Geral
Unesc conquista o topo e é referência em Internacionalização do Ensino no estado
A Unesc solidifica sua posição como líder entre as instituições de ensino em Santa Catarina, sobretudo na área de Internacionalização, ao alcançar o topo entre as não estatais do estado, segundo o Ranking Universitário Folha (RUF) do jornal Folha de São Paulo.
Com um total de 48 acordos internacionais estabelecidos, a Unesc garantiu o 12º lugar nacional em Internacionalização entre as universidades não estatais do país. Esse marco é resultado direto dos investimentos feitos pelos docentes em citações internacionais e em publicações com coautoria internacional.
Segundo a reitora da Universidade, Luciane Bisognin Ceretta, esses números reforçam o comprometimento da Unesc em fortalecer suas conexões globais, consolidando sua posição como uma instituição de destaque tanto no cenário acadêmico nacional quanto internacional.
“Seguindo um caminho de excelência, a Unesc reitera seu compromisso com a qualidade educacional, o avanço acadêmico e a integração global. Isso abre portas para novas oportunidades e colaborações em um mundo cada vez mais globalizado”, disse Luciane.
Segundo a pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Extensão e Inovação, Gisele Coelho Lopes, essa conquista se dá pela excelência na pesquisa que impacta no desenvolvimento da ciência de alto nível no cenário nacional e internacional. Temos cientistas amplamente respeitados em diferentes áreas do conhecimento com amplo reconhecimento nos seus campos de investigação. A Internacionalização na Unesc vai além de um acordo internacional. Nosso propósito é oportunizar experiências únicas que agreguem na formação dos nossos estudantes a partir da mobilidade acadêmica para outros países, pesquisas conjuntas com cientistas internacionais, troca de experiências internacionais, formação bilíngue por meio da nossa Escola de Idiomas, além de outras parcerias com universidades estrangeiras como a dupla titulação.
“Essa integração fortalece a Instituição e promove colaborações e projetos conjuntos. A atuação da Unesc se estende regionalmente, mas se projeta internacionalmente. Acreditamos firmemente que é dessa maneira que nos transformamos, tornando-nos não apenas uma Instituição de excelência, que atua fortemente na região, mas também compartilhando ativamente nossas conquistas e contribuições com a comunidade”, menciona.
Para a coordenadora do Escritório de Relações Internacionais da Universidade, Vanessa Moraes de Andrade, os acordos internacionais não apenas ampliam as oportunidades de aprendizado e pesquisa, mas também enriquecem a formação acadêmica, proporcionando um intercâmbio cultural valioso tanto para acadêmicos quanto para professores.
Segundo ela, as citações internacionais referem-se às vezes em que o trabalho acadêmico ou científico de um autor é referenciado em publicações de outros autores ao redor do mundo. “Isso demonstra o reconhecimento e a relevância do trabalho em um contexto global”, disse
Já as publicações com coautoria internacional se referem a trabalhos acadêmicos, artigos ou pesquisas produzidas por dois ou mais autores de diferentes países. “A colaboração internacional é valorizada no meio acadêmico por trazer perspectivas diversas, conhecimento especializado de várias regiões e fortalecer a credibilidade e o alcance das publicações. Essas oportunidades vão além dos limites do ensino. Conviver com pessoas de diferentes países e culturas oferece uma contribuição inestimável para o desenvolvimento tanto dos estudantes quanto dos nossos professores. Isso é tão significativo que o ranking considerou dois aspectos importantes: as citações internacionais feitas pelos professores e as publicações realizadas em colaboração internacional”, destacou, acrescentando a importância das oportunidades de aprendizado internacional oferecidas pela Unesc
Experiência
A doutoranda Jordana Mariot Inocente, de 29 anos, da Unesc, é um exemplo notável. Ela desfrutou de uma experiência enriquecedora ao passar nove meses no Instituto de Cerâmica e Vidro (ICV) em Madri, Espanha, como parte fundamental de seus estudos de doutorado.
Além das atividades laboratoriais, Jordana participou ativamente de seminários e cursos ministrados por empresas de renome e especialistas do setor, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de sua pesquisa. Ela destaca um momento crucial em sua trajetória acadêmica: sua participação na Conferência da Sociedade Europeia de Cerâmica em Lyon, França.
“Neste evento, tive a oportunidade de apresentar parte de minha pesquisa por meio de um pôster. Essa participação representou um ponto alto em minha jornada acadêmica, possibilitando interações valiosas com renomados ceramistas e cientistas de materiais de todo o mundo”, compartilhou Jordana.
Além do enfoque acadêmico, Jordana enfatiza a relevância das experiências culturais durante seu período de estudos no exterior. “Viver um intercâmbio vai muito além do aprendizado acadêmico. Conhecer uma cultura distinta, dominar outra língua e imergir em uma cidade diferente são experiências enriquecedoras. O resultado desse tempo vivido fora do país é uma transformação essencial em nossa perspectiva de mundo”, destacou Jordana, ressaltando o impacto significativo que essa vivência teve em seu crescimento pessoal e acadêmico.
