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Unesc realiza 18ª Semana do Meio Ambiente e Valores Humanos

Ações ocorrem de segunda a quarta-feira (5 a 7/06), com foco no tema “Governança da Água, Saúde e Meio Ambiente”

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Atividades que visam a reflexão sobre as questões ambientais, principalmente da região, são o foco da 18ª edição da Semana do Meio Ambiente e Valores Humanos da Unesc, que inicia na segunda-feira (5/06) e segue até quarta-feira (7/06). A proposta segue a sugestão do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que neste ano foca no tema “Governança da Água, Saúde e Meio Ambiente”.

Entidade Executiva dos Comitês de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas da região, a Universidade preparou uma programação diferenciada para 2023. “Serão diversas palestras e oficinas que, neste ano, terão um novo enfoque, já que foi estabelecida uma parceria com o projeto Profor Águas, do qual a Unesc é a entidade executiva, em uma iniciativa de fortalecimento das bacias hidrográficas, por meio da Fapesc”, explica o membro da Comissão de Meio Ambiente e Valores Humanos da Unesc e coordenador geral do Profor Águas Sul/Unesc/Projeto Fapesc, Carlyle Torres Bezerra de Menezes.

Neste ano, de forma inovadora, a Unesc irá se dedicar às questões ambientais não só a semana do Meio Ambiente, mas durante todo o mês de junho com ações e atividades internas e externas.

“Trabalhar o meio ambiente, a matriz energética sustentável e os recursos hídricos é uma das bandeiras da Unesc, uma Universidade Comunitária com 55 anos de existência, que desenvolve ações e projetos que visam a preservação. Recentemente, retomamos o protagonismo no assessoramento aos comitês que cuidam de quatro grandes bacias hidrográficas da nossa região”, salienta a reitora, Luciane Bisognin Ceretta.

“A nossa Instituição possui um Mestrado e um Doutorado em Ciências Ambientais, um horto que realiza ações constantes, um Museu de Zoologia, entre tantas outras iniciativas que contribuem com a formação de cidadãos mais conscientes com relação à preservação do nosso meio ambiente”, acrescenta.    

Programação variada

Toda a programação foi elaborada em parceria com o Profor Águas, sendo que a primeira ação será um curso de curta duração em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Urussanga e ocorrerá das 8h às 17h, no Centro de Treinamento da Epagri (Certrar), em Araranguá.

Já a abertura oficial ocorre às 19h, no Auditório Ruy Hülse, no campus da Unesc, em Criciúma. A palestra da noite será do professor Juliano Gimenez, diretor do Instituto de Saneamento Ambiental da Universidade de Caxias do Sul (UCS/RS), que abordará o tema “Água e Saúde”. 

Na terça-feira (6/06), o público presente terá a oportunidade de participar de práticas integrativas e complementares em saúde, das 13h30min às 17h30min, no bloco da Reitoria. No mesmo período, o professor Juliano profere outra palestra, desta vez no Auditório da Amurel, em Tubarão.

A partir das 19h, será lançado o curta-metragem “Vamos Plantar Árvores”, seguido da roda de conversa “A produção audiovisual em Criciúma, cultura e meio ambiente”. “Por conta do feriado, a programação está bem densa, concentrada em três dias, com palestras e atividades importantes, abertas à comunidade”, cita Carlyle, que também é  coordenador adjunto e professor do Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais da Unesc.

A quarta-feira (7/06), último dia de evento,  começa com mais um curso de curta duração, desta vez em parceria com o Comitê Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba.Com o tema “Mediação e arbitragem de conflitos”, ele ocorrerá das 8h às 12h, no Cetrar Epagri, em Araranguá. 

Além disso, das 9h às 12h, a professora da Unesc Josiane Pinto Ferreira, irá proferir a palestra “Teoria e prática – Importância das análises de água para a saúde humana”, no Bloco IDT, no Iparque. No mesmo dia, também ocorrerá exibição de filmes do Museu de Zoologia Prof. Morgana Cirimbelli Gadzinski. 

Para encerrar a programação, o professor do curso de Engenharia Civil da Unesc, Maurício Thadeu Fenilli Menezes abordará o assunto “Desastres naturais frente aos processos de urbanização”, em palestra no Auditório Edson Rodrigues, a partir das 19h.

As inscrições podem ser feitas por meio do link: XVIII Semana do Meio Ambiente e Valores Humanos (doity.com.br).

