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Tecnologia

Unesc iniciará 17ª Semana de Ciência e Tecnologia com tema voltado à participação feminina na ciência

Com 578 trabalhos submetidos e mais de mil inscritos, evento segue até sexta-feira (30/10) e tem expectativa de reunir cerca de três mil pessoas

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A ciência como espaço de formação, troca de conhecimentos e transformação social estará em destaque na Unesc a partir da próxima segunda-feira (26/10), com o início da 17ª Semana de Ciência e Tecnologia (SCT). Com o tema “Ciência Delas”, a programação deste ano valoriza a contribuição das mulheres para a produção científica e tecnológica e propõe reflexões sobre os desafios e as oportunidades para ampliar a presença feminina na pesquisa.

A edição reúne acadêmicos de graduação, estudantes de mestrado e doutorado, pesquisadores de pós-doutorado vinculados à Unesc, professores e comunidade. Ao todo, são 578 trabalhos submetidos e mais de mil inscritos. A expectativa é receber aproximadamente três mil pessoas ao longo dos cinco dias de atividades, que incluem palestras, mesas-redondas, minicursos, oficinas, workshops, apresentações científicas e ações de divulgação da ciência.

Para a reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, a Semana representa uma oportunidade de aprendizado que ultrapassa os limites da sala de aula e oportuniza a troca de saberes entre estudantes e pesquisadores. “A Semana de Ciência e Tecnologia é uma grande escola. Ao apresentar um trabalho, defender uma ideia e dialogar com avaliadores, o estudante desenvolve senso crítico, analítico e propositivo. Desde a iniciação científica até trabalhos de pesquisadores já consolidados sendo apresentados, ao oportunizar este encontro, estamos contribuindo ativamente com o desenvolvimento científico. Valorizar esse ambiente é fundamental para projetar o futuro”, ressalta Gisele.

“Este é o maior evento acadêmico da nossa Unesc, que pulsa ciência. Não é à toa que figura em destaque em tantos eixos no Ranking Universitário Folha (RUF) 2026, em especial a Pesquisa. Nós somos líderes neste indicador entre as universidades comunitárias não estatais de Santa Catarina e ocupamos a 10ª posição nacional nesse grupo, posição que teve avanços neste ano e mostra que estamos no caminho certo, que eventos como esse geram frutos e que contribuímos diretamente com o desenvolvimento científico”, afirma a secretária de Estado da Educação e reitora licenciada da Universidade, Luciane Bisognin Ceretta.

A pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão, Vanessa Moraes de Andrade, destaca a importância de aproximar os estudantes da pesquisa desde o início da trajetória acadêmica. “Esse contato do universo acadêmico com a pesquisa científica é fundamental. Muitos estudantes ainda não dimensionam o impacto da iniciação científica na formação e na trajetória profissional”, observa.

A coordenadora geral da programação, Gislaine Zilli Réus, ressalta que o tema desta edição convida toda a comunidade universitária a participar das discussões e atividades. “Queremos envolver Ensino, Pesquisa e Extensão em uma programação que estimule a participação de toda a comunidade acadêmica”, afirma.

Ciência Delas

A temática coloca em evidência as contribuições de mulheres que fizeram e fazem parte da história da ciência, além de abrir espaço para discutir os desafios enfrentados pelas pesquisadoras. A proposta também envolve a busca por ambientes científicos mais diversos e inclusivos, com condições para ampliar o acesso, a permanência e a liderança feminina na produção de conhecimento.

Entre os destaques da programação estão palestras com cientistas nacionais e internacionais, que compartilharão suas trajetórias, desafios e descobertas; workshops sobre liderança feminina na ciência e gestão da carreira acadêmica; lançamento de um coletivo de obras escritas por mulheres cientistas brasileiras; e apresentações artísticas protagonizadas por mulheres, aproximando ciência, cultura e arte.

A abertura oficial será realizada na segunda-feira (26/10), às 19h, no Auditório Ruy Hülse, com a palestra “Doenças metabólicas e seus impactos no cérebro: perspectivas científicas e uma trajetória feminina na pesquisa”, ministrada por Jade de Oliveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Na sequência, às 20h30, Edilane Rocha Nicoleite, conselheira suplente do CRBio-09 e representante da Nila Engenharia, Projetos Ambientais e Representações Ltda., conduzirá a palestra “Ciência e Negócios: A Liderança Feminina na Gestão e no Planejamento Territorial Brasileiro”.

A SCT é o evento institucional da Unesc em comemoração à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A iniciativa abrange as áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Humanidades, Ciências e Educação, Ciências da Saúde, Ciências, Engenharias e Tecnologias, promovendo o encontro entre pesquisadores, estudantes, profissionais e sociedade.

