Saúde
Profissionais da saúde de Içara participam de capacitação sobre insulinoterapia
Capacitação abordou a substituição da insulina NPH pela Glargina e os cuidados com pacientes de maior risco de hipoglicemia
Médicos e enfermeiros das unidades de saúde de Içara participaram de um treinamento sobre insulinoterapia, com foco na atualização de conhecimentos e no aprimoramento do atendimento a pacientes com diabetes.
A capacitação contou com a participação da médica endocrinologista dra. Érika Ferreira Rodrigues Tesa e da enfermeira Fernanda Machado de Souza, que compartilharam conhecimentos e orientações importantes para o manejo da insulinoterapia na prática clínica.
De acordo com a coordenadora da Atenção Básica da Secretaria de Saúde de Içara, Shirley Gazola, o treinamento foi realizado em razão da substituição da insulina NPH pela insulina Glargina, um tipo de insulina análoga de ação prolongada, com duração aproximada de 20 a 24 horas. Por apresentar um período de ação mais longo, o medicamento permite, em geral, uma aplicação diária e está associado a um menor risco de hipoglicemia em comparação à insulina NPH, conforme as características de cada tratamento.
Neste primeiro momento, a capacitação também teve atenção especial aos grupos considerados de maior risco para episódios de hipoglicemia, como crianças e pessoas com mais de 70 anos, com o objetivo de orientar os profissionais sobre os cuidados necessários durante a transição entre os medicamentos.
Além das orientações sobre o uso da insulina, o treinamento abordou o funcionamento da farmácia e os procedimentos relacionados à entrega de insumos utilizados no tratamento. A iniciativa busca alinhar as equipes quanto aos fluxos de atendimento e à assistência oferecida aos pacientes nas unidades de saúde do município.
Insulinoterapia: entenda
A insulinoterapia consiste na administração de insulina para auxiliar no controle dos níveis de glicose no sangue e é utilizada no tratamento de pessoas com diabetes que necessitam desse recurso. A atualização dos profissionais contribui para o manejo adequado do tratamento e para a qualificação da assistência prestada à população.
Saúde
Pesquisa da Unesc investiga saúde mental de mães no pós-parto em Criciúma
Estudo do Laboratório de Psiquiatria Translacional começou em 2025, envolve seis unidades básicas de saúde e já reúne cerca de 60 participantes
Quando um bebê nasce, os olhares naturalmente se voltam para ele. Como está? Está mamando? Está dormindo? Está ganhando peso? Entre tantos cuidados, uma pergunta pode acabar ficando em segundo plano: como está a mãe?
A saúde mental no período após o parto vem ganhando espaço nas pesquisas realizadas no Brasil e também está no foco de um estudo desenvolvido pela Unesc, em Criciúma. O tema integra o Nascer no Brasil, levantamento coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que está em sua segunda edição. O Nascer no Brasil II teve coleta de dados realizada entre 2021 e 2025, em 395 maternidades de todo o país, e investiga sintomas de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático entre mulheres no período pós-parto.
A iniciativa dá continuidade ao primeiro estudo nacional, realizado entre 2011 e 2012, que identificou cerca de 26% de casos prováveis de depressão entre as mulheres avaliadas. Outro levantamento, baseado em dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 e publicado em 2025, encontrou sintomas depressivos em 34,1% das 986 mulheres no período pós-parto analisadas. Os resultados não são diretamente comparáveis, já que os estudos consideram populações e instrumentos de avaliação diferentes.
É nesse cenário que a Unesc desenvolve uma investigação dedicada a compreender de forma mais ampla a saúde mental das mulheres no puerpério, considerando sintomas depressivos, ansiedade, estresse, sono, rotina, apoio social e funcionamento psicossocial.
Um olhar para a mãe
Realizada pelo Laboratório de Psiquiatria Translacional da Unesc, a pesquisa começou em julho de 2025 e envolve seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Criciúma. Cerca de 60 mulheres já participam do estudo, cuja coleta seguirá até julho de 2027.