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Siderópolis conclui catalogação de documentos históricos e amplia acervo disponível para consulta no Museu do Carvão

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O Governo de Siderópolis, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, concluiu mais uma etapa do trabalho de organização e preservação do patrimônio histórico do município. Depois da catalogação das 825 fotografias que passaram a integrar o acervo da instituição, o trabalho avançou para os documentos doados por famílias da cidade, especialmente aqueles relacionados ao período de atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Carbonífera Treviso.

Ao todo, mais de 476 documentos foram organizados e catalogados em três álbuns, passando a integrar oficialmente as listagens de Patrimônio Cultural e do Museu do Carvão. O conjunto reúne registros que ajudam a preservar a memória dos trabalhadores e das atividades desenvolvidas no município entre as décadas de 1940 e 1980, além de documentos que se estendem até 1999.

Entre os materiais estão cartões de sócios da CSN, carteiras de registro funcional de trabalhadores, cartas, diplomas e outros documentos relacionados à vida profissional dos antigos funcionários. A maior parte do acervo é formada por fichas trabalhistas de ex-funcionários da CSN e da Carbonífera Treviso, doados por familiares.

Entre as principais doadoras estão Ilka Stamm Pasa, Maria Nazareth Vargas dos Santos e Lia Bolsoni, além de outras famílias que contribuíram para que esses registros fossem preservados e pudessem ser incorporados ao acervo histórico do município.

“Cada registro, cada fotografia e cada documento carrega um pouco da trajetória da nossa comunidade. É muito importante que esse material esteja organizado e disponível para consulta, garantindo que as novas gerações possam conhecer e valorizar as nossas raízes”, pontuou o prefeito Franqui Salvaro.

Registros ajudam a contar a história do Recreio do Trabalhador

Uma parte significativa dos documentos está relacionada ao período de administração de Heitor Belmiro da Silva, ex-encarregado do Recreio do Trabalhador. Os registros revelam detalhes da rotina do espaço e das atividades oferecidas aos trabalhadores e suas famílias.

Entre os documentos estão relatórios manuscritos e posteriormente datilografados, listas de filmes exibidos no Cine Recreio, relação de filmes a serem pagos aos distribuidores, documentos referentes ao pagamento de impostos de censura, lista de frequência de jogos internos e de utilização da biblioteca, além de registros de eventos, reuniões e festividades.

Também foram encontrados documentos relacionados a orçamentos para manutenção de equipamentos do Cine Recreio, listas de materiais e anotações sobre atividades relacionadas no local, como Semana da Criança, apresentações de teatro, reuniões, eleições, coquetéis e distribuição de brinquedos de Natal.

Imposto de censura

Os registros do cinema também revelam aspectos dos períodos de censura. Em documentos referentes às décadas de 1960 e 1970, há anotações sobre horários das sessões, filmes exibidos e os procedimentos relacionados à censura das obras antes da liberação para exibição.

As anotações registram, ainda, o chamado imposto de censura, relacionado à autorização para que determinados filmes fossem exibidos. Dependendo do conteúdo considerado inadequado, como temas relacionados à família, álcool ou sexualidade, cenas poderiam ser cortadas ou a obra poderia ser impedida de ser exibida.

O acervo também reúne documentos que atravessam períodos importantes da história brasileira, incluindo registros produzidos durante o período da ditadura militar. Outro documento encontrado registra a paralisação das sessões em 2 de abril de 1964, período próximo ao início da ditadura militar no Brasil.

Preservação da memória de Siderópolis

A nova etapa complementa o trabalho iniciado com a organização das fotografias históricas, que reúne 825 imagens da trajetória da CSN, da Carbonífera Treviso e de diferentes acontecimentos do município entre as décadas de 1940 e 1960. O material fotográfico foi catalogado e identificado com o apoio de pessoas que auxiliaram no reconhecimento de moradores, locais e equipamentos retratados nas imagens.

“O trabalho de catalogação permite que documentos que estavam guardados nas famílias possam ser reconhecidos como parte da história de Siderópolis. São registros que contam a trajetória dos trabalhadores, das empresas, do Recreio e de diferentes momentos vividos pela comunidade. Preservar esse material é também preservar a memória das pessoas que ajudaram a construir o município”, destacou o assessor de Cultura e Turismo de Siderópolis, Arisson Fabricio Nunes.

Todo o material já está disponível no Museu do Carvão para consulta e visualização. O Museu está localizado no antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.

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UniSATC amplia conexões internacionais durante conferência de Inteligência Artificial na Colômbia

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A produção científica desenvolvida na UniSATC ganhou espaço internacional durante a Colombian Conference on Applications of Computational Intelligence (ColCACI 2026), em Bucaramanga, na Colômbia. O coordenador do curso de Engenharia de Computação da UniSATC, Vagner Rodrigues, participou do evento e apresentou um artigo científico na trilha TinyML and Edge AI, área emergente da Inteligência Artificial aplicada a dispositivos embarcados e à computação de borda.

Promovida pelo IEEE, a conferência reuniu pesquisadores, estudantes de mestrado e doutorado e grupos de pesquisa de diferentes universidades para apresentar estudos e discutir avanços relacionados à Inteligência Computacional.

O trabalho apresentado por Rodrigues é resultado da orientação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Engenharia de Computação da UniSATC. A participação demonstra como projetos desenvolvidos ainda durante a graduação podem avançar para espaços de discussão científica e alcançar eventos internacionais.

“Existe um peso importante por ser uma conferência internacional ligada ao IEEE, que possui reconhecimento científico muito forte na nossa área. Mas o que mais me chamou atenção foi a possibilidade de entrar em um grupo de pesquisadores que trabalha com temas semelhantes aos nossos. A partir disso, passamos a ter pessoas com quem conversar, trocar experiências e pensar em novas pesquisas”, destaca Rodrigues.

Pesquisa que gera novas conexões

Além da apresentação do artigo, a participação no ColCACI possibilitou uma aproximação com pesquisadores de outros países. Os momentos de integração promovidos pela conferência, como cafés, encontros e atividades sociais, contribuíram para a troca de informações e para a construção de uma rede de contatos.

Segundo Rodrigues, essa experiência pode gerar resultados que vão além da pesquisa apresentada. Durante o evento, o coordenador estabeleceu contato com representantes de universidades do Chile e da Colômbia, iniciando conversas sobre possíveis ações conjuntas.

“Uma das coisas mais positivas foi justamente criar esses contatos. Já estamos conversando com uma universidade privada do Chile e queremos entender quais possibilidades podemos construir juntos. A ideia é avaliar oportunidades para que nossos alunos possam ter experiências lá e, ao mesmo tempo, para que estudantes deles também possam conhecer e estudar na UniSATC”, explica.

A aproximação abre possibilidades para futuras iniciativas de internacionalização, intercâmbio acadêmico e cooperação entre pesquisadores e instituições.

Da graduação para uma conferência internacional

A origem do artigo em um Trabalho de Conclusão de Curso também reforça a integração entre ensino e pesquisa dentro da Engenharia de Computação. De acordo com o coordenador, levar um estudo desenvolvido a partir da graduação para um ambiente internacional amplia as perspectivas dos estudantes e evidencia o potencial da produção acadêmica realizada na instituição.

“Quando um trabalho desenvolvido dentro do curso consegue chegar a uma conferência internacional, mostramos ao aluno que aquilo que ele produz aqui pode ultrapassar os limites da sala de aula. A pesquisa passa a dialogar com outros pesquisadores e instituições e pode abrir novas oportunidades acadêmicas e profissionais”, ressalta.

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Prefeitura de Criciúma assina termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos

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A Prefeitura de Criciúma assinou, nesta sexta-feira (11), o termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos (GAD). A sala, localizada no segundo andar do Mercado Público Criciumense, no Centro, será destinada a atividades assistenciais, sociais, comunitárias e de apoio à saúde. A ação é fundamentada pela Lei Municipal nº 9.008 de 22 de julho de 2026.

“Essa é uma forma de o Município apoiar uma causa tão importante e contribuir para que o GAD tenha melhores condições de acolher e atender as pessoas com diabetes. Sabemos da relevância desse trabalho e queremos fortalecer iniciativas que levam assistência, informação e cuidado para a população”, ressaltou o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.

O espaço possui 116,24 metros quadrados. Segundo o presidente do GAD, Samuel Pereira de Medeiros, a cessão representa uma conquista para a entidade e permitirá ampliar a estrutura de atendimento oferecida às pessoas com diabetes.

“Esse espaço será utilizado para dar apoio a todas as pessoas com algum tipo de diabetes. Hoje oferecemos assistência social, cestas glicêmicas, convênio médico, telemedicina e atendimento com psicólogas, e teremos esse atendimento também no local. Atualmente, atendemos uma média de 18 a 20 pessoas e queremos chegar até o final do ano a 50 pessoas”, destacou.

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