realizadas em Criciúma durante o primeiro mês de funcionamento do Meu Doutor. O serviço oferecido pela Prefeitura permite que moradores tenham contato com um médico sem precisar sair de casa.

O tempo médio de espera registrado no período foi de 4 minutos e 22 segundos, abaixo dos 12 minutos estabelecidos como referência para o atendimento.

A plataforma funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, e pode ser utilizada por meio de celular ou computador com câmera e microfone.

Para o prefeito Vagner Espíndola, os números iniciais permitem ao município avaliar a adesão da população ao serviço.

“Mais do que colocar uma nova ferramenta em funcionamento, o primeiro mês nos permite observar como a população está incorporando esse serviço à rotina”, afirmou.

Como funciona a consulta

O atendimento começa com uma videochamada com um médico. Durante a consulta, o profissional avalia os sintomas relatados, orienta o paciente e pode prescrever medicamentos quando houver indicação.

Caso identifique a necessidade de uma avaliação presencial, o médico orienta o usuário sobre o encaminhamento mais adequado dentro da rede pública de saúde.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Deivid de Freitas Floriano, a consulta remota permite uma primeira avaliação da situação apresentada pelo paciente.

“O médico consegue ouvir o relato, avaliar os sintomas e conduzir a consulta a partir dessas informações”, explicou.

O vice-prefeito Salésio Lima destacou que a disponibilidade ininterrupta pode ser útil principalmente em situações que surgem fora do horário convencional de atendimento.

Como acessar o Meu Doutor

O serviço pode ser acessado pelo endereço meudoutor.criciuma.sc.gov.br.

No primeiro acesso, o usuário deve entrar na plataforma pelo celular ou computador, informar o CPF e utilizar como senha inicial os seis primeiros números do documento. A senha pode ser modificada posteriormente.

Depois do login, é necessário selecionar a opção “Pronto Atendimento Médico”, permitir o acesso à câmera e ao microfone e informar brevemente os sintomas.

Na sequência, o usuário aguarda o contato do médico para iniciar a consulta por videochamada.

O atendimento pode ser solicitado de qualquer local e permanece disponível durante 24 horas.

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Siderópolis conclui catalogação de documentos históricos e amplia acervo disponível para consulta no Museu do Carvão

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O Governo de Siderópolis, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, concluiu mais uma etapa do trabalho de organização e preservação do patrimônio histórico do município. Depois da catalogação das 825 fotografias que passaram a integrar o acervo da instituição, o trabalho avançou para os documentos doados por famílias da cidade, especialmente aqueles relacionados ao período de atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Carbonífera Treviso.

Ao todo, mais de 476 documentos foram organizados e catalogados em três álbuns, passando a integrar oficialmente as listagens de Patrimônio Cultural e do Museu do Carvão. O conjunto reúne registros que ajudam a preservar a memória dos trabalhadores e das atividades desenvolvidas no município entre as décadas de 1940 e 1980, além de documentos que se estendem até 1999.

Entre os materiais estão cartões de sócios da CSN, carteiras de registro funcional de trabalhadores, cartas, diplomas e outros documentos relacionados à vida profissional dos antigos funcionários. A maior parte do acervo é formada por fichas trabalhistas de ex-funcionários da CSN e da Carbonífera Treviso, doados por familiares.

Entre as principais doadoras estão Ilka Stamm Pasa, Maria Nazareth Vargas dos Santos e Lia Bolsoni, além de outras famílias que contribuíram para que esses registros fossem preservados e pudessem ser incorporados ao acervo histórico do município.

“Cada registro, cada fotografia e cada documento carrega um pouco da trajetória da nossa comunidade. É muito importante que esse material esteja organizado e disponível para consulta, garantindo que as novas gerações possam conhecer e valorizar as nossas raízes”, pontuou o prefeito Franqui Salvaro.

Registros ajudam a contar a história do Recreio do Trabalhador

Uma parte significativa dos documentos está relacionada ao período de administração de Heitor Belmiro da Silva, ex-encarregado do Recreio do Trabalhador. Os registros revelam detalhes da rotina do espaço e das atividades oferecidas aos trabalhadores e suas famílias.

Entre os documentos estão relatórios manuscritos e posteriormente datilografados, listas de filmes exibidos no Cine Recreio, relação de filmes a serem pagos aos distribuidores, documentos referentes ao pagamento de impostos de censura, lista de frequência de jogos internos e de utilização da biblioteca, além de registros de eventos, reuniões e festividades.

Também foram encontrados documentos relacionados a orçamentos para manutenção de equipamentos do Cine Recreio, listas de materiais e anotações sobre atividades relacionadas no local, como Semana da Criança, apresentações de teatro, reuniões, eleições, coquetéis e distribuição de brinquedos de Natal.