Sobre o RUF
De acordo com o RUF, um dos mais renomados instrumentos de avaliação acadêmica do país, divulgado recentemente, a Instituição de Ensino Superior (IES) Comunitária do Sul se consolida como a melhor Universidade não estatal de Santa Catarina, posicionada entre as 20 melhores não estatais do Brasil.
A coleta das informações que resulta no ranking é realizada a partir da utilização de dados nacionais, internacionais e duas pesquisas de opinião realizadas pelo Instituto Datafolha. A edição 2023 da pesquisa avaliou todas as 203 universidades brasileiras. Para qualificação, consideram-se os critérios de Ensino, Pesquisa, Mercado, Inovação e Internacionalização.
Hora de garantir a vaga na sonhada graduação
As matrículas para os cursos de graduação da Unesc já estão abertas aos interessados em ingressar em 2024. Para iniciar o sonho de entrar na Universidade não é necessário realizar vestibular, com exceção do ingresso no curso de Medicina. Basta ter histórico escolar em mãos, documentos de identidade e o desejo de dar o primeiro passo.
Para posteriormente concorrer a bolsas de estudo, entre elas do programa estadual Universidade Gratuita, é necessário que o estudante já esteja matriculado, ou seja, é importante que garanta a vaga no curso desejado.
Na página unesc.net/graduação é possível acessar todas as opções em graduação presencial e os diferenciais de cada um.
Mais informações sobre ingresso podem ser feitas pelo contato (48) 999 150 433.
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UniSATC recebe 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia
O Centro Universitário SATC (UniSATC) será palco do 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia (ALCAR Sul). O evento ocorre nos dias 21 e 22 de setembro e reúne pesquisadores, acadêmicos, professores e profissionais da área da Comunicação. Neste ano, o tema central do evento é ‘Comunicação, territórios e disputas narrativas: a mídia local como palco de identidades, resistências e conflitos históricos’.
O encontro propõe uma reflexão sobre como os discursos midiáticos se relacionam historicamente com os lugares onde são produzidos e circulam. A programação inclui oficinas, mesa-redonda, palestra, sessões de Grupos de Trabalho (GTs) e momentos de troca entre os participantes.
Para a coordenadora do curso de Jornalismo da UniSATC e uma das organizadoras do evento, Marli Vitali, a programação também contribui para aproximar a formação acadêmica dos debates que atravessam o exercício profissional.
“A história da mídia não deve ser compreendida apenas como um olhar para aquilo que já aconteceu. Ela ajuda a entender como práticas, linguagens, escolhas e formas de narrar foram construídas ao longo do tempo e ainda influenciam a comunicação que produzimos hoje. Para os estudantes, o contato com diferentes pesquisas e perspectivas amplia a compreensão sobre esse campo e permite perceber como essas transformações estão relacionadas à sociedade e aos territórios em que vivemos”, afirma.
Programação
No dia 21 de setembro, o credenciamento começa às 13h30, seguido pelas oficinas, às 14h. Às 16h30, ocorre uma mesa-redonda com as professoras Maria Berenice Machado, Claudia Peixoto de Moura e Valci Zucolotto, presidenta da ALCAR. A mediação será da professora Claudia Nandi Formentin.
A abertura oficial está marcada para as 19h, seguida, às 19h40, pela palestra com o professor Juremir Machado da Silva.
No dia 22, as atividades começam às 9h, com as sessões dos Grupos de Trabalho. O encerramento do encontro está previsto para as 12h. A programação favorece a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, conectando a produção acadêmica às questões que envolvem a comunicação nos territórios.
Geral
Clubes de Mães promovem atividade de autovalorização em Morro da Fumaça
Os Clubes de Mães de Morro da Fumaça, em parceria com o projeto Mente Livre, realizaram uma atividade voltada à autovalorização e à reflexão sobre a própria história. A proposta convidou as participantes a reservar um momento para olhar para si mesmas, reconhecer suas qualidades e valorizar as experiências que fazem parte de suas trajetórias.
Cada participante recebeu uma folha com mais de 25 frases de afirmação, como “Eu sou feliz!”, “Eu sou amada!”, “Eu sou incrível!”, “Eu sou forte!” e “Eu sou merecedora!”. A partir dessas mensagens, cada uma pôde personalizar a atividade de acordo com a própria história.
A proposta também resultou em momentos de reflexão sobre conquistas e lembranças que possuem significado para cada participante. Para Adriana da Rosa Alves, do Clube de Mães Mãos de Fada, do bairro Vila Rica, a atividade permitiu revisitar momentos importantes de sua vida.
“Foi muito gratificante, porque, às vezes, a gente não consegue analisar a própria vida com calma, nem pensar em tudo o que faz parte da nossa história. Com essa atividade, eu consegui olhar para a minha vida desde a época do meu casamento, há 26 anos, até hoje. Então, eu trouxe para o quadro tudo aquilo que faz parte da minha história e que é importante para mim. Coloquei meus filhos, meu casamento, os primeiros desenhos que eles fizeram, meus pais e meus irmãos. Cada detalhe representa um momento, uma pessoa ou algo que tem um significado muito especial na minha vida”, relata.
A primeira-dama Roberta Ghise Inocêncio ressalta que iniciativas como essa criam uma oportunidade para as mulheres olharem para si com mais carinho. “Na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos o quanto somos fortes, importantes e capazes. Essa atividade trouxe um momento para cada mulher olhar para a própria história, reconhecer tudo o que já viveu e perceber o quanto há de valor em sua caminhada. É importante também lembrar de cuidar de si e reconhecer as próprias conquistas”, afirma.
Já a vice-dama Rozi Pellegrin destaca a forma como as participantes abraçaram a proposta. “Foi muito bonito ver a participação de cada uma. Todas tiveram liberdade para colocar sua personalidade na atividade, escolher o que fazia sentido para sua história e compartilhar um pouco de si. O resultado mostra como um momento simples pode despertar lembranças, emoções e, principalmente, o reconhecimento do próprio valor”, pontua.
Encontros motivacionais
As produções que mais se destacaram entre os Clubes de Mães foram selecionadas para participar de três encontros motivacionais. O primeiro ocorreu nesta segunda-feira (14), no Salão de Atos Octávio Naspolini, com um momento especial de troca, reflexão e valorização entre as participantes.
“Essa iniciativa surgiu a partir da ideia de trabalhar um pouco mais a positividade e valorizar as coisas boas. Foi assim que surgiu o quadro ‘Eu Sou’. Começamos com as monitoras e todo mundo gostou muito da proposta, então decidimos levar a ideia para todos os grupos. Imprimimos as folhas, disponibilizamos os materiais e cada uma teve a liberdade de decorar e personalizar o próprio trabalho. Foi uma atividade simples, mas que trouxe um momento muito especial de reflexão e valorização”, explica a responsável pelo projeto Mente Livre, Margarete Ricken.
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Educação Financeira estimula planejamento entre alunos do 2º ano do Colégio SATC
Aprender sobre dinheiro também faz parte da formação para a vida. No Colégio SATC, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais participam de um projeto de Educação Financeira que apresenta conceitos como consumo consciente, organização e a importância de guardar recursos para o futuro. A proposta integra as atividades desenvolvidas em sala de aula e busca transformar situações do cotidiano em oportunidades de aprendizagem. O trabalho está relacionado ao projeto literário desenvolvido pelas turmas, que aborda a temática financeira por meio de histórias e atividades práticas.
A partir das propostas, os estudantes são incentivados a refletir sobre a diferença entre aquilo que querem e o que realmente precisam, além de compreender que algumas escolhas exigem planejamento. “Nosso projeto literário trabalha um pouco essa questão da Educação Financeira para as crianças entenderem o valor do que eu quero e do que eu desejo. Será que realmente preciso comprar o que desejo? A proposta veio contribuir com esse trabalho para que também possam entender o valor de guardar um pouquinho para o futuro”, destaca, a professora do 2º ano A, Deisi Leandro.
Entre as atividades está a construção de cofrinhos, que permite aos alunos relacionarem o conteúdo trabalhado com uma experiência concreta. A temática também dialoga com o projeto literário desenvolvido pelas turmas, que inclui a história ‘Os Três Cofrinhos e o Lobo’.
Além das atividades realizadas pelas professoras, os estudantes tiveram contato com uma profissional que atua diretamente na área de Educação Financeira.
Para os alunos, a proposta também ajuda a compreender situações que fazem parte da rotina. A estudante Luiza Scarduelli Roque, do 2º ano A, percebeu a importância de reservar dinheiro para situações futuras. “Às vezes, ano que vem ou outro dia, nós temos que usar urgentemente o dinheiro. Então, temos que guardar para esses momentos”, comenta.
Despertar para as finanças
A mentora financeira e empresária, Juliana Lara Goulart, apresentou às turmas um exemplar de seu livro infantil sobre o assunto e levou a proposta para os alunos.
“A ideia é que a Educação Financeira chegue ao maior número de pessoas possível e, quanto antes chegar, melhor. Para mim, estar aqui falando com crianças é uma oportunidade importante para inserir esse conhecimento desde cedo”, explica Juliana.
A profissional destaca ainda que o contato com o tema durante a infância pode contribuir para que os estudantes desenvolvam, ao longo da vida, uma relação mais consciente com o dinheiro. O aprendizado também pode ultrapassar o ambiente escolar, já que as atividades propostas envolvem a participação dos pais.
“O livro tem atividades para as crianças fazerem com os pais, justamente para despertar esse interesse. Quando falamos sobre guardar dinheiro, algumas coisas ainda são muito precoces para eles, mas pode surgir o interesse de fazer perguntas aos pais. Assim, o conhecimento não fica somente aqui, mas também chega às casas e às famílias”, acrescenta a profissional.
Para a professora do 2º ano C, Rosangela Vieira, trazer esse conhecimento para dentro da escola amplia as possibilidades de aprendizagem. “Trabalhamos diariamente com esse tema e acreditamos ser importante trazer alguém com um conhecimento mais específico para trabalhar com os alunos. Esse momento tornou a experiência mais interessante e completa aquilo que já estamos desenvolvendo em sala de aula”, afirma.
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