Podem participar mulheres com mais de 18 anos, incluídas até 30 dias após o parto. Durante as entrevistas, elas respondem a questionários sobre aspectos sociodemográficos, gestação, parto, condições de saúde do bebê, apoio emocional, qualidade de vida e funcionamento, além de instrumentos específicos para rastrear sintomas de depressão, ansiedade e estresse.
Entre eles está a Escala de Depressão Pós-Natal de Edinburgh (EPDS). A professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), Gislaine Zilli Réus, explica que o instrumento não substitui uma avaliação clínica. “Ela é uma escala padronizada, mas ela não dá diagnóstico. Ela faz uma triagem”, esclarece.
A partir dos resultados, as participantes são divididas em dois grupos, ou seja, aquelas com triagem positiva para sintomas de depressão pós-parto e aquelas com triagem negativa.
Resultados chamam atenção
Embora a pesquisa ainda esteja em andamento, os primeiros dados já começam a revelar diferenças entre os grupos. De acordo com Gislaine, aproximadamente metade das mulheres entrevistadas até agora apresentou triagem positiva. “A gente não esperava encontrar tantas mulheres com triagem positiva e tantas alterações”, conta.
Entre os resultados observados estão diferenças na percepção de apoio social. As mulheres com triagem positiva relatam perceber menos suporte ou considerar inadequado o apoio recebido. Também aparecem diferenças relacionadas à amamentação, com maior dificuldade e menor tempo de aleitamento entre essas participantes.
O grupo com triagem positiva também apresentou maior intensidade de sintomas de depressão e ansiedade, alterações nos ritmos biológicos, menor número de horas de sono, pior qualidade do sono e diferenças relacionadas ao funcionamento.
Outro aspecto observado envolve experiências vividas na infância. As mulheres com triagem positiva apresentaram maior frequência de relatos relacionados a traumas, incluindo negligência emocional. A pesquisa também encontrou relação entre essas experiências e a percepção de apoio social na vida atual.
Os resultados são preliminares e fazem parte de uma investigação que continuará recebendo participantes e aprofundando as análises.
Quando a mãe também precisa ser vista
Para Gislaine, olhar para a saúde da mulher nesse período é necessário porque a atenção costuma estar concentrada no bebê. “Todo mundo olha para o bebê. E a gente esquece da mãe”, afirma.
O nascimento de uma criança envolve mudanças hormonais, físicas, emocionais e sociais. Ao mesmo tempo em que a mulher passa a cuidar de alguém que depende dela em tempo integral, pode enfrentar dificuldades para dormir, amamentar, reorganizar a rotina e lidar com as próprias emoções.
Essa percepção também aparece na experiência de Larissa Cristine Pereira, integrante da equipe de pesquisa. “O que mais me chamou a atenção é que os transtornos mentais, esse sofrimento, ele é muitas vezes não visto, e principalmente na mulher, porque quando a gente fala de pós-parto, é um momento em que todas as atenções estão voltadas para o bebê. Então todo mundo quer saber como o bebê está, até como foi o parto, e aquela mãe e aquela mulher acaba sendo esquecida nesse processo”, observa.
Segundo Larissa, existe ainda uma expectativa de que a chegada de um bebê esteja necessariamente associada à felicidade. “A gente tem uma concepção muito errada de que o pós-parto e a vinda de um bebê só trazem coisas felizes e que infelizmente não é a realidade de todas as mulheres”, afirma.
Uma experiência que também trouxe respostas
Mãe de três filhos, Andréa Cerqueira de Melo participou da pesquisa após o nascimento de Alice, hoje com 11 meses. Mesmo já tendo vivido outras gestações, ela conta que a chegada da filha representou um novo começo.
“Você está entrando em um mundo novo. Mesmo para mim, que já tenho outros dois filhos, eu estava recomeçando”, relata.