Imposto de censura

Os registros do cinema também revelam aspectos dos períodos de censura. Em documentos referentes às décadas de 1960 e 1970, há anotações sobre horários das sessões, filmes exibidos e os procedimentos relacionados à censura das obras antes da liberação para exibição.

As anotações registram, ainda, o chamado imposto de censura, relacionado à autorização para que determinados filmes fossem exibidos. Dependendo do conteúdo considerado inadequado, como temas relacionados à família, álcool ou sexualidade, cenas poderiam ser cortadas ou a obra poderia ser impedida de ser exibida.

O acervo também reúne documentos que atravessam períodos importantes da história brasileira, incluindo registros produzidos durante o período da ditadura militar. Outro documento encontrado registra a paralisação das sessões em 2 de abril de 1964, período próximo ao início da ditadura militar no Brasil.

Preservação da memória de Siderópolis

A nova etapa complementa o trabalho iniciado com a organização das fotografias históricas, que reúne 825 imagens da trajetória da CSN, da Carbonífera Treviso e de diferentes acontecimentos do município entre as décadas de 1940 e 1960. O material fotográfico foi catalogado e identificado com o apoio de pessoas que auxiliaram no reconhecimento de moradores, locais e equipamentos retratados nas imagens.

“O trabalho de catalogação permite que documentos que estavam guardados nas famílias possam ser reconhecidos como parte da história de Siderópolis. São registros que contam a trajetória dos trabalhadores, das empresas, do Recreio e de diferentes momentos vividos pela comunidade. Preservar esse material é também preservar a memória das pessoas que ajudaram a construir o município”, destacou o assessor de Cultura e Turismo de Siderópolis, Arisson Fabricio Nunes.

Todo o material já está disponível no Museu do Carvão para consulta e visualização. O Museu está localizado no antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.

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UniSATC amplia conexões internacionais durante conferência de Inteligência Artificial na Colômbia

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A produção científica desenvolvida na UniSATC ganhou espaço internacional durante a Colombian Conference on Applications of Computational Intelligence (ColCACI 2026), em Bucaramanga, na Colômbia. O coordenador do curso de Engenharia de Computação da UniSATC, Vagner Rodrigues, participou do evento e apresentou um artigo científico na trilha TinyML and Edge AI, área emergente da Inteligência Artificial aplicada a dispositivos embarcados e à computação de borda.

Promovida pelo IEEE, a conferência reuniu pesquisadores, estudantes de mestrado e doutorado e grupos de pesquisa de diferentes universidades para apresentar estudos e discutir avanços relacionados à Inteligência Computacional.

O trabalho apresentado por Rodrigues é resultado da orientação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Engenharia de Computação da UniSATC. A participação demonstra como projetos desenvolvidos ainda durante a graduação podem avançar para espaços de discussão científica e alcançar eventos internacionais.

“Existe um peso importante por ser uma conferência internacional ligada ao IEEE, que possui reconhecimento científico muito forte na nossa área. Mas o que mais me chamou atenção foi a possibilidade de entrar em um grupo de pesquisadores que trabalha com temas semelhantes aos nossos. A partir disso, passamos a ter pessoas com quem conversar, trocar experiências e pensar em novas pesquisas”, destaca Rodrigues.

Pesquisa que gera novas conexões

Além da apresentação do artigo, a participação no ColCACI possibilitou uma aproximação com pesquisadores de outros países. Os momentos de integração promovidos pela conferência, como cafés, encontros e atividades sociais, contribuíram para a troca de informações e para a construção de uma rede de contatos.

Segundo Rodrigues, essa experiência pode gerar resultados que vão além da pesquisa apresentada. Durante o evento, o coordenador estabeleceu contato com representantes de universidades do Chile e da Colômbia, iniciando conversas sobre possíveis ações conjuntas.

“Uma das coisas mais positivas foi justamente criar esses contatos. Já estamos conversando com uma universidade privada do Chile e queremos entender quais possibilidades podemos construir juntos. A ideia é avaliar oportunidades para que nossos alunos possam ter experiências lá e, ao mesmo tempo, para que estudantes deles também possam conhecer e estudar na UniSATC”, explica.

A aproximação abre possibilidades para futuras iniciativas de internacionalização, intercâmbio acadêmico e cooperação entre pesquisadores e instituições.

Da graduação para uma conferência internacional

A origem do artigo em um Trabalho de Conclusão de Curso também reforça a integração entre ensino e pesquisa dentro da Engenharia de Computação. De acordo com o coordenador, levar um estudo desenvolvido a partir da graduação para um ambiente internacional amplia as perspectivas dos estudantes e evidencia o potencial da produção acadêmica realizada na instituição.

“Quando um trabalho desenvolvido dentro do curso consegue chegar a uma conferência internacional, mostramos ao aluno que aquilo que ele produz aqui pode ultrapassar os limites da sala de aula. A pesquisa passa a dialogar com outros pesquisadores e instituições e pode abrir novas oportunidades acadêmicas e profissionais”, ressalta.

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