Programação até sexta-feira

As atividades seguem até sexta-feira (30/10), com apresentações de trabalhos científicos em formato de pôsteres e comunicações orais, feira de ciências, palestras magnas, mesas-redondas, minicursos, oficinas, workshops e outras ações de divulgação científica.

A 17ª Semana de Ciência e Tecnologia conta com o patrocínio da Plasson do Brasil, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), dos Conselhos Federal e Regional de Biologia e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A programação completa pode ser consultada no site: https://www.even3.com.br/xvii-semana-de-ciencia-e-tecnologia-da-unesc-756820/

Tecnologia

Hiperconectividade na infância: experiências escolares contribuem para um desenvolvimento além das telas

Colégio SATC trabalha uso consciente da tecnologia aliado a atividades práticas que estimulam convivência, criatividade, raciocínio e crescimento integral

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A tecnologia está cada vez mais presente na rotina das crianças e faz parte de diferentes momentos da vida familiar e escolar. Ao mesmo tempo em que os recursos digitais oferecem novas possibilidades, o uso excessivo de telas pode interferir em aspectos importantes do desenvolvimento infantil. No Colégio SATC, a relação com a tecnologia é trabalhada de maneira integrada ao processo educacional. Nesse contexto, a escola contribui para que os estudantes desenvolvam autonomia, convivência e consciência sobre o uso desses recursos, além de aprenderem a utilizar ferramentas tecnológicas.

As propostas da instituição consideram a faixa etária dos estudantes e envolvem desde segurança na internet e programação até atividades desplugadas, jogos, construção e resolução de problemas. “O propósito da nossa escola é mostrar que tecnologia não se resume ao uso de computadores e celulares, mas também envolve criatividade, raciocínio lógico e diferentes formas de encontrar soluções”, relata a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.

Desenvolvimento infantil precisa de diferentes estímulos

Durante a infância, o cérebro passa por uma etapa intensa de desenvolvimento. Por isso, é importante que as crianças tenham contato com diferentes experiências e não concentrem a rotina apenas nos estímulos digitais.

“A criança precisa de estímulos para um desenvolvimento saudável, mais analógico, onde desenvolve a habilidade motora fina, pega uma caneta, um lápis, monta bloquinhos e, a partir dali, começa a fazer seus ensaios para aprendizagens futuras”, explica a psicóloga educacional do Colégio SATC, Michelle Silveira.

A exposição excessiva às telas pode trazer impactos para aspectos como atenção, linguagem e raciocínio. A hiperconectividade também pode interferir na socialização e na disposição dos alunos para brincar e interagir com outras pessoas. “Uma criança em formação, em pleno desenvolvimento, quando é colocada muitas vezes em frente a estímulos eletrônicos, pode ter prejuízos na socialização. Podendo ter uma tendência a procurar a tela e não querer se relacionar tanto com outras crianças ou brincar”, pontua Michelle.

A orientação sobre o uso dos dispositivos também precisa considerar a idade. Para crianças de zero a dois anos, a psicóloga recomenda evitar a exposição às telas, com exceção de situações pontuais. A partir dos dois anos, a orientação é que o contato ocorra com supervisão de um adulto e por tempo limitado, priorizando conteúdos adequados à faixa etária.

“Até os seis aninhos, uma hora é bastante tempo para a criança ter contato com essa tecnologia. É importante priorizar conteúdos lúdicos e educativos, porque a criança ainda precisa desenvolver outras habilidades e não tem maturidade para fazer seu próprio filtro”, conta a psicóloga.

Convivência consciente com a tecnologia

Nesse processo, a escola pode contribuir para que os estudantes compreendam que a tecnologia é uma ferramenta e que seu uso precisa estar associado a objetivos e limites.

A convivência com outras crianças, as atividades coletivas e as experiências que acontecem fora das telas também fazem parte desse aprendizado. “A escola vem como um laboratório de promoção sociocultural e socio-relacional, de convívio. Onde a criança e o jovem conseguem estabelecer limites e ter essa interação social para entender o quanto isso é benéfico e como é possível se divertir, ter boas relações e experiências que promovam sensações boas”, destaca Michele.

No Colégio SATC, esse trabalho está presente nas propostas desenvolvidas pela área de Tecnologias Aplicadas. O objetivo da disciplina não é apenas ensinar os estudantes a utilizar equipamentos, mas também desenvolver competências na área. “Trabalhamos a tecnologia de uma forma mais completa, desde a parte de segurança na internet, como usar as ferramentas e como criar jogos lúdicos e educacionais”, ressalta a coordenadora de Tecnologias Aplicadas do Colégio SATC, Andreia Scarduelli.

Tecnologia trabalhada longe das telas

As atividades desplugadas são outro caminho utilizado para desenvolver o raciocínio lógico e a resolução de problemas.

Jogos, construções com peças, atividades com papel e lápis e propostas envolvendo recursos como Lego e Arduino fazem parte desse processo. “Resolver um problema no papel, fazer um jogo, criar e resolver um problema também é tecnologia. Porque esse estudante vai desenvolver o raciocínio lógico e a resolução de problemas”, explica Andreia.

As propostas são planejadas de acordo com a idade dos estudantes e com os conhecimentos trabalhados em cada etapa. Dessa forma, o contato com os recursos tecnológicos não acontece de maneira isolada, mas integra diferentes habilidades e conteúdos.

A segurança no ambiente digital também faz parte desse percurso. Por meio de histórias, livros e atividades adequadas à faixa etária, os estudantes são orientados sobre o uso consciente dos dispositivos e sobre os cuidados necessários no ambiente virtual.

“A tecnologia vem para resolver algo, resolver algum problema e estudar tecnologia. Dentro dessa proposta, a escola também faz com que os alunos aprendam a utilizar esses recursos de forma mais consciente”, salienta a coordenadora.

Família e escola compartilham responsabilidades

A construção de uma relação equilibrada com a tecnologia também envolve a participação das famílias.

Para Isabela Spillere, mãe da Luiza, estudante do 1º ano B, a orientação oferecida pela escola contribui para complementar o trabalho realizado em casa. “Considero a utilização da tecnologia algo muito importante e positivo, desde que utilizada de forma orientada, com objetivos pedagógicos e supervisionada. Vejo como uma forma de tornar o aprendizado mais interessante e interativo para as crianças”, afirma.

A presença da tecnologia na rotina das novas gerações também exige que os estudantes aprendam a utilizá-la de maneira responsável. “Vejo a disciplina de Tecnologias Aplicadas como uma aliada a nós, pais e mães, que muitas vezes tentamos ensinar para as crianças a utilizar a tecnologia de forma consciente e responsável. É importante que eles também entendam os limites, os riscos aos quais estão expostos com o excesso de telas e consigam equilibrar o uso da tecnologia com outras atividades”, destaca Isabela.

Mais do que restringir ou estimular o uso dos recursos digitais, o desafio está em ensinar as crianças a compreender quando, como e por que utilizá-los. “São experiências práticas, interação social, brincadeiras, atividades manuais e o contato orientado com a tecnologia que podem ocupar espaços complementares no cotidiano escolar”, ressalta Andreia.

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Escola de Talentos SATC amplia oportunidades de aprendizagem com oficinas extracurriculares

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Aprender também pode acontecer fora da sala de aula. Por meio da Escola de Talentos, o Colégio SATC oferece oficinas extracurriculares que ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes. As atividades contemplam diferentes áreas, como esporte, cultura, arte e tecnologia, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades, conheçam novos interesses e tenham contato com experiências diferentes da rotina escolar.

Ao participar das oficinas, os estudantes podem exercitar a criatividade, a autonomia, a responsabilidade e a convivência em grupo, além de desenvolver habilidades relacionadas a cada modalidade. “As atividades extracurriculares são muito importantes porque dão aos alunos a oportunidade de aprender de outras formas, além da sala de aula. Podem descobrir novos interesses, desenvolver talentos e ganhar mais confiança. Também aprendem a trabalhar em equipe, a serem mais criativos e responsáveis”, explica a coordenadora da Escola de Talentos do Colégio SATC, Andreia Scarduelli.

Atualmente, entre as opções oferecidas pelo Colégio SATC estão futsal, vôlei, handebol, xadrez, robótica, programação em games e edição de vídeos, ginástica artística, teatro, Corpo Coreográfico e Banda Marcial. A instituição também conta com oficinas terceirizadas de capoeira, balé, karatê e futebol de campo, em parceria com a Maccari.

Duas atividades são destinadas exclusivamente aos estudantes do Colégio SATC: Corpo Coreográfico e Banda Marcial. As duas são gratuitas. As demais oficinas possuem valores diferenciados de acordo com a categoria escolhida.

Aprendizagem para além da rotina escolar

A realização de atividades em horários diferentes do período regular permite que os estudantes tenham contato com experiências que complementam os conteúdos trabalhados no ambiente escolar.

A proposta também contribui para aproximar a escola de diferentes públicos. “Além do desenvolvimento educacional e da formação humana, a prática de atividades extracurriculares na escola fortalece a experiência de aprendizado e, ao mesmo tempo, engaja o estudante em ações que ocorrem fora da rotina estudantil. Para construir essa proposta, o Colégio oferece atividades culturais, esportivas, artísticas e tecnológicas a partir da Escola de Talentos”, afirma a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.

A participação em diferentes modalidades pode contribuir para que cada aluno identifique áreas de interesse e desenvolva habilidades de maneira prática. “No esporte, por exemplo, são trabalhados aspectos relacionados à cooperação e à disciplina. Nas atividades artísticas e culturais, os participantes encontram oportunidades para expressão e criatividade. Já nas propostas tecnológicas, podem desenvolver conhecimentos e competências relacionadas à produção e à resolução de problemas”, acrescenta Andreia.

Para as famílias que desejam obter mais informações sobre as aulas, horários e valores, o contato pode ser feito pelo telefone/WhatsApp (48) 3431-7656 ou pelo site unisatc.com.br.

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Empresas precisam estabelecer regras para usar inteligência artificial com segurança

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A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Ferramentas que auxiliam na produção de textos, pesquisas, análises e outras atividades estão cada vez mais presentes no ambiente corporativo. Mas, ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades, elas também criam uma nova necessidade: estabelecer regras para orientar o uso da tecnologia dentro das organizações.

Para apoiar as empresas nesse processo, a SATC estruturou o Hub de IA para negócios, programa de assinatura que atua em três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de inteligência artificial. A proposta é ajudar as organizações a avançar na adoção da tecnologia de forma estruturada, considerando desde a preparação das equipes até a definição de regras e o desenvolvimento de aplicações práticas.

Na frente de governança, o trabalho parte de uma questão central: o que pode e o que não pode ser feito com inteligência artificial dentro da empresa?

Um colaborador pode utilizar uma ferramenta para resumir um documento, analisar uma apresentação ou organizar informações. Mas é necessário estabelecer se aquele conteúdo pode ser inserido na plataforma, qual ferramenta está autorizada e quem pode realizar determinado tipo de operação.

“Quando a empresa libera uma ferramenta de inteligência artificial, precisa também estabelecer regras para o uso. Não é simplesmente dizer que pode usar. É preciso definir que tipo de informação pode entrar, quem pode utilizar determinada ferramenta e em quais situações”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

O desafio dos dados

A questão ganha relevância porque as empresas lidam diariamente com informações que fazem parte do próprio negócio. Dados de clientes, documentos internos, estratégias comerciais, projetos e outros materiais podem ter caráter estratégico e, por isso, precisam ser considerados nas definições sobre o uso de IA.

Sem orientações claras, diferentes colaboradores podem adotar práticas distintas diante de uma mesma situação. Um profissional pode considerar adequado inserir determinado documento em uma ferramenta, enquanto outro pode entender que aquela informação deveria permanecer restrita.

“Governança é justamente criar clareza. O colaborador precisa saber qual ferramenta pode usar, que tipo de documento pode colocar nela e qual é a finalidade daquele uso. Quando essas regras não existem, cada pessoa acaba tomando sua própria decisão”, acrescenta o consultor.

Por isso, a governança não significa impedir o uso da inteligência artificial. A intenção é estabelecer parâmetros para que a tecnologia possa ser incorporada aos processos da empresa de acordo com critérios previamente definidos.

Saiba mais sobre o Hub de IA da SATC

No Hub de IA para negócios da SATC, a governança é trabalhada junto às demais etapas de adoção da tecnologia. O programa auxilia a empresa na construção de uma política de gestão de IA, com definição de ferramentas, responsabilidades e critérios para utilização.

A estrutura também considera que o uso da inteligência artificial tende a evoluir dentro das organizações. A empresa pode começar com ferramentas disponíveis no mercado e, posteriormente, avançar para assistentes e agentes capazes de executar atividades e fluxos de trabalho mais estruturados. Em cada etapa, surgem novas necessidades relacionadas ao controle e à utilização das informações.

O objetivo é fazer com que essas decisões deixem de depender apenas da interpretação individual dos colaboradores e passem a fazer parte de uma orientação institucional.

“A gente precisa criar um ambiente em que a empresa consiga aproveitar os benefícios da inteligência artificial sem perder de vista aquilo que é estratégico para o negócio. A governança dá essa estrutura e ajuda a transformar o uso da tecnologia em uma decisão organizacional, e não apenas individual”, destaca o pró-reitor de Pesquisa e Inovação do CT SATC, Luciano Bilessimo.

A governança também se conecta às outras duas frentes trabalhadas pelo Hub. O treinamento prepara os profissionais para compreender as possibilidades da inteligência artificial. A definição de regras estabelece limites e responsabilidades. A partir dessa estrutura, a empresa pode avançar para projetos específicos de aplicação da tecnologia.

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