A gravidez aconteceu de forma inesperada, mas foi acompanhada de expectativa e alegria. Ao mesmo tempo, Andréa viveu um período emocionalmente intenso. Quatro dias depois do nascimento da filha, perdeu o pai.
A gestação havia sido dividida entre os cuidados com ele no hospital e a proximidade do nascimento da bebê. Depois do parto, ela quis compreender melhor o que estava sentindo e se era possível conciliar emoções tão diferentes.
“Eu queria entender qual emoção estava me movimentando mais e se eu conseguiria administrar as duas coisas, a alegria e o luto”, conta. Em meio à rotina de cuidados com Alice, Andréa também percebeu uma necessidade que muitas vezes fica escondida.
“Você quer ser vista com seu bebê, quer que as pessoas olhem para ele, elogiem, mas você também quer que vejam você. Eu precisava de atenção”, lembra.
Para ela, participar da pesquisa acabou sendo uma experiência de troca. “Acabou sendo uma contribuição dupla. Não só da minha parte para a pesquisa, mas também da pesquisa para mim”, conta.
Da pesquisa à formação médica
A pesquisa nasceu inicialmente como um Trabalho de Conclusão de Curso desenvolvido por Larissa e uma colega e, posteriormente, ganhou uma dimensão maior dentro do Laboratório de Psiquiatria Translacional.
Hoje, ela participa do contato com as UBSs, do recrutamento das puérperas, das entrevistas e da coleta de sangue. Para Larissa, a experiência também tem contribuído para sua formação profissional.
“Como futura médica, eu acho muito importante entender que a saúde mental precisa ser perguntada ativamente. Precisa ser questionada, precisa ser um tópico da nossa consulta, porque muitas vezes isso é algo que as pessoas carregam sozinhas e às vezes até menosprezam esses sentimentos”, relata.
A vivência, segundo ela, também amplia o olhar para além da saúde mental materna. “Acredito que eu vou conseguir olhar muito melhor para a saúde mental não só das mulheres, mas do público em geral e acolhê-los e instruí-los”, completa.
O cuidado começa também pela escuta
O médico João Vítor Santana Cecchetto Mendes, que atua em uma das unidades de saúde envolvidas no estudo, acompanha de perto essa realidade. Para ele, muitas mulheres acabam deixando de olhar para si mesmas diante das novas responsabilidades.
“Muitas deixam de viver para elas, e vem o atraso do diagnóstico, a exclusão pessoal, a sua não percepção de si mesma. Essa pesquisa espero que venha muito para melhorar e fazer com que elas olhem para si”, afirma.
A pesquisa também considera a importância da rede de apoio. Familiares, companheiros e amigos podem fazer diferença no período pós-parto, mas nem todas as mulheres contam com uma rede disponível. Por isso, a equipe defende um olhar que considere a mulher de forma integral.
Próximas etapas
Além das entrevistas e questionários, a pesquisa realiza a coleta de sangue das participantes. As amostras são processadas inicialmente nos laboratórios da Unesc e armazenadas para análises bioquímicas futuras.
A intenção é investigar possíveis marcadores biológicos que possam ajudar a compreender melhor os fatores relacionados às alterações psicológicas observadas.
Para Gislaine, o trabalho precisa ultrapassar os limites da universidade e retornar para os serviços que acompanham essas mulheres.
“O cientista sempre pensa em gerar dados e publicar esses resultados para a comunidade científica. Mas a gente também quer levar esses dados para a unidade básica de saúde, mostrar para a nossa comunidade e até para os órgãos públicos que está acontecendo isso”, explica.
Compreender o que acontece com as mulheres no período pós-parto também significa ampliar a atenção oferecida às famílias. E, antes de qualquer diagnóstico, existe uma atitude que pode fazer diferença, ou seja, perguntar como aquela mãe está.
Saúde
Rede de Atenção Psicossocial de Criciúma transforma acolhimento em novos começos
Sendo referência em Santa Catarina, o Município oferece uma rede completa de serviços públicos de saúde mental
Algumas pessoas precisam de ajuda para seguir em frente. Seja para curar o vício, enfrentar as barreiras emocionais ou proteger a própria vida. Carlos* (nome fictício), de 58 anos, teve a chance de recomeçar por meio do serviço oferecido no Centro de Atenção Psicossocial II Álcool e Outras Drogas (CAPS II AD) de Criciúma. “O CAPS foi a solução pra mim. Esse lugar me deu muita força”, relata.
Criciúma é referência em Santa Catarina na oferta de serviços públicos de saúde mental, sendo um dos únicos municípios a contar com uma Rede de Atenção Psicossocial completa, com capacidade para atender diferentes níveis de complexidade e pacientes de todas as idades. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são a principal porta de entrada para os serviços da atenção especializada, a qual inclui os CAPS.
Carlos conta que o vício iniciou na adolescência, aos 13 anos. Mesmo depois de algumas tentativas de recuperação, as recaídas continuaram fazendo parte da sua trajetória. Há três anos, em meio a uma nova fase, chegou ao CAPS II AD. Na época, enfrentava crises de ansiedade. “Aqui eles nos apoiam, dão amor. Aqui a gente é amigo de todo mundo. Os médicos conversam com a gente, apertam a nossa mão, fazem brincadeiras no corredor. Tratamento igual esse não existe”, diz.
A dona de casa Ana* (nome fictício), de 49 anos, frequenta o CAPS II há cerca de dois anos. Ela procurou ajuda enquanto enfrentava a depressão provocada pela perda dos pais. As atividades oferecidas contribuíram para mudanças na forma de lidar com os sentimentos. “Aqui fui muito bem recebida e acolhida. O CAPS é como uma família para mim porque encontrei pessoas que me ajudaram e me fizeram sentir importante e querida”, comenta.
Atenção especializada
Criciúma conta com quatro Centros de Atenção Psicossocial. O CAPS II é destinado ao atendimento de adultos com transtornos mentais graves e persistentes. O CAPS III funciona 24 horas e oferece acolhimento noturno para situações que demandam cuidado intensivo. Já o CAPS II AD atende pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. O município também possui o CAPS I, voltado ao atendimento de crianças e adolescentes.
“Quando falamos em saúde mental, estamos falando de cuidado, acolhimento e, principalmente, de oferecer caminhos para que as pessoas possam buscar ajuda quando precisam. Criciúma tem uma rede estruturada para atender diferentes situações e públicos. Esse trabalho é feito diariamente pelas nossas equipes, que estão preparadas para acolher e acompanhar cada pessoa de acordo com a sua necessidade”, ressalta o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Deivid de Freitas Floriano, os CAPS trabalham com a lógica de porta aberta, especialmente para situações que demandam atenção especializada em saúde mental. Assim, o usuário que procurar diretamente o CAPS, sem necessariamente passar por um médico na UBS, será acolhido e avaliado.
“A porta de entrada da rede é a Unidade Básica de Saúde, onde o usuário pode ser acolhido e ter sua situação avaliada. Mas também é importante que as pessoas saibam que os CAPS funcionam com porta aberta para as situações que precisam de atenção especializada. Isso facilita o acesso ao cuidado e permite que a equipe identifique qual é o acompanhamento mais adequado para cada caso”, destaca.
Uma nova vida
A convivência no CAPS também ajudou Ana a encontrar novas formas de lidar com a perda dos pais. Ela reconhece que a saudade permanece, mas afirma que aprendeu a ocupar os espaços da rotina e a compartilhar experiências positivas com outras pessoas.
“A gente nunca esquece a dor porque sente falta. Mas aprendi a ocupar todos os espaços, a fazer as atividades e a trazer coisas boas para os outros, mesmo quando estou triste. A gente cai, é normal, mas tem que levantar a cabeça”, afirma.
Para Ana, parte da mudança veio da possibilidade de preencher a rotina com novas experiências e tarefas. A jardinagem se tornou uma das formas de ocupar o tempo e cuidar da mente, assim como as oficinas de artes e outras atividades de ocupação. “Gosto de jardinagem, colocar as mãos na terra, plantar e cuidar. Se você planta uma rosa e não cuida, ela morre. A gente também precisa cuidar de si, do corpo e da mente”, declara.
Carlos também passou a participar das atividades oferecidas pelo CAPS. Toca violão, canta, participa do sarau e do grupo de saúde. “Aprendi a trocar as coisas ruins por coisas boas. Comecei a gostar de coisas boas. Hoje toco violão, canto, participo das atividades. A gente começa a gostar de outro tipo de coisa e vai deixando aquilo para trás”, conta.
Mesmo frequentando atualmente o CAPS apenas uma vez por semana, ele afirma que não pretende romper o vínculo com o serviço. “Já estou bem melhor, mas não consigo parar de vir. Aqui tem gente para conversar, tem atividade, tem acolhimento. Foi um lugar onde me encontrei. O CAPS me deu muita força para conseguir chegar até aqui”, destaca.
Demanda crescente
Somente neste ano, foram realizados cerca de 70 mil atendimentos nos quatro CAPS da Rede Municipal de Saúde. Em 2025, foram registrados aproximadamente 83 mil atendimentos ao longo do ano. Isso significa que, em pouco mais de 10 meses, os CAPS já alcançaram mais de 85% de todo o volume atendido no ano anterior.
De acordo com o gerente de Saúde Mental de Criciúma, Leandro Maffei, entre as demandas mais frequentes estão os transtornos de ansiedade e depressivos, crises de saúde mental, transtornos mentais graves e persistentes, uso prejudicial de álcool e drogas, entre outros.
“A procura pelos serviços mostra que a saúde mental precisa ser acompanhada de forma contínua e em diferentes pontos da rede. Nem toda situação exige o mesmo tipo de atendimento, por isso é importante que o usuário seja acolhido e tenha seu caso avaliado pela equipe. A partir disso, conseguimos direcionar o cuidado e acompanhar a evolução de cada pessoa”, pontua.
Quem precisa de ajuda pode procurar a UBS de seu bairro ou, nos casos que demandam atenção especializada, buscar diretamente um dos CAPS do município. O acolhimento é o primeiro passo para que a equipe possa compreender a situação e indicar o acompanhamento mais adequado.
Saúde
Outubro Rosa ganha espaço nas aulas de hidroginástica de Morro da Fumaça
Iniciativa reuniu participantes das aulas em um gesto simbólico de conscientização sobre os cuidados com a saúde feminina
Em alusão à campanha Outubro Rosa, as alunas de hidroginástica de Morro da Fumaça participaram, nesta segunda-feira (19), de uma ação voltada à conscientização sobre a saúde da mulher. Durante as aulas, as participantes utilizaram toucas rosas em referência à campanha de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo de útero.
A atividade contou com o acompanhamento da profissional de Educação Física Marli Martins, responsável pelas aulas de hidroginástica no município, que enfatizou a relevância da ação. “Esse momento é muito importante para nossas alunas. Atendemos um público de faixa etária mais elevada e sabemos que, além de movimentar o corpo em busca de qualidade de vida, é fundamental manter os cuidados preventivos com a saúde, especialmente durante um mês tão simbólico”, relata.
A secretária de Saúde, Marijane Felippe, também esteve presente e conversou com as participantes, reforçando a importância de iniciativas que incentivem a atenção ao cuidado contínuo. “Mobilizações como essa ajudam a manter o tema em evidência e reforçam a necessidade de acompanhamento regular. Queremos que essa mensagem chegue cada vez mais às mulheres do nosso município”, afirma.
As toucas continuarão sendo utilizadas pelas alunas ao longo do mês de outubro, como forma de manter a mensagem de conscientização presente nas atividades